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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Condomínio é condenado a indenizar família de vigia noturno morto em tentativa de assalto




O vigia noturno trabalhava num conjunto de condomínios, na região de Sorocaba, e morreu baleado em serviço, durante uma tentativa de assalto. Os seus dependentes (companheira e filho menor) ajuizaram reclamação trabalhista em face da reclamada, alegando, em síntese, a responsabilidade patrimonial e moral em decorrência da morte do trabalhador, além de diferenças rescisórias.

A sentença da 4ª Vara do Trabalho de Sorocaba concluiu pela condenação da reclamada e arbitrou o valor em R$ 200 mil. Inconformado, recorreu o condomínio, alegando que “a sentença é nula por deficiência de provas”, e afirmando também “não ter concorrido de forma culposa em relação ao evento noticiado na exordial [inicial], sendo que a tentativa de assalto, que resultou na morte do reclamante, deve ser reputada como caso de força maior, excludente de responsabilidade”.

Na 4ª Câmara do TRT, o relator do acórdão, desembargador Luiz José Dezena da Silva, reconheceu que o fato de o vigia noturno ter sido mortalmente baleado em tentativa de assalto ocorrida na reclamada é incontroverso e que “a discussão gira em torno da responsabilidade da recorrente em relação às conseqüências do infortúnio”.

O acórdão rebateu o argumento do condomínio, de “força maior”, ressaltando que “o reclamante ativava-se inserido no contexto de proteção do patrimônio dos condôminos da reclamada. E, nesse caso, a probabilidade de um evento tal qual noticiado na exordial – uma tentativa de assalto – não surge como força maior, mas insere-se no risco inerente à própria função protetora. Em outros dizeres, a tentativa de assalto em que foi vitimado o reclamante estava atrelada ao risco inerente ao exercício da função de vigia noturno, responsável pela guarda do patrimônio da reclamada”. E invocou o “parágrafo único do artigo 927 do Código Civil”, que estabelece que haverá responsabilidade objetiva do causador do dano “quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem”.

A decisão colegiada afirmou que “forçoso se torna concluir, assim, pela responsabilidade objetiva da recorrente em face do dano causado em razão do evento infeliz noticiado na petição inicial, nos exatos termos do artigo 927, parágrafo único, do Código Civil, aplicável ao Direito do Trabalho por força do permissivo contido no artigo 8º da CLT”. E considerou “correta a decisão de origem ao impor a obrigação de indenizar os danos materiais e morais decorrentes do evento noticiado na exordial”.

Processo 175400-62.2006.5.15.0135 RO


Emidio Campos Gestor de Segurança Golden Star Segurança Escolta e Porteiro http://segurancadecondominio.blogspot.com

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Polícia investiga chacina de gatos em Ribeirão Preto (SP)

A Delegacia de Proteção dos Animais de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) investiga uma chacina de gatos no Morro São Bento, uma área de reserva florestal dentro da área urbana.
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses, 26 gatos foram encontrados na manhã desta segunda-feira, após denúncia ao órgão. A suspeita é que os animais tenham sido envenenados.
De acordo com a chefe do órgão, Eliana Collucci, uma das moradoras que alimenta os gatos do local relatou que ontem à noite, ao levar comida para os animais, já encontrou alguns mortos e outros se debatendo, possivelmente por ação do veneno.
Seis dos animais mortos foram encaminhados para a Polícia Civil para necropsia.
Silva Junior/Folhapress
Funcionários da zoonozes recolhem 26 gatos mortos na região do Morro de São Bento, no interior de SP
Funcionários da zoonozes recolhem 26 gatos mortos na região do Morro de São Bento, no interior de SP
A prefeitura estima que existem cerca de mil gatos nas ruas da cidade. O centro de zoonoses monitora 30 pontos, com cuidadores responsáveis e animais já castrados e vacinados. Mas, segundo a chefe do órgão, um dos principais problemas é o abandono de filhotes nesses locais.
Em março, a cidade já havia registrado outra chacina de gatos. Dez animais foram encontrados mortos no condomínio Areluz --a suspeita é que foram envenenados pelo produto conhecido por "chumbinho".


Emidio Campos Gestor de Segurança Golden Star Segurança Escolta e Porteiro http://segurancadecondominio.blogspot.com

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Trabalhadores foram soterrados em pedreira




Novo acidente fez com que resgate fosse adiado mais uma vez, em Santos.
Defesa Civil e bombeiros aguardam chegada de técnicos do IPT.


Uma rocha desmoronou na manhã desta quarta-feira (13) na pedreira em que dois trabalhadores foram soterrados na terça, em Santos, litoral de São Paulo.
O resgate da vítimas foi adiado devido ao risco de desmoronamentos. O novo acidente reforçou o perigo. Equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros aguardam a chegada de técnicos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) para que possa ser feito um estudo mais detalhado do terreno e dos riscos da operação.
Dois operários conseguiram escapar com vida. Outros dois estão desaparecidos. Mais de 50 toneladas de pedra e rocha foram abaixo no acidente da terça.
O motorista Cleiton Revertio dos Santos, de 28 anos, que estava em um caminhão que ficou pendurado no rochedo no deslizamento e conseguiu escapar, disse que entrou em desespero ao ver que o chão havia sumido. O barulho do deslocamento dos cerca de 50 mil toneladas de rochas foi “ensurdecedor”, segundo ele.A estrada de serviço utilizada pelos trabalhadores na pedreira quase desapareceu. Parentes dos trabalhadores soterrados acreditam que eles ainda possam ser encontrados com vida. “A máquina que ele trabalha é bem resistente. Temos esperança de estar vivo”, conta Wagner Diniz, cunhado de uma das vítimas.
“Nós estávamos parados, carregando o caminhão. De repente, eu vi o chão sumir na minha frente, desabar tudo. Entrei em desespero, porque não tinha para onde ir. Fez um estrondo gigantesco, ensurdecedor”, contou à equipe de reportagem do G1. Junto com um colega que trabalhava com ele, o motorista escalou um morro para escapar. “Nós escalamos o morro no sentido das árvores para escapar e chegamos às trilhas que levam ao meio da pedreira”, disse.


Emidio Campos Gestor de Segurança Golden Star Segurança Escolta e Porteiro http://segurancadecondominio.blogspot.com

terça-feira, 5 de abril de 2011

Empresa dentro de condomínio industrial pega fogo




Indústria pega fogo na Nova Vinhedo
Uma indústria dentro do condomínio empresarial Viva, antiga fábrica do Rodão, no Bairro Nova Vinhedo, pegou fogo na noite desta sexta-feira, 1°. O incêndio começou por volta das 23h na empresa que está localizada na Rua Alfredo Achcar.
Bombeiros das cidades de Valinhos e Jundiaí ajudaram no combate às chamas, que ocorreu até perto da 1h deste sábado. Caminhões pipas da Prefeitura também foram utilizados.
Houve explosões no local, já que havia diversos produtos químicos armazenados. A fábrica não tinha funcionários no momento das explosões. Segundo o Corpo de Bombeiros, não houve feridos. A Defesa Civil de Vinhedo esteve na fábrica.

Confira as imagens do local
 


Emidio Campos Gestor de Segurança
Golden Star Segurança Escolta e Porteiro
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sábado, 26 de março de 2011

Vigilante de transportadora de valores é baleado por colega




Vigilante de transportadora de valores é baleado por colega em Araras (SP)



Emidio Campos
Gestor de Segurança
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Condomínios e cidade fantasma na tragédia do Rio de Janeiro



Sérgio Vieira/ R7
Veja a galeria completa
Após caminhada de 2 horas e 15 minutos entre barreiras, riachos, pedras, imensos troncos caídos, postes quebrados, lama, cheiro de animais mortos e, inacreditavelmente, travessias por cipós, a equipe de reportagem confirmou o cenário desolador em que se encontra o bairro Santa Rita, em Teresópolis, região serrana do Estado do Rio de Janeiro. A tragédia afugentou quase toda a população da localidade, que se tornou, praticamente, uma cidade fantasma.



Assim que a equipe chegou ao bairro Cruzeiro foi acompanhada pelo caseiro José Eduardo Silveira de Carvalho (que vive na Rua dos Jacarandás, no condomínio Cascata Encantada) por seu patrão, Marcos José dos Santos Lopes, residente no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro que estava vindo pela primeira vez verificar as condições de sua casa.

- Felizmente, minha casa está intacta. O máximo que aconteceu foi o muro de pedras que rodeava a piscina que caiu. Mas todo o resto está como deixei. Com exceção dos alimentos que ficaram na geladeira e se estragaram por que acabou a energia.

Além da destruição que se inicia já na chegada e se estende por pelo menos sete quilômetros – principalmente na margem do rio – os poucos moradores que ficaram têm que conviver com a falta de eletricidade, de comunicação, de água potável e de mantimentos, conforme foi possível comprovar assim que chegamos à residência do caseiro.

- Meus filhos não dormem em casa, eles foram todos para o emprego da minha mulher, em outro sítio. Não dava para eles ficarem aqui nessas condições, sem falar que minha filha de 15 anos não quer nem saber de voltar aqui, ela ficou muito assombrada com tudo o que aconteceu e com o que ela viu no dia seguinte.

Os que ficaram são quase todos pertencentes a famílias de caseiros, que, pelas condições simples, não têm outro lugar para se refugiar e nem a quem recorrer. A tragédia transformou a rotina desse grupo que tem que se arriscar diariamente em busca de mantimentos descendo do alto de Santa Rita até o posto de apoio, localizado na rua Antônio de Souza Maia.

Além disso, os acontecimentos deixaram alguns atordoados, conforme afirmou o caseiro, que perdeu a noção do tempo já que poucas vezes conseguem acesso ao noticiário da TV ou mesmo rádio.

- Tem gente que se esqueceu de ir trabalhar porque pensava que era domingo. Isso no meio da semana.

Os animais
A realidade que esse grupo está vivendo é desoladora. Em região ainda mais remota, há relatos de cavalos soterrados pela metade e outros que morreram e estão sendo devorados por insetos e outros animais. As vacas e bois que se encontravam em algumas propriedades nem eram mais vistos por lá. Todos foram literalmente arrastados.

Por todos os lados existem cachorros das mais diversas raças perambulando em busca de alimentos, todos deixados para trás por seus donos assim que o Exército, a Aeronáutica e a Polícia Civil começaram a aparecer com helicópteros e a retirar os moradores que quisessem deixar suas propriedades.

O excesso de folhas, lama, frutas podres, hortaliças, flores e animais mortos também trazem consigo formigas, besouros e dezenas de moscas, que se espalham por todo o percurso.

- Só em uma fazenda morreram 58 cavalos e em outra todas as vacas que produziam 20 litros de leite por dia foram arrastadas. É uma dó ver o que aconteceu com todos os bichos. Tinha cavalo que custava muito caro.

Caseiro relata drama
De acordo com o caseiro, na madrugada de terça-feira (11), choveu duas horas consecutivas, em quantidade e força que ele nunca tinha visto, nem ouvido. Por volta de 1h da manhã, José Eduardo acordou toda a família e deixou todos de “plantão”.

- Eu ouvia os gritos de socorro, eu ouvia as pessoas pedindo ajuda e não podia fazer nada. Achei que nem fosse conseguir salvar minha família. A água passou e destruiu todas as casas na margem do rio, outras foram soterradas pelos deslizamentos. As que ficaram foi porque Deus não quis derrubar, é só você observar, qualquer casa aqui poderia ter sido atingida.

O agricultor Francisco de Assis (que perdeu sua casa e as plantaçõe de azaleia, hortência, esponjinha e outras espécies de plantas e hortaliças) afirmou que o curso do rio foi modificado pela força da água. Segundo a equipe do R7 pôde observar, no lugar do antigo curso agora se encontra uma série de rochas e um morro, razão principal da mudança do trajeto da água.

- Apesar de tudo, vou continuar aqui. Não saberia o que fazer longe daqui. Aos poucos vou limpar tudo isso, vou refazer minha vida e plantar tudo de novo.

Mesmo ficando, o medo é relato comum entre os poucos encontrados.

- Se um bambu quebra, todo mundo corre achando que é tromba d´água. O ruim de lá é que perdi muitos amigos, mais de dez. Perdi a família do meu melhor amigo, de quatro pessoas. Essa é a nossa maior dor – disse o caseiro.
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Na foto é possível observar um carro praticamente todo soterrado | Foto: Sérgio Vieira / R7
Tragédia das chuvas
O forte temporal que atingiu o Estado do Rio de Janeiro na terça (11) deixou centenas de mortos e milhares de sobreviventes desabrigados e desalojados, principalmente na região serrana.

As cidades de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto foram as mais afetadas. Serviços como água, luz e telefone foram interrompidos, estradas foram interditadas, pontes caíram e bairros ficaram isolados. Equipes de resgate ainda enfrentam dificuldades para chegar a alguns locais.
Veja a galeria de fotos
Na sexta-feira (14), a presidente Dilma Rousseff liberou R$ 100 milhões para ações de socorro e assistência às vítimas. Além disso, o governo federal anunciou a antecipação do Bolsa Família para os 20 mil inscritos no programa nas cidades de Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis.
Empresas públicas e privadas, além de ONGs (Organizações Não Governamentais) e voluntários, também estão ajudando e recebem doações.

Os corpos identificados e liberados pelo IML (Instituto Médico Legal) são enterrados em covas improvisadas. Hospitais continuam com muitos feridos. Médicos apelam por doação de sangue e remédios. Os próximos dias prometem ser de muito trabalho e expectativa pelo resgate de mais sobreviventes e localização de corpos.
Em visita à região de Itaipava, em Petrópolis, o governador Sérgio Cabral (PMDB) disse que ricos e pobres ocupavam irregularmente áreas de risco e que o ambiente foi prejudicado.
- Está provado que houve ocupação irregular, tanto de baixa quanto de alta renda. Está provado, também, que houve dano da natureza. Isso não tem a ver com pobre ou rico.

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Meu vizinho está de Olho

O programa “Meu vizinho está de Olho!”, tem como objetivo conhecer o seu vizinho, saber quem mora ao seu lado, saber quem mora na sua rua.
Saber, sem invadir a privacidade alheia, quantas pessoas moram na casa do seu vizinho, que horas sai e chega seu vizinho, qual o nome do seu vizinho, ou seja, quem é o seu vizinho!!!Isso ajuda e muito na hora de uma emergência, pois conhecendo o seu vizinho, conhecendo seus hábitos, podemos saber ao certo se é uma emergência ou não.
O programa “Meu vizinho está de Olho!”, quer voltar ao tempo em que os vizinhos colocavam cadeiras na calçada e encerrava o seu dia conversando coisas corriqueiras, coisas das crianças, coisas da rua, e até, falando com seu vizinho do seu vizinho. Para que haja este entrosamento entre você e
seu vizinho não precisa muito, o básico é exercer a educação, a cidadania e a política de boa vizinhança.
Dizer "BOM DIA VIZINHO!", é simples, fácil, indolor, e, que irá com certeza fazer com que nosso dia e do nosso vizinho comece de forma mais feliz.
Seja você também um COORDENADOR da sua rua
dentro do Programa.
Informações:
Núcleo de Ação Local Vila Romana





Emidio Campos
Gestor de Segurança
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Síndico faz plantões para resolver inadimplência em condomínio



Iniciativa acontece em prédio da Zona Oeste de SP.

Advogado tira dúvidas


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Usinas nucleares de Angra realizarão exercício de segurança

http://pbrasil.files.wordpress.com/2010/08/radiacao_simbolo_radioatividade.jpg?w=450&h=290
Exercício militar
Um exercício de simulação de emergência vai testar a segurança do sistema de comunicação em casos de pane nas usinas Angra 1 e 2.
A manobra militar será realizada em outubro, mobilizando efetivo das Forças Armadas, da Defesa Civil e funcionários da Eletronuclear.
A informação foi divulgada pelo coronel Saul Zardo, assessor especial do Sistema de Proteção do Programa Nuclear Brasileiro. Ele participou, no Rio, de reunião do Comitê de Prevenção de Situações de Emergência Nuclear.
Segurança das usinas nucleares brasileiras
O sistema de segurança das usinas nucleares brasileiras prevê a mobilização imediata de centenas de profissionais, nos três níveis de governo, em menos de uma hora, caso haja algum tipo de acidente radioativo.
Para isso, além de telefonia fixa e celular, existem telefones por satélite e radiocomunicação militar, o que garante a continuidade da comunicação mesmo em casos extremos, como apagões de energia ou quedas de torres de telefonia.
“Fazemos esses exercícios para termos uma resposta mais direta, no caso de acontecer uma emergência nuclear, que é uma possibilidade remotíssima, a exemplo de outros países que detêm reatores de potência”, explicou o militar.
Segundo ele, uma rede nacional de contatos é formada prontamente em qualquer evento de emergência nas usinas nucleares.
Acidente nuclear
Em caso de vazamento de radiação para a atmosfera, o governo tem capacidade para retirar, em menos de quatro horas, todos os cerca de 10 mil moradores próximos às usinas, em um raio de até 5 quilômetros.
Zardo explicou que se houvesse um acidente nuclear, essa seria a área mais afetada, não havendo perigo imediato para a cidade de Angra dos Reis, que fica a 15 quilômetros de distância, nem para a região metropolitana do Rio.
O plano de evacuação da área inclui o uso de embarcações da Marinha e de aviões da Aeronáutica, caso haja algum tipo de bloqueio na BR-101, conhecida naquele trecho como Rio-Santos, como queda de barreira ou de pedras sobre a pista.




Emidio Campos
Gestor de Segurança
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terça-feira, 10 de agosto de 2010

17º Salão do Imóvel Construfair SC e Expo Condomínio

Setores da construção civil e mercado imobiliário reunidos para seis dias
de inovações tecnológicas e lançamentos naconais em Florianópolis (SC)
Portas abertas para grandes oportunidades e negócio garantido
O 17º Salão do Imóvel, ConstrufairSC e Expo Condomínio é um evento que reúne em um só local as melhores marcas do programa “Minha Casa Minha Vida”; imóveis; lotes; serviço de cobranças; incorporação; construtoras; imobiliárias; engenharia; inox; decoração; vigilância; financiadoras; tecnologias para medição de água, gás e energia; serviços e equipamentos de comunicação; segurança; limpeza e manutenção de condomínios; maquinário; entidades; alarmes; climatizadores; cerâmica; porcelanato; consórcios; imprensa; energia alternativa; assessoria e planejamento; esquadrias; aquecimento; vidros; administração e gestão de condomínios; telhas; iluminação e materiais elétricos; paisagismo, entre muitas outras opções. São cerca de 120 empresas e aproximadamente 350 marcas em exposição.
A feira está aberta de 10 a 15 de agosto, com entrada gratuita, das 15h às 22h até sábado e no domingo até 20h. A abertura oficial, com presença do governador do Estado Leonel Pavan e autoridades políticas e também do setor ocorre às 19h. Muitas novidades esperam por quem quer fazer ou prospectar negócios, construir, reformar, planejar ou decorar a casa própria. Além disso, o evento também contempla gestão, administração e outros serviços para o setor de condomínios. E como o macrossetor da construção civil e do mercado imobiliário está em constante crescimento, haverá também qualificação gratuita envolvendo os mais diversos temas como II Encontro de gestão de segurança em canteiros de obras; Bate papo com Bombeiros; Segurança Patrimonial e Pessoal; Segurança em Condomínios; Novas tecnologias em vidros; Qualificação para Zeladores; Mediação e Arbitragem; Manutenção Predial; Segurança e Medicina do Trabalho; Energia Solar Fotovoltaica; Manutenção Condominial e Infraestrutura; As cidades no século XXI – transformações e perspectivas; Questões Trabalhistas e o Condomínio; Administração de Condomínios; Intenções e Resultados; Regularização das edificações em Florianópolis; Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade; Condomínios Lixo Zero; Sustentabilidade e Casa Eficiente.

 Road Show
Para este ano há novidades. A Editora PINI, de São Paulo, que produz as revistas AU; Equipe de Obra; Téchne e Construção Mercado; além de softwares de gestão de obras e material de obra específico para o segmento, vai realizar seu Road Show dentro do evento.  O Road Show PINI é um circuito de palestras técnicas realizadas em parceria com empresas e direcionadas a arquitetos, engenheiros, construtores, empreiteiros, estudantes e demais profissionais dos setores de arquitetura e construção civil. O objetivo é levar informações sobre materiais, tecnologias, elementos construtivos e soluções inovadoras para todos os mercados brasileiros.
O encontro será realizado no dia 12 de agosto, das 18h às 22h e terá como tema central “Tecnologias e Soluções Sustentáveis para Edificações e Infraestrutura” apresentado por renomados profissionais de empresas como Isoeste, Furukawa e Gang Nail.

Inovações
            Neste ano muitas inovações serão expostas na feira. Entre elas esta a linha ecológica de máquinas para reciclagem de entulhos, da Bram Equipamentos; a linha micro Crystal de revestimento cerâmico da Cerâmica & Design; equipamentos para sistemas de energia solar fotovoltaica, com iluminação pública de LED e poste solar, da FC Solar; linha de porcelanato resistente à abrasão, ao gelo e a ácidos, da GPF Barcelona; atenuadores de ruído para sistema de ventilação, da Isosom; sistema de abertura total do envidraçamento da varanda, da Cortina de Vidro; novidades em esquadrias e PVC, da Lohn Esquadrias; soluções em aquecimento de água banho e piscina, da Negrello; painéis independentes de vidro temperado que garantem perfeita vedação e reduzem ruídos externos, da Personal Glass; aquecedores solares de água e postes solares a LED, da Solar System’s; telhas asfálticas auto colantes, da Casa das Telhas e ainda o grande lançamento nacional da casa da Cohab para os desabrigados das enchentes em Santa Catarina.



COHAB e Global Housing Internacional apresentam casa em Concreto PVC
Livre de incêndios, proteção contra raios ultravioleta, antimofo e conforto termo-acústico são algumas das vantagens da moradia,
aliada à rapidez na montagem, baixo custo de mão de obra e manutenção

O protótipo de uma casa de 43m² construída em Concreto PVC será um dos destaques de inovação tecnológica. A moradia é da Global Housing Internacional (GHI), trazida à feira pela Cohab catarinense, que está desenvolvendo um case no município de Luiz Alves, Vale do Itajaí (SC), com 24 unidades, de 36m² cada uma, concluídas no prazo de 30 dias. De acordo com o diretor da GHI, Gilberto Fernandes, segurança, conforto e durabilidade são algumas das características da casa em Concreto PVC, aliadas ao baixo custo da mão de obra e, no futuro, na manutenção. Segundo o diretor da Global, testes laboratoriais apontam, em média, a durabilidade de 40 anos de uma casa em Concreto PVC.
A empresa aposta no financiamento da casa de Concreto PVC pela CEF, por meio do “Minha Casa Minha Vida”, a partir de novembro, quando deverá obter do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) a homologação dos ensaios realizados nos perfis. O custo de uma casa de 43m² é de aproximadamente R$ 30 mil, associando custo e benefício durante a execução do projeto, reduzindo o consumo de água e energia na obra, além da redução de resíduos de construção. Como o próprio nome sugere, concreto e PVC são utilizados em toda a sua estrutura, resultando em um produto com alta resistência e longevidade - devido o uso de óxido de titânio que protege dos raios UVC -, conforto termo-acústico – atingindo no máximo 30 decibéis -, fácil manutenção e livre de incêndios - o polímero, derivado do cloro, contém elevado teor dessa substância – quase 60% em peso –, razão pela qual apresenta baixo índice de inflamabilidade e alta taxa de extinção de chama no processo de combustão, cupins, fungos ou outros agentes destruidores. 
O projeto de construção da casa não é limitado, pois os perfis de PVC são modulados, fabricados sob medida, permitindo a ampliação com alvenaria e acabamento convencional, caso o proprietário queira a aparência tradicional, podendo utilizar massa corrida, azulejo, texturas e pinturas simples. As fundações, a cobertura e as instalações elétricas e hidráulicas utilizam materiais convencionais. As paredes são módulos encaixados verticalmente, do tipo macho-fêmea, preenchidos com concreto. O processo de construção tem início com a montagem radier, paredes, cobertura e acabamento. As instalações hidráulicas e elétricas podem ser colocadas interna ou externamente aos perfis e o preenchimento dos módulos, feito com concreto convencional ou celular.
Empresas e entidades como Abitaty; Adelante Cobranças; Ademilar; Álamo Construtora; AM Construções; Angra Construtora; Arbore e Sepag; Ária; Artinox; Arthur Silveira; Back; Balneário Imóveis; Banco do Brasil; Baram Equipamentos; JA Construções; Becocastelo; Bob Máquinas; Caixa Econômica Federal; Casan; Centralarme; Cerâmica & Design; CIA Província; Cidade Pedra Branca; Cidades Imobiliária; Classimóveis; Rotoplast; COHAB-SC; Consórcio Colombo; Kremer; Campos de Almeida; Construtora Tech; Coral; COTA; CREA; CRECI; Sindimóveis;  Dalton Andrade; Debortoli Construtora e Incorporadora; Diário Catarinense; Duplique; Ecoinvest; Embracon Empreendimentos; Empresas Dimas; Estrutura Engenharia; Etaplan; Evolução Imóveis; Faiberplas; FC Solar; Femai; Formacco; Goldsztein Cyrela; GPF Barcelona; Grupo CR; Habitatus Empreendimentos Imobiliários; Hantei; Eletrosul; Imobiliária João Pinho; Inova Assessoria e Planejamento; Investimóveis; Isosom Isolamento Acústico; Ista Brasil; Itron; Jornal dos Condomínios; Kilar Construções; Koerich Imóveis; Lohn Esquadrias; Mar de Jurerê Imóveis; Mima Engenharia; MNASS Imóveis; Montesiro; Negrello; Net Serviços de Comunicação; Nossolar Imóveis; NR Engenahria; Otrebor Engenharia; Personal Glass; Editora PINI; Pontual Serviços; Portosul Construtora; Prima Engenharia; Racon Consórcios; RDO; Regecon; Revista Casa Vogue; Revista Isto É Dinheiro; RGOLD Imóveis; Grupo RIC; Ritter; Rodobens e Kokplan; Rossi; Sanford Tecnologia; SC Imóveis; SEAC; SINDESP; Seriettate; Sinduscon Grande Florianópolis; SN Construtora; Solar System; Solução Empreendimentos; Stecanela Materiais Elétricos e Iluminação; Sulbrasil; Terracasa; Tríplice; Solução Integrada para Condomínios; SCGás; TV Imobiliária; Verde e CIA; Vita Construções; Grupo Zanardo; Liderança Administradora de Condomínios; Triad Solution; Intelbras Maxcom; Cortina de Vidro; Zita; AJ Martani; Construtora Carlessi; Sol e Brasa; Casa da Telha, entre outras, são presenças garantidas no evento.



Emidio Campos
Gestor de Segurança
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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Condomínio avança em hábitat de onça

Rápida expansão de cidades do interior de São Paulo leva ao crescimento do número de aparições de felinos e lobos em áreas urbanas






Cena inusitada. Urbanização acelerada leva à aparição das onças


Em uma manhã de segunda-feira, em setembro de 2009, Anhanguera parou o trânsito. A onça-parda, um macho, foi atropelada na altura do km 71 da rodovia de mesmo nome. Quebrou caninos, sofreu contusões e hoje é monitorada 24 horas por veterinários. Aguarda a chance de voltar à natureza.
Sua história se assemelha à de Goiabeira, outra onça-parda. O felino foi encontrado no quintal de uma casa em Jundiaí (SP). Acuado por humanos, subiu em uma goiabeira e ali ficou até ser capturado pelo Corpo de Bombeiros e levado à Associação Mata Ciliar, que mantém o Centro Brasileiro para Conservação dos Felinos Neotropicais e abriga também Anhanguera.
O acelerado processo de urbanização de regiões do interior paulista, como Jundiaí, Vinhedo, Louveira e Campinas, está fazendo com que uma cena inusitada se torne cada vez mais comum: a aparição de onças em áreas urbanas. Apenas nos últimos dois meses, três onças-pardas apareceram nessas regiões. E, no último fim de semana, também dois lobos-guarás.
Segundo informações do Centro Nacional de Conservação e Pesquisa de Mamíferos Carnívoros (Cenap), ligado ao Ministério do Meio Ambiente, nos últimos três anos tem ocorrido uma média de três aparições de onças em áreas urbanizadas a cada dois meses.
"Nos meses de inverno, especialmente entre julho e setembro, esses encontros se tornam mais frequentes. Há muitas queimadas, o que provoca um deslocamento maior dos animais", explica Rogério Cunha de Paula, analista ambiental do Cenap. Segundo a ONG Pró-Carnívoros, nos últimos dois anos foram registradas 20 aparições de onças-pardas em áreas urbanas de São Paulo e Minas Gerais. "Os animais estão encurralados", resume Fernando Azevedo, pesquisador da Pró-Carnívoros.
Condomínios. Além das queimadas, a expansão dos condomínios residenciais - muitos com apelo ecológico - e dos canaviais está reduzindo o hábitat dos animais. "É um problema sério. Em 12 anos de atividades, nunca havíamos recebido chamados para resgatar onças. Há um ano isso se tornou comum", diz Cristina Adania, coordenadora de fauna da Associação Mata Ciliar. Doutora em felinos pela Universidade de São Paulo (USP), a veterinária critica a expansão dos condomínios que avançam sobre áreas remanescentes de Mata Atlântica. "As pessoas querem viver próximas à natureza, mas se assustam quando se deparam com um macaco ou onça no quintal. São os bichos que estão em uma encruzilhada", diz Cristina. "As poucas áreas verdes que sobraram viraram jardins particulares dos condomínios", critica.
A Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo, que compartilha com os municípios o licenciamento ambiental dos condomínios, minimiza o problema. "A maioria dos empreendimentos usa áreas degradadas, onde a paisagem já foi modificada, evitando ao máximo a supressão da vegetação", diz Claudia Schaalmann, especialista em fauna da Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais da secretaria. Ela adverte, porém, que é preciso que os empreendimentos monitorem a fauna e implantem corredores que facilitem o deslocamento dos animais.

Andrea Vialli - O Estado de S.Paulo


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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17o. Salão do Imóvel tem início em 11 dias em Florianópolis


Todos os olhares estarão voltados para o CentroSul a partir do dia 10 de agosto, pois começa neste dia o 17º Salão do Imóvel, Construfair/SC e Expo Condomínio, evento que se estende até o dia 15 de agosto e que promete movimentar os mercados da construção civil e imobiliário, além do setor condominial.
Empresas dos mais diversos estados do Brasil montarão belíssimos estandes que vão atrair milhares de pessoas interessadas em comprar, construir, reformar, negociar, aprender, conhecer, financiar, transformar e renovar.

Com os mercados da construção civil e imobiliário alavancados com as facilidades do governo federal para a aquisição da casa própria, o evento promete ser um excelente reduto de ótimas possibilidades para quem deseja adquirir, reformar, construir ou decorar seu lar.

Salão do Imóvel e Construfair/SC é um evento promovido pelo Sindicato das Indústrias da Construção Civil da Grande Florianópolis – SINDUSCON e organizado pela AC Feiras e Eventos. O espaço Expo Condomínio, lançado neste ano, é promovido pelo Secovi e pelo Jornal dos Condomínios.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Policia Militar de São Paulo

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Doação de Orgãos

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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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