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sábado, 12 de abril de 2014

Empresa de Limpeza

porteiro para condominio



A Leone Serviços, iniciou sua atividades há 10 anos não possuindo nenhuma ação trabalhista, judicial, ou mesmo qualquer certidão com dívidas, atuamos na área de serviços terceirizados e sendo que seus executivos exerceram atividades na administração e gerenciamento de áreas de serviços em conceituadas empresas do país.

Esta condição permitiu que a Leone Serviços desenvolvesse um projeto com uma administração totalmente focada ao cliente, somados estes períodos, são mais de 30 anos dedicados à prestação de serviços empresariais pelos sócios da empresa.

Atualmente com um quadro de funcionários com alto valor profissional, a Leone Serviços tem como conceito de terceirização;

- A especialização
- Compartilhamento de Conhecimento
- Pesquisa de novos métodos
- Conceitos de melhoria continuada, sempre na busca da satisfação total de seus clientes.

Leone Serviços
www.leoneservicos.com.br


Emidio Campos 
Instrutor de Segurança 
http://segurancadecondominio.blogspot.com 
E mail - segurancaprivadasp@gmail.com

Empresa de Portaria


porteiro para condominio

Porteiro

Cresce em ritmo acelerado problemas com a segurança dos condomínios em todo pais, muitos síndicos e condôminos somente pensam a respeito da segurança infelizmente quando ocorre um sinistro em seu condomínio ou muito próximo a ele, aqui oferecemos algumas dicas de segurança, mas lembre-se que segurança é 90 % de prevenção e somente 10 % de ação prática, então procuramos algumas dicas no universo da criminologia para criar estatísticas a respeito das ocorrências registradas, e como foram planejadas, chegamos ao maior problema encontrado, ou seja o descaso dos condôminos e o mal ou nenhum treinamento dos Porteiros, abaixo uma entrevista publicada na internet de um Grande colaborador da Polícia Militar na defesa dos cidadãos brasileiros.

Porteiros e vigilantes
As medidas de segurança a serem adotadas por porteiros e vigilantes visam impedir a oportunidade do crime. Porteiros e vigilantes devem:

  • Conhecer todos os moradores;
  • Evitar contato direto com desconhecidos e visitantes;
  • Não dormir ou distrair-se durante o expediente;
  • Não transmitir informações sobre os moradores do condomínio a quem quer que seja;
  • Utilizar corretamente os meios de segurança existentes;
  • Conhecer localização do telefone público mais próximo para emergências;
  • Acionar o 190 somente em situações de emergência;
  • O ingresso de prestadores de serviço deve ser permitido em horários pré-determinados (agendamento prévio) e mediante identificação documento e crachá, cujos dados deverão ser anotados)  .
  • Só permitir o  acesso de prestadores de serviço às dependências do condomínio devidamente acompanhados
  • Ao atender estranhos (visitantes, entregadores de encomendas ou prestadores de serviço) manter os portões fechados e as pessoas do lado de fora. O portão somente deve ser aberto após a identificação do visitante e da autorização por parte do morador. Se há quaisquer dúvidas quanto à identidade do visitante,  o morador deve descer à portaria para identifica-lo.
  • Manter as portas de depósito de lixo fechadas fora dos horários de coleta
  • Não ficar na calçada com as chaves da portaria no bolso (ex: ao lavar a calçada)

Condôminos e moradores
  • Não entregar as chaves do apartamento ou dos veículos aos funcionários do prédio;
  • Obter informação de antecedentes de empregados domésticos bem como o endereço atual, e informa-los ao síndico;
  • Não permanecer em horários impróprios do lado de fora da portaria;
  • Manter sempre sempre a porta do apartamento fechado;
  • Manter veículos fechados, com alarme acionado;
  • Informar ao zelador sobre grandes períodos de afastamento (férias, por exemplo) e proibir acesso de estranhos durante o período;
  • Elogiar o funcionário quando pratica uma atitude correta. A repreensão  do funcionário quando age segundo as normas de segurança do prédio incentiva que ele dê uma esmorecida nas regas de segurança
Zelador e Síndico
  • Manter atualizado endereços de empregados
  • Instalar equipamentos básicos de segurança
  • Manter em condições manter em condições os equipamentos de segurança
  • Estabelecer códigos com vizinhos e funcionários para denunciar ação de marginais
  • Estabelecer procedimentos de acesso para visitantes e representantes de empresas prestadoras de serviço
  • Entregadores não devem subir aos apartamentos. Esta é, deselegante e impopular, uma medida de segurança. "Quando pensamos em segurança, temos de pensar no que é certo e no que é errado", afirmou o Major Dutra
  • Fiscalizar as garagens periodicamente e estabelecer crachás de acesso
Equipamentos e técnicas de segurança
A melhoria da segurança condominial requer coletar dados do que precisa melhorar, realizar um estudo da situação, formular alternativas e selecionar um plano a adotar. Há alguns itens que podem ser citados:

  • O porteiro tem de visualizar -e ficar atento a- todas as entradas. Caso haja qualquer obstrução da visualização devem instalar-se equipamentos (ex: câmeras) para substituir a visibilidade direta
  • Jardins e áreas verdes devem ser sempre visíveis
  • As portarias e guaridas devem estar devidamente protegidas
  • Instalar espelhos retrovisores nas garagens
  • Reforçar portões e grades
  • Instalar fechaduras e chaves de boa qualidade
  • Instalar circuito interno (câmeras)
  • Eventualmente, contratar patrulhamento ostensivo ou até cães de guarda
  • Verificar a iluminação das áreas externas do condomínio
  • Verificar / construir muros ou cercas
  • Instalar porteiro eletrônico ou interfone
  • Alarmes e sensores de presença devem ser testados periodicamente
  • Instalar relógio de vigia quando o porteiro faz ronda
  • Automatizar portas e portões
  • Fomentar a utilização de equipamento de comunicação (radio, HT e telefones)
  • Instalar caixas com portinholas para recepção de encomendas
"Nada, entretanto, substitui a atenção dos funcionários do condomínio", enfatizou o palestrante.
Ao ligar para o 190
"Os policiais que atendem o 190 são qualificados para um atendimento imediato", É essencial passar a maior quantidade de informações para que a viatura que vai atender a ocorrência tenha as melhores condições possíveis de efetuar um atendimento correto

  • procure manter a calma;
  • seja claro e preciso nas informações;
  • Responda às perguntas do atendente de maneira clara e objetiva;
  • Ao se referir ao local da ocorrência, forneça o endereço completo, com o do local, além de um ponto de referência de facil localização e visualização (uma loja conhecida, locadora, praça, avenida, etc.);
  • Forneça característica e peculiaridades das pessoas envolvidas (sinais, cicatrizes, cor de roupa, etc), tanto vítima quanto criminosos. No caso de ocorrência criminal, identifique, se possível, se os criminosos estão armados;
  • Caso lembre posteriormente de informações adicionais (place do carro envolvido na ocorrência, por exemplo) ligue novamente para o 190; os policiais são orientados em tempo real.
Emidio Campos
Instrutor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com
E mail - segurancaprivadasp@gmail.com

terça-feira, 25 de março de 2014

Bitcoin como funciona

Homem que supostamente teria criado o Bitcoin, Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)Homem que supostamente teria criado o Bitcoin,
Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de
casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)

Dorian Nakamoto, identificado pela revista "Newsweek" como criador da moeda virtual Bitcoin, fez uma negação formal, por meio de um advogado, dizendo que não tinha conhecimento da moeda antes da reportagem da publicação. Enquanto isso, o irmão dele, Arthur, está interagindo com a comunidade no site Reddit , acusando a reportagem da Newsweek de ter publicado mentiras e citações fora de texto.

A reportagem da Newsweek, escrita por Leah McGrath Goodman em conjunto com investigadores, baseia-se principalmente em um perfil traçado por entrevistas com os próprios familiares. Outras evidências apresentadas pela reportagem, como semelhanças na forma de escrita, foram criticadas por pessoas que leram textos ou interagiram com "Satoshi Nakamoto" criador do Bitcoin. Segundo eles, não há semelhança alguma.

"Como essa Leah se atreve a humilhar e a violar o conforto de um velho homem de saúde debilitada que mal tem dinheiro para se alimentar e cuida gentilmente da nossa mãe de 93 em uma casa modesta?", escreveu Arthur, referindo-se ao irmão, que já sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) e se recupera de uma cirurgia na próstata. Dorian não tem um emprego fixo desde 2001.
Usuários da moeda Bitcoin abriram um fundo de doação para Dorian Nakamoto que deve ser finalizado no final de março e entregue a ele. O fundo, caso Dorian seja mesmo o criador da moeda, é um agradecimento. Caso não seja, é um pedido de desculpas por todos os problemas que a atenção indesejada tem causado ao homem de 64 anos.

Dorian, por sua vez, acusou a reportagem da "Newsweek" de "falsa". "A reportagem falsa da 'Newsweek' tem sido a causa de muito estresse e confusão para mim, para minha mãe de 93 anos, para meus irmãos e para suas famílias", escreveu Dorian em sua negação oficial publicada com auxílio de um advogado. "Essa será nossa última declaração pública sobre esse assunto. Eu peço agora que respeitem nossa privacidade", finaliza a carta, que também agredece o apoio de pessoas "nos Estados Unidos e ao redor do mundo".

Goodman defende sua reportagem, informando que tem outras evidências não publicadas. A "Newsweek", porém, não sinalizou que faria uma nova publicação. A reportagem que declarou Dorian como o criador do Bitcoin foi a primeira capa da revista de 81 anos na volta à publicação impressa.

O jornalista Joe Mullin, escrevendo para o site de tecnologia "Ars Technica", acusou a "Newsweek" de ter uma "arrogância colossal" em sua reportagem. Mullin afirmou que é hora da "Newsweek" apresentar qualquer outra evidência que possui ou admitir que estava errada em uma retratação. Mullin afirma que a pressão sobre a repórter deve ter sido grande depois de dois meses trabalhando na investigação, o que pode ter contribuído para ela se convencer de que achou a pessoa certa para não admitir que todo o trabalho tinha sido em vão.

Mullin ainda acusa a repórter de ter baseado seu "achado" em estereótipos e que muitas outras pessoas poderiam se encaixar no perfil, especialmente se pessoas com outros nomes forem consideradas. Não há prova de que Satoshi Nakamoto, criador do Bitcoin, tenha realmente esse nome. "O problema da história da Newsweek é que ela parece não ser verdade", escreveu ele
Bitcoin arte VALE ESTE (Foto: Editoria de arte/G1)
O que está por trás de uma operação que envolve bitcoins não é exatamente um caminho muito simples. Além do infográfico acima, que apresenta o caminho de uma transação, há detalhes mais técnicos de como o bitcoin é usado. 
Carteiras e endereços
A "carteira" do Bitcoin é o arquivo que guarda o par de chaves públicas (que toda a comunidade pode verificar) e privadas usadas na autorização das transações. O endereço de Bitcoin é formado a partir de uma codificação da chave pública, para representá-la de uma forma mais compacta.
O sistema de chave pública e privada não é exclusivo do bitcoin – ele é base de muitos sistemas de confiança e criptografia digitais, inclusive parte do "cadeado" que aparece em sites seguros da web e os certificados digitais brasileiros (como o e-CPF). Funciona da seguinte forma: a chave pública pode ser usada para verificar se uma assinatura digital foi gerada pela chave privada, bem como codificar dados que somente a chave privada poderá abrir. Ou seja, a chave pública é para o uso dos outros, enquanto a chave privada é usada por você.
Uma transação de bitcoins inclui a chave pública do(s) destinatário(s). Quando essa transação for referenciada como origem do dinheiro, apenas a chave privada, que somente o destinatário possui, será capaz de gerar o código autorizador (assinatura digital) que será aceito. Caso alguém roube sua "carteira", que contém a chave privada, essa pessoa poderá gerar as assinaturas e gastar seu dinheiro. Tudo no bitcoin é um contrato que exige sua assinatura.
Bloco e corrente de blocos
Todas as transações de bitcoin são reunidas em blocos. Um bloco é "ligado" ao bloco anterior informando qual foi o "hash" (um código que é calculado e aceito pela rede de bitcoins), formando a "corrente de blocos" até o primeiro bloco do bitcoin. Ou seja, ao ler todos os blocos é possível ver todas as transações já realizadas com a moeda.
O hash é um número que representa uma informação, gerado a partir de uma fórmula preestabelecida. Mínimas alterações nos dados geram um hash completamente diferente e imprevisível. Dessa forma, alterar os blocos do bitcoin mantendo os hashes já computados é extremamente difícil, o que protege a corrente contra manipulação do seu "passado". O hash, por ser um número muito grande, costuma ser representado em hexadecimal, ou seja, com números de 0 a 9 e letras de A a F.
Mineradores
Mineradores montam os blocos do bitcoin. Primeiro, eles agrupam as transações que estão sendo propagadas na rede, mas que ainda não foram inclusas em um bloco já ligado com a corrente. Uma vez com o bloco montado, o minerador calcula o "hash" para o bloco. Mas o bitcoin não aceita qualquer hash.
Calcular o hash dos mesmos dados sempre terá o mesmo resultado. Existe, portanto, um dado dentro do bloco que o minerador pode manipular. Esse dado é apenas um número, chamado de "nonce". O minerador então começa a calcular repetidos hashes do bloco, alterando apenas o número nonce a cada tentativa.
Como o "hash" é apenas um número, o bitcoin estabelece um valor máximo para o hash. O bitcoin trabalha com números extremamente grandes, mas, para fins de exemplo, vamos supor que o hash não pode ser maior do que 8. Quando o minerador encontrar um "nonce" que faz o bloco ter um hash 6, por exemplo, ele propaga isso para a rede. O bloco está resolvido e pode integrar a corrente de blocos.
Blocos de bitcoins devem levar, em média, 10 minutos para terem seu "nonce" encontrado. Caso os mineradores estejam encontrando o "nonce" muito rapidamente, o valor máximo (8, no exemplo) é diminuído, para dificultar o trabalho. Caso os mineradores estejam muito lentos, o valor máximo é aumentando, facilitando o trabalho, pois o número de hashes válidos aumenta. Esse ajuste é proporcional e é calculado pela rede periodicamente, baseando-se na velocidade média de geração de cada bloco.
Pelo seu trabalho, os mineradores ganham uma quantidade de bitcoins. Atualmente, esse valor é de 25, mas ele será diminuído pela metade quando a rede atingir determinado número de blocos, até que moedas não sejam mais geradas. O minerador também fica com o "troco" de todas as transações do bloco, caso esse troco não tenha sido "devolvido" ao pagador na transação.
Blocos órfãos
Caso dois mineradores encontrem um "nonce" juntos ou quase juntos, a rede terá dois blocos válidos em circulação. Eventualmente, um novo bloco será gerado, mas ele referenciará apenas o hash de um dos blocos anteriores. O bloco que sobrou, chamado de "bloco órfão", é descartado. Se a transação foi incluída apenas no bloco órfão, ele terá que ser novamente incluída em um bloco futuro, o que pode fazer com que uma transação leve mais de 30 minutos até ser oficialmente parte do histórico do bitcoin.
Não há 'saldo'
Quando se fala que o bitcoin é uma "moeda criptográfica", supõe-se que ele funcione como o papel-moeda, e que as "carteiras" de bitcoins guardam seu dinheiro até você transferir para outra pessoa. Esse, porém, não é o caso. Carteiras de bitcoin não guardam dinheiro algum, e você não tem necessariamente um "saldo".
Em vez disso, todas as bitcoins ficam nas transações. As moedas que você recebe não ficam em sua carteira e não são gastas dizendo o equivalente "vou usar agora 5 BTC da minha carteira". Para usar as bitcoins, o software gerenciador precisa apontar uma transação específica de onde as moedas foram recebidas.
Por exemplo, se você recebeu três moedas de bitcoin (BTC) de uma pessoa A, e mais duas moedas de bitcoin de uma pessoa B, e quer usar quatro moedas, o software do bitcoin iniciará uma transação que identifica como "origem" essas duas transações anteriores, que somam 5 BTC. A moeda bitcoin que sobra é o troco e ele também é enviado – de volta para você mesmo. Quando você quiser usar essa moeda, o software terá de referenciar essa mesma transação, dizendo, de certa forma, "quero usar esse 1 BTC que ficou de troco para mim".
Detalhe: o envio desse "troco" não é automático. O software é que gerencia isso. Essa "transação", portanto, tinha dois destinatários: 4 BTC para uma pessoa, 1 BTC de volta para você. Caso essa segunda transação do "troco" não fosse informada, a moeda que sobra ficaria com o minerador que incluiu a transação no bloco que foi incluído na corrente de blocos do bitcoin (entenda o que são mineradores e a corrente de blocos, acima).
O bitcoin funciona assim por dois motivos. Um deles é que calcular o "saldo" de uma carteira levaria muito tempo. O banco de dados completo do bitcoin, somando todos os blocos da corrente, tem aproximadamente 13 GB hoje, mas aumentará muito mais. Para calcular o saldo de uma carteira, seria preciso processar esse banco de dados inteiro e chegar ao balanço. Especificar a origem das moedas permite que a verificação seja mais simples: basta procurar as transações em que aquela mesma moeda foi gasta. Se houver uma transação mais nova do que a especificada, e que não dá o direito de uso da moeda para quem a está usando, então ela já foi gasta e não pode ser usada.
Outro motivo é que as transações permitem a configuração de autorizações programadas. Ou seja, o bitcoin não funciona apenas dizendo que A quer autorizar ou enviar moedas para B. O bitcoin permite muito mais que isso. As autorizações de uso da moeda são uma sequência de regras. Em linguagem técnica, é um "script".
Transações futuras
É possível, por exemplo, enviar dinheiro para duas pessoas ao mesmo tempo, exigindo que as duas forneçam uma autorização para que aquela moeda seja gasta no futuro – as moedas pertencem a ambas, mas nenhuma tem o direito de usá-las sozinho. Com isso, é possível criar um fundo de doação, no qual alguns ou todos os doadores podem reter o controle do dinheiro e autorizá-lo somente quando uma compra foi acertada entre todas as partes.
Também é possível criar um "depósito garantido", no qual um valor é depositado, mas retornado, em todo ou em parte, após uma data combinada (as transações de bitcoin são todas datadas). Outras possibilidades levantadas são a de distribuição automática de heranças e criação de loterias.
Essas possibilidades ainda nem começaram a ser exploradas e são, em grande parte, hipotéticas. Mas atestam o poder do bitcoin como não apenas uma moeda de "troca", mas um poderoso protocolo de autorizações programadas, contratos e registros virtuais.

Emidio Campos
 Instrutor de Segurança 
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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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