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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Bombeiros traçam plano contra incêndios em condomínios
Campo Grande (MS)- O Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul por meio do comandante coronel Ociel Ortiz, se reuniu com o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi), Marcos Netto, no comando geral da corporação para iniciar, oficialmente, o plano de ação que visa atender a crescente demanda de solicitações de treinamento para utilização de equipamentos preventivos contra incêndio em condomínios residenciais e comerciais da capital.
O objetivo do curso é de orientar e esclarecer os procedimentos imediatos a serem tomados para a prevenção em casos de incêndio. O Corpo de Bombeiros desenvolveu um material de fácil entendimento para o público alvo: síndicos, zeladores e condôminos.
Após a primeira reunião com os síndicos, o Corpo de Bombeiros vai designar uma equipe de profissionais para realizar palestras nos condomínios. “É importante que os moradores conheçam os equipamentos de segurança que existem nos edifícios. Neste último incêndio num edifício da Capital percebemos que os moradores não tinham conhecimento de como agir naquela situação. Queremos entregar cartilhas de orientações para eles”, disse o comandante.
O Corpo de Bombeiros Militar, que no mês setembro/2011 formou 24 militares no 1º Curso de Especialização de Combate a Incêndio Urbano, disponibilizará os profissionais e o conhecimento referente ao assunto. Já o Secovi/MS ficará responsável por difundir o plano de ação ao público alvo.
Os síndicos interessados em participar dos ciclos de palestras deverão elaborar ofício, contendo endereço, solicitando o agendamento da referida palestra e entregar no quartel do Corpo de Bombeiros Militar mais próximo ao condomínio.
Seguem os endereços dos quartéis do Corpo de Bombeiros, onde podem ser entregues os ofícios:
1º Grupamento de Bombeiros
Avenida Costa e Silva, 901 - Vila Progresso
2ª Seção de Bombeiros / 1º SGB / 1º GB
Avenida Manoel da Costa Lima s/nº - Núcleo Dona Neta - Bairro Guanandi
3ª Seção de Bombeiros / 1º SGB / 1º GB
Rua Anacá, 480 - Moreninha III
4ª Seção de Bombeiros / 1º SGB / 1º GB
Avenida Souto Maior, 1445 - Bairro Tijuca
6º Grupamento de Bombeiros
Avenida do Poeta s/nº - Parque dos Poderes (Altos da Avenida Afonso Pena)
2º Subgrupamento de Bombeiros / 6º GB
Avenida Presidente Castelo Branco, 700 - Bairro Cel Antonino
Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com
E mail - segurancaprivadasp@gmail.com
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Bombeiros vão realizar palestras de prevenção


O Corpo de Bombeiros Militar, em parceria com o Sindicado da Habitação de Mato Grosso do Sul (Secovi/MS), vai iniciar um ciclo de palestras sobre prevenção contra incêndios em condomínios residenciais e comerciais da Capital. O objetivo é atender a crescente demanda de solicitações de treinamento para utilização de equipamentos preventivos contra incêndio.
De acordo com o comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Ociel Ortiz Elias, está sendo fechado o local e a data para fazer uma primeira reunião com os síndicos dos condomínios comerciais e residenciais. “Segundo o sindicato, em Campo Grande existem cerca de 500 síndicos. Estamos programando para semana que vem uma reunião com eles e já definir um cronograma de palestras”, informou.
Conforme coronel Ociel, neste primeiro momento o objetivo é priorizar os edifícios mais altos. A instrução para todos será padrão, específico para edifícios. Queremos instruir o síndico, o segurança, o porteiro e os moradores para que conheçam e saibam utilizar os equipamentos de segurança em caso de incêndio”, afirmou.
Após a primeira reunião com os síndicos, o Corpo de Bombeiros vai designar uma equipe de profissionais para realizar palestras nos condomínios. “É importante que os moradores conheçam os equipamentos de segurança que existem nos edifícios. Neste último incêndio num edifício da Capital percebemos que os moradores não tinham conhecimento de como agir naquela situação. Queremos entregar cartilhas de orientações para eles”, disse.
O Corpo de Bombeiros Militar, que no mês setembro/2011 formou 24 militares no 1º Curso de Especialização de Combate a Incêndio Urbano, disponibilizará os profissionais e o conhecimento referente ao assunto. Já o Secovi/MS ficará responsável por difundir o plano de ação ao público alvo.
Os síndicos interessados em participar dos ciclos de palestras deverão confeccionar ofício, contendo endereço, solicitando o agendamento da referida palestra e entregar no Quartel do Corpo de Bombeiros Militar mais próximo ao condomínio.
Segue os endereços dos quartéis do Corpo de Bombeiros, onde podem ser entregues os ofícios:
1º Grupamento de Bombeiros
Avenida Costa e Silva, 901 - Vila Progresso
2ª Seção de Bombeiros / 1º SGB / 1º GBAvenida Costa e Silva, 901 - Vila Progresso
Avenida Manoel da Costa Lima s/nº - Núcleo Dona Neta - Bairro Guanandi
3ª Seção de Bombeiros / 1º SGB / 1º GB
Rua Anacá, 480 - Moreninha III
4ª Seção de Bombeiros / 1º SGB / 1º GB
Avenida Souto Maior, 1445 - Bairro Tijuca
6º Grupamento de BombeirosAvenida dos Poetas s/nº - Parque dos Poderes (Altos da Avenida Afonso Pena)
2º Subgrupamento de Bombeiros / 6º GB
Avenida Presidente Castelo Branco, 700 - Bairro Cel Antonino
Emidio Campos
Gestor de Segurança
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E mail - segurancaprivadasp@gmail.com
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Portaria do condomínio não pode estar escancarada
A portaria é sempre motivo de polêmica nos condomínios. Se por um lado encarece o valor da taxa, por outro garante a segurança e comodidade dos moradores. O problema é que alguns moradores veem o porteiro não apenas como um vigilante, mas um encarregado geral do condomínio – e pedem favores, obrigando- o a deixar o posto em alguns momentos.“O porteiro não deve deixar o local de trabalho”, afirma Artur de Souza Maciel, síndico profissional em Belo Horizonte e proprietário da Amaciel Administradora de Condomínios. “É óbvio que, para ir ao banheiro ou cuidar de um assunto de interesse geral, é permitido. Porém, deve avisar ao zelador ou outro funcionário para ficar atento à portaria”.
Pequenos favores como ajudar a carregar compras, regar plantas ou consertar um vazamento (tanto em áreas comuns quanto nos apartamentos) podem ser feitos, mas não com frequência.
Isso porque a portaria fica desprotegida – e neste momento os bandidos costumam agir. Além disso, se o porteiro for demitido, poderá alegar na justiça desvio e/ou acúmulo de função, trazendo mais prejuízos ao condomínio.
Para Ednaldo Mendes de Lima, representante da Attentus Serviços, de São Paulo, deve haver um substituto para os momentos em que o porteiro deixa o local. “Ter um vigilante sempre alerta inibe os bandidos”, afirma.
Portaria 24 horas - ter ou não ter?
Dependendo dos índices de violência da região onde o residencial está instalado, pode-se optar por ter um responsável pelo setor apenas no horário comercial ou em outro período a ser definido em assembleia.
“Quem determina o quadro da portaria são os moradores, pois serão eles que irão arcar com os custos”, diz. “Em Belo Horizonte a violência é menor, se comparada a cidades como São Paulo, por isso alguns residenciais se dão ao luxo de não ter um porteiro 24 horas por dia”.
Ainda assim, Maciel recomenda a instalação de câmeras de vigilância e cerca elétrica para coibir a invasão de criminosos. E alerta para a desvalorização do imóvel, caso não haja porteiro em tempo integral.
“O ideal é seguir as recomendações de um síndico profissional ou administrador de condomínios. Eles têm experiência no setor e sabem o que fazer para garantir a segurança de todos”.
Segurança é essencial
Profissionais que atuam em São Paulo e conhecem os riscos de assaltos e arrastões alertam para a necessidade de um sistema de segurança completo.
Além de uma portaria 24 horas, garantir a qualidade dos profissionais contratados, blindagem na guarita, sistema de câmeras (CFTV) e cercas elétricas podem ser essenciais.
Da Redação do LicitaMais:
Emidio Campos Gestor de Segurança Golden Star Segurança Escolta e Porteiro http://segurancadecondominio.blogspot.com
quinta-feira, 3 de março de 2011
Condomínios devem reforçar segurança no carnaval

Uma das saídas para que um imóvel não se transforme em alvo fácil dos bandidos é a integração entre os moradores. “Pedir a ajuda de um vizinho ou parente para olhar seu apartamento ou casa é uma ação simples e muito eficaz”, orienta Sr. Campos da Golden Star Segurança.
Outra dica é transferir a assinatura do jornal para o destino da viagem ou mesmo cancelá-la temporariamente, pois o acúmulo de jornais em varandas e portarias demonstra que o imóvel está vazio.
Locação - Nas regiões litorâneas, a locação de imóveis de temporada, crescente nesta época do ano, põe à prova a segurança dos condomínios devido à maior movimentação de turistas nos imóveis, o condomínio só se tornará vulnerável caso sua administração não tenha um controle rigoroso dos moradores temporários.
O Sr. Rubens, destaca que o cadastro prévio dos ocupantes temporários tem de estar previsto na convenção ou no regulamento interno. “Se o condomínio não tiver a regra, o síndico poderá convocar uma assembleia que autorize tal controle e assim promover a melhoria da segurança do prédio nos períodos festivos assim como nos feriados”, orienta Sr. Campos da Golden Star Segurança.
Outras dicas de segurança da Golden Star Segurança para o período de carnaval:
1- Deixe com o porteiro os contatos dos moradores que vão viajar.
2 - Verifique se portas, janelas, registros de água, torneiras, chuveiros estão bem fechados.
3- É prudente desligar os disjuntores e a chave geral do gás.
4- Desligue a campainha. Fornecedores, prestadores de serviços, empregados domésticos de vizinhos, funcionários do condomínio e até mesmo moradores que ouçam a campainha e não sejam atendidos, sistematicamente, obtêm a confirmação da ausência de moradores.
5- Não faça comentários de que pretende viajar. Informe somente ao síndico ou vizinhos de confiança que ficará ausente.
6- Não deixe a luz acesa durante o dia inteiro, pois é um forte indício de que o imóvel está vazio.
7- Peça aos porteiros cuidado redobrado neste período de carnaval.
8- Não modifique a rotina do condomínio.
9- Observe os visitantes que chegam ao prédio. Se a visita for considerada suspeita, o morador deverá ser comunicado imediatamente.
10- Observe se há indivíduos em carros suspeitos nas proximidades. Nesse caso, procure anotar os dados do carro (placa, cor, modelo etc.), entre em contato com o síndico ou morador e passe tais informações.
Apoio Golden Star Segurança
(11) 20923300
comercial@goldenstarseg.com.br
Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Condomínio em SP oferece treinamento para prevenir acidentes
Iniciativa prepara moradores e pode evitar tragédias.
Especialista do SPTV tira dúvidas sobre a vida nos condomínios.
Moradores de um condomínio da Zona Sul de São Paulo onde moram quase 4 mil pessoas receberam um treinamento para prevenir acidentes. Nas aulas práticas, eles têm conhecimentos básicos para combater qualquer princípio de incêndio antes da chegada dos bombeiros.
O treinamento obede a um decreto estadual de 2001 que instituiu o Regulamento de Segurança contra Incêndio em edificações, que exige que o condomínio desenvolva atividades relacionadas à prevenção e à proteção contra incêndios, como treinamentos periódicos de uma brigada de incêndio própria e instalação de equipamentos de segurança.
Para a síndica, Ivanete Santos, a medida traz segurança ao prédio. “Fica mais seguro porque você vai saber como apagar o fogo, como descer das escadas.”Como moradores e funcionários de um condomínio devem se preparar para emergências, principalmente se ocorrer algum incêndio?
É importante também conhecer os tipos de extintor que existem no prédio e como usá-los. O curso ensina como manusear cada equipamento. A prevenção é uma lição rápida.
Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Porteiros treinados garantem segurança nos condomínios
O porteiro pode ser peça-chave para garantir a segurança dos prédios. Seguir algumas regras como não deixar pessoas estranhas entrarem no condomínio e se assegurar dos carros que acessam a garagem podem contribuir para evitar assaltos.
Em Santana, na Zona Norte de São Paulo, o porteiro Adilson trabalha em um edifício com mais de 160 moradores há nove meses. Ele fez um curso do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi) e, depois de alguns meses desempregado, conseguiu o trabalho no condomínio.
Segundo ele, além da educação, o funcionário precisa mostrar aos moradores que eles devem seguir as regras para a própria segurança. Muitos pedem para deixar amigos guardarem o carro na garagem, o que não é permitido.
Impedir que pessoas estranhas entrem no prédio, sem que o morador esteja presente, também é proibido. Outras funções, de acordo com o Secovi, são: exigir que o morador se identifique ao entrar; fazer contato com visitantes e prestadores de serviço pelo interfone; exigir autorização do morador para liberar a entrada; fiscalizar os elevadores; distribuir a correspondência; chamar o morador para receber mercadoria.
Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Dicas de Segurança em condomínios

Muito interessante esta matéria, foi colhida no site da R7, veja algumas dicas importantes.
Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
10 Regras Básicas de Segurança em Condomínio
A segurança do condomínio depende de todos10 Cuidados essenciais para para não correr riscos |
| A Segurança do condomínio é responsabilidade não só do síndico, mas de todos os moradores. Abaixo os 10 cuidados básicos de segurança em condomínio, aprenda como proteger a você, sua família e seus vizinhos. Alguns moradores são capazes de reclamar de um porteiro que interfonou para anunciar uma visita. Mas se esquecem de que o funcionário está realizando seu trabalho, já que todos devem ser identificados e anunciados antes de subir à qualquer unidade. Esta atitude, em vez de reclamação, deveria receber elogios, já que muitas vezes assaltantes conseguem entrar nos condomínios assim, aproveitando da falta de preparo de funcionários. Leia mais em Mais Informações |
Não deixe o Porteiro dormir em seu condomínio

Dispositivos tecnológicos Porteiros que trabalham no período da noite, precisam ter mais rigor às regras dos condomínios
O ofício de trabalhar em uma portaria não é algo fácil, desta forma, é preciso ficar atento às movimentações e adotar uma série de regras, ao liberar a entrada de pessoas no condomínio. O porteiro noturno tem ainda uma outra tarefa a ser enfrentada, para evitar que ele 'durma no ponto', vale a pena, desenvolver estratégias de prevenção, e até mesmo a utilização de equipamentos especiais.
Leia mais em Mais Informações
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Nos Condomínios códigos entre moradores e funcionários ajudam a segurança
Códigos entre moradores e funcionários podem ajudar a denunciar crime em condomínios
Em segurança podemos afirmar que o percentual de prevenção é de 95% e o de reação somente 5 %, devemos verificar que raras são as possibilidades de darem certo algum tipo de reação ao eminente sinistro, e muitas vezes podem acarretar sérios danos a pessoa quando executadas, então precisamos vivenciar continuamente os 95% das possibilidades de passar por esta situação, ou seja a prevenção ainda esta em primeiro lugar.
Em segurança podemos afirmar que o percentual de prevenção é de 95% e o de reação somente 5 %, devemos verificar que raras são as possibilidades de darem certo algum tipo de reação ao eminente sinistro, e muitas vezes podem acarretar sérios danos a pessoa quando executadas, então precisamos vivenciar continuamente os 95% das possibilidades de passar por esta situação, ou seja a prevenção ainda esta em primeiro lugar.
Leia mais em Mais Informações
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Condomínio em SP oferece treinamento para prevenir acidentes

Iniciativa prepara moradores e pode evitar tragédias.
Especialista do SPTV tira dúvidas sobre a vida nos condomínios.
Moradores de um condomínio da Zona Sul de São Paulo onde moram quase 4 mil pessoas receberam um treinamento para prevenir acidentes. Nas aulas práticas, eles têm conhecimentos básicos para combater qualquer princípio de incêndio antes da chegada dos bombeiros.
Leia mais em Mais Informações
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Segurança em Shopping Centers
Segurança e o fator de risco
Segurança Operacional em Shopping Centers
Por que Segurança Operacional?
Muito se fala de segurança patrimonial, do trabalho, da informação e pessoal, mas onde está a segurança voltada ao funcionamento operacional de um empreendimento? Aquela equipe, a qual pode e deve ter seu foco no atendimento ao cliente, no funcionamento dos equipamentos utilizados pelos freqüentadores como escadas rolantes e elevadores. Profissionais focados em situações de emergência e abandono da edificação. Onde se enquadra o profissional, o qual está preocupado com a temperatura no interior do shopping, na limpeza das áreas? Enfim, todo este aparato operacional. Pois bem, esta é a segurança operacional, a qual pode e deve ser formada por funcionários próprios (orgânicos), comprometidos com o negócio, pois fazem parte dele. Capacitados para trabalhar especificamente em shopping centers e com perfil adequado às necessidades operacionais do empreendimento.
Sem a menor ambição de criar polêmica ou alterar os modelos atualmente adotados pelo setor ou mesmo criar nomenclaturas desnecessárias, mas sim de utilizar uma referência mais adequada às atividades desenvolvidas por estes profissionais.
Muitos afirmam que este modelo representa custos elevados, mas observamos que algumas administradoras conseguem gerir equipes orgânicas com custo inferior à terceirizadas, permitindo um nível superior no atendimento ao cliente, desempenho operacional adequado às necessidades do negócio e em conseqüência uma maior qualidade na prestação dos serviços.
Sem a menor ambição de criar polêmica ou alterar os modelos atualmente adotados pelo setor ou mesmo criar nomenclaturas desnecessárias, mas sim de utilizar uma referência mais adequada às atividades desenvolvidas por estes profissionais.
Muitos afirmam que este modelo representa custos elevados, mas observamos que algumas administradoras conseguem gerir equipes orgânicas com custo inferior à terceirizadas, permitindo um nível superior no atendimento ao cliente, desempenho operacional adequado às necessidades do negócio e em conseqüência uma maior qualidade na prestação dos serviços.
Interface Operacional
A Segurança de um shopping center é parte de uma equipe maior, a equipe de operações. Independente do organograma adotado pela maioria das corporações, onde a segurança muitas vezes consiste em uma gerência independente e ligada diretamente a gerencia geral, a segurança faz parte da “operação” do shopping. Intimamente ligada à manutenção, conservação e limpeza, e administração do estacionamento.
A segurança do shopping são os olhos da administração, fiscal no cumprimento de normas e regimento interno. Estando no mall são os primeiros a perceberem uma lâmpada queimada, um piso molhado, um mau funcionamento do ar condicionado, um veículo vazando combustível e uma imensa gama de fatos, os quais apenas aqueles que estão permanentemente no mall, estacionamento ou áreas técnicas podem perceber.
Esta íntima ligação entre as áreas deve ser mantida e estimulada, devendo seus respectivos gestores disseminar este sentimento de equipe e comprometimento com o negócio. Cabe ressaltar ainda, que o Gerente de Operações precisa estar alinhado com o Gerente de Segurança (quando for o caso), promovendo encontros da área de operações e Segurança, abrindo espaço para o tratamento de assuntos em comum à operação do empreendimento.
Contudo, cuidados devem ser tomados para não se transferir a responsabilidade de outras áreas para a Segurança. Em algumas administrações, por vezes a equipe de segurança é condenada pelo fato de uma poça d’água ser encontrada no chão ou uma lâmpada ser vista queimada. Ora, limpar o piso é função da Conservação e Limpeza, e trocar a lâmpada queimada é função da Manutenção. Responsabilizar a Segurança por estes motivos seria no mínimo injusto ou pode-se considerar uma distorção do conceito aqui defendido. O fato é que isto acontece com freqüência e deve ser motivo de atenção dos gestores de segurança do shopping. Como dito anteriormente, a Segurança fiscaliza a área operacional, porém a tendência dos administradores é reduzir o efetivo, aumentado a rentabilidade e mesmo assim mantendo a expectativa de eficiência operacional. Esta é uma conta que muitas vezes “não fecha”. Há de se encontrar um equilíbrio entre rentabilidade, eficiência operacional e a expectativa do corpo gerencial da administração para com o desempenho da equipe de Segurança no que tange à fiscalização de problemas operacionais de forma geral.
Cabe ressaltar ainda que o fato do gestor de segurança estar posicionado dentro do corpo gerencial da administração facilita a defesa em busca do equilíbrio acima citado. Algumas administrações posicionam o gestor de segurança como coordenador, supervisor ou chefe de setor, se reportando ao gerente de operações, o que não apenas neste caso específico, mas em diversas outras situações dificulta a gestão, emperrando processos, distorcendo conceitos e não oferecendo ao profissional de segurança o seu justo lugar na organização.
A segurança do shopping são os olhos da administração, fiscal no cumprimento de normas e regimento interno. Estando no mall são os primeiros a perceberem uma lâmpada queimada, um piso molhado, um mau funcionamento do ar condicionado, um veículo vazando combustível e uma imensa gama de fatos, os quais apenas aqueles que estão permanentemente no mall, estacionamento ou áreas técnicas podem perceber.
Esta íntima ligação entre as áreas deve ser mantida e estimulada, devendo seus respectivos gestores disseminar este sentimento de equipe e comprometimento com o negócio. Cabe ressaltar ainda, que o Gerente de Operações precisa estar alinhado com o Gerente de Segurança (quando for o caso), promovendo encontros da área de operações e Segurança, abrindo espaço para o tratamento de assuntos em comum à operação do empreendimento.
Contudo, cuidados devem ser tomados para não se transferir a responsabilidade de outras áreas para a Segurança. Em algumas administrações, por vezes a equipe de segurança é condenada pelo fato de uma poça d’água ser encontrada no chão ou uma lâmpada ser vista queimada. Ora, limpar o piso é função da Conservação e Limpeza, e trocar a lâmpada queimada é função da Manutenção. Responsabilizar a Segurança por estes motivos seria no mínimo injusto ou pode-se considerar uma distorção do conceito aqui defendido. O fato é que isto acontece com freqüência e deve ser motivo de atenção dos gestores de segurança do shopping. Como dito anteriormente, a Segurança fiscaliza a área operacional, porém a tendência dos administradores é reduzir o efetivo, aumentado a rentabilidade e mesmo assim mantendo a expectativa de eficiência operacional. Esta é uma conta que muitas vezes “não fecha”. Há de se encontrar um equilíbrio entre rentabilidade, eficiência operacional e a expectativa do corpo gerencial da administração para com o desempenho da equipe de Segurança no que tange à fiscalização de problemas operacionais de forma geral.
Cabe ressaltar ainda que o fato do gestor de segurança estar posicionado dentro do corpo gerencial da administração facilita a defesa em busca do equilíbrio acima citado. Algumas administrações posicionam o gestor de segurança como coordenador, supervisor ou chefe de setor, se reportando ao gerente de operações, o que não apenas neste caso específico, mas em diversas outras situações dificulta a gestão, emperrando processos, distorcendo conceitos e não oferecendo ao profissional de segurança o seu justo lugar na organização.
Por: Nilton Almeida Júnior
Emidio Campos
Gestor de Segurança
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O Vigilante e as empresas
Vigilante ao desempenhar suas atribuições legais (conforme a lei 7102/83) e também àquelas designadas pelo cliente, é o representante máximo de sua empresa no posto de trabalho (cliente).
Cabe a este profissional estabelecer no decorrer da execução dos serviços as melhores relações ético-profissionais com o cliente (e na realidade adaptar-se às rotinas e exigências do cliente).
Entretanto, nestes processos de adaptação aos clientes, ocorrem desvios de função do profissional Vigilante onde o mesmo exerce atividades (que apesar de serem em parte decorrentes das rotinas do posto, impedem e/ou dificultam a plena execução do serviço inicialmente contratado, ou seja, segurança patrimonial); existem, correntes de pensamentos que justificam estas práticas a globalização nas relações econômicas e evolução dos sistemas e relações trabalhistas onde existe a procura de profissionais aptos a atuarem em diversas funções correlacionadas a profissão de origem (procura-se um Vigilante que seja Conferente, Telefonista, Manobrista, Copeiro...), o que não pode ser confundido com exigência de um grau maior de especialização do profissional Vigilante.
No que tange as relações com o cliente o Vigilante por ser o representante máximo de sua empresa, deverá procurar a solução das questões pertinentes às rotinas de trabalho no posto junto ao cliente e levará ao conhecimento de seus superiores hierárquicos na empresa, questões que não possa e/ou tenha condições de resolver.
Muitas empresas prestadoras dos serviços de segurança privada desconhecem e/ou fingem desconhecer, que o profissional que está no posto de serviço é o responsável direto pela manutenção do contrato de serviços, pois se executar estes serviços com má disposição ou desídia, prejudicará os interesses de sua empresa na parte contábil (receita) e marketing (imagem da empresa). Em relação às empresas tomadoras de serviços, existe o problema chamado desvio de função onde o prestador de serviços (Vigilante) é sobrecarregado com funções não compatíveis com o serviço de segurança patrimonial; existem casos onde o Vigilante é exposto a condições insalubres sem o fornecimento e capacitação para o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Estas questões estão sendo geradoras de Processos juntos às Justiças do Trabalho Regionais devido à falta de atenção dos departamentos comerciais e operacionais das prestadoras de serviço (durante a avaliação dos postos de serviço na fase de implantação do contrato) e da parte do contratante que muitas vezes deixa totalmente os encargos trabalhistas por conta da prestadora, não efetuando periodicamente, verificações quanto à situação da empresa em relação a seus funcionários (pagamento de salários em dia, treinamento e qualificação, registro aos órgãos de segurança, situação perante INSS e Receita Federal...).
Quando existe a integração entre prestador e tomador de serviços, ocorre a excelência nos serviços.
*Alexandre Moura de Oliveira é Consultor em Segurança Patrimonial
Emidio Campos
Gestor de Segurança
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quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Use o cinto de segurança
O cinto de segurança tem a finalidade de proteger os ocupantes de um veículo em caso de acidente. Caso o veículo sofra um impacto, a finalidade do cinto de segurança é não deixar que as pessoas estejam ejetadas e, no interior do veículo, reduzir os riscos de ferimentos contra a estrutura do veículo.
Legislação: extratos do CTB:
Art. 65 - É obrigatório o uso do cinto de segurança para o condutor e os passageiros em todas as vias do território nacional, salvo em situações regulamentadas pelo CONTRAN.
Art. 167. (Constitui infração de trânsito) deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de segurança, conforme previsto no art. 65:
Infração - grave;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - retenção do veículo até colocação do cinto pelo infrator.
Infração - grave;
Penalidade - multa;
Medida administrativa - retenção do veículo até colocação do cinto pelo infrator.
Emidio Campos
Gestor de Segurança
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domingo, 25 de julho de 2010
Como posso prevenir um assalto ao meu condomínio?
Cresce em ritmo acelerado problemas com a segurança dos condomínios em todo pais, muitos síndicos e condôminos somente pensam a respeito da segurança infelizmente quando ocorre um sinistro em seu condomínio ou muito próximo a ele, aqui oferecemos algumas dicas de segurança, mas lembre-se que segurança é 90 % de prevenção e somente 10 % de ação prática, então procuramos algumas dicas no universo da criminologia para criar estatísticas a respeito das ocorrências registradas, e como foram planejadas, chegamos ao maior problema encontrado, ou seja o descaso dos condôminos e o mal ou nenhum treinamento dos Porteiros, abaixo uma entrevista publicada na internet de um Grande colaborador da Polícia Militar na defesa dos cidadãos brasileiros.
O Major PM Waldir Rapello Dutra, comandante do 12° Batalhão de Polícia Militar Metropolitana, proferiu nesta terça-feira, na sede do Batalhão, uma palestra sobre "Segurança em Condomínios".
O Major Dutra reconheceu que "a segurança pública é um dever do Estado", mas já que "a polícia não é onipresente" é essencial "a participação da comunidade para que as polícias, Civil e Militar, obtenham êxito".
Segundo o Major Dutra há duas razões para que um crime aconteça: vontade e oportunidade. "Quanto à vontade não podemos fazer nada; quanto à oportunidade podemos tomar medidas preventivas de segurança para colaborar com o sistema de segurança pública da cidade de São Paulo", disse o Major Dutra.
Porteiros e vigilantes
As medidas de segurança a serem adotadas por porteiros e vigilantes visam impedir a oportunidade do crime. Porteiros e vigilantes devem:
- Conhecer todos os moradores;
- Evitar contato direto com desconhecidos e visitantes;
- Não dormir ou distrair-se durante o expediente;
- Não transmitir informações sobre os moradores do condomínio a quem quer que seja;
- Utilizar corretamente os meios de segurança existentes;
- Conhecer localização do telefone público mais próximo para emergências;
- Acionar o 190 somente em situações de emergência;
- O ingresso de prestadores de serviço deve ser permitido em horários pré-determinados (agendamento prévio) e mediante identificação documento e crachá, cujos dados deverão ser anotados) .
- Só permitir o acesso de prestadores de serviço às dependências do condomínio devidamente acompanhados
- Ao atender estranhos (visitantes, entregadores de encomendas ou prestadores de serviço) manter os portões fechados e as pessoas do lado de fora. O portão somente deve ser aberto após a identificação do visitante e da autorização por parte do morador. Se há quaisquer dúvidas quanto à identidade do visitante, o morador deve descer à portaria para identifica-lo.
- Manter as portas de depósito de lixo fechadas fora dos horários de coleta
- Não ficar na calçada com as chaves da portaria no bolso (ex: ao lavar a calçada)
- Não entregar as chaves do apartamento ou dos veículos aos funcionários do prédio;
- Obter informação de antecedentes de empregados domésticos bem como o endereço atual, e informa-los ao síndico;
- Não permanecer em horários impróprios do lado de fora da portaria;
- Manter sempre sempre a porta do apartamento fechado;
- Manter veículos fechados, com alarme acionado;
- Informar ao zelador sobre grandes períodos de afastamento (férias, por exemplo) e proibir acesso de estranhos durante o período;
- Elogiar o funcionário quando pratica uma atitude correta. A repreensão do funcionário quando age segundo as normas de segurança do prédio incentiva que ele dê uma esmorecida nas regas de segurança
- Manter atualizado endereços de empregados
- Instalar equipamentos básicos de segurança
- Manter em condições manter em condições os equipamentos de segurança
- Estabelecer códigos com vizinhos e funcionários para denunciar ação de marginais
- Estabelecer procedimentos de acesso para visitantes e representantes de empresas prestadoras de serviço
- Entregadores não devem subir aos apartamentos. Esta é, deselegante e impopular, uma medida de segurança. "Quando pensamos em segurança, temos de pensar no que é certo e no que é errado", afirmou o Major Dutra
- Fiscalizar as garagens periodicamente e estabelecer crachás de acesso
A melhoria da segurança condominial requer coletar dados do que precisa melhorar, realizar um estudo da situação, formular alternativas e selecionar um plano a adotar. Há alguns itens que podem ser citados:
- O porteiro tem de visualizar -e ficar atento a- todas as entradas. Caso haja qualquer obstrução da visualização devem instalar-se equipamentos (ex: câmeras) para substituir a visibilidade direta
- Jardins e áreas verdes devem ser sempre visíveis
- As portarias e guaridas devem estar devidamente protegidas
- Instalar espelhos retrovisores nas garagens
- Reforçar portões e grades
- Instalar fechaduras e chaves de boa qualidade
- Instalar circuito interno (câmeras)
- Eventualmente, contratar patrulhamento ostensivo ou até cães de guarda
- Verificar a iluminação das áreas externas do condomínio
- Verificar / construir muros ou cercas
- Instalar porteiro eletrônico ou interfone
- Alarmes e sensores de presença devem ser testados periodicamente
- Instalar relógio de vigia quando o porteiro faz ronda
- Automatizar portas e portões
- Fomentar a utilização de equipamento de comunicação (radio, HT e telefones)
- Instalar caixas com portinholas para recepção de encomendas
Ao ligar para o 190
"Os policiais que atendem o 190 são qualificados para um atendimento imediato", afirmou o Major Dutra. É essencial passar a maior quantidade de informações para que a viatura que vai atender a ocorrência tenha as melhores condições possíveis de efetuar um atendimento correto
- procure manter a calma;
- seja claro e preciso nas informações;
- Responda às perguntas do atendente de maneira clara e objetiva;
- Ao se referir ao local da ocorrência, forneça o endereço completo, com o do local, além de um ponto de referência de facil localização e visualização (uma loja conhecida, locadora, praça, avenida, etc.);
- Forneça característica e peculiaridades das pessoas envolvidas (sinais, cicatrizes, cor de roupa, etc), tanto vítima quanto criminosos. No caso de ocorrência criminal, identifique, se possível, se os criminosos estão armados;
- Caso lembre posteriormente de informações adicionais (place do carro envolvido na ocorrência, por exemplo) ligue novamente para o 190; os policiais são orientados em tempo real.
Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com
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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
Divulgação Emidio Campos:. Consultor de Segurança
POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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