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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Condomínio antes das chaves é abusivo

A especialista ainda explica que cada um tem que questionar a cláusula do seu contrato individualmente / Irina1977/Shutterstock


A analista de sistemas Rita de Cássia Moura Araújo compareceu a uma reunião de condomínio do seu novo apartamento na última quarta-feira e teve uma desagradável surpresa: terá que pagar a taxa de condomínio no valor de R$ 323, mesmo sem ter as chaves do apartamento em mãos. 

Segundo a compradora, a construtora ainda está dentro do prazo para a entrega do imóvel, entretanto, ela acredita que a cobrança e a forma como o pagamento foi decidido não estão corretos. “Eles estipularam a cobrança da primeira fatura para o dia 15 de abril, mas as chaves não foram entregues e grande parte dos futuros moradores não chegou nem a fazer a vistoria”, afirmou.

Ainda de acordo com Rita, durante a reunião, boa parte dos presentes ainda não haviam nem sentado em seus lugares quando foi feita a votação. “Não me deixaram nem falar para comunicar que era contra o que estavam propondo”, disse. “Depois disso fizeram um acordo afirmando que teríamos um desconto até o dia 15, mas isso não foi nos passado por escrito”, acrescentou. 

A advogada Rita de Cássia Serra Negra explica que casos como esse não são raros, mesmo assim a cobrança não é correta. “Normalmente, nesses contratos da construtora existe uma cláusula prevendo que a cobrança fica a cargo do adquirente do imóvel a partir da assinatura do contrato. No entanto, ela é abusiva”, alerta.

A especialista explica que a responsabilidade pelo valor do condomínio, até a entrega das chaves, é da própria construtora, uma vez que o comprador ainda não tem a posse do imóvel. Se houver a cobrança, como é o caso da analista de sistemas Rita, a advogada recomenda que o comprador entre com uma ação pedindo a nulidade da cobrança no Judiciário. 

“É uma questão pacífica, nunca vi o juiz ser contra o comprador, mesmo se estiver previsto no contrato”, afirma. 

A advogada explica ainda que a ação deve ser individual. “Cada um tem que questionar a cláusula de seu contrato, individualmente. A discussão é posta diante da construtora, que deverá arcar com o valor cobrado pelo condomínio”, comenta ainda. 

O condomínio

A advogada Rita de Cássia explica que, entretanto, os condôminos devem ter cuidado com o não pagamento da taxa de condomínio, depois que já tiverem a posse do imóvel. “O condomínio é a soma de todas as despesas do prédio, rateadas entre os condôminos”, explica. 

Ainda segundo a especialista, é uma obrigação vinculada ao imóvel. “Essa obrigação vai acompanhar o imóvel, e o proprietário atual pode responder por dívidas anteriores. Da mesma forma que o condomínio pode executar a propriedade para pagamento das despesas. Essa é uma das exceções na qual a lei permite a venda do imóvel”, explica. Ou seja, “é um débito que nunca deve ficar em aberto”, aconselha a advogada.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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terça-feira, 20 de março de 2012

Vazamento deixa condomínio residencial sem gás



Cerca de 100 famílias moradoras de um conjunto residencial no bairro São Sebastião, em Criciúma, estão sem o fornecimento de gás para cozinhar desde a última sexta-feira. 
Alguns moradores afirmam que foram pegos de surpresa, sem um prévio aviso de que haveria falta de gás.

A reportagem tentou contato com a administradora do condomínio na manhã deste domingo, mas o telefone está indisponível. Informações preliminares repassadas por moradores é de que teria sido encontrado um vazamento de gás e, por isso, tiveram que fechar o sistema de distribuição do produto nos apartamentos. “Tivemos que comprar comida pronta. Não recebemos nenhum comunicado avisando do problema e de quando iriam desligar o sistema, muito menos, de resolver a situação. É um descaso”, diz a moradora, Nadir Amoroso. 

Quatro blocos de apartamentos estão sem gás e no sábado ninguém havia aparecido para iniciar os trabalhos. Como foram abertos buracos para procurar o vazamento, parte dos canos onde passam o gás está exposto, a céu aberto.  


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Condomínio opõe-se a construir ou autorizar rampa de acesso a dificiênte

Apesar de o casal estar disposto a suportar os custos da rampa, o condomínio opõe-se à obra


Filipe Fernandes sofreu um AVC há quase seis anos e, desde então, ele e a mulher lutam pela possibilidade de fazer obras de adaptação nos espaços comuns do prédio onde moram, em Matosinhos. 


Passou quase um ano desde a última vez que Filipe Fernandes foi a casa da filha lanchar. São apenas oito os degraus que o impedem de sair, há quase seis anos, do 3.º andar onde mora com a mulher, em São Mamede de Infesta, Matosinhos. Em 2006, um acidente vascular cerebral deixou este empresário dependente de uma cadeira de rodas para se deslocar. Desde então, o casal de septuagenários luta por uma autorização do condomínio para construir uma rampa de acesso para deficientes no prédio onde vive desde 1979.

Na verdade, são duas as rampas: uma no interior do edifício sobre os quatro degraus que dão acesso ao elevador e uma outra no exterior, nas escadas, até à rua. De aspecto frágil, Margarida Fernandes assume que não consegue suportar o peso do marido na cadeira de rodas. "São precisas pelo menos mais duas pessoas para o transportar até à rua."

Apesar de o casal estar disposto a suportar os custos da rampa, o condomínio opõe-se à obra. 


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Protesto quer paralisar obras de condomínio

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O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Belém (STICMB-PA) prepara para quinta-feira (23) um protesto no canteiro de obras do condomínio localizado na rodovia Augusto Montenegro, em decorrência da morte de dois operários. Na manhã do último dia 17, quatro trabalhadores foram soterrados enquanto executavam serviço de escavação para passagem de tubulação do sistema de esgoto.

Dois deles, Francisco Cirilo da Silva, 31, e Abraão Teixeira Figueiredo, 18, não resistiram aos ferimentos e morrem logo na chegada ao Hospital Metropolitano. Entre os sobreviventes, Gleuson Cavalcante Montei, escapou ileso ao acidente e recebeu alta no mesmo dia. Já Edílson Ferreira Vieira, 29, permanece internado em estado grave, com traumatismo craniano.

“Nosso objetivo é paralisar totalmente o canteiro de obras. Queremos cobrar a responsabilidade das mortes e exigir melhorias na segurança do local”, afirma Ailson Cunha, secretário geral do STICMB-PA.

A obra de saneamento do complexo estava sendo realizada por uma empresa terceirizada, o Consórcio Construtora Castelo Branco e Fujita (CCB). Ainda sem previsão de entrega, o empreendimento de luxo será composto por três condomínios, cada um com 4 torres de 12 andares, totalizando 273 unidades.

O sindicato argumenta que o serviço que acarretou no acidente era executado sem seguir as medidas de segurança necessárias. De acordo com depoimentos dos trabalhadores, a obra - que consistia na abertura de uma galeria de aproximadamente 4 metros de profundidade para a passagem de uma tubulação de concreto - empregava apenas uma cobertura de plástico recobrindo o solo, na tentativa de facilitar o escoamento da água da chuva e evitar deslizamentos. Iniciada a cerca de um mês, o túnel não resistiu a forte chuva que caia naquela manhã.

“Aquele serviço era para ser executado por máquinas, não por quatro trabalhadores com enxadas. Os operários da obra contam que o túnel era escavado por retroescavadeira e depois ‘acertado’ com enxada. O descaso maior foi não escorar as paredes com um muro de arrimo”, denuncia o secretário geral.

No protesto programado para o dia 23, o sindicato convocou a Delegacia Regional do Trabalho para apurar as condições de trabalho do local. Os manifestantes também exigem uma previa das investigações sobre a causa do deslizamento, que estão sendo conduzidas pelo Instituto Médico Legal e Corpo de Bombeiros. O
Outro lado
DIÁRIO tentou entrar em contato, com as empresas responsáveis pela obra, por telefone, durante a tarde de ontem, mas não obteve sucesso.

Em nota oficial emitida na ocasião do acidente, a CCB informou que está apurando as causas do deslizamento. “Uma equipe técnica responsável estava no local e todos os operários possuíam equipamentos de proteção individual – EPI o que, infelizmente, não foi suficiente para atenuar a gravidade das consequências. Lamentamos profundamente o ocorrido e estamos garantindo total assistência aos familiares das vítimas”.

A Status esclarece através de um comunicado em seu site que “o fato ocorreu no momento em que estava sendo executado pela CCB o serviço de escavação para passagem de tubulação, obra essa situada na área periférica do terreno junto ao muro limite com a obra da Status”. (Diário do Pará)


Emidio Campos
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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Advertência a condomínios que fecham ruas



Enquanto a lei que regulamentará as guaritas nessas ruas não for criada e aprovada pela Câmara de Vereadores, a Prefeitura não permitirá que construções irregulares e condomínios sejam criados


A Prefeitura de Maceió, por meio da Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano (SMCCU), continuará coibindo, em toda a cidade, o fechamento irregular de ruas e loteamentos por iniciativa de associações de moradores que os transformam em condomínios particulares.
O uso indevido da via pública – não estando inserida em condomínio que a torne bem de uso privado – fere totalmente o Código de Posturas do Município de Maceió e o Código Civil, que afirma no Artigo 99, inciso I, o livre acesso da população a quaisquer bens públicos, proibindo a colocação de grades ou obstáculos que impossibilitem a acessibilidade dos cidadãos, principalmente, dos portadores de deficiências ou mobilidade reduzida, a estes locais.
O Código Municipal de Posturas é claro ao dizer no Artigo 218, parágrafo 1º, que o papel da Prefeitura é coibir o mau uso dos logradouros públicos e quando verificada invasão ou usurpação – em consequência de obra de caráter permanente – a SMCCU usará procedimentos administrativos, notificando o local sobre a irregularidade e, posteriormente, promoverá a imediata demolição da mesma.
“Estamos aguardando a decisão da justiça para adotar as medidas cabíveis e demolir tudo o que estiver invadindo o espaço público”, disse o superintendente José Galvaci de Assis sobre os vários processos de condomínios irregulares que encontram-se com liminares esperando decisão judicial.
Enquanto a lei que regulamentará as guaritas nessas ruas não for criada e aprovada pela Câmara de Vereadores, a Prefeitura não permitirá que construções irregulares e condomínios sejam criados.
A ocupação dessas áreas, segundo o Código de Posturas, só é permitida se respeitada a delimitação da lei, deixando, dentre outras coisas, locais para áreas verdes, praças e similares, e não tendo equipamentos comunitários, como praças, creches, postos de saúde e pontos de ônibus, em seu espaço. 


Emidio Campos
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Condomínio Residencial Jardim das Maravilhas cheio de problemas



Três anos após ter sido entregue aos moradores, o Condomínio Residencial Jardim das Maravilhas, em Santo André, coleciona problemas. Paredes e teto estão embolorados, com umidade e infiltração. Há rachaduras dentro e fora dos apartamentos, ferrugem nas janelas e minas de água que jorram pelo quintal. Tudo isso vem tirando o sono dos 120 condôminos.
Bastaram seis meses de ocupação, em abril de 2009, para que os transtornos no condomínio começassem. A residência da dona de casa Cibele da Silva Luiz, 20 anos, é uma das mais afetadas. Uma mina de água, localizada no corredor lateral externo do bloco A, causou infiltração e bolor nos dois quartos. "Meus filhos (um menino de 1 ano e 3 meses e uma menina com 3 anos) têm rinite e cada dia mais a doença se agrava", destaca.
Os moradores se sentem de mãos atadas e têm medo de que a situação piore com o fim dos cinco anos de garantia, período em que os moradores não podem vender o imóvel. Depois deste prazo, eles deverão arcar com as responsabilidades do condomínio.
As reclamações já foram encaminhadas à EMHAP (Empresa Municipal de Habitação Popular de Santo André), responsável pela comercialização e apoio às associações e cooperativas habitacionais para viabilização de seus empreendimentos, e à Defesa Civil do município, sem sucesso. "Desde 11 de fevereiro de 2011 aguardo resposta para pedido de reunião que fiz com a Prefeitura e nada", afirma o ex-síndico, o vigilante José Alberto Alves Lima, 53.
A Prefeitura andreense limitou-se a informar que a Defesa Civil constatou - em vistoria realizada há mais de um ano - não haver risco no local, porém há a necessidade de medidas de contenção. O síndico, Mário Luiz da Silva, 37, foi orientado a procurar, mais uma vez, a EMHAP, que se prontificou, segundo a nota, a enviar técnicos ao local na próxima semana.
Um funcionário da EMHAP confirmou que a construtora responsável por erguer os prédios é a Scopus. A equipe do Diário entrou em contato com a empresa, mas não obteve retorno.
Apartamento custou R$ 33 mil 
A esperança de deixar o núcleo habitacional onde moravam em busca de sossego e conforto caiu por terra. A rotina das famílias do Condomínio Jardim das Maravilhas é reivindicar por melhorias em algo que ainda não quitaram.
As famílias pagaram cerca de R$ 33 mil pelo imóvel, com possibilidade de financiar a moradia em até 300 meses. O valor das parcelas varia de acordo com a faixa salarial do comprador.
A prestação mensal da vendedora Janaina Conrado da Rocha, 30, é de R$ 70. A moradora do bloco C teme problemas mais graves. "A gente fica assustada e sem saber o que fazer. Será que não pode cair?", questiona.
Segundo o síndico do conjunto residencial, Mário Luiz da Silva, a expectativa é de que a drenagem do solo ajude a resolver o problema. "Observamos minar água em diversos pontos, mas a preocupação maior é com essas rachaduras entre o chão e as paredes externas do bloco A", avalia.


Emidio Campos
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Moradores protestam contra derrubada de muro em condomínio


Moradores do Condomínio Residencial Cidade Jardim, na Serraria, protestaram na tarde desta quarta-feira (8) contra a derrubada de um muro de proteção em uma suposta ação ilegal da Superintendência Municipal de Controle e Convívio Urbano (SMCCU). Conforme os moradores, o muro de proteção não poderia ser derrubado porque existe uma ação que aguarda decisão da Justiça.

O representante do grupo, Jorgélson Veras, explicou que o muro foi construído com a permissão da SMCCU e teria custado cerca de R$ 70 mil. “Nós conseguimos autorização para a construção do muro de uma guarita e investimos na aquisição de câmeras de segurança e na contratação de pessoal para fazer segurança particular para os moradores do condomínio”, explicou à reportagem.




Muro de proteção não poderia ser derrubado porque existe uma ação que aguarda decisão da Justiça (Foto: Janaina Ribeiro)




informou que os representantes da SMCCU ignoraram a documentação que comprova que a Justiça ainda não decidiu sobre a derrubada do murro. “Os fiscais acionaram a polícia para garantir a derrubada e sequer observaram a documentação”.

O morador Denilton Ferro classificou a ação como “absurda” e disse que os moradores ficarão sem segurança a partir de agora. “Nós fomos obrigados a construir um muro e a contratar segurança particular devido ao crescimento da violência. Agora, voltaremos a ficar nas mãos dos bandidos, que já assaltaram o condomínio em cinco oportunidades”, desabafou o morador do local.

SMCCU diz que ação foi legal 

A Superintendência Municipal de Controle e Convívio Urbano (SMCCU) garantiu que a demolição foi legal. O responsável pelo órgão informou que a Prefeitura não age sem o respaldo da Justiça. “A liminar foi cassada há 20 dias e os moradores têm conhecimento disso, só não quiseram admitir. Jamais iríamos derrubar qualquer construção irregular sem que houvesse uma decisão judicial“, argumentou Galvacy de Assis. 

Segundo o superintendente, as 65 famílias que moram no residencial construíram os muros com uma autorização que teria sido dada irregularmente. “Até existia uma autorização que foi dada por um secretário que a concedeu passando por cima da lei. Então, ela foi cassada pouco tempo depois”, disse ele. 

Ainda de acordo com Galvacy de Assis, outros 72 processos sobre o mesmo assunto aguardam decisão da Justiça. “A qualquer momento pode haver novas derrubadas. Basta sermos avisados pelo Poder Judiciário. Quem construiu de forma irregular sabe que está passível de punição e, diante dessa consciência que sabemos que existe por parte dos condônimos, não podemos ser responsabilizados por quaisquer danos”, defendeu-se.


Emidio Campos
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Situação constatada em condomínio de Londrina é grave


O Corpo de Bombeiros esteve no Residencial Cancun III, na zona norte de Londrina, no final da manhã desta sexta-feira (3), a pedido do Ministério Público Federal. O MPF analisa procedimento administrativo, protocolado pelos moradores do condomínio, que aponta uma série de irregularidades estruturais. 

Segundo o processo, os prédios relativamente novos, concluídos em fevereiro de 2009, apresentam rachaduras, infiltrações e estalos. A vistoria feita nesta segunda também constatou problemas em desníveis, propícios para desmoronamentos, e nas centrais de gás. "O sistema, fora das normas e com tubulações enferrujadas, foi instalado perto dos estacionamentos. O risco de explosão é grande", alertou o chefe do setor de Vistorias do Corpo de Bombeiros em Londrina, tenente René Augusto de Oliveira. 

Os bombeiros devem voltar ao residencial para uma vistoria mais detalhada ainda nesta semana. A corporação vai contar com a ajuda de técnicos da Defesa Civil. Depois disso, os laudos serão enviados para o Ministério Público Federal e para a imobiliária responsável pelo residencial. "Não temos o poder de decretar a interdição dos prédios, mas podemos recomendá-la ao MPF. A chance de que isso aconteça é grande", contou. 

Os moradores vivem no Residencial Cancun III há pouco mais de dois anos. Eles foram contemplados pelo Programa de Arrendamento Residencial do Governo Federal. A Caixa Econômica, responsável pelo convênio com os beneficiados, ainda não se manifestou sobre os problemas. "Entramos em contato por e-mail, pela ouvidoria, mas até agora nada. Estamos assustados. Foi por isso que apelamos junto ao Ministério Público", afirmou o morador Luciano Andrean.


Emidio Campos
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Condomínio de Ribeirão tem animais envenenados



Cães e gatos de estimação estão sendo mortos envenenados no Residencial Nova Aliança, condomínio de alto padrão na zona Sul de Ribeirão Preto. Neste fim de semana, dois animais morreram, depois de comer pedaços de linguiça com "chumbinho" (veneno para rato), jogados nas calçadas e ruas do residencial.
O ataque contra a vida dos animais começou há dois meses, quando três gatos foram mortos e outro cão ficou intoxicado.
A Delegacia dos Animais em Ribeirão vai abrir inquérito para apurar o caso. Ainda não há suspeito.
Criadores de animais estão revoltados e pedem justiça. Segundo os moradores, não existe qualquer desavença no condomínio, que poderia motivar os ataques.
O cachorro de estimação da gerente de vendas Caroline Estrella morreu na noite de sábado, depois de comer o pedaço de linguiça com veneno.
A mulher passeava com o seu poodle - "Fred", de 7 anos - sem a coleira, quando ele atravessou a rua. Ao se aproximar de um canteiro, viu um pedaço de carne jogado e engoliu.
"Quando chegamos em casa, o meu cão começou a passar a mal. Ele morreu em pouco menos de 30 minutos", conta Caroline.
O biólogo Fernando Tapajós Roselino também perdeu seu animal da mesma maneira, na noite da última sexta-feira.
Ele conta que sua mulher passeava com dois cães da raça Teckel, quando um deles comeu um pedaço de linguiça com veneno. O animal de estimação tinha 3 anos de idade.
Segundo o biólogo, pedaços de linguiça ou salsicha são jogados em pontos estratégicos no condomínio, perto dos postes de iluminação.
Polícia
O delegado Marcos Cesar Borges diz que uma amostra de linguiça foi apreendida para análise. "Vamos investigar o caso para identificar a autoria", disse.
Pela legislação específica, a pena pela morte de animais é de três meses a um ano de reclusão, além do pagamento de multa.
A síndica do condomínio não foi encontrada para falar sobre o caso.


Emidio Campos
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Empresa imobiliária aplica calote em condomínios


O Condomínio Residencial Rio Madeira (48 apartamentos) e o Condomínio Alfazema (198 casas - Bairro Novo) estão sendo vítimas de apropriação indébita praticada pela empresa denominada “Predial Administradora e Imobiliária” no valor aproximado de R$ 20.000,00 e R$ 30.000,00 respectivamente.

Os síndicos somente deram conta da situação quando rescindiram o contrato em dezembro último e depois de vários requerimentos para que fosse repassado o saldo em caixa, a empresa silenciou totalmente e deixou de repassar os valores até o momento.

Conforme informações obtidas por condôminos que foram lesados, poucas administradoras de condomínios trabalham diretamente com os recursos dos clientes, sem qualquer tipo de controle seguro pelos síndicos. Era o caso da Predial, que recebia em sua própria conta os recebimentos das taxas condominiais dos moradores.

Os empregados da empresa não souberam informar o atual paradeiro do sócio majoritário, Alex Paulo de Marchi, que já nem atende mais os telefonemas dos seus ex-clientes.

Ambos os condomínios lesados ajuizaram ações cautelares contra a empresa, visando bloquear bens e valores. Em uma delas, movida pelo Rio Madeira, o juiz da 10ª Vara Cível de Porto Velho-RO, Rogério Montai de Lima, concedeu parcialmente a liminar nesta sexta-feira (20), determinando ao Detran que bloqueie a transferência de eventuais veículos de propriedade da Predial.

Possivelmente outros condomínios também foram prejudicados do golpe, mas alguns ainda não sabem por acreditarem haver saldo na “conta virtual” que visualizam pelo website www.clicpredial.com.br. Na verdade trata-se de mero demonstrativo, que não guarda relação alguma com a verdadeira conta corrente da Predial.

Ex-sócios pretendem abrir nova empresa


Um morador do Condomínio Rio Madeira que não quis se identificar garante que existem dois outros sócios, mas que para sua surpresa constatou na semana passada que essas pessoas não constam no contrato social da Predial.

Segundo o morador, esses sócios “informais” pretendem abrir nova empresa e com isso se esquivar da dívida deixada pela atual.


Emidio Campos
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domingo, 15 de janeiro de 2012

Condômina terá de indenizar por furar pneu de carro


Uma moradora de um condomínio no Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, terá que indenizar em R$ 11.638,98 um homem que teve os pneus de seu carro furados quando ele visitava uma amiga, também moradora do prédio. A decisão é da 6ª Vara Cível do Rio de Janeiro.
O caso aconteceu em abril de 2010. A ré, que assumiu a atitude por meio de e-mail enviado a outra vizinha, prima do visitante, alegou que o autor, ao estacionar seu veículo na garagem do edifício, ocupou duas vagas, e não uma, como deveria.
“Os danos materiais foram comprovados e os danos morais incontestáveis, diante das angústias, transtornos e constrangimentos causados ao autor pela conduta desrespeitosa e abusiva da ré”, afirmou a juíza Joana Cardia Jardim Cortes. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RJ.


Emidio Campos
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Placa racista em piscina e gera revolta em condomínio nos EUA

A locadora de um apartamento em um condomínio de Cincinnati, nos EUA, foi acusada de discriminação racial por uma comissão de direitos civis de Ohio ao colocar uma placa na qual se podia ler "Public Swimming Pool, White Only” (Piscina pública, apenas brancos) na entrada da piscina do local.
A comissão, que se encontrou nessa semana, conclui que Jamie Hein foi culpada ao tomar a atitude no ano passado. O caso ainda deve ser analisado pela Justiça.
Segundo informações da rede CNN, o episódio veio à tona por Michael Gunn, um homem branco que se mudou do condomínio após ficar indignado com a placa que, segundo ele, seria destinada à sua filha, que é negra.
Hein teria afirmado que colocou a placa de ferro –que tem data de 1931 e que, segundo ela, era uma antiguidade dada por um amigo– porque a menina, que costumava nadar na piscina pública, usava produtos no cabelo que deixavam a água turva.
"Eu não tenho nenhum problema com questões racistas. É uma placa histórica”, disse em entrevista à rede ABC News em dezembro do ano passado.



Ohio (EUA) - Uma placa colocada na piscina de um condomínio em Cincinnati, nos EUA, vem causando polêmica. Com os dizeres "Public Swimming Pool - White Only" (Piscina pública - somente brancos), a locadora dos apartamentos proibiu a presença de negros no local.


Reprodução Internet
Placa preconceituosa foi instalada em piscina nos EUA | Foto: Reprodução Internet
De acordo com Jamie Hein, responsável pela instalação da placa, a mesma só foi colocada porque uma menina negra que nadava na piscina teria sujado a água com os produtos de cabelo que usava. A iniciativa gerou protestos e uma comissão de direitos civis de Ohio considerou a placa preconceituosa, em decisão tomada na última quinta-feira.


A família da menina se mudou do condomínio depois de se chocar com a presença da placa em setembro do ano passado, e registrou o ato de preconceito na comissão de direitos civis. Só agora, no entanto, a comissão chegou a uma decisão após verificar a veracidade do ocorrido.


O pai da menina, Michael Gunn, descreveu a revolta que sentiu ao ver a placa na piscina e disse que, meses depois, ela ficou muito triste ao saber que o motivo da mudança de apartamento estava ligada à cor da pele da família.


Emidio Campos
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sábado, 7 de janeiro de 2012

Romário deu 'carteirada' durante festa de réveillon de condomínio



A passagem de ano do craque e deputado federal Romário não foi exatamente tranquila. O ex-jogador comprou 100 convites da festa realizada no condomínio onde mora, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, e deu um reforço na bebida para garantir a sua participação e de seus familiares e amigos na comemoração realizada numa área comum de um dos prédios. Tudo transcorreu normalmente até 4h, horário combinado para que o Réveillon se encerrasse. Mas quando o Baixinho foi interpelado por Rita Cortez, advogada e moradora do condomínio, uma discussão se iniciou:
- Falei com ele: "As pessoas já aproveitaram, a festa foi bacana". Eu disse que a coisa já estava extrapolando os limites, que foram dados pelo condomínio. Disse que só não queria num dia de alegria chamar a polícia para acabar com a festa. Nessa hora, ele disse que podia chamar a polícia que ele não ia acabar festa nenhuma porque ele era deputado federal. É o que se chama de país da "carteirada". Ele se apresenta como deputado federal e, por isso, ele poderia transgredir a lei, as regras do condomínio e ser desrespeitoso com os seus vizinhos - contou Rita, que afirmou que a festança só acabou mesmo por volta das 6h.
O promotor de eventos Eder Meneghine. Os moradores podiam comprar entradas também para os seus convidados. Sobre o ambiente, ela também fez as seguintes considerações:
- O ambiente família ficou por conta dos moradores. Não me pareceu uma festa família por parte dos convidados dele. Não estava preocupada em ficar tirando fotos ou registrar coisas que aconteceram. Agora, foi uma festa que não teve aquela conotação familiar.

Vista da Praia do Pepê (Foto: Globoesporte.com)Rita Cortez garantiu que não foi a única moradora que se sentiu incomodada. Uma outra vizinha teria chegado por volta das 4h e, ao ver que a festa seguia animada, percebeu que não seria possível dormir por conta do barulho. Em vez de reclamar com Romário, ela deixou o próprio apartamento e foi descansar na casa de uma parente. A advogada encaminhou todo o problema ao síndico para que o Baixinho seja multado pelo que julga ser uma má conduta.
- Existe uma regra condominial, e o morador que a transgride é multado. Já tomei a iniciativa perante a administração para que seja aplicada a sanção que é prevista no condomínio. Acredito que a administração vá tomar essa providência.
Procurado pela reportagem do GLOBOESPORTE.COM, através de sua assessoria, Romário, que está de férias da atividade legislativa, não retornou as ligações para comentar o assunto. As informações são do Globoesporte.


Emidio Campos
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Caiçaras denunciam “milícia” de segurança de condomínio



Segurança privada contratada por milionários de Guarujá, litoral paulista, estaria “apavorando” os caiçaras com a finalidade de “convencê-los” a abandonar ou vender suas moradias, localizadas na Estrada Guarujá-Bertioga, próximas às entradas dos quatro loteamentos de alto padrão. A ordem seria impor obstáculos para que cidadãos comuns não possam acessar as praias mais bonitas de Guarujá. Representantes dos loteamentos negam.


A história começou em 19 último, com a decisão do juiz Gustavo Gonçalves Alvarez, da 3ª Vara 
Cível de Guarujá, que pôs em cheque a desculpa que a preservação ambiental é a responsável pela restrição às praias de Guarujá, cercadas por loteamentos de luxo.

Depois, o DL conseguiu o testemunho de um ex-funcionário do Sítio São Pedro, loteamento que se interliga ao Tijucopava e ao Iporanga, denunciando as artimanhas dos endinheirados para não deixar um cidadão comum pisar na areia e tomar banho de mar nas praias “dominadas” por eles. Agora, uma nova peça entra no tabuleiro: a versão dos caiçaras. A reportagem descobriu que os milionários criaram uma espécie de milícia, formada por policiais, encarregada de intimidar as quase 350 famílias que moram às margens da Estrada Guarujá-Bertioga, entre os quilômetros 11 e 22 – via onde estão as portarias dos condomínios.

Conforme apurado, os policiais não têm o menor escrúpulo e seguem com rigor às ordens dos donos de mansões nos loteamentos da conhecida Pérola do Atlântico, que pisam nas constituições estadual e federal, usando uma lei municipal e influência política para aumentar a distância social entre as classes brasileiras.

Durante o dia e, especialmente, entre às 18 e seis horas da manhã, os milicianos – “seguranças” à paisana (sem fardas) e dirigindo carros com adesivos dos loteamentos – saem dos condomínios e circulam pela estrada intimando pescadores artesanais, trabalhadores, donas-de-casa, estudantes e qualquer morador que ouse estar na rua neste período.

Vale lembrar que os caiçaras chegaram bem antes dos loteamentos e hoje resistem à pressão do poder político-econômico. Os depoimentos a seguir são de gente humilde, que há anos mora de forma simples e cheia de limitações em Guarujá. Por segurança, os moradores preferiram não se identificar.

“Eles (milicianos) usam dois carros – uma S-10 cinza e uma Pampa, com símbolos dos condomínios Iporanga, Itaguaíba e Sítio São Pedro. De dia, eles tiram fotos da comunidade, do movimento dos moradores, enfim. São policiais que ainda estão na ativa. À noite, circulam entre a Balsa de Bertioga e o Perequê. Quando olham alguma coisa que acreditam ser estranha, param e intimam o morador. Isso já aconteceu comigo. Eu moro aqui há 29 anos e tive que dar explicação, na frente de minha casa, que estava chegando do trabalho”, afirma um morador.

O rapaz revela que a intimidação é parte de uma estratégia dos condomínios para enfraquecer os moradores e fazê-los desistir de permanecer no bairro. Ele ainda demonstra a audácia do miliciano, após sua atitude ser questionada. “Quando eu disse que ele não tinha poder de polícia e que estava à paisana, ele rebateu: com a farda eu não posso fazer nada. Sem a farda, muita coisa”.
O morador finaliza, garantindo que os milicianos não fazem questão alguma de esconder que trabalham nos condomínios e que também intimidam comerciantes que possuem estabelecimentos ao longo da estrada. “Na reunião da Agenda 21, os responsáveis pelos condomínios confirmaram que os milicianos são para a segurança dos loteamentos”.

Ricos e os políticos
Outro morador garante que o bairro da Cachoeira é habitado por caiçaras, documentalmente, desde 1876, sempre preservando a natureza e comunidade foi reconhecida pela unicipalidade há cerca de seis anos. 

Porém, desde a década de 80, quando chegaram os loteamentos, a vida dos moradores só colecionou perdas. “Perdemos um posto médico, duas escolas, transporte público e outros equipamentos públicos. Tudo isso arquitetado entre a direção dos condomínios e os políticos de Guarujá, para dificultar a permanência dos moradores. Hoje, pagamos R$ 10,40 de tarifa para chegar ao centro da Cidade. Essa consciência veio à tona nos moradores depois da criação da associação do bairro”, afirma, garantindo que, anos atrás, alguns moradores chegaram a 
ser expulsos de suas casas com uso da força.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Condomínios de Campo Grande sofrem com infestação de escorpiões

Recentemente muitos casos envolvendo escorpiões já foram noticiados em Campo Grande, inclusive a morte de uma criança de 03 anos. Um leitor do Midiamax contou e ‘mostrou’ o pânico de uma família da capital, que enfrenta a ‘infestação’ desses bichos em um Condomínio da Cidade, na Rua Rui Barbosa, bairro Monte Líbano. A reportagem registrou sete exemplares, que foram capturados nos últimos dias, e estão acondicionados em um vidro.
“Eles aparecem com mais frequência no banheiro, mas nos quartos também. No térreo tem mais escorpiões, mas nos andares de cima outros moradores já reclamaram igualmente”, informou Paulo Márcio Tonetti.
O jovem disse que no total já pegou exatamente ‘41 escorpiões’ e que a situação piorou depois que o apartamento em que ele mora passou por reformas. “Tivemos que tomar várias providências, como vedar portas, por tampinhas em todos os ralos das casas, como banheiro, pia, lavanderia e tela no quintal”. O próximo passo agora é instalar telas em todas as janelas do imóvel.
Interrogado se chegou a procurar ajuda no CCZ (Centro de Controle de Zoonozes), falou que ligaram do Condomínio para o órgão e funcionários distribuíram cartilhas com informações importantes para prevenir acidentes envolvendo esses bichos. E também orientaram aos moradores a procurarem o Hospital Regional em casos de picadas. Assustado, contou que uma vizinha já foi ferida e precisou ser socorrida às pressas.
“O medo é grande, claro. Um dia um caiu perto de mim, pela janela. Pra ter uma idéia, numa única madrugada, cheguei a pegar três escorpiões, que estavam no banheiro”, continuou Paulo.
Segundo informou o rapaz, e conforme vimos também, alguns exemplares são de ‘cor amarela’, aqueles considerados mais perigosos.
Wille Zampieri
O técnico em informática mora com uma tia de 49 anos de idade, que, segundo ele, já fala até em vender o apartamento por causa da quantidade de escorpiões encontrados na moradia.



Emidio Campos
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Moradores de condomínio se mobilizam e ganham calçada


Os moradores do bairro Panorama estão satisfeitos com a construção de calçada por parte do proprietário do condomínio Altos do Bosque.

Mais de 400 metros de calçada localizados na Avenida 64 com Ruas 21 e 24 receberam pavimento e grama dando um aspecto muito mais agradável ao local e o que é mais importante, segurança para pedestres e ciclistas, pois a avenida é o elo entre bairro-centro e recebe um grande movimento de veículos durante todo o dia.

O pedido da calçada foi apresentado durante reunião do Orçamento Participativo organizado pela prefeitura municipal. Através do presidente da Associação de Moradores do Panorama e Paineiras, José Carlos Rabello, os moradores reivindicaram ao prefeito Du Altimari, que prontamente intercedeu junto ao proprietário do condomínio, pois a lei é bem clara que isso é de responsabilidade do dono.

A calçada ficou pronta e os representantes dos moradores fizeram questão de receber o prefeito Du Altimari e os vereadores Julinho Lopes e Raquel Picelli para mostrar o resultado de sua participação popular.

O prefeito Du Altimari conversou com os moradores e destacou que o Orçamento Participativo é um dos grandes instrumentos de gestão pública que dá resultados importantes para a população. “Não pudemos ter uma participação direta, pois a área é particular, mas conversamos com o proprietário e ele prontamente nos atendeu”, afirmou Altimari.


Emidio Campos
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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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