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sexta-feira, 2 de março de 2012

Due diligence

Com o aquecimento do mercado e a realização de várias operações de expansões empresariais, tais como fusões, aquisições ou incorporações, muito tem se falado sobre a realização de due diligence como ferramenta indispensável à segura concretização de negócios. Em razão disto, temos a disseminação de uma expressão de origem inglesa, que muitas vezes não é compreendida corretamente, merecendo, mais do que traduzida, ser exemplificada para que se contextualize sua aplicabilidade.
Due diligence, como não correr riscos.
Inicialmente, devemos dizer que não estamos tratando de uma figura jurídica positivada, ou seja, expressa em alguma legislação. Com efeito, não trataremos aqui de conceito jurídico ou legal, mas sim de mostrar ao leitor a que efetivamente se refere a expressão due diligence. Segundo a Wikipédia o significado/sentido apropriado seria o de diligência prévia, o que nos faz supor a existência de algum ato subseqüente.
Na verdade, uma due diligence compreende um conjunto de atos investigativos que devem ser realizados antes de uma operação empresarial, seja pelo interessado em ingressar societariamente ou mesmo adquirir uma empresa, como também por parte de quem está repassando seu negócio.
Estes atos permeiam várias áreas do direito, as quais variam de acordo com o perfil do negócio sob análise, existindo, entretanto, pontos fixos a serem averiguados que são atrelados a questões trabalhistas, tributárias, comerciais e de propriedade industrial (marcas, patentes, etc.). Afora isso, dependendo da natureza do negócio, ainda podem ser incluídas questões ambientais, concorrenciais (CADE), imobiliárias e mesmo criminais (ordem tributária, ambiental, etc.).
O cerne de uma due diligence é conhecer em detalhes a real situação (não aparente) de uma corporação para que todos (ou quase todos) os riscos atrelados à pretensa operação sejam avaliados e, na medida do possível, mensurados. É por esta razão que tal procedimento deve ser adotado por todos os interessados na transação, seja para conhecer a fundo seu próprio negócio, como também para que o empresário interessado em comprá-lo saiba “onde está entrando”.
Na execução de uma diligência prévia, o levantamento de dados será o mais amplo possível, abrangendo processos judiciais e administrativos, certidões de diversas áreas e repartições, contratos com obrigações a vencer, enfim, tudo aquilo que interfira no ativo, passivo ou justifique contingenciamento (presente e/ou futuro) da empresa sob exame.
Somando-se estas informações aos balanços e demais dados contábeis, fiscais e financeiros, haverá um panorama mais cristalino, fazendo com que a decisão final sobre a operação seja pautada por riscos calculados ou que, a depender do resultado da due diligence, todo o processo seja tempestivamente “abortado”.
É importante se notar que, mesmo para negócios considerados pequenos, é fundamental a realização de um levantamento nos moldes de uma due diligence. Obviamente que a dimensão a ser explorada será bem menor, o que faz com que haja também um custo mais acessível.
Sem esse processo de averiguação da “saúde” da empresa, realmente os riscos futuros a que o investidor se submeterá podem ser imensos, não sendo raro caso de empresas que realmente “quebraram” por débitos do passado, principalmente, os de natureza fiscal e trabalhista que hoje possuem a seu favor mecanismos de cobrança judiciais ágeis e extremamente agressivos, atingindo, muitas vezes, até o patrimônio pessoal dos sócios atuais.
Trabalhamos com Due Diligence, os melhores profissionais do mercado, confiança e credibilidade.

Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com
E mail - segurancaprivadasp@gmail.com

Porteiro Garçom o maior erro do condomínio





A segurança do condomínio é um tema muito importante, imagine que durante sua vida você imaginou construir um local para morar, este local seria para você alem de agradável muito seguro, compreendemos que os condomínios são escolhidos pelas pessoas, porque oferecem acima de tudo segurança, mas infelizmente não é bem assim que acontece, quando falamos de moradia comunitária, falamos de compartilhar custos, obrigações e também deveres, mas estes dois últimos OBRIGAÇÕES E DEVERES, são deixados de lado por muitos mutuários, em meus anos de experiência em segurança, convivo com o descaso, parece que o condomínio para muitas pessoas são de responsabilidades das outras e não sua também, comprometendo assim todo sistema de trabalho da segurança, casos acontecem todos os dias, mas infelizmente o lei de ação e reação é o que mais vimos por ai, os moradores de muitos condomínios, somente percebem isto quando são afetados diretamente, haja visto que depois de muita bronca recebida pelo porteiro do prédio, depois de diversas situações quebradas durante algum período a vulnerabilidade do local é atingida, o profissional da portaria molda sua atividade ao agrado no perfil de cada morador, satisfazendo as vontades deles, colocando em risco todos os outros, que acreditam estarem em um local seguro, a segurança dia a dia é quebrada por diversos detalhes, por facilitações demasiadas, por desacreditarem que o infortúnio poderá acontecer, então cada vez mais a segurança do condomínio é afetada, cria-se o vício da facilitação e do conforto de ter-se não um porteiro e sim um Garçom Porteiro, este é visto em muitos locais, é aquele que da as costas ao seu afazer para abrir a porta do carro do condômino ou mesmo carregar suas compras, é aquele que facilita a entrada do entregador de pizza para que o condômino não se canse em vir a portaria, Garçom Porteiro é aquele que muitas vezes é considerado uma boa pessoa, seus atributos estão mais voltados em educação, prestatividade, colaborador, facilitador e muitos outros, mas infelizmente os atributos do Porteiro Profissionais é um pouco ruim, são eles, chatos, folgados, pois não são carregadores de sacolas, inconvenientes, pois usam o interfone muito para solicitar algum algo a você, imprudente, pois não facilitam a vida das pessoas.

Hoje escrevi este artigo com a finalidade de tentar mudar um pouco a forma de agir com os profissionais da Portaria, acredito ainda que o ser humano é a principal barreira contra qualquer ato criminoso, então não podemos de forma alguma descriminar este profissional, que deixa a sua família em sua casa para cuidar da família dos outros como profissão.


O fato é que inconscientemente, fazemos planos para tudo, como o planejamento para uma coisa muito simples em nosso cotidiano que não damos conta que houve um projeto mesmo que somente mentalizado por nós, ou seja, sair para trabalhar, antecipadamente, preparamos o despertador colocando a hora que possibilitaria as atividades que faríamos antes de sair de casa, após acionado o alarme do despertador, como se desencadeasse o”PLANO DE TRABALHO”, iniciamos diversas atividades correspondentes a nossa saída, posteriormente mentalizamos o trajeto a ser percorrido, condicionado nossa mente ao horário pretendido de chegarmos, calculamos a distância e velocidade do carro para então iniciarmos a progressão, já existiu um pequeno planejamento que se iniciou com a necessidade de ir ao trabalho. Se tentarmos sair de casa sem raciocinar o mínimo necessário, poderá haver um final inesperado para aquele plano de chegar ao trabalho em condições de executá-lo.

Então raciocine comigo se fazemos diversos planos, porque não podemos fazer um para a segurança de nossa família?

Este plano seria o ideal para sua segurança, mas deve ser alem de bem elaborado cumprido por todos envolvidos diretamente com o condomínio

Um bom motivo para se efetuar um CURSO DE APERFEIÇOAMENTO nos requisitos de segurança é que ele seja desenvolvido por profissionais de segurança.

Coletar informação do risco previsível e qual medida de proteção deveria ser tomada,  após diagnosticado baixar a vulnerabilidade do risco tentando ao máximo chegar ao Grau Zero, depois damos origem ao manual de atividades

Devemos efetua uma auditoria sempre dos procedimentos banir a imagem de chefe chato, e sim chefe comprometedor, é aquele que toma as decisões certas, aquele que não inibe seus comandados, desta forma criei a função anteriormente chamada de supervisor par de  AUDITOR OPERACIONAL.

O AUDITOR é o responsável para fazer cumprir o plano de trabalho, medir todo conteúdo, diagnosticar falhas, e corrigir situações de risco e complementar o plano de segurança com suas conformidades ou não conformidades diagnosticadas.


Esta foto ilustra bem o tema do Porteiro Garçom,  Fazendo de conta que temos segurança

Abraços a todos.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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E mail - segurancaprivadasp@gmail.com

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Vigilante e Porteiro Feminino uma nova tendência no mercado







Uma profissão relativamente nova para as mulheres é na área de segurança privada. O emprego de vigilante, considerada por muitos como masculina, agora abre espaço para a participação feminina. A vigilante feminino, que em 2008 representava 6 %, do mercado de trabalho formal no Brasil, em 2010 já registra 8,13%, segundo dados divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).
 
O Sr. Campos Gerente da empresa Leone Terceirizações, comenta que o segmento está em expansão é devida ao aumento na solicitação das profissionais para estabelecimentos ligados ao atendimento a públicos diversos, como bancos, mercados, casas de cosméticos, entre outros. 
Em virtude do contato, a opção de contratar mulheres acaba sendo um diferencial, tanto pelo carisma, delicadeza no atendimento, quanto para suprir os imprevistos corriqueiros, a fim de evitar constrangimentos no dia a dia, pois a legislação determina que a mulher, havendo necessidade, seja revistada por alguém do mesmo sexo?

Ressaltamos ainda a importância de contratar um serviço com empresas idôneas.
Na hora de contratar esse serviço procure uma prestadora com procedência no mercado e que ofereça serviços qualificados. 

O Sr. Campos da Leone Terceirizações, diz  que esta modalidade está também atingindo a classe os Porteiros, agora pode-se deparar com um mulher fazendo este papel, a solicitação já é comum nas empresas prestadoras de serviços, ao qual a Empresa Leone Terceirizações foi a primeira empresa a adotar as Profissionais de Portaria em São Paulo.


Emidio
Gestor de Segurança
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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Entrevista com Emidio Campos Prevenir a remediar Sindicato dos Logistas de São Paulo

Emidio Campos
Gestor de Segurança

Empresas especializadas em monitoramento e rastreamento ampliam seu rol de produtos
voltados para a segurança de lojas, trazendo novidades – e alívio – para empreendedores
de diversos ramos do comércio


Prevenir a remediar
Repórter Dionísio Alexandrini Neto




Que o lojista precisa se precaver dos aproveitadores e golpistas de plantão não é novidade, mas o que fazer
patrimônio das pessoas. Segundo ele, o importante é que se criem grupos para que as pessoas e empresas se protejam em conjunto, mas isso não significa necessariamente dividir os custos, mas sim compartilhar os recursos e vantagens que eles podem oferecer:
“É claro que o sistema eletrônico de câmeras deve proteger as imagens internas do estabelecimento. No entanto, segurança individualizada não basta. No comércio, é apropriado também gerenciar ou se importar com a segurança da rua. Por isso, a instalação de câmeras direcionadas para a entrada da loja favorece um
monitoramento maior. Proteção coletiva faz até com que os bandidos se vejam pressionados e ameaçados em agir naquela região. Com isso, os clientes se sentem seguros e passam a frequentar mais o
comércio, o que sem dúvida é uma vantagem”, explica.
Mas o que fazer para tomar as medidas mais viáveis e acessíveis? Segundo Danilo Rocha de Oliveira, diretor comercial da Sistec, empresa usuária da plataforma SIM e que atua com implantação de sistema eletrônico de segurança monitorada (alarme), um lojista que não conta hoje com nenhum aparato de
segurança e visa investir no recurso vai desembolsar um valor a partir de R$ 600 na implantação, além de arcar com a mensalidade, que no caso da Sistec, gira em torno de R$ 130.
Quando o assunto é investimento em recursos de segurança para o seu estabelecimento?
Hoje, ficar desprotegido é pedir por prejuízo. A união de mercadoria, dinheiro e giro de capital constante faz do comércio um dos campos mais visados por criminosos. Tanto é que o que mais se vê em noticiários hoje em dia são reportagens-denúncias de estabelecimentos invadidos e saqueados sob u m impressionantemente curto intervalo de tempo.
De acordo com alguns dados divulgados pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), nos últimos dez anos, o mercado de sistemas eletrônicos de segurança cresceu com taxas médias de 13% anualmente.
Em 2010, o setor movimentou a ordem de US$ 1,680 bilhão, com um crescimento de 12% em comparação ao ano anterior. No Brasil, aproximadamente 88% do consumo de equipamentos de segurança
eletrônica são originários do setor não-residencial, portanto, empresas e lojistas são maioria nesse tipo de investimento.
Com mais de 32 anos de experiência, o gestor de segurança patrimonial Emidio Campos acompanhou de perto a evolução das tecnologias de segurança.



Se o lojista identificar que há pessoas suspeitas rondando a loja e talvez estudando o terreno para agir, o que fazer?
Acionar a polícia militar seria uma saída?
Com certeza. Mas para se chegar a essa visão apurada é recomendável que o
proprietário e seus funcionários realizem treinamentos ou cursos para identificar
corretamente essas pessoas, afinal, nem todos são suspeitos ou bandidos.
Acionar a Polícia Militar é essencial, mas sempre com responsabilidade. 
Não é à toa que o registro de ocorrências, mesmo que seja um simples furto de
mercadoria de valor pequeno, é necessário para que as autoridades possam trabalhar com mais eficiência.
Portanto, fica a dica: a ausência  de registros prejudica a ação da polícia.
Além disso, os treinamentos sobre os equipamentos e serviços de segurança da loja são fundamentais.
“ O  proprietário precisa ter conhecimento de como funciona o sistema  para  poder se adequar e ter
noções da ajuda que o recurso pode oferecer a ele. A Sistec trabalha com um sistema de relatório on line que mostra ao lojista qual funcionário entrou na loja, armou ou desarmou o alarme, isso tudo
faz parte e auxilia bastante”, ressalta Oliveira.
Cuidados com a carga
E se uma loja tiver de transportar mercadorias para outra unidade, como se proteger? De acordo com Campos, é interessante que o empresário tente firmar parcerias, seja com lojistas ou associações para ter um aparato que consiga definir horários determinados, inclusive com as melhores condições de tráfego, dentre utros pontos.
“É preciso avaliar a mercadoria, seu valor e assim criar um plano de ação. 
Isso tudo para evi t a r a cobiça, então, às vezes, é válido fracionar esse transporte”, orienta.
Outro recurso que pode ser adotado é a instalação de rastreadores nos veículos da empresa, com relatórios   de posicionamento o n l i n e, onde o proprietário pode acompanhar a carga em tempo real.
“O lojista consegue definir um trajeto para que o motorista siga, com uma margem de desvio de rota que pode ser de 100, 200, 300 metros... Enfim, o quanto ele julgar necessário por conta de possíveis transtornos no trânsito. Isso tudo é importante para detectar instantaneamente assaltos e roubos, e assim conseguir recuperar a mercadoria, caso ocorra qualquer infortúnio”, explica o representante da Sistec.
A oportunidade faz o ladrão
Anos atrás, a onda de assaltos atribuída a um grupo que ficou popularmente conhecido como ‘gangue
da marcha ré’, em que os criminosos se utilizavam de veículos para arrombar portas de aços em lojas de rua, tirou o sono de muito lojista varejo afora.
Por um certo tempo, os arrombamentos estampavam as manchetes de praticamente todos os jornais e noticiários da capital. Mas como tudo que é passageiro na sociedade, essa modalidade perdeu força e aos poucos foi saindo de cena para, infelizmente, ser substituída por outras  igualmente prejudiciais ao comércio.   Segundo alguns especialistas em segurança, existe um fenômeno chamado migração de delito:
“ Após repercussão dos casos causados pela ‘gangue da marcha ré’ e o combate maior por parte do poder público, os criminosos começaram a ter dificuldade em repassar as mercadorias roubadas. 
Com isso, esses bandidos deixaram de praticar esse tipo de crime.
Hoje a moda é a saidinha de banco ou explosão de caixas eletrônicos, mas é claro que nenhuma modalidade pode ser dada como erradicada, principalmente  no Lojas & Lojistas - Fevereiro 2012 11
Uma vantagem para o lojista associado ao SinjdilojasSP é a de contar com os
benefícios garantidos pela parceria estabelecida com a Sistec. Ao investir em algum recurso de segurança
e/ou monitoramento para a sua  loja,  ele  tem 15% de desconto na  implantação do produto, além de isen-
ção da primeira mensalidade do serviço.comércio”, adverte o gestor de segurança,
Emidio Campos




Íntegra da matéria no Link abaixo


http://www.sindilojas-sp.com.br/downloads/revista/pagina8_118.pdf



Emidio Campos
Gestor de Segurança
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sábado, 28 de janeiro de 2012

Leone Serviços de Portaria e Limpeza


A Leone Terceirizações é uma empresa de terceirização de serviços que atua nesse segmento á mais de 8 anos,onde oferecemos o melhor custo-benefício do mercado com profissionais altamente capacitados e treinados em sua área de atuação. A Leone Terceirizações conta com a base 24 hs totalmente equipada em ponto estratégico além de supervisores, plantonistas e encarregada da limpeza, Fusion Serviços uma empresa em Movimento !







Emidio Campos
Gestor de Segurança
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Secovi faz palestra gratuita sobre normas de segurança em condomínio



Rio - O Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro (Secovi Rio) promove este mês, em parceria com o Corpo de Bombeiros, uma palestra gratuita sobre regularização de condomínios em relação às normas de segurança contra incêndio e pânico.

O evento, que acontece no dia 24, visa a fornecer a síndicos e administradores de condomínios informações técnicas e administrativas relativas ao tema que constam na legislação estadual, para facilitar a relação da sociedade com o Corpo de Bombeiros e a legalização de imóveis.

As inscrições para palestra são gratuitas e podem ser feitas no site da entidade. O evento acontece no dia 24 de janeiro, das 14h às 16h na sede do Secovi Rio, que fica na Avenida Almirante Barroso, 52, 9º andar, Centro do Rio.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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sábado, 12 de fevereiro de 2011

O ladrão entra pela garagem dos condomínios estudo indica a vulnerabilidade






























Como enfrentar a fragilidade das garagens dos condomínios?

Para evitar assaltos, além de tecnologia, é fundamental o treinamento dos porteiros e condôminos

Segundo pesquisa realizada pela Secovi SP recentemente, foi constatado que a porta de entrada de moradores de condomínios é também a principal passagem para ladrões.

O estudo feito em São Paulo, que analisou os anos de 2004 e 2010, constatou que em 80% dos casos de assaltos, os criminosos entraram via garagem.

Na maioria dos casos de invasões de criminosos a condomínios há o vazamento de informações de dentro do conjunto habitacional.

Os índices deste tipo de criminalidade não diminuem apesar de inúmeros aparatos de segurança como, por exemplo, portaria blindada, monitoramento 24h, controle de acesso com sistemas de gaiola, cerca elétrica, cancelas, entre outros equipamentos.
Para o especialista em condomínios Emidio Campos, da Golden Star Segurança, não basta ter equipamentos modernos e tecnológicos, é necessário que os moradores, porteiros, demais profissionais de zeladoria e até funcionários dos moradores, como faxineiras ou cozinheiras, contribuam com a segurança.

Outras pesquisas compravam que na maioria dos casos de invasões de criminosos a condomínios há o vazamento de informações de dentro do conjunto habitacional. “Mas, se houver uma conscientização, todo o risco de assalto e invasões diminui. Por isso, todo condomínio tem regras de controle de acesso e segurança, que devem ser conhecidas de todos, principalmente dos moradores. Infelizmente há moradores que dificultam este trabalho. Já o porteiro é peça fundamental na hora de orientar os moradores e ajudá-los a manter a segurança do local. Esse profissional precisa ter uma leitura aprimorada e ter todos os acontecimentos da portaria sob controle.”, destaca o Gestor de segurança da Golden Star.

O curioso, é que, apesar de a maioria das pessoas confundirem, o porteiro não é segurança. “Apesar disso, esses profissionais precisam ter a sensibilidade necessária para zelar pela segurança. Por isso, são rigorosamente selecionados e após a contratação passam por treinamentos específicos onde estudam todas as possibilidades de abordagem suspeita e participam de simulações de ações necessárias em caso de perigo.

Os porteiros precisam saber o que pode ser suspeito ou não e como proceder em prol da segurança do condomínio e seus moradores. Para contratarem profissionais de portaria bem treinados e experientes, a maioria dos condomínios estão recorrendo a empresas terceirizadas e especializadas no assunto.”, explica o especialista de condomínios da Golden Star Segurança.

Além de fazerem a gestão técnica destes profissionais, essas empresas fazem o monitoramento 24 horas da portaria, também para verificar como está o trabalho do porteiro. “Existe um ‘alerta vigia’, onde o profissional precisa digitar uma senha a cada 15 minutos, caso se ausente o alarme soa e a central entra em contato para averiguar o que ocorreu e se necessário envia apoio.”

Uma das armas utilizada pelos profissionais de portaria para combater a invasão de criminosos e o conhecimento de como eles atuam. “Para manter os profissionais mais atentos a Golden Star, criou um sistema inédito de manter informado os profissionais da portaria de todos os condomínios em que presta serviços, onde noticia e alerta sobre os casos mais recentes de assaltos, como os assaltantes estão agindo e qual a postura ideal para impedir esse tipo de ação.”.

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Análise de segurança em condomínio




Aqui algumas das situações encontradas em diversos condomínios e as soluções criadas pela gestão de segurança.


Falta de controles na portaria, controle de moradores, visitantes e  recebimento de insumos, risco de invasão das áreas limites, checagem adequada dos visitantes, falta de integração de controles (ex: portarias) de tecnologia de segurança
Relatos de casos de ocorrência na região, gerados por pessoal desqualificado ou problemas estruturais do sistema de segurança, problemas com treinamento dos seguranças, problemas de relacionamentos nas regras do condomínio, problemas de qualificação do profissional, problemas com a chefia imediata do segurança.
Análise dos processos e seus fluxos físico, financeiro e de informações
Levantamento de vulnerabilidades e formas de conluio resultantes
Especificação de novos processos/procedimentos, melhorias na infra-estrutura de sistemas e utilização eficiente de tecnologia de segurança
Preparação de planos de implantação das recomendações
Definição de papéis e responsabilidades, quadro e desenvolvimento dos principais processos de trabalho da estrutura de segurança
Aplicação de questionários e realização de entrevistas de aderência ética
Condução de investigações internas para identificação de ações ilícitas
Treinamento constante
dos seguranças
Gráfico das atividades de segurança
Condomínio Seguro
Identificação e tratamento das fragilidades nos processos
Ganhos de melhor qualidade de vida
Estimados de ganho no patrimônio
benefícios, extrapolados para toda os condôminos
Profissionais capacitados e criação de plano de risco interno, melhoria na qualidade pessoal e levantamento social dos funcionários envolvidos.
Melhorar o ambiente de trabalho com aperfeiçoamento do profissional de segurança, técnicas de procedimentos em ocorrência e sinistros.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Escolta Armada





Escolta Armada 

A Escolta Armada com equipes treinadas e capacitadas, contamos com uma estrutra sólida, eficiente e um know how de décadas de experiência. frota de veículos novos e rastreados por sistemas via satélite com cobertura nacional; Equipe altamente qualificada, treinada e preparada para as exigências do cotidiano. 


Armamento e Coletes adequados e tecnologia de ponta proporcionam o sucesso das operações, com índice ZERO de ocorrências. A capacidade de atender as solicitações num tempo que otimize as operações garantem a satisfação do cliente





Monitoramento em nossa Central Operacional

A Central de Monitoramento da Segurança acompanha as suas operações desde o embarque até a entrega. Os operadores responsáveis por todo o processo trabalham com número reduzido de missões, são treinados e preparados para melhorar o desempenho de cada operação. A tecnologia empregada e todos equipamentos utilizados são de última geração e passam por atualizações constantes.




Emidio Campos
Gestor de Segurança
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Como começou a Segurança?

mo iniciou a Segurança





Como os Homens efetuavam sua segurança no inicio dos tempos



O inicio dos tempos os aparatos foram muitos rudimentares, os meios encontrados para defesa foram sempre os mais variados. No primeiro período, compreendido como Idade da Pedra, a principal forma de defesa era o uso da violência e força física. Sempre colocando em risco o defensor, os instrumentos de proteção eram feitos com pedra e pau serviam de armas contra ataque de animais e pessoas hostis. A principal preocupação era com a preservação da espécie e vivia-se em bando. Já no período Paleolítico, marcado também pelo fenômeno da glaciação (ação exercida sobre a superfície da Terra pelas geleiras), o homem passou a viver em cavernas e tinha como objetivo a defesa do território conquistado, seus bens, companheira e filhos.

Foi nesta época que ocorreu a descoberta do fogo e o homem passou a utilizá-lo como uma das principais formas de defesa contra animais predadores. Na opinião de muitos historiadores foi graças ao domínio do fogo que o homem passou a se diferenciar do outros animais, uma vez que utilizou a razão e a ação sobre a natureza.
No período Neolítico, o homem aprendeu a polir a pedra e produzir instrumentos e armas eficazes como lâminas de corte, machados, serras com dentes de pedra, ossos de animais, entre muitos outros. Aprendeu a agricultura, inventou a cerâmica e passou a viver em grupos denominadas aldeias.
Iniciou-se o grande avanço em relação aos instrumentos de defesa na Idade dos Metais, período compreendido em 7.000 e 1.500 a.C. O homem aperfeiçoa seus instrumentos através do uso da metalurgia, dominou a técnica de fundição dos metais: cobre, estanho e bronze. O ferro só surge no final do período e é dominado somente por alguns povos, que criam armamentos e afirmam sua superioridade militar. Neste período, foram constituídos os primeiros exércitos armados.

A Primeira Lei conhecida CÓDIGO DE HAMURABI




Na antiguidade, a região conhecida como grande área de confronto ficava entre Ásia, a África e Europa. Banhada por dois grandes rios e com constantes inundações, a Mesopotâmia era considerada o local ideal para a produção farta de alimentos. Por esse motivo, foi foco de constantes guerras. Os sumérios que se instalaram na região por volta de 3500 a.C foram dominados pelos arcádios em 2300 a.C, graças ao uso de arcos e flechas. Cerca de trezentos anos depois, foram dominados pelos amoritas (antigos babilônicos), cuja principal criação foi os primeiros códigos de leis escritos da História (o Código de Hamurabi).



As primeiras Armas de Guerra fabricadas Pelos AMORITAS


No século VIII a.C., os assírios desenvolveram armas de ferro, carros de combate e dominaram os amoritas. O combate não foi nada fácil, pois os amoritas eram um povo forte, principalmente porque haviam desenvolvido um poderoso exército, usando armas de ferro, carros de combate e aríetes. Além da Mesopotâmia, dominaram a Síria, Fenícia, Palestina e Egito. Em 612 a.C., foram vencidos por uma aliança de caldeus e medos.


Emidio Campos


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Segurança e Vigilância projetos Leone Terceirizações




Cuidar bem de um patrimônio não é mais responsabilidade exclusiva de seu proprietário. A Golden Star demanda os mais avançados recursos humanos e tecnológicos, visando oferecer o que há de melhor no mercado para sua total segurança, tudo isso com a melhor relação custo/benefício. Desenvolvemos um projeto específico adaptado às suas necessidades,  proporcionando conforto e tranqüilidade com soluções inteligentes, práticas e acima de tudo eficientes.





Entre em contato para um orçamento
segurancaprivadasp@gmail.com

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Condominios e Empresas reforçam segurança para inibir assaltos


Que os assaltos a empresas de diversos seguimentos e tamanhos são freqüentes, a maioria das pessoas já sabe, mas como os empresários estão procurando se prevenir? Para inibir as ações dos assaltantes a preocupação básica é na maioria das vezes na área de monitoramento eletrônico. "Ter um sistema de segurança reforçado resolve porque minimiza riscos, reprime a ação de determinado criminoso e mesmo quando o crime é inevitável, existe a possibilidade de identificação dos criminosos.", destaca o especialista em segurança Walter Uvo, da FocusMind.

Mas, será que alarmes e monitoramento eletrônico são o suficiente? "Infelizmente não, há uma necessidade de ser criterioso na hora de contratar o pessoal da portaria e até da área de limpeza e zeladoria do edifício comercial. O profissional da portaria, por exemplo, precisa ter conhecimento de informática; ser pro ativo; desinibido; sério; comunicativo; com visão de segurança; ser conhecedor das instalações, equipamentos e normas de segurança; estar sempre atento e alerta, além de ser cortes e asseado.", detalha o especialista de condomínios Jorge T. Margueiro, da GS Terceirização.

A portaria tem uma função fundamental no funcionamento diário dos condomínios ou edifícios comerciais, pois determina e controla todo e qualquer entrada ou saída de pessoas ou material dentro da empresa.

"Caso o condomínio tenha sistema informatizado, o profissional deverá ser treinado para manuseá-lo. Mas independente dos equipamentos de registro de acesso, visitantes e prestadores de serviços em condomínios comerciais devem ser identificados através de documento com foto. Na identificação o porteiro precisa saber se a pessoa trata-se de visitante ou prestador de serviços, anuncia ao responsável, após autorização registra seu acesso, tira sua foto e o encaminha até o local. Por causa da necessidade de qualificação e treinamento, a maioria das empresa opta por contratar empresas terceirizadas especializada na preparação e acompanhamento desses profissionais.", explica Margueiro.

Alguns condomínios, devido sua estrutura e grau de risco elevado possuem seu próprio centro de monitoramento com profissionais dedicados na visualização das imagens tempo real, porém estrategicamente também são remotamente monitorados com imagens gravadas e protegidas por empresas de segurança. "O projeto de segurança varia de uma empresa para outra, dependendo da região, tamanho, periculosidade, produtos ou serviços desenvolvidos no local. Há casos em que é fundamental ter seguranças em guaritas e também equipamentos de segurança, em outros, apenas um monitoramento eletrônico será suficiente. Hoje em dia os recursos tecnológicos estão cada vez mais avançados, acessíveis e confiáveis. É possível monitorar tudo que acontece na loja, empresa, fabrica ou escritório, como por exemplo, alarmes, cercas, aberturas de portas, entrada e saída de funcionários, entre outros.

Uma mesma solução pode ser projetada como of line ou on line, permitindo variáveis em níveis de acesso, utilização e preços", 


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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E Mail do Consultor - comercial@leoneservicos.com.br - Skype emidiocampos

Policia Militar de São Paulo

Policia Militar de São Paulo
Apoio Leone Terceirizações

Doação de Orgãos

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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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