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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Porteiro de Condomínio


“A profissão de porteiro passou por uma grande evolução nos últimos anos. Não que antes ela tivesse sido simples. Só que, no passado, muita gente achava que a atividade se limitava ao controle de quem entra e quem sai do edifício”, afirma Rubens de Oliveira, diretor da Goden Star Segurança uma empresa de São Paulo que efetua projetos de Riscos de Segurança e mão de obra de Portaria, Segurança Armada e Escolta de Cargas.

Na visão dele, pouco a pouco as pessoas começam a perceber que “a portaria é por onde começa a segurança de um prédio ou de uma empresa”. Por isso, nos processos seletivos organizados por nossa empresa de segurança, os candidatos são cobrados em quesitos que vão desde a boa aparência - é exigido aos homens, por exemplo, que estejam sempre de barba feita - até ensino médio completo e conhecimentos em informática, bem como levantamento criminal, social, testes psicológicos e testes de aptidão, PCMSO e PPRA.

“Qualificação é o alicerce para toda e qualquer profissão. Buscamos profissionais que desejam crescer na carreira”, tratamos e treinamos nossos Porteiros nas mesmas condições de nossos Seguranças afirma a Rubens da Golden Star.

Nos últimos tempos, aliás, encontrar profissionais qualificados não tem sido tarefa fácil para as empresas, ainda a baixa remuneração está em primeiro lugar depreciando a função, somente com algumas vantagens adicionais, tais como benefícios e treinamentos mudam um pouco este panorama.

Na falta de mão-de-obra com capacitação específica, as empresas têm optado por candidatos formados em escolas de vigilantes. “Estes possuem um conhecimento na área de segurança”, mas este candidato é oportunista, pois não conseguiu qualificar-se em sua profissão e migrou a função de Porteiro, afirma Rubens.

Cursos de Segurança em Condomínio e atendimento ao público (em suma, tudo o que possa vir a auxiliar no trato do porteiro com o público em geral) também costumam ser levados em conta nos processos seletivos. Como muitas guaritas são informatizadas (e há casos de candidatos a vagas que sequer sabem ligar um micro), conhecimentos básicos em computação também estão sendo considerados fundamentais diz Rubens.

O treinamento básico para porteiros costuma ficar por conta das próprias empresas e dura, em geral, três meses. No decorrer do processo de qualificação, os profissionais recebem noções de como lidar com o público, atendimento telefônico, ou mesmo de como agir em casos de emergências ou sinistros nos condomínios, mas não basta parar por ai, uma empresa esta comprometida com seu cliente se manter seu funcionário supervisionado, treinado e reciclado periodicamente, muitas empresas prestam este tipo de serviço sem qualificação profissional, ou seja não estão amparadas em Leis vigentes, vendem serviços de segurança e implantam serviços de porteiros, ludibriando o cliente com falsas promessas.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

terça-feira, 30 de março de 2010

Porteiro de Edifícios


Porteiro de Edifícios: profissão exige atualização




Atualmente, o profissional que trabalha como porteiro de edifícios precisa estar atento não apenas à recepção do público. A exigência é muito maior. Serviços de vigilância e de elevadores, legislação trabalhista e prevenção de acidentes de trânsito são questões que fazem parte do cotidiano de um porteiro.

Com objetivo de ampliar os conhecimentos específicos voltados ao atendimento ao público e às tarefas de rotina, observando as particularidades típicas desta função, O Senac oferece o curso Aperfeiçoamento para Porteiro. Para Marlon Guerreiro de Oliveira, instrutor do Senac, o perfil deste trabalhador está cada vez mais voltado para a segurança. "Muitos condomínios já solicitam profissionais que tenham conhecimentos básicos de informática, por causa dos aparelhos eletrônicos, como cercas elétricas, circuito fechado de tevês, gravações digitais das imagens internas e sensores".



Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

Porteiro de Condominio a Profissão

Apesar de exercerem uma função de extrema responsabilidade, profissionais da área ainda resistem a buscar qualificação

Cerca de oito anos atrás, logo que entrei para a faculdade, fui morar em um condomínio em São Paulo que era habitado basicamente por estudantes. Certa tarde, quando estava em meu quarto sem nada para fazer, ouvi alguém bater à porta. Uma amiga minha, que nunca havia me visitado naquele lugar (sequer sabia em qual apartamento eu morava), aguardava no corredor com um embrulho nas mãos. “O porteiro pediu para que trouxesse para você. Foi sua mãe quem mandou pelos Correios”, explicou ela.

Meio perplexo com aquela situação - afinal, minha privacidade acabara de ser revirada -, nem fiz caso e até achei engraçado. Pensando bem, o “tiozinho” da portaria até que era um sujeito bacana (meio intrometido, é verdade), que sempre me dizia “bom dia”, “boa tarde” e “como vai”. Quem importa se, nos dois minutos em que esteve de conversa com minha amiga, ele tenha devassado minha intimidade? “Ele me falou que eu havia dado sorte de te encontrar aqui hoje, pois em geral você costuma sair para ir à aula nesse horário, depois volta para jantar...”, disse minha amiga.

Profissionais como o’ tiozinho’ de meu antigo prédio estão se tornando figuras cada vez mais raras nos prédios e condomínios (e mesmo nas empresas). Cientes de que as funções do porteiro estão além do ato de abrir e fechar portas e portões, as empresas que atuam no mercado têm priorizado cada vez mais os profissionais capacitados na hora da contratação. Ser “gente boa” deixou de ser o único requisito para quem deseja atuar na área.




“A profissão de porteiro passou por uma grande evolução nos últimos anos. Não que antes ela tivesse sido simples. Só que, no passado, muita gente achava que a atividade se limitava ao controle de quem entra e quem sai do edifício”, afirma Cristiane de Oliveira Alves, analista de seleção e treinamento de uma empresa bauruense administradora de condomínios.


Na visão dela, pouco a pouco as pessoas começam a perceber que “a portaria é por onde começa a segurança de um prédio ou de uma empresa”. Por isso, nos processos seletivos organizados por empresas de segurança de Bauru, os candidatos são cobrados em quesitos que vão desde a boa aparência - é exigido aos homens, por exemplo, que estejam sempre de barba feita - até ensino médio completo e conhecimentos em informática.

“Qualificação é o alicerce para toda e qualquer profissão. Buscamos profissionais que desejam crescer na carreira”, afirma a psicóloga organizacional Gislaine Nazareth Aparecida Leite Gamba, responsável pelo setor de recursos humanos de uma empresa bauruense que presta serviços terceirizados de segurança.

Nos últimos tempos, aliás, encontrar profissionais qualificados não tem sido tarefa fácil para as empresas. “Bauru não conta com cursos específicos para quem deseja atuar em portaria. A escola mais próxima que conheço fica em Campinas”, salienta Gamba.

Na falta de mão-de-obra com capacitação específica, as empresas têm optado por candidatos formados em escolas de vigilantes. “Pelo menos eles têm um conhecimento básico na área de segurança”, diz a psicóloga.

Cursos de telemarketing, oratória e atendimento ao público (em suma, tudo o que possa vir a auxiliar no trato do porteiro com o público em geral) também costumam ser levados em conta nos processos seletivos. Como muitas guaritas são informatizadas (e há casos de candidatos a vagas que sequer sabem ligar um micro), conhecimentos básicos em computação também estão sendo considerados fundamentais

O treinamento básico para porteiros costuma ficar por conta das próprias empresas e dura, em geral, três meses. No decorrer do processo de qualificação, os profissionais recebem noções de como lidar com o público, atendimento telefônico, ou mesmo de como agir em casos de brigas entre vizinhos.

Estratagemas

Atuar em contato direto com o público não é tarefa para qualquer um - e os porteiros sabem disso muito bem. O vigilante Carlos José Toledo de Melo, 37 anos, que trabalhou durante algum tempo na portaria de uma faculdade em Bauru, teve de lidar com situações no mínimo inusitadas.

“Era comum, por exemplo, que alunos tentassem entrar na faculdade com bebida alcoólica (algo proibido pelas normas da instituição). Alguns chegavam a colocar cerveja dentro de latas de refrigerante para tentar nos enganar”, afirma ele.

Luciano Rodrigues Lessa, que, até semana passada, trabalhava como porteiro da mesma faculdade, também costumava ter trabalho com estudantes que tentavam burlar as regras da instituição. “Teve gente que chegou a falar que me daria R$ 50,00 para que eu liberasse a entrada com bebidas alcoólicas. Sem contar que algumas meninas tinham a capacidade de dizer: ‘Se você permitir que eu entre na faculdade com cerveja, mais tarde eu te dou um beijo’”, garante.

Em outras ocasiões, ele chegou a evitar que carros fossem roubados do estacionamento da instituição. “Houve vezes em que pegamos o ladrão dentro do veículo, prestes a se evadir do local”, confirma.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

Profissão: Porteiro


Profissão: porteiro



Uma profissão cada dia mais dedicada ao aperfeiçoamento do profissional, acabou o tempo de colocar o famoso "TIOZINHO"  na portaria, seus serviços eram somente abrir e fechar portas, não exigia se nenhuma cultura ou treinamento para isso, mas o tempo passou e a profissão foi sendo moldada as caracteristicas das ocorrencias registradas pela falta de capacitação dos serviços de acessos a nossa residencia ou empresa, cada dia fica mais evidente a necessidade de profissionalização em todas as áreas. A de atendentes em portarias de condomínios, não foge à regra. Poucos se dão conta, mas um profissional qualificado na guarita de um condomínio significa melhora nas relações públicas, maior segurança, menos transtornos de ordem técnica e a disponibilidade de um agente de primeiros socorros bem perto da gente. Investir na formação profissional de porteiros significa contar com todos esses recursos que só o ser humano pode oferecer.

Depois de participar de cursos de Aperfeiçoamento de Porteiros, Administradores e Zeladores, oferecido pelo mercado diminuiu os problemas no relacionamento humano. Mesmo assim é importante aprender que não devemos tratar de igual modo pessoas exaltadas mantendo diante delas um comportamento estável e profissional. No atendimento aos primeiros socorros, na prevenção a assaltos, na supervisão técnica do prédio eu era completamente leigo. Se houvesse um curto circuito com incêndio eu correria em busca de baldes de água para apagar o fogo. Agora sei que devo usar o extintor e sei direitinho como usá-lo”.

No decorrer dos cursos são identificadas e debatidas as principais dificuldades da profissão que, de modo geral, giram em torno da comunicação pessoal. Visitante que não quer se identificar é um dos maiores problemas, seguido da falta de diálogo entre condôminos, síndicos e porteiros. Apresentação correta e educação fazem crescer o respeito profissional. Preconceitos devem ser abolidos: cor, credo e condição social não determinam caráter, nem grau de humanidade. A discriminação é prejudicial tanto a quem sofre quanto a quem exerce.

O dia a dia

Os porteiros reclamam dos moradores que reclamam sem conhecimento de causa. Por exemplo: os moradores em geral desconhecem que os estacionamentos dos blocos não são privativos e acusam os porteiros de negligência quando carros estranhos estão ali estacionados. O disk-entulho é outro drama: condôminos que estão reformando seus apartamentos não respeitam a orientação do porteiro e outros condôminos reclamam dos transtornos. Problemas técnicos com controles, câmeras, registros e interruptores que não funcionam atrapalham bastante a vida de qualquer profissional de portaria.

O livro de ocorrência é o diário do condomínio que serve, entre outras coisas, para registrar reclamações. Porém nem todos querem oficializar suas críticas fazendo-as apenas verbalmente. Estas, quando transmitidas indevidamente, soam até como fofoca. Nada que leve a soluções sensatas. Contendas de casais, intrigas pessoais entre moradores e outros casos semelhantes, tendem a envolver porteiros em questões que não lhes compete.
Um porteiro capaz sabe agir diante das situações mais estranhas.


Chefia imediata pois o profissional de Portaria deve estar sempre subordinado a uma chefia, como colocamos em postagens anteriores "Como chefiar a segurança".

Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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