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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Condominio invadido, quadrilha clona carro de morador


Uma quadrilha fez um arrastão em um condomínio de alto padrão na zona sul de São Paulo. Na noite desta sexta-feira, cerca de 20 homens invadiram diversas residências localizadas na Rua Mapuã, em Santo Amaro.

De acordo com a polícia, o grupo tinha em mãos fuzis, metralhadores e aparelhos de rádios utilizados para a comunicação entre eles.

Os assaltantes tiveram acesso ao local depois de clonarem o carro de um morador. Uma parte da quadrilha entrou e acabou rendendo os funcionários, facilitando a entrada do resto do bando.

Foram roubados aparelhos eletrônicos, jóias e dinheiro. Até o momento ninguém foi detido. O caso foi registrado no 11º Distrito Policial.

Fonte: Band

Delegacia especializada em roubos e furtos a condomínios


Os roubos e furtos a condomínios serão investigados por uma delegacia especializada. A novidade foi apresentada pelo secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, na última quarta-feira, 19/8. A implantação dessa delegacia é a primeira medida de um novo Grupo de Trabalho, composto por representantes do Secovi-SP e da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e criado em junho para balizar as iniciativas destinadas à redução, prevenção e repressão aos roubos e assaltos em condomínios.

De acordo com Hubert Gebara, vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Sindicato, essa providência vem ao encontro de uma antiga solicitação da entidade e é o primeiro passo de uma série de medidas que serão tomadas em conjunto pelo Secovi-SP e as polícias Civil e Militar, com a colaboração, inclusive dos Consegs – Conselhos Comunitários de Segurança. “O principal objetivo é ajudar a combater uma das maiores preocupações daqueles que moram ou trabalham em condomínios, que são os assaltos e arrastões", afirmou Gebara.

A partir de agora, a 4ª Delegacia da Divisão de Crimes Contra o Patrimônio, que conta atualmente com 35 policiais civis, passa a centralizar todas as ocorrências com prisões e demais investigações sobre os crimes em condomínios residenciais. Nas ocorrências sem prisões em flagrante, a delegacia responsável pelo registro - geralmente a mais próxima do local do crime - deverá repassar as informações à unidade especializada do Deic, que realizará investigações concomitantes às da polícia territorial.

Segundo a SSP, este ano foram registrados 32 assaltos em condomínios residenciais no Estado. Desses, seis estão solucionados. "O atendimento especializado foi determinado justamente para aumentar esse índice de esclarecimento", disse Ferreira Pinto. Outra proposta do delegado Waldomiro Pompiani Milanesi, chefe da Divisão de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), é uma alteração no Registro Digital de Ocorrências (RDO). A ideia é criar um campo específico no sistema para roubos em condomínios, hoje enquadrados como roubos a residências.

O Grupo de Trabalho já se reuniu três vezes na sede do Secovi-SP, nos últimos dois meses. O próximo encontro deve acontecer dentro de 15 dias.

Fonte: Secovi-SP

Prédio respira para economizar energia


A catedral com a maior torre do mundo já não é mais a única atração diferente de Ülm - cidade que fica no coração da Alemanha.

Telhados transformados em jardins para manter a temperatura das casas estável no inverno e no verão, e árvores artificiais, com painéis solares, que em vez de folhas e frutos, dão energia agora também dominam a paisagem e fazem Ülm ser considerada uma das cidades mais ecológicas do planeta. Até o lendário Rio Danúbio cruza Ülm sem receber nenhum tipo de dejeto.

Mas a maior estrela ecotecnológica da cidade é um prédio de escritórios. Ele ocupa uma área do tamanho de quatro campos de futebol e é conhecido por ser o primeiro do mundo a respirar. O ''nariz'' é um conjunto de três tubos que brotam do chão. São captadores de ar.

No porão, antes de ser distribuído para todo prédio, o ar vindo da rua passa por dois condicionadores de temperatura computadorizados. O primeiro resfria. Funciona com a água que circula numa serpentina gigante instalada embaixo do prédio, a 100 metros de profundidade, onde a temperatura da terra está sempre ao redor de 10ºC.

O segundo condicionador de ar funciona com água aquecida pelos computadores e as outras máquinas que controlam todos os sistemas do prédio. O calor, captado por essas cápsulas especiais que envolvem os aparelhos, é transferido para uma espécie de caldeira que mantém a água acima de 30ºC.

Se o prédio respira, então podemos dizer que o pulmão dele é um grande espaço aberto, como um saguão, bem no meio do edifício. Uma área de lazer que também serve de acesso a todos os andares. O ar, aquecido no inverno ou resfriado no verão, chega por meio de gigantescos tubos. Esse mesmo ar, é distribuído para todos os ambientes. É como se os escritórios fossem órgãos de um corpo, que precisa de oxigênio para se manter vivo.

Os tubos que trazem o ar do ''nariz'' do prédio até o ''pulmão'' vão do chão até o topo. Todas as salas têm janelas para o saguão. Também têm entradas de ar no teto. É assim que o ar condicionado circula. Mas o prédio tem ainda janelas para o lado externo. Os inquilinos as chamam de ''olhos'', porque as persianas inteligentes funcionam como pálpebras: abrem e fecham de acordo com a incidência de luz e de calor.

Uma moça que trabalha no prédio diz que jamais viu algo tão ''humano'”. Parece até que o prédio tem vida, mesmo. O resultado é uma temperatura interna sempre ao redor de 22ºC.

O metro quadrado de área deste prédio custou quase o dobro de uma construção comum. Mas, segundo os responsáveis pelo projeto, o investimento a mais se paga só com a economia de energia.

“Por aproveitar ao máximo recursos naturais, esse prédio consome menos de 10% da energia gasta por um edifício convencional do mesmo tamanho”, afirma o engenheiro Günter Lindermann.

Soluções inteligentes, criatividade. Faz bem aqui dentro e também lá fora, na natureza.

Fonte: Bom Dia Brasil

Coleta em condominio


Coleta se torna mais uma despesa para prédios
25/08/2009
Síndrome do Edifício Doente
Impasse na regularização de condomínios horizontais no DF
Reciclar o óleo de cozinha usado preserva o meio ambiente
Lista de ações contra a dengue
1º Condomínio com Selo Carbono Neutro de Florianópolis
Campanha pela preservação do verde incentiva o plantio de árvores em condomínios
AL: Projeto desperta consciência ecológica em condomínios de luxo
Mauá - SP: Condomínio é construído sobre lixão industrial
Preocupação ecológica chega aos condomínios
Piscina pode virar criadouro do mosquito da dengue
Ibama cobra na Justiça dívidas de condomínios
Cuidados com o jardim do condomínio com a chegada da primavera
Reunião de condomínio: boa ocasião para praticar o consumo consciente
PA: Agentes de combate à dengue terão credencial para entrar em condomínios
Projeto prevê a criação de brigadas de combate à dengue nos prédios do Rio
Mauá: moradores serão retirados de área contaminada
Acordo obriga condomínio a recuperar área degradada
Simpósio discutirá obrigatoriedade da utilização de energia solar
Mercado imobiliário aposta na ecologia
GDF vai iniciar programa de arborização e recuperação de áreas degradadas
Votação: Protesto de inadimplentes
Se a lei for aprovada em SP, seu condomínio irá protestar em cartório os inadimplentes?
Sim, em todos os casos
Sim, apenas em casos crônicos
Não, pois acredito que tal medida NÃO irá reduzir a inadimplência
Não, pois não tenho problema com a inadimplência

Resultados da votação Tamanho da letra
Grandes edifícios residenciais da capital paulista começam a ter de lidar com um problema que até então não fazia parte da pauta das assembleias de moradores: contratar empresa particular para a coleta do lixo. Há 40 empresas cadastradas pela Prefeitura para fazer esse serviço, muito comum em prédios comerciais ou de uso misto, por serem considerados grandes geradores de resíduos. Mas a coleta em residências sempre ficou por conta da prefeitura. De um ano para cá, no entanto, megacondomínios dispensaram a coleta municipal gratuita e passaram a pagar pelo serviço. A reportagem apurou que há pelo menos 25 prédios nessas condições.

Os motivos são os mais variados. No Up Side, condomínio-clube do Paraíso, zona sul, com 288 apartamentos, a Prefeitura recolhe o lixo três vezes por semana. Ali, o problema era o armazenamento nos dias em que o caminhão não passa. Logo que o prédio foi construído, há três anos, os resíduos, ensacados, eram guardados na garagem. Mas o cheiro, principalmente no fim de semana, ficou insuportável. Os moradores reclamaram e logo foi construída uma lixeira, do lado de fora do prédio, no lugar de uma vaga para estacionar carros de visitantes, perto do passeio público.

O cheiro ruim continuou. Surgiram ainda os ratos e as moscas. E, na última assembleia, sem ter o que fazer com esse lixo, os moradores decidiram pagar. O preço: R$ 900.

Falar em aumentar os custos de um condomínio em qualquer assembleia é motivo para inflamadas discussões. Nesse caso não foi. "Usualmente, o lixo desaparece da porta da casa das pessoas como mágica. Só quando isso não acontece é que ele vira prioridade", diz Sabetai Calderoni, presidente do Instituto Brasil e Ambiente. "Já pagamos saúde e segurança, o lixo é apenas mais um item", diz Márcio Rachkorsky, advogado de condomínios.

Um valor bem mais alto desembolsa o Condomínio Parque Residencial da Aclimação, também na zona sul, com 224 apartamentos distribuídos em três torres. São R$ 2.700 por mês para que se recolham todos os dias 6 mil litros de resíduos. Nessa região, o caminhão da Prefeitura também passava apenas três vezes por semana. "Quando os sacos de lixo eram colocados na calçada, duas horas antes da coleta, ocupavam 100 metros da frente do prédio", diz Roberto Graiche, dono da empresa que administra o condomínio. Havia ainda outro problema. "Os sacos pretos ficavam numa curva e tiravam a visão dos motoristas", diz o zelador Onildo Gomes, de 54 anos. Hoje, o caminhão contratado entra na garagem para receber os contêineres.

Já no Modern House do Brooklin, zona sul, o gerente predial Nelson Maria Filho conseguiu que o caminhão municipal fizesse manobra semelhante, aproximando-se da entrada da garagem. "Veio um fiscal e proibiu. Mandou que colocássemos os sacos na calçada", diz Maria Filho. "Como o passeio público é estreito, teríamos de empilhar os sacos, o que seria um risco para os pedestres. Então optamos pela coleta particular."

LIMPURB

Segundo o Departamento de Limpeza Urbana de São Paulo (Limpurb), só grandes geradores (veja quadro acima) são obrigados a contratar serviço de coleta. Já os prédios residenciais que consideram insuficiente os dias que as concessionárias da Prefeitura passam para o recolher o lixo podem encaminhar reclamações ao Serviço de Atendimento do Consumidor dessas empresas - Loga (telefone 0800-770- 1111) e Ecourbis (telefone 0800-772-7979). Eles prometem analisar caso a caso. A Prefeitura ainda afirma estar preparada para atender o aumento no volume de resíduos domiciliares.

Fonte: Estadão - Valéria França e Vitor Hugo Brandalise

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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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