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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Criminosos em condominio amarram moradores e passam mais de 8 horas




Criminosos amarram moradores e passam mais de 8 horas em condomínio
Grupo com 20 pessoas entrou em prédio por volta das 23h30 de terça.
Eles só deixaram o local perto das 8h desta quarta-feira (22).

Condomínio que sofreu arrastão no Morumbi (Foto: Luciana Bonadio/G1)
Os assaltantes que invadiram um condomínio de luxo na Rua Crítios, região do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, passaram mais de oito horas no local. De acordo com a Polícia Civil, eles mantiveram funcionários e moradores amarrados dentro da casa do zelador durante a ação, que começou por volta das 23h30 desta terça-feira (21). Os criminosos só deixaram o prédio perto das 8h desta quarta-feira (22).

Funcionários informaram à polícia que cerca de 20 assaltantes entraram no condomínio. Dois deles estavam com o rosto descoberto e os outros usavam capuzes. Dois criminosos pularam o muro e renderam um segurança que estava na garagem. Logo depois, outros cinco também pularam o muro e o restante do grupo entrou pela porta da frente. Funcionários e moradores foram levados para a casa do zelador e amarrados.

As primeiras informações repassadas à polícia são de que quatro dos 18 apartamentos foram roubados. Até as 12h, nenhum morador havia ido ao 89º Distrito Policial, no Portal do Morumbi, para relatar o que foi levado. No boletim de ocorrência, constam apenas objetos levados dos funcionários, como celulares, relógios e um automóvel.
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Além disso, dois computadores que armazenavam as imagens das câmeras de segurança também foram roubados. A polícia ouvia os funcionários do condomínio no início da tarde desta quarta-feira (22) para obter mais detalhes sobre a ação dos criminosos.

Funcionários rendidos


Um dos porteiros do edifício, que pediu para não ter o nome revelado, disse que foi rendido pelos criminosos quando chegava para trabalhar, por volta das 6h50. "Um deles apontou a arma, disse para eu ficar deitado no chão, que não ia acontecer nada comigo", lembrou. Os assaltantes já estavam dentro do condomínio, segundo o porteiro, e controlavam a entrada dos funcionários no prédio. Ele foi mantido na guarita por cerca de meia hora, até os criminosos irem embora.

"Eles estavam armados e eram muitos", afirmou, acrescentando que os homens usavam máscaras. Um dos criminosos amarrou as mãos do porteiro para trás com uma fita. Segundo ele, outras pessoas foram mantidas na garagem do prédio. "Eles disseram para a gente ficar quieto que não ia acontecer nada", afirmou outro funcionário, que também diz ter sido rendido quando chegou para trabalhar.

O porteiro contou que teve um relógio e o celular roubados. "Foi muito susto. A gente só acredita quando acontece", afirmou. Os funcionários não souberam dizer como e qual o horário que os assaltantes entraram no condomínio. Ainda segundo eles, o prédio tem cercas, sistema de câmeras de monitoramento e até guarita blindada.



Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

Moradores são feitos reféns em assalto a condomínio



Moradores são feitos reféns em assalto a condomínio no interior de SP
Criminosos prenderam as vítimas em um quarto.
Assalto a condomínio de luxo durou três horas.

Nove pessoas foram feitas reféns durante assalto a um condomínio de luxo entre a noite desta quinta-feira (6) e a madrugada desta sexta-feira (7), em Tremembé, a 147 km de São Paulo. O condomínio de alto padrão tem muros altos, cerca elétrica, câmeras de monitoramento e controle de entrada e saída de visitantes na portaria. Mesmo assim, quatro criminosos armados assaltaram duas casas e levaram joias e dinheiro.

Os funcionários não quiseram dar detalhes sobre o assalto e nem informaram se os bandidos pularam o muro ou se entraram pela portaria principal. Uma escada foi encontrada no local, e parte da cerca elétrica foi arrancada.

O assalto começou por volta das 22h desta quinta, quando duas famílias foram feitas reféns. Uma das vítimas, que não quis se identificar, relembrou os momentos de pânico que viveu.

"De repente, eles estavam no quintal, já entraram na cozinha, abordaram todo mundo. Vendaram e amarraram todo mundo, queriam cofre, dólar, joias. Nós pensamos que fossemos morrer no final. Foi horrível", disse.

Os moradores, entre eles quatro crianças, foram colocados em um quarto. Todos ficaram amarrados por mais de três horas. Os vizinhos da casa ao lado também foram levados, e um deles chegou a apanhar dos criminosos.

Após levar joias e dinheiro, os criminosos deixaram o condomínio no carro de uma das vítimas, fazendo-a dirigir. Na fuga, a mulher foi colocada no porta-malas, e o carro foi abandonado em outro bairro da cidade.

A polícia deve investigar agora quem são os quatro homens suspeitos de roubar o condomínio e se há ou não o envolvimento de funcionários. De acordo com as vítimas, os criminosos tinham informações sobre outras casas e perguntavam pelos moradores.

Ainda segundo os condôminos, as câmeras de segurança não estariam gravando as imagens no momento do assalto. Nenhum responsável pelo condomínio foi encontrado para falar sobre o caso.

A Polícia Militar informou que não realiza o policiamento dentro do condomínio, pois é um local fechado, com segurança própria. A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Taubaté, a 140 km de São Paulo, vai investigar o caso.

Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

Condominio assaltado prevenção é a mehor saida



Na mesma rapidez em que os muros sobem, em que se blindam carros e que parafernálias eletrônicas são vendidas na tentativa de garantir segurança e aplacar o medo daqueles que podem pagar por isso, cresce a violência no País e a certeza de que ninguém está seguro. O Estado assiste a este filme de guerra – entra governo, sai governo – sem indicar uma solução para o caos que os estudiosos, dos mais variados matizes ideológicos, apontam há mais de 40 anos. Ela passa, obrigatoriamente, pela máxima cristã de repartir o pão. Ou seja, pela distribuição de renda, pela presença do Estado em todos os estratos sociais. Segundo Nanak Kakwani, diretor do Centro Internacional de Pobreza (órgão ligado ao Pnud), são 24,3 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha de pobreza. O certo é que, enquanto se empurra com a barriga essa questão político-econômica e se discute segurança pública pela ótica da repressão (mais armas, mais viaturas, mais policiais, mais cadeias), a resposta que virá do outro lado será de mais violência. O medo tornou-se o mais democrático dos sentimentos. De A a Z, é impossível sentir-se seguro em casa, na rua, dentro do carro, dos ônibus, andando a pé, e até no trabalho.

Em São Paulo, Estado que representa 35% do PIB nacional, 3,6 milhões de pessoas moravam em áreas de extrema pobreza em 2000, revela estudo da Fundação Sead. É justamente na cidade mais rica do Brasil que o crime se voltou para uma modalidade mais lucrativa e menos arriscada, comparado ao sequestro e ao roubo de cargas: o assalto a condomínios de luxo. O modus operandi foi exportado para o Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Salvador. O crime causa mais do que prejuízos ao patrimônio e à vida. Ele potencializa o pânico de quem vive, seja no morro, seja no asfalto. O tráfico de drogas queimou ônibus e paralisou Vitória (ES) na última semana. Nem mesmo o carro do assessor de imprensa do governador Paulo Hartung, jornalista Daniel Simões, escapou. Foi incendiado na segunda-feira 22, próximo ao Palácio Anchieta. E mais uma vez a saída oficial foi a de pôr o Exército nas ruas. No Rio de Janeiro, já viraram rotina os tiroteios que fecham nobres e suburbanas avenidas por causa da cerrada troca de tiros entre quadrilhas ou entre polícia e bandido. De volta a São Paulo, até o tráfico resolveu fazer uma espécie de condomínio fechado para se defender de ataques-surpresa da polícia e de rivais. Eles transformaram em prisioneiros parte dos 20 mil moradores da favela Parque Santa Mônica, em Sapopemba, região pobre da zona leste.

Como não há registros oficiais específicos sobre roubo a condomínios, setores responsáveis em planejar segurança pessoal, empresarial e patrimonial avaliam que a média de assaltos a prédios em São Paulo, desde janeiro de 2003, está na casa de 20 (nível médio) por semana. Quando se trata de apartamentos a partir de US$ 1 milhão, esse número cai para um por semana. No feriadão de 15 de novembro, moradores dos luxuosos edifícios da Mooca e do Jardim Avelino foram surpreendidos por homens fortemente armados. No primeiro, 15 homens renderam o porteiro e fizeram mais de 20 reféns por sete horas e entraram em sete dos 12 apartamentos levando dinheiro, jóias e eletro-eletrônicos. Já no edifício do Jardim Avelino nem os porteiros viram os bandidos. Quatro dos 13 apartamentos foram arrombados: os das vítimas que viajaram. Só de um levaram R$ 60 mil em jóias, relógios e notebooks.



Quatro meses antes, a polícia registrou um assalto a um condomínio da rua Santa Eulália, no Morumbi. Dos 19 apartamentos, 17 foram assaltados por dez homens que vestiam terno e gravata. O porteiro foi dominado ao permitir o acesso de um falso entregador. Eles levaram dinheiro, jóias, celulares e um automóvel Land Rover. Mas um especialista em segurança contou que no luxuoso bairro mais de 30 condomínios já foram atacados em menos de um ano. Em um deles, um único apartamento rendeu aos marginais US$ 1,5 milhão em dinheiro, fruto da venda de um helicóptero. A ação mais espetacular, segundo este consultor, ocorreu no fim do ano passado quando dez homens, armados de metralhadora, fuzis AR-15 e coletes à prova de balas, invadiram o prédio 82 da rua Cristóvão Diniz, nos Jardins, cujo valor do condomínio é de R$ 3,5 mil mensais. De 11 apartamentos, com mil metros quadrados cada e avaliados em US$ 2 milhões, apenas três não foram roubados. Os outros oito renderam aos assaltantes R$ 9 milhões em jóias, moeda estrangeira, coleção de seis relógios Patek Philippe e obras de arte. Detalhe: o prédio fica a 300 metros da 78º DP. O delegado Godofredo Bittencourt, diretor do Departamento Contra o Crime Organizado, disse que a maior dificuldade de se investigar esse tipo de ação é a omissão das vítimas. Elas preferem não dar queixa ou criam muita dificuldade para passar informações.

Câmera de condomínio, filma duas mulheres assaltantes

Câmera de condomínio, filma duas mulheres assaltantes.




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Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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