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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Invasão de Condomínio

Condomínio da CDHU no Jacarandá é totalmente desocupado
 As últimas famílias que ainda estavam no Conjunto Habitacional Parque Jacarandá deixaram o prédio no último sábado, dia 24, por determinação da CDHU. O prédio foi interditado pela Defesa Civil de Taboão da Serra por apresentar rachaduras de até 10 centímetros. Quem não conseguiu retirar todos os móveis não poderá mais fazer, os bens dos moradores ficarão em um guarda-móveis sob responsabilidade da Companhia.

Muitas famílias encontraram dificuldades em alugar uma nova casa, primeiro devido ao pouco tempo que tiveram para procurar um local, segundo, de acordo com alguns moradores, pelo valor do auxilio-moradia concedido pela CDHU, R$ 400, que foi considerado muito baixo pelos mutuários que tiveram que abandonar o prédio.

Foto: Eduardo Toledo
A moradora Cleonice dos Santos foi para a casa da sogra

“Está muito difícil encontrar uma casa nesse valor, por aqui não tem”, relatou um dos moradores. A CDHU atendeu o pedido dos moradores e enviou um cheque inicial no valor de R$ 1.200, correspondente a três meses de aluguel. A iniciativa visa facilitar a aprovação do crédito.

A obra tem um prazo estimativo de duração que varia entre seis a oito meses, durante esse tempo a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano se responsabilizará pelo pagamento dos aluguéis e da taxa condominial dos apartamentos até que as famílias possam voltar ao conjunto.

Segundo informou a assessoria de imprensa do CDHU, por telefone, a primeira etapa já foi realizada, que era a remoção das famílias, agora começa a segunda fase, que é a “elaboração do projeto e orçamento, sondagem do solo e cronograma de obras”, ainda de acordo com a CDHU, será aberto o processo de licitação. Depois dessa etapa, as obras, que ainda não tem data prevista para começar, poderá durar até oito meses.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

Lagoa poluída inunda casas de condomínio





Condomínio Riviera fica localizado na rodovia Sojé Sarney

O alagamento do condomínio Riviera Del Mar proviniente de uma lagoa que se formou ao lado do residencial vem preocupando os moradores. O fato se deu durante as chuvas de abril e até hoje não foi resolvido.
De acordo com Maria Lélia Carvalho, síndica do condomínio Riviera Del Mar, situado na rodovia josé Sarney, Km 9, mesmo com chuvas fortes isso nunca havia acontecido.  “Moro aqui há 12 anos e isso nunca aconteceu. Depois das fortes chuvas, sem drenagem no terreno ao lado, a água começou a invadir nosso condomínio”, explica.
Ela ressalta que por este motivo, não se pode morar em algumas casas. "Os moradores não conseguem mais ficar aqui, porque não se pode usar uma torneira ou o banheiro, que a água volta pelo ralo”, revela.
Ação

Tereno completamente inundado e casa abandonada pelo proprietário

Ainda segundo a moradora, no mês de maio, os condôminos entraram com uma ação junto ao Ministério Público para tentar resolver a situação. “Buscamos tudo que nos foi permitido, falamos com o presidente da Empresa Municipal de Obras e Urbanismo (Emurb), fomos até a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), mas até o momento ninguém fez nada e nós estamos vendo a hora do muro se romper e todo o condomínio ser tomado pelas águas. Apenas foi feito uma análise das águas e foi constatado que é água poluída”, relata Maria Lélia.
Morador
Para o proprietário de uma das casas que já está completamente tomada pelas águas, Marcos Gomes, o que exite é um jogo de empurra. “Ficam empurrando de um lado para o outro e não resovem nada. O que é que podemos fazer agora? Não sabemos mais a quem recorrer. Será que vou ter que esperar um político, candidato a qualquer coisa, chegar aqui para
Lagoa atravessa muro de condomínio e inunda casas
pedir um voto e resolver?”, questionou revoltado o morador.
O proprietário da casa ainda chamou a atenção para a questão da saúde dos moradores. “As águas estão se misturando aqui com águas de fossa e todas as impurezas que estão expostas aí nesse terreno, isso pode gerar inúmeras doenças. Meu filho mesmo não entra mais aqui enquanto isso não se resolver”, ressaltou.
Adema
De acordo com a assessoria de comunicação da Adema, a responsabilidade não é da Administração Estadual do Meio Ambiente e que o órgão atendeu a solicitação do Ministério Público Estadual, no sentido de fazer uma análise da água.

Terreno ao redor da casa está completamente alagado
Ainda de acordo com a assessoria de comunicação da Adema, os técnicos constataram que as águas possuem altos índices de coliformes fecais e que por essa razão não pode ser liberada a drenagem para o oceano.

Emurb
Segundo a assessoria de comunicação da Emurb, uma equipe será desiguinada ao local ainda essa semana, para que seja realizada uma vistória no terreno.
A assessoria ainda informou que a prefeitura tem trabalhado na Zona de Expansão no sentido de realizar drenagens em terrenos alagados. "A prefeitura tem interligado lagoas e vem abrindo valetas para solucionar os problemas de alagamento na Zona de Expansão. Esse terreno vizinho ao condomínio será vistoriado para sabermos quais as medidas que iremos tomar", pontuou o assessor Ademar Queiroz.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

Polícia deve retirar invasores de condomínio


Condomínio do CDHU  invadido em Itaquaquecetuba


SÃO PAULO - Uma reintegração de posse está marcada para ter início por volta das 8 horas desta terça-feira, 27, no Condomínio das Violetas, na altura do nº 80 da Avenida 1º de Maio; e nos condomínios das Tulipas e das Rosas, que ficam respectivamente nos números 731 e781 da Avenida Quarto Centenário, todos da CDHU e situados no bairro da Estação, em Itaquaquecetuba, região leste da Grande São Paulo.
Participarão do ação de retirada dos invasores pelo menos 140 policiais, boa parte do 35º Batalhão, de Itaquaquecetuba. Neste três condomínios estão pessoas que, ontem, 26, realizaram um protesto na Avenida Giovanni Gronchi, próximo ao Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi, zona sul de São Paulo, na tentativa de sensibilizar as autoridades e assim evitar o despejo.
Em razão da chuvas e das enchentes ocorridas no início deste ano, muitas famílias, cerca de 500 famílias, perderam suas moradias e, alegando que não tinham para onde ir, decidiram ocupar 100 apartamentos da CDHU que estavam vazios. O protesto de ontem contou com cerca de 100 manifestantes.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Venda ou aluguel de vagas de garagem poderá ter restrições


[Foto: ]
Proprietários de imóveis residenciais ou comerciais poderão ficar impedidos de vender ou alugar suas vagas de garagem a pessoas estranhas ao condomínio. Essa proibição está em projeto de lei (PLS 219/03) do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), incluído na pauta de votações da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) desta quarta-feira (4).
O projeto altera o Código Civil (Lei 10.406/2002) para excluir os abrigos para veículos das partes do imóvel classificadas como de uso independente, passíveis, portanto, de serem alienadas ou gravadas livremente pelo proprietário. É importante ressaltar, entretanto, que o PLS 219/03 deixa uma brecha para a venda ou aluguel de vagas de garagem a não-condôminos. Essa possibilidade é aberta se houver autorização expressa nesse sentido na convenção de condomínio.
[Foto: senador Pedro Simon (PMDB-RS) / Fotógrafo: José Cruz]
"Ao analisar o mérito, torna-se fácil intuir que a venda ou aluguel de uma unidade de garagem a pessoa estranha ao condomínio é motivo de vulnerabilidade para todo o grupo, que assim poderá estar recebendo, em seu meio, pessoa inconveniente. Por outro lado, se esta for a vontade assentada em assembléia, não haverá o impedimento da locação ou venda da unidade, mas a responsabilidade será por todos os condôminos compartilhada", argumentou o relator, senador Pedro Simon (PMDB-RS), no parecer favorável ao PLS 219/03.
Pedro Simon faz questão de esclarecer, no parecer, que a proposta não cria obstáculo para que o proprietário venda ou alugue suas vagas de garagem a outros condôminos.
Simone Franco / Agência Senado


Emidio Campos
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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
Divulgação Emidio Campos:. Consultor de Segurança

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