Escreva abaixo para pesquisar assuntos tratados neste Site

Leia mais Noticias deste Site

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Cães e gatos estão morrendo envenenados em condomínio


Cães e gatos estão morrendo envenenados em um condomínio de Itapetininga


Os moradores dizem que já procuraram a Polícia e registraram 

Boletins de Ocorrência, mas o problema continua





Moradores de um condomínio no bairro Jardim Marabá em Itapetininga não sabem mais a quem recorrer para pedir ajuda. Os animais vem sendo encontrados mortos por lá e, até agora, ninguém descobriu a causa. As informações são da TV TEM.

Fotos tiradas pelos próprios moradores causam tristeza e revolta. Os gatos aparecem mortos em caixas espalhadas pelo condomínio. Uma das moradoras, por pouco, conseguiu salvar a vida da cachorrinha de estimação. O animal chegou a comer alimentos que estavam contaminados com veneno para matar ratos.

De acordo com os moradores, o problema é antigo, dura mais de quatro anos. Só nos últimos dois meses, pelo menos seis gatos apareceram mortos no local. A preocupação agora é com a saúde das crianças que costumam brincar por ali. Os moradores dizem que já procuraram a polícia e registraram Boletins de Ocorrência, mas o problema continua.

A União Internacional de Proteção aos Animais informou que casos de envenenamento são os mais difíceis de esclarecer. Isso porque para comprovar o problema é preciso fazer uma necropsia, o que gera custo aos donos dos bichos. Ainda conforme a UIPA, os donos podem procurar a polícia e registrar um Boletim de Ocorrência.



Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

Construção invade zona de proteção ambiental

Clique para Ampliar

A obra não tem alvará de construção. Na última sexta-feira, uma equipe da SER I paralisou o serviço


Riacho do Alagadiço é prejudicado por aterramento; obra já foi notificada duas vezes, segundo a SER I
A pouca área verde de Fortaleza já virou motivo de reivindicações por parte da população junto à gestão municipal. Fora isso, os parques urbanos, que deveriam ser uma opção de lazer para os cidadãos, expõem falta de segurança, abandono e manutenção precária.

Exemplo disso é o caso do Polo de Lazer da Avenida Sargento Hermínio. A situação chegou a tal ponto que a construção de um condomínio residencial, com aproximadamente 300 apartamentos, pertencente a Harmony Empreendimentos, avançou na área sem ao menos ter alvará de construção e nem licenciamento ambiental.

Fora essas questões, a obra, localizada na Rua Pedro Moraes Borges com a Avenida Sargento Hermínio, no bairro São Gerardo, não respeitou os limites da Área de Preservação Permanente (APP) do Riacho Alagadiço, que foi prejudicado pelas escavações no local.

A assessoria de comunicação da Secretaria Executiva Regional I (SER I) informou que os fiscais do Distrito de Meio Ambiente, em visita ao local na última sexta-feira, detectaram que o prejuízo foi em função do aterramento feito no terreno, o qual avançou além da área permitida, o que acabou invadindo o riacho.

Além disso, a SER I informou que a obra já foi notificada duas vezes, em 2011, por ser uma construção irregular, e confirmou a ausência de alvará pra construção. Na última sexta-feira, a equipe de fiscalização paralisou o andamento da obra. Sobre o valor da multa aplicada à Harmony Empreendimentos, a Regional explicou que dependerá do tamanho da área e da reincidência, e que está sendo calculado pelo Distrito do Meio Ambiente, da Regional I. Em 2007, a obra foi embargada devido à construção irregular de um muro.

Sobre a questão, o setor administrativo da empresa responsável pela obra informou que toda a documentação necessária para edificação já foi encaminhada tanto para Secretaria do Meio Ambiente e Controle Urbano (Semam) quanto para Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace).

Em nota, a Harmony Empreendimentos informou que o terreno é próprio, e devidamente registrado no cartório do 3° Oficio de Registro de Imóveis sob Nº77911 e, segundo o plano diretor vigente, encontra-se fora do limite da Zona de Proteção Ambiental (ZPA).

Descaso
A comerciante Verônica Moraes, 40 anos, conta que há muitos anos o Polo de Lazer da Sargento Hermínio já foi um lugar recoberto com grama, limpo, ou seja, uma verdadeira opção de lazer para a população da região. Porém, hoje só abriga mato, sofás velhos, entulho, fora as latas de refrigerante e cerveja que são vistas entre as folhas secas espalhadas pelo chão.

"Sem falar na grande quantidade de pessoas que vem aqui só para se drogar e assaltar. Como você pode sentir, aqui o cheiro predominante é o de maconha. É o ponto dos usuários, o que afasta as pessoas por não ter uma fiscalização, uma segurança", denunciou a comerciante.

Ao longo do Polo, por onde se estende o Riacho do Alagadiço, a realidade é pior. O calçadão é destruído, as pistas de skate estão quebradas e o anfiteatro que iria ser construído está abandonado. Além disso, o lixo tomou conta do local.

Segundo a assessoria de comunicação da SER I as obras foram paralisadas devido à falência da empresa que venceu a licitação passada. Além disso, a assessoria acrescentou que a reforma está em fase de licitação e as atividades devem ser iniciadas em meados de outubro.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

Bueiros explodem dentro de condomínio no Rio de Janeiro

Rio - Um curto-circuito provocou a explosão de três bueiros da Light dentro do Condomínio Jardim de Alah, na Avenida Ataulfo de Paiva, no Leblon, no início da tarde de ontem. O incidente provocou tremor sentido até o quinto andar dos prédios e forte estrondo que assustou os moradores dos mais de 400 apartamentos, além de funcionários de lojas e shoppings vizinhos ao condomínio. 


A Light enviou equipes de reparo para o local e investiga o que provocou o incidente. De acordo com o porteiro Valter Nascimento, 36 anos, intensa fumaça começou a sair por um dos bueiros que fica na área comum do condomínio por volta das 11h30. A Light foi acionada, mas a equipe chegou ao local depois que as tampas dos três bueiros já haviam ido pelos ares. O Corpo de Bombeiros também esteve no local.
Light enviou técnicos ao local para investigar as causas do curto-circuito que deslocou tampas de bueiro | Foto: Severino Silva / Agência O Dia
Moradores contaram que, após o barulho, muita fumaça negra e fogo saíram de um dos bueiros. “Duas das tampas que explodiram ficam no campo de futebol, que graças a Deus estava vazio. Mas, moradores relataram que viram fogo e muita fumaça. Fora o cheiro de queimado e de gás”, informou a síndica do bloco A, Rosa Maria Pereira.

Moradora do 15º andar, a administradora Renata Ferreiro, 37 anos, se assustou quando a luz piscou e o aparelho estabilizador do computador começou a estalar. “Fiquei muito assustada com isso. E logo depois, o susto foi ainda maior, com o barulho da explosão”, contou. 

O sinal de uma operadora de TV a cabo chegou a ser interrompido por alguns minutos, assim como o sinal de alguns provedores de Internet. Entretanto, a Light informou que não houve interrupção no fornecimento de energia.

Galerias terão tampas trocadas
A Light fez reparos na rede subterrânea do Condomínio Jardim de Alah há duas semanas, mas não teria encontrado nenhum risco. É o que contou ontem um dos porteiros. Técnicos da concessionária que estiveram ontem no Leblon informaram aos moradores que trocarão cabos danificados e que as tampas deslocadas também serão substituídas.

No sábado, O DIA mostrou que explosões ocorridas em julho em galerias subterrâneas da Rua da Assembleia, no Centro, foram de responsabilidade da Light e da GVT. 

De acordo com laudo do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), peritos constataram que havia emendas em vários trechos dos cabos da concessionária de energia elétrica e que a GVT construiu caixa de concreto sobre a tubulação da CEG, provocando vazamento de gás, que ficou confinado numa caixa de passagem da Light. O laudo, segundo o ICCE, já foi encaminhado ao Ministério Público, que investiga o caso.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Segurança de Condominio com biometria


A segurança pública é um dos principais aspectos considerados no momento em que se escolhe viver em condomínios fechados, independentemente se são horizontais ou verticais. Contudo, é fato que nem mesmo eles estão livres da ação dos bandidos e é pensando nisso que novas técnicas de segurança surgem quase que diariamente. No Rio Grande do Norte, a situação não é diferente. Tecnologias voltadas para garantir maior segurança representam boa parte dos investimentos feitos pelos condomínios. Circuitos fechados de TV, por exemplo, já estão presentes nos projetos iniciais dos novos empreendimentos.

Entre as novas tecnologias apresentadas, o controle biométrico é uma das principais, que exige o reconhecimento do morador por meio da impressão digital ou da retina dele para a liberação da entrada. "Há dez anos, não se dava tanta importância ao controle do acesso, agora, é o principal motivo de preocupação e de investimento no desenvolvimento de novas tecnologias. Hoje, percebemos que não há limite para essa evolução da segurança privada, porque ela sempre se baseará no nível de insegurança crescente", explica o diretor comercial da empresa ADS Segurança, Caio Silvestre. 

Segundo ele, além do controle biométrico, novos circuitos fechados de TV, com câmeras de longo alcance, cercas elétricas tubulares e concertina e aparelhos de infravermelho são as principais tecnologias buscadas pelos condomínios potiguares. Há também o monitoramento remoto, que permite ao morador ver do trabalho ou da casa de praia o que está acontecendo na frente de sua residência, por meio da internet. Essa opção, por sinal, pode ser utilizada também nos smartphones e é uma forma de se ter conhecimento daquilo que acontece em casa mesmo quando não se está nela no momento.

Outra ferramenta que também tem tido bastante aceitação é a identificação magnética, através da colocação de um chip nos veículos dos moradores, que pode ser ativado a alguns metros da entrada do condomínio e abre o portão automaticamente, informando ainda ao porteiro quem está chegando. "Se o morador for rendido na rua, há sim uma série de medidas que podem evitar que ele permita que o bandido entre no condomínio. Porém, preferimos mantê-las em sigilo para o grande público e revelá-las apenas aos moradores", explica o diretor executivo da Gestcon (Gestão de Condomínios), Leonardo Rodrigues Alves.

Nas garagens, os pontos de maior vulnerabilidade dos condomínios e indicado pelas empresas de segurança privada a instalação do "sistema de gaiola" para entrada de veículos: enquanto um portão abre, o outro fecha, e o porteiro só abre o segundo depois da identificação do morador. "A guarita do porteiro deve ser recuada do portão e blindada, se possível, ou com grades altas ao redor do prédio, e o portão da garagem controlado pela portaria", orienta Caio Silvestre.

PRESENÇA HUMANA

Mesmo com todas essas novas tecnologias empregadas, a presença humana na segurança pública ainda se faz fundamental. Pelo menos, na visão do diretor executivo da Gestco, Leonardo Rodrigues Alves. "Os equipamentos, por mais modernos que sejam, jamais vão deixar de lado a presença humana. Esta continua sendo primordial para a segurança", aponta. 

Por outro lado, segundo Rodrigues Alves, é imprescindível que o porteiro não seja simplesmente "alguém que aperta o botão para abrir o portão dos condomínios", mas sim "uma pessoa especializado, que tenha conhecimento sobre segurança e passe periodicamente por treinamentos e reciclagens", explica. Além disso, é preciso que o próprio morador tenha o cuidado e a consideração necessárias para viver em condomínios, compreendendo que algumas medidas simples são importantes, inclusive, para garantir a sua própria segurança.

"Tem muito morador que chega ao apartamento e buzina, não acende a luz interna do carro, não diminui o farol do veículo, mas fica gritando, reclamando porque não foi automaticamente reconhecido pelo porteiro", afirma Rodrigues Alves. Segundo ele, por meio da conversa entre moradores e funcionários do condomínio, é possível criar novas técnicas de segurança que evitam consideravelmente o risco de crimes. "A questão principal é se limitar o acesso, por exemplo, de fornecedores. Temos experiências bem-sucedidas com o fornecimento de água sendo disponibilizado pelo próprio condomínio, como forma de se evitar a entrada constante de pessoas de fora". 

Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

E Mail do Consultor - comercial@leoneservicos.com.br - Skype emidiocampos

Policia Militar de São Paulo

Policia Militar de São Paulo
Apoio Leone Terceirizações

Doação de Orgãos

Faça a campanha em seu condominio
POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
Divulgação Emidio Campos:. Consultor de Segurança

Evento Jovem Brasileiro

Evento Jovem Brasileiro
Gestor de Segurança Emidio campos

Veja como aumentar a segurança do seu condomínio



Arquivo do blog

Evento Jockey Club

Evento Jockey Club
Leone Serviços

Leone Serviços de Portaria

Leone Serviços de Portaria
Treinamento Israelense

Lei 4591/64 sobre Condomínios

Lei 4591/64 sobre Condomínios
Clique na foto e Leia esta lei