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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Cetesb multa condominio por gás metano em subsolo




Um condomínio com 164 casas entrou na mira da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) por causa do gás metano no subsolo. O risco de explosão levou a companhia a aplicar, a partir desta quinta-feira (3), uma multa diária de R$ 17.450 a uma das empresas responsáveis pelo condomínio Villa Felicitá, no Jardim Rosa Maria, na Zona Oeste de São Paulo.
A multa foi aplicada à empresa Cimob Companhia Imobiliária, que, na época da construção, foi responsável pelas licenças ambientais. A outra empresa, Gafisa, diz que responde apenas pelos aspectos da construção e não foi multada. A Cimob foi procurada pela reportagem, mas diz que não vai falar sobre o assunto.
A área onde fica o condomínio tem 15 mil m². O conjunto de casas foi construído em cima de uma antiga pedreira, que foi aterrada. Em 2004, a Cetesb descobriu que havia formação de gases no subsolo, principalmente o metano, que não tem cheiro, mas é altamente inflamável.
Na época, as duas empresas responsáveis pela construção do condomínio foram advertidas. A Cetesb determinou que elas fizessem uma investigação para identificar o tipo de contaminação e também a implantassem um sistema de drenagem para extrair o gás do subsolo.
A companhia ambiental do estado disse que, nos últimos sete anos, a única medida adotada foi a instalação de um sistema de exaustão, que funcionou apenas durante alguns meses.
A Cetesb já multou as empresas três vezes. O valor das multas, somadas, chega a R$ 20 mil. Há duas semanas, a Cetesb fez uma nova medição nos quatro postos de monitoramento no condomínio e encontrou gás metano em três deles.
“A penalidade anteriormente aplicada contemplava uma exigência técnica que não foi cumprida e, nesses casos, a lei determina que, em reincidência, se aplique uma nova penalidade de multa”, afirma Geraldo do Amaral Filho, diretor de controle e licenciamento ambiental.



Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Operação fecha ‘condomínio do crime’ no Centro


Polícia apreendeu 4 mil peças de motocicleta de origem ilegal, lacrou 8 lojas de edifício e prendeu 4
A Polícia Civil deflagrou nesta quinta-feira a Operação Cavalo de Aço, visando o combate ao comércio ilegal de peças de motocicleta, e fechou oito lojas no centro de São Paulo. Foram necessários dois caminhões para retirar quase quatro mil peças apreendidas, no que a polícia batizou de “condomínio do crime”, um edifício localizado na Rua Guaianases. Quatro pessoas foram presas em flagrante.
Policiais da Delegacia de Desmanches Ilegais do Deic (Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado) começaram a traçar a estratégia de ação contra a “boca das motos” a partir do monitoramento dos ladrões de motocicletas que eles haviam identificado e prendido. “Até algum tempo atrás, os ladrões levavam as motos roubadas e furtadas até essa região central, em Campos Elíseos. Hoje, para dificultar a ação da polícia, eles desmancham a moto em outros lugares e depois levam as peças, no que chamam de ‘pacotinhos’”, disse o delegado titular Marcelo Bianchi.
Segundo o policial,  muitos lojistas irregulares encomendam aos ladrões as motos cujas peças lhes interessam. “Os ladrões roubam o veículo e, atualmente, deixam um intermediário cuidar da entrega da moto roubada, ou das peças, para os lojistas”, afirmou.
HELICÓPTERO/ Após 20 dias de estudo do local onde a operação seria desencadeada, a polícia decidiu fazer o cerco na manhã desta quinta, fechou as entradas da Rua Guaianases e adjacências com apoio da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos e também do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) e de um helicóptero da Polícia Civil.
Os policiais transitaram nos imóveis sem usar roupas que os identificasse para causar efeito surpresa. Em uma das lojas do condomínio,  a polícia flagrou o mecânico Felipe Guilherme Pereira, de 22 anos. “Ele lixava a numeração de uma moto”, disse Bianchi. Também foram presos Jorge José da Silva, de 21, Bruno Paiva Galdino, de 18, e Genilson Oliveira Filosi, de 19. Eles conduziam motos roubadas.
Bandidos  levam  motos roubadas para cidades da Grande São Paulo  para evitar a repressão
O delegado Marcelo Bianchi revelou que o serviço de inteligência do Deic já detectou que os criminosos têm levado motos roubadas e furtadas para cidades da região metropolitana de São Paulo. “A repressão na região central, conhecida como boca das motos, está aumentando e isso obriga o crime a mudar”,  disse o policial civil.
Segundo ele,  os lojistas criminosos costumam comprar lotes inteiros de motos em leilões, que, na teoria, não deveriam voltar a trafegar mais. “Eles desmancham essas motos e deveriam inutilizar o sinal identificador, mantendo apenas os quatro últimos números. Eles  também encomendam motos roubadas e vendem as peças delas. Para efeito de justificativa à polícia, usam a nota fiscal  recebida no arremate do lote de leilão, dizendo que as peças roubadas foram compradas legalmente. Como muitas peças de moto não têm sinal identificador, não há como contradizer a afirmativa do lojista”, afirmou o delegado Bianchi.
No “condomínio do crime”, apenas um imóvel não foi fechado. “Ele era o único que funcionava como moradia”, disse o policial do Deic.
Agentes disfarçados iniciaram o trabalho
O Deic iniciou a Operação Cavalo de Aço às 9h.  Policiais disfarçados levantaram os principais pontos e deram o sinal para o início do trabalho. Os policiais conseguiram recuperar cinco motos  roubadas ou furtadas.
3.635 
peças de motos foram apreendidas
Pente-fino teve 96 policiaisA polícia pesquisou 523 motores, vistoriou 95 estabelecimentos e prendeu quatro pessoas.  O Deic contou com 96 policiais civis,  45 viaturas e um helicóptero.


Emidio Campos
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Emidio Campos
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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Andaime de condomínio quebra e operários ficam pendurados



Acidente aconteceu em Praia Grande, no litoral de São Paulo. 
Eles ficaram quase meia hora presos só pelas cadeiras de seguranças.


O andaime onde dois funcionários trabalhavam em uma obra se partiu ao meio e eles ficaram pendurados por quase meia hora no décimo andar de um prédio em Praia Grande, no litoral de São Paulo, nesta segunda-feira (31). Os operários ficaram pendurados pelas cadeiras de seguranças, que são fitas amarradas ao corpo.

A vizinhança chamou os bombeiros para resgatá-los. Com cuidado, os bombeiros tiveram que puxar primeiro um e depois o outro para dentro do apartamento do décimo andar.

“Eles estavam com o equipamento de segurança, apoiados no cabo de aço que havia no andaime. Nós fizemos o trabalho de içá-los para o interior do apartamento”, explicou o sargento do Corpo de Bombeiros Aparecido Bispo.
O ajudante de pedreiro Paulo Ricardo de Almeida disse que conseguiu manter a calma a 30 metros de altura. “Eu estava tranquilo. Ele estava mais tenso. Para ele era mais perigoso, porque uma viga de aço ameaçava cair na cabeça dele”, afirmou.

“Estava mais perigoso para mim, porque a viga ameaçava cair”, disse o pedreiro Severino Lino Pereira.


Emidio Campos
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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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