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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Ministro defende ampliação da terceirização


 
Tema é polêmico, já que contratação seria possível em qualquer atividade

BRASÍLIA - O ministro do Trabalho, Manoel Dias, filiado ao PDT, defende a ampliação da terceirização para todas as atividades da economia, não apenas as atividades meio – consideradas não essenciais na empresa. Ao GLOBO, o ministro disse que o recurso da terceirização já está generalizado e, por isso, há necessidade urgente de aprovação de lei para regulamentar o assunto. Só assim, destacou, será possível proteger as duas partes: patrões e trabalhadores.

Ele faz parte do grupo de trabalho criado pelo governo para tentar fechar com as centrais sindicais um acordo que viabilize a aprovação do projeto que regulamenta as atividades terceirizadas. A votação na Câmara dos Deputados está prevista para o início de setembro.

O projeto, de autoria do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), abre a possibilidade de as empresas terceirizarem qualquer atividade. Hoje, não existe lei no país que trate da terceirização, apenas a Súmula 331/1995, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que permite o uso do recurso nas atividades meio e, ainda assim, desde que não haja subordinação direta entre a tomadora do serviço e os trabalhadores terceirizados.

O ministro do Trabalho discorda do argumento das centrais sindicais de que a aprovação do projeto vá resultar em aumento da precarização do trabalho.

— Nós defendemos que haja um acordo para proteger os dois lados — disse o ministro, acrescentando que a proposta evoluiu no sentido de exigir das empresas contratantes maior responsabilidade e fiscalização.

Ele destacou que, para proteger os trabalhadores, a contratante terá que fazer um levantamento prévio da situação da contratada, incluindo regularidade fiscal, saúde financeira e capacidade gerencial. Além disso, as empresas terão que fiscalizar se a prestadora do serviço paga direitos trabalhistas.

— Se não houver esse cuidado, a contratante será corresponsável, caso aconteça algum problema com os trabalhadores — explicou o ministro.

Mais mortes entre terceirizados

O não pagamento dos direitos trabalhistas é uma das principais queixas na Justiça. Muitas prestadoras fecham as portas e deixam os trabalhadores na mão, mesmo tendo recebido pelo serviço.

O relatório do deputado Arthur Maia (PMDB-BA), que regulamenta a terceirização, está previsto para ser votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no dia 4 de setembro. Tem caráter terminativo, ou seja, se não houver recurso, segue direto para o Senado. A permissão de contratação de terceirizados nas atividades fim é o item mais polêmico do projeto de lei, divide as centrais sindicais e encontra resistência do Ministério Público do Trabalho. Na véspera da votação, haverá uma nova reunião do grupo de trabalho, na tentativa de costurar um texto de consenso.

O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT), disse que apoia o projeto, mas que a central não vai defender a proposta isoladamente. Aguarda uma definição das outras entidades para se posicionar. Em comunicado divulgado na sexta-feira, a CUT informou que vai trabalhar contra o projeto. Uma mobilização nacional foi marcada pela entidade no dia 30 de agosto.

O procurador do Trabalho José Lima, que está à frente da Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho, do Ministério Público Federal, é contra a terceirização nas atividades fim — que, segundo ele, tem resultado em mortes de trabalhadores nos setores elétrico e petrolífero.

— Estes trabalhadores não têm o treinamento necessário para o exercício da função. No setor elétrico, por exemplo, a incidência de morte entre os terceirizados é quatro vezes maior do que as ocorrências entre os funcionários das concessionárias — disse o procurador, lembrando que o MP move ações contra empresas em sete estados.

Só 8,7 dos processos do TST são sobre terceirização

Segundo ele, outros dois setores com forte incidência de irregularidades envolvendo a terceirização (60% a 70% das denúncias que chegam à coordenadoria) são construção civil e as atividades de florestamento — áreas em que o MP tem tentado negociar termos de ajuste de conduta.

De acordo com levantamento do Tribunal Superior do Trabalho (TST), dos 187.919 processos em tramitação no órgão com assunto cadastrado, 20.886 (8,7%) referem-se a irregularidades no processo de terceirização. Esse universo pode ser maior porque não foram computadas cerca de 46 mil ações sem especificação e, além disso, não foram consideradas queixas em instâncias inferiores.

Para o professor de Relações do Trabalho da USP, José Pastore, esses números reforçam a necessidade de o país ter regras para disciplinar o processo da terceirização, uma tendência mundial.

— Não importa se a terceirização ocorre na atividade meio ou fim. Isso é um critério subjetivo. O mais importante é garantir a proteção aos trabalhadores — disse o professor.

A gerente executiva de Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Sylvia Lorena, destacou que a contratante terá que incluir no contrato assinado com a prestadora do serviço algum tipo de garantia, como seguro ou fiança bancária para cobrir eventuais irregularidades. A CNI, diz Sylvia, defende a terceirização irrestrita.
Fonte: O Globo 

Emidio Campos 

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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Briga entre vizinhos por barulho deixa três mortos em Santana de Parnaíba



Briga entre vizinhos por barulho deixa três mortos em Santana de Parnaíba
"Condomínio de luxo onde ocorreu o crime. Casal deixa um bebê de um ano e meio"




SÃO PAULO - Três pessoas morreram após uma briga entre vizinhos em Santana do Parnaíba, Grande São Paulo, na noite de quinta-feira, 23. Vicente D'Alessio Neto se irritou com o barulho que um casal fazia no andar de cima, pegou um revólver de calibre 38 e entrou no apartamento dos vizinhos, por volta das 21h. O prédio fica na Avenida Marcos Penteado Uchôa Rodrigues.
Ele disparou seis tiros, matando Fabio de Rezende Rubim, que era subsíndico do prédio, e a mulher, Miriam Cecilia. Em seguida, Vicente se matou dentro do elevador. A filha de um ano e meio das vítimas também estava na casa, mas não ficou ferida. No momento, ela está com a avó.
Segundo a esposa de Vicente, o marido havia chegado em casa por volta das 20h e estava assistindo televisão quando se irritou com o barulho no 12º andar. Ele gritou com os vizinhos da sacada e decidiu pegar a arma e ir até o apartamento do casal.
Em depoimento, a mulher de Vicente afirmou que tentou impedir o marido de sair com a arma, mas não conseguiu. Vizinhos relatam que as brigas entre os vizinhos eram recorrentes. Vicente tinha permissão para porte de armas. Os corpos estão no Instituto Médico Legal aguardando liberação.


Emidio Campos

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quarta-feira, 20 de março de 2013

Leone Terceirização Porteiros e Limpeza


São Paulo (11) 2532 3200



A Leone Terceirizações agradece a oportunidade de apresentar nossa carta de apresentação.


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Temos como objetivo suprir as necessidades dos nossos clientes com qualidade, eficiência e dedicação. Nosso crescimento e sucesso estão vinculados à cultura organizacional de Gestão de Planejamento, Metas e Ações Motivacionais da Leone Terceirização, oferecendo benefícios externos e internos aos nossos colaboradores, sempre buscando melhores resultados de nossas equipes, para garantir completamente a satisfação dos nossos clientes que são nossas maiores conquistas.


DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS:

Oferecemos mão-de-obra terceirizada com qualidade, eficiência e dedicação:

Prestamos serviços para Administradoras de Condomínios, Comércios, Indústrias, Prestadoras de Serviços e Soluções para todos os setores de negócios da cidade de São Paulo e Grande São Paulo.



É parte integrante da nossa proposta a elaboração da análise de risco de nosso cliente, cobrindo toda sistemática apontada, avaliando e suprindo as necessidades de nosso cliente com treinamentos ao perfil formalizado decorrente ao risco encontrado.

    CONFIDENCIALIDADE:

A Leone Terceirizações obriga-se por si e seus prepostos, empregados, representantes quaisquer profissionais ou empresas a seu serviço, a manter o mais absoluto sigilo a cerca das informações do contratante devendo tratar qualquer tipo de informação relativa aos serviços como segredo de negócio.


CONTATOS (11) 2532 3200 - 2532 5200


Emidio Campos

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terça-feira, 5 de março de 2013

Condomínios reforçam segurança após ataques na Bahia


O apartamento de E. foi um dos dois saqueados por uma dupla de assaltantes. Os bandidos aproveitaram a abertura do portão da garagem para invadir o prédio. A esposa de E. e outra moradora, uma militar grávida de oito meses, foram rendidas e forçadas a levar os assaltantes aos apartamentos.
Facilidades - Para o delegado Marcos César da Silva, titular da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos, os condomínios devem contar com dispositivos de segurança e adotar medidas preventivas. "O marginal que comete esse tipo de crime é um oportunista, que aproveita as facilidades, como o descuido de um morador que deixa o portão aberto ou mesmo a ausência de uma câmera, que inibe o delito e ajuda na identificação dos criminosos", assinalou o delegado.
"A segurança de um condomínio tem que ser tratada com profissionalismo e estrutura, não de forma improvisada. A presença de câmeras é fundamental, até como controle de acesso", alertou José Boaventura, presidente do Sindicato dos Vigilantes do Estado da Bahia.
O analista criminal Guaracy Mingardi classificou a recorrência de assaltos a prédios residenciais como "de moda". "Uma quadrilha comete o assalto, o caso é noticiado e logo outros bandidos a imitam. Então, o Estado tem que centrar fogo, combater de forma enérgica, senão vira epidemia", advertiu.
Para Mingardi, que é cientista político especialista em segurança pública e ex-subsecretário nacional da Segurança Pública, o Estado apresenta respostas lentas diante dos constantes avanços da criminalidade. "Em São Paulo, tinha uma gangue que provocava pequenas colisões no trânsito para assaltar a pessoa que parava o carro para conferir o acidente. Quando a polícia conseguiu prender a quadrilha, já havia outra fazendo a mesma coisa", ilustrou.
Ele defende que a eficiência do trabalho policial inclui um vasto arquivo com informações sobre os criminosos e investigações voltadas para a prisão dos chefes das quadrilhas que atacam prédios. "Acho que os condomínios devem mesmo reforçar sua segurança. Mas, não há como negar que os criminosos estarão sempre buscando alternativas para burlar esta segurança. Por isso que a resposta do Estado tem que ser rápida e eficiente", concluiu.
Investigações - Em janeiro, seis suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em roubos dentro de condomínios foram presos por investigadores da 7ª Delegacia Territorial (Rio Vermelho). O bando é apontado como responsável por crimes na Federação, Ondina e Costa Azul. A liderança da quadrilha é atribuída pela polícia a Ademir Ribeiro dos Santos, 32 anos, conhecido como Polegar. Os casos seguem sob investigação da 7ª DT. Os policiais preferiram não fornecer detalhes à reportagem.


Emidio Campos

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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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