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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Porteiros treinados no sistema Israelense de defesa



Cercado de problemas com a segurança e para se proteger da crescente violência, muitos condomínios vêm investindo em equipamentos e sistemas eletrônicos de segurança, porém, mais importante que isso, é o preparo de todos aqueles que convivem no local, principalmente o Porteiro de seu condomínio. 

De acordo com nossa modalidade de treinamento ( Leone Terceirizações), os moradores e funcionários treinados e alertas são muito importantes. “Sem preparo e cuidados das pessoas, todo o investimento feito em aparelhagem pode ser em vão”, alertamos.
 
Cabe ao corpo administrativo selecionar os profissionais que trabalham no condomínio, exigir referências pessoais e profissionais e, principalmente, conferir a veracidade dos dados fornecidos. “No caso de trabalhadores temporários, a rigidez tem que ser ainda maior. Ao contratar empreiteiras, por exemplo, exija informações de todas as pessoas envolvidas na obra, que devem ser autorizadas a entrar no condomínio com crachá de identificação”. Além destes cuidados, os administradores do conjunto residencial ou comercial devem realizar treinamentos de reciclagem do quadro de funcionários periodicamente.
 
Todos os funcionários são responsáveis por manter a segurança do condomínio tendo uma postura prudente, mas aqueles que trabalham na portaria precisam ter uma capacitação maior, oferecida pela administração. “As invasões, em geral, acontecem pelo portão de pedestres. Sendo assim, é preciso orientar os trabalhadores que cuidam deste acesso a autorizar entradas somente após identificação e permissão do morador que receberá a visita. No caso de entregas em domicílio, o procedimento correto é o condômino que fez a encomenda retirá-la na portaria, sem abrir o portão”, afirmamos como especialistas. A mesma orientação serve para prestadores de serviços chamados pelos moradores ou pelo zelador.
 
Outras dicas: porteiros não devem aceitar guardar chaves das unidades ou de carros; devem manter as entradas fechadas na hora do recolhimento de lixo e vigiadas em caso de mudanças ou entregas de móveis; devem ter um telefone na portaria para poder acionar a polícia em casos de emergência.
 
A colaboração dos moradores é fundamental para que a segurança do condomínio seja mantida, em especial, no controle de entradas. “É importante estar atento na chegada à garagem e verificar se não há suspeitos que possam aproveitar a situação. Além disso, no caso de aluguel de vaga, o morador deve dar preferência a outro condômino ou ao condomínio, que pode disponibilizá-la para visitas. Festas nas áreas comuns merecem cuidados especiais. A lista de convidados deve ser entregue na portaria com antecedência” todo sistema deverá ser analisada através do nosso laudo de risco, ou seja, seu perfil, será planejado com técnicas de segurança avançada.




 Leone Terceirizações

Emidio Campos 
Instrutor de Segurança 
11 2532 3200 -  Leone Terceirizações
http://segurancadecondominio.blogspot.com 
E mail - segurancaprivadasp@gmail.com

Coleta seletiva em shoppings e condomínios


Lixeiras para lixo reciclável (Foto: Gladys Peixoto/G1)Lixeiras devem ser identificadas e colocadas em lo-
cais acessíveis 


O prefeito de Mogi das Cruzes tem 15 dias para sancionar a lei aprovada pela Câmara Municipal na terça-feira (12) que determina  a implantação de coleta seletiva de lixo em shoppings, empresas de grande porte, condomínios residenciais e órgãos públicos.
A lei impõe que os resíduos devem ser acondicionados separadamente e divididos em seis tipos: papel, plástico, metal, vidro, material orgânico e resíduos gerais não recicláveis. As lixeiras deverão ser coloridas, identificadas e dispostas lado a lado, de maneira acessível.
Devem implantar a coleta seletiva os shoppings com mais de dez estabelecimentos comerciais, empresas de grande porte, condomínios industriais e residenciais que também possuam mais de dez estabelecimentos ou habitações, além dos órgãos públicos.
Segundo a autora da lei, Odete Sousa (PR), o objetivo é reduzir a poluição causada pelo destino impróprio do lixo produzido por estes estabelecimentos e "conscientizar a população dos males causados ao mei
o ambiente”.

Emidio Campos
Instrutor de Segurança
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E mail - segurancaprivadasp@gmail.com

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Jacaré em condomínio do Rio de Janeiro

Um grupo de jacarés tem chamado a atenção de quem trabalha ou mora próximo à avenida Ayrton Senna, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. O leitor Dário dos Santos Vieira trabalha na região e conta que cerca de 15 animais aparecem com frequência no entorno de um condomínio, onde é alimentando pelas pessoas com restos de comida.“Tem a mãe, a Jaque, que é muito dócil. Quando eu chamo, ela vem até mim. O outro adulto é o Jackson, é mais violento. Os outros são filhotes”, lista Dário.

O leitor reconhece que as pessoas não têm certeza se alimentar os animais com restos de comida é recomendável, mas justifica que foi a maneira para preservá-los. "Eles têm seu habitat natural, mas estão sendo ameaçados por obras na região. Com isso, estão ficando completamente acuados em um espaço muito pequeno e onde não conseguem nem se alimentar", relata. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente afirma que é prejudicial dar comida aos jacarés, por afetar o metabolismo (veja resposta abaixo). O órgão diz que não tem registro de obras nessa região.

"Tem pessoas que estão preocupadas com a segurança deles e estão alimentando os jacarés com sobras de comidas, o que não sabemos se é saudável, mas é o jeito de deixá-los mais tranquilos no espaço que têm hoje e evitar que transitem nas áreas em que são ameaçados", complementa, apontando que os jacarés chegam a se dirigir até a avenida, correndo o risco de serem atropelados pelos carros.

Nota da Redação: em resposta, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro afirma que o curso d'água onde os jacarés estão faz parte do Conjunto Lagunar das Lagoas de Jacarepaguá e Comorim, e Córrego do Arroio Fundo. O órgão ainda informa que, em 2011, criou o "Corredor Verde", no Canal de Tachas, que promove a livre circulação de animais silvestre entre os Parques Naturais Municipais Chico Mendes, Marapendi e Prainha, no Recreio, Zona Oeste do Rio. O projeto tem com objetivo preservar as espécies nativas de fauna e flora, principalmente a espécie de jacaré de papo amarelo, da caça predatória, alimentação inadequada e empreendimentos imobiliários.
A Secretaria ressalta que a população não deve alimentar os animais, porque o hábito "inibe as habilidades e comportamento natural para conseguir o alimento, já que comer o que o humano oferece não exige esforço. Sem contar que uma comida inadequada pode provocar a alteração do metabolismo do animal".
Quando achar algum animal silvestre em risco, a pasta alerta que a Patrulha Ambiental deve ser chamada. Ela prestará socorro e fará o recolhimento apenas dos bichos que estão feridos ou doentes, não retirando aqueles que estão saudáveis do seu habitat natural.
O órgão diz que "não há registros de ocorrências com jacarés na localidade e, também, não existe nenhum registro de ataque a pessoas". Eles também recomendam que, para denunciar alguma situação de risco, o morador deve entrar em contato com a Central de Teleatendimento da Prefeitura do Rio no número 1746, que está disponível 24h por dia.
Jacarés que aparecem perto de Jacarepaguá (Foto: Dário dos Santos e Raiana Abreu Miller Nunes/VC no G1)Jacarés que aparecem perto de Jacarepaguá

Emidio Campos 
(11) 2532 3200 São Paulo

Instrutor de Segurança 
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Jaqueta a prova de balas


Uma empresa brasileira especializada em coletes à prova de balas também oferece jaquetas para motociclistas com esse tipo de proteção. Segundo a Tamtex, a procura por essas peças subiu 200% depois da divulgação de um vídeo de uma tentativa de roubo de moto na capital paulista, no início do mês. No entanto, para comprar este equipamento é necessário ter autorização do Exército.
Após o flagra feito pelo motociclista, o site da marca passou a ter mais acessos, mas a fabricante não quis divulgar a quantidade de jaquetas vendidas no período, alegando que pretende manter a discrição dos usuários.
De acordo com o Exército, este tipo de vestimenta balística só pode ser vendido ao público em geral se o interessado tiver mais de 21 anos, e com autorização prévia. A licença deve ser obtida na Secretaria de Segurança Pública de cada estado e é preciso apresentar atestado de antecedentes criminais e comprovar vínculo empregatício.
A Polícia Civil encaminha o registro ao Exército. Após a expedição da autorização, que leva de 20 a 30 dias, o comprador pode retirar o produto. São os mesmos requisitos exigidos para adquirir um colete à prova de bala.
A Tamtex salienta que o usuário deve sempre levar consigo a licença e é proibido emprestar as jaquetas a terceiros. Caso a pessoa seja abordada por autoridade com a vestimenta e sem a habilitação para uso da mesma, trata-se de crime inafiançável, diz a empresa.
Até R$ 2,4 mil
A empresa, que já produz coletes à prova de bala há 6 anos, diz ser a única a ter este tipo de jaqueta no Brasil e uma das únicas no mundo. Por ser um produto controlado, a Tamtex também precisou de autorização do Exército para produzir as jaquetas em Mauá (SP). Para vender a pessoa física, é necessária outra licença, então essa atividade é feita por outra empresa do grupo, a Irontex. Existem ainda parcerias com lojas de armas em São Paulo, onde as jaquetas também são vendidas.
Desde o lançamento no Brasil, há 1 ano e meio, foram comercializadas entre 150 e 200 jaquetas, diz a Tamtex. "Não é só pela violência, nossas jaquetas também protegem em caso de quedas da moto", explica Fábio Silvério, diretor comercial.
Segundo Silvério, não é possível saber se o aumento da procura é relativo à repercussão do vídeo sobre o roubo ou pela participação da empresa no Salão Duas Rodas, que terminou no último dia 13, mesma data da tentativa de assalto. "A partir da segunda-feira seguinte (14), começamos a ter um aumento enorme em nosso site", afirma.

Ao todo, há 8 modelos disponíveis. Também existe a possibilidade de transformar a jaqueta pessoal do interessado e deixá-la com resistência a disparos. Válido apenas para as feitas de couro, o serviço custa R$ 1.425.
Os preços vão de R$ 1.825, para as jaquetas de material sintético, e R$ 2.425, para as de couro - os valores incluem assessoria para obter a autorização de uso junto às autoridades.
Capacete e calça à prova de balas
As jaquetas à prova de bala pesam em média 4 kg, sendo 2 kg devido ao sistema de blindagem. A proteção balística é feita de Kevlar, uma fibra de polímero de alta densidade, que está localizada nas áreas do tronco, dorso e pescoço da jaquetas, enquanto o material plástico fica localizado nos ombros e cotovelos, para amortecer danos em caso de queda.

Segundo a marca, a proteção do pescoço também inibe a ação de linhas de pipa, que podem provocar ferimentos nesta parte do corpo dos motociclistas.
A Tamtex disponibiliza dois níveis de proteção antibala para as jaquetas: a II e a II-A. Segundo a empresa, a opção II-A resiste a tiros de 9 milímetros e até calibre 40, enquanto a II também suporta as de calibre 357.
"Nosso intuito é manter a discrição de nossos clientes. A jaqueta parece e tem o caimento de peças normais”, explica Silvério. Com a demanda, o empresário pensa em oferecer outros itens à prova de balas para motociclistas. “Em breve, teremos calças e, para mais longo prazo, estamos desenvolvendo um capacete”,
completa o empresário.

Emidio Campos Instrutor de Segurança

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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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