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terça-feira, 30 de março de 2010

Homenagem a todos os porteiros


Homenagem a todos os porteiros
Uma profissão, uma vida de trabalho
Para quem precisa ouvir um pouco a voz da experiência discorrendo sobre a profissão de porteiro, comemorada no dia nove de junho, o Sr. Nilton, 78 anos, é a pessoa certa.

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Da esquerda para direita: Joel Freitas (síndico do Edif. Sereia),
Sr. Nilton (porteiro) e Ricardo Antônio (morador)
Com o costumeiro sorriso no rosto, o Sr. Nilton Pereira da Cunha, segue há 42 anos o mesmo caminho para o trabalho, do bairro Santa Inês até o Edifício Sereia, na Praia da Costa. Ele é considerado o porteiro mais antigo do bairro e relata que começou a trabalhar em 25 de fevereiro de 1968, quando o edifício ainda estava em construção.
“A função é cheia de responsabilidades e também de grande importância, já que o cargo compreende a segurança do condomínio, controlando a entrada de pessoas e automóveis, sutileza e educação ao lidar com o ser humano e um conhecimento geral do prédio para auxiliar os condôminos”, afirma Sr. Nilton.
Para contextualizar a profissão, pode-se dizer que a função de porteiro no Brasil é muito comum e, às vezes, passa por despercebida aos olhos dos cidadãos na rotina do dia-a-dia, ao passo que em outros países é quase desconhecida.
A profissão também sofreu algumas mudanças nos últimos anos. Um exemplo é o curso de porteiro que hoje é exigido para todos os que desejam ingressar na profissão, pois fatores como assalto em condomínios levou a necessidade de um profissional mais atento, observador e preparado para lidar com as situações que representam riscos para terceiros e para si mesmo.
Diante dessas transformações ocorridas na atividade, o Sr. Nilton relata que “ao passo que antes não tínhamos recursos como portões eletrônicos, interfones, grades e outros meios que hoje garantem a segurança dos moradores, também a violência era menor e isso fazia com que a profissão fosse mais tranqüila e de menos risco”.

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Sr. Nilton
De acordo com o Síndico do Edifício Sereia, Joel Freire, “o porteiro, no caso do Sr. Nilton que trabalha aqui há tantos anos, é uma referência para o prédio, principalmente, quando somamos esta experiência às suas qualidades, as quais refletem na definição de um bom porteiro, como ser pontual, honesto, educado e prestativo.”
Já o morador do prédio, Ricardo Antônio Brandão Viana, afirma que “além das atividades desempenhadas normalmente por um porteiro, recebemos também o auxílio em  pequenos serviços, como reparos de pintura, encanamento e outras colaborações que facilitam e dão comodidade a nossa vida”.
Com isso, mesmo com as exigências da profissão, o Sr. Nilton deixa claro o seu amor pelo ofício, pois mesmo após a aposentadoria resolveu continuar trabalhando. E nas horas de folga para distrair um pouco, não deixa de ir para ao forró.
Assim como o Sr. Milton, essa homenagem é estendida a todos os porteiros que contribuem para facilitar o cotidiano de muitas pessoas.




Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

9 de junho é o dia do porteiro


9 de junho é o dia do porteiro

por: Rafael Seabra
9 de junho é dia de um dos profissionais mais queridos pelas pessoas que moram em apartamento ou trabalham em edifícios comercias. Neste nove de junho é comemorado o dia do porteiro, que é o grande responsável pela segurança e por quebrar aquele galho na hora de subir com as compras ou dar aquela força para dispensar a visita indesejável.
Há cinco anos, Gilson Inácio é porteiro do Edifício Indústria e Comércio, localizado na Praça Demerval Barbosa Moreira. O sorridente Gilson iniciou na profissão através de uma brincadeira com um amigo. “Na época exercia outras atividades e sempre dizia para um amigo me indicar para uma vaga de porteiro. Um belo dia fui contratado e comecei a trabalhar”, diz.
Nas idas e vindas pelo prédio o conhecido porteiro faz um pouco de tudo, ajuda os freqüentadores do local a entrar no elevador, faz a limpeza do edifício e atende às pessoas que chegam para pedir informações. 
- O bom de exercer esta profissão é que tenho a possibilidade de conhecer pessoas e fazer muitas amizades. Todo porteiro tem que aprender a lidar com o público de maneira individualizada, pois cada pessoa precisa ser tratada do jeito que deseja. Na profissão de porteiro não existe pontos negativos.
No Edifício Indústria e Comércio trabalham seis porteiros que se revezam para garantir segurança e um bom atendimento para quem chega ao local.
- Todos os nossos porteiros são ótimos, são verdadeiros amigos e acabam fazendo parte de nossas vidas. O porteiro tem papel fundamental, pois faz o primeiro atendimento ao público informando se estamos ou não em nossas salas - diz a secretária da Empresa F.G Eventos, Raquel Paulini.

Brasil possui mais de 413 mil porteiros

Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais existem no Brasil 413,7 mil pessoas exercendo a função de porteiro. O estado de São Paulo possui 149 mil profissionais, seguido pelo Rio de Janeiro com 55,6 mil e por Minas Gerais com 34,5 mil profissionais.
Os porteiros de hotéis trabalham em média 41,6 horas semanais e ganham R$ 1,72 por hora. Os profissionais que atuam em edifício estão em serviço por 42,3 horas por semana e o pagamento médio é de R$ 2,05.
Conforme descrição do Código Brasileiro de Ocupações (CBO), os porteiros zelam pela guarda do patrimônio, vigiam prédios residenciais e comerciais, públicos, privados e outros estabelecimentos, percorrendo e inspecionando suas dependências, para prevenir incêndios, roubos, entrada de pessoas estranhas e outras anormalidades; controlam o fluxo de pessoas, identificando, orientando e encaminhando-as para os lugares desejados; recebem hóspedes em hotéis; escoltam pessoas e mercadorias e fazem manutenções simples nos locais de trabalho.

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Se você é porteiro ou convive com algum profissional da área, comente essa matéria. Mande um recado para seu porteiro e diga quais são os pontos fortes do profissional que cuida do seu prédio.



Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

Porteiro de Edifícios


Porteiro de Edifícios: profissão exige atualização




Atualmente, o profissional que trabalha como porteiro de edifícios precisa estar atento não apenas à recepção do público. A exigência é muito maior. Serviços de vigilância e de elevadores, legislação trabalhista e prevenção de acidentes de trânsito são questões que fazem parte do cotidiano de um porteiro.

Com objetivo de ampliar os conhecimentos específicos voltados ao atendimento ao público e às tarefas de rotina, observando as particularidades típicas desta função, O Senac oferece o curso Aperfeiçoamento para Porteiro. Para Marlon Guerreiro de Oliveira, instrutor do Senac, o perfil deste trabalhador está cada vez mais voltado para a segurança. "Muitos condomínios já solicitam profissionais que tenham conhecimentos básicos de informática, por causa dos aparelhos eletrônicos, como cercas elétricas, circuito fechado de tevês, gravações digitais das imagens internas e sensores".



Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

Porteiro de Condominio a Profissão

Apesar de exercerem uma função de extrema responsabilidade, profissionais da área ainda resistem a buscar qualificação

Cerca de oito anos atrás, logo que entrei para a faculdade, fui morar em um condomínio em São Paulo que era habitado basicamente por estudantes. Certa tarde, quando estava em meu quarto sem nada para fazer, ouvi alguém bater à porta. Uma amiga minha, que nunca havia me visitado naquele lugar (sequer sabia em qual apartamento eu morava), aguardava no corredor com um embrulho nas mãos. “O porteiro pediu para que trouxesse para você. Foi sua mãe quem mandou pelos Correios”, explicou ela.

Meio perplexo com aquela situação - afinal, minha privacidade acabara de ser revirada -, nem fiz caso e até achei engraçado. Pensando bem, o “tiozinho” da portaria até que era um sujeito bacana (meio intrometido, é verdade), que sempre me dizia “bom dia”, “boa tarde” e “como vai”. Quem importa se, nos dois minutos em que esteve de conversa com minha amiga, ele tenha devassado minha intimidade? “Ele me falou que eu havia dado sorte de te encontrar aqui hoje, pois em geral você costuma sair para ir à aula nesse horário, depois volta para jantar...”, disse minha amiga.

Profissionais como o’ tiozinho’ de meu antigo prédio estão se tornando figuras cada vez mais raras nos prédios e condomínios (e mesmo nas empresas). Cientes de que as funções do porteiro estão além do ato de abrir e fechar portas e portões, as empresas que atuam no mercado têm priorizado cada vez mais os profissionais capacitados na hora da contratação. Ser “gente boa” deixou de ser o único requisito para quem deseja atuar na área.




“A profissão de porteiro passou por uma grande evolução nos últimos anos. Não que antes ela tivesse sido simples. Só que, no passado, muita gente achava que a atividade se limitava ao controle de quem entra e quem sai do edifício”, afirma Cristiane de Oliveira Alves, analista de seleção e treinamento de uma empresa bauruense administradora de condomínios.


Na visão dela, pouco a pouco as pessoas começam a perceber que “a portaria é por onde começa a segurança de um prédio ou de uma empresa”. Por isso, nos processos seletivos organizados por empresas de segurança de Bauru, os candidatos são cobrados em quesitos que vão desde a boa aparência - é exigido aos homens, por exemplo, que estejam sempre de barba feita - até ensino médio completo e conhecimentos em informática.

“Qualificação é o alicerce para toda e qualquer profissão. Buscamos profissionais que desejam crescer na carreira”, afirma a psicóloga organizacional Gislaine Nazareth Aparecida Leite Gamba, responsável pelo setor de recursos humanos de uma empresa bauruense que presta serviços terceirizados de segurança.

Nos últimos tempos, aliás, encontrar profissionais qualificados não tem sido tarefa fácil para as empresas. “Bauru não conta com cursos específicos para quem deseja atuar em portaria. A escola mais próxima que conheço fica em Campinas”, salienta Gamba.

Na falta de mão-de-obra com capacitação específica, as empresas têm optado por candidatos formados em escolas de vigilantes. “Pelo menos eles têm um conhecimento básico na área de segurança”, diz a psicóloga.

Cursos de telemarketing, oratória e atendimento ao público (em suma, tudo o que possa vir a auxiliar no trato do porteiro com o público em geral) também costumam ser levados em conta nos processos seletivos. Como muitas guaritas são informatizadas (e há casos de candidatos a vagas que sequer sabem ligar um micro), conhecimentos básicos em computação também estão sendo considerados fundamentais

O treinamento básico para porteiros costuma ficar por conta das próprias empresas e dura, em geral, três meses. No decorrer do processo de qualificação, os profissionais recebem noções de como lidar com o público, atendimento telefônico, ou mesmo de como agir em casos de brigas entre vizinhos.

Estratagemas

Atuar em contato direto com o público não é tarefa para qualquer um - e os porteiros sabem disso muito bem. O vigilante Carlos José Toledo de Melo, 37 anos, que trabalhou durante algum tempo na portaria de uma faculdade em Bauru, teve de lidar com situações no mínimo inusitadas.

“Era comum, por exemplo, que alunos tentassem entrar na faculdade com bebida alcoólica (algo proibido pelas normas da instituição). Alguns chegavam a colocar cerveja dentro de latas de refrigerante para tentar nos enganar”, afirma ele.

Luciano Rodrigues Lessa, que, até semana passada, trabalhava como porteiro da mesma faculdade, também costumava ter trabalho com estudantes que tentavam burlar as regras da instituição. “Teve gente que chegou a falar que me daria R$ 50,00 para que eu liberasse a entrada com bebidas alcoólicas. Sem contar que algumas meninas tinham a capacidade de dizer: ‘Se você permitir que eu entre na faculdade com cerveja, mais tarde eu te dou um beijo’”, garante.

Em outras ocasiões, ele chegou a evitar que carros fossem roubados do estacionamento da instituição. “Houve vezes em que pegamos o ladrão dentro do veículo, prestes a se evadir do local”, confirma.


Emidio Campos
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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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