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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Condomínios e cidade fantasma na tragédia do Rio de Janeiro



Sérgio Vieira/ R7
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Após caminhada de 2 horas e 15 minutos entre barreiras, riachos, pedras, imensos troncos caídos, postes quebrados, lama, cheiro de animais mortos e, inacreditavelmente, travessias por cipós, a equipe de reportagem confirmou o cenário desolador em que se encontra o bairro Santa Rita, em Teresópolis, região serrana do Estado do Rio de Janeiro. A tragédia afugentou quase toda a população da localidade, que se tornou, praticamente, uma cidade fantasma.



Assim que a equipe chegou ao bairro Cruzeiro foi acompanhada pelo caseiro José Eduardo Silveira de Carvalho (que vive na Rua dos Jacarandás, no condomínio Cascata Encantada) por seu patrão, Marcos José dos Santos Lopes, residente no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro que estava vindo pela primeira vez verificar as condições de sua casa.

- Felizmente, minha casa está intacta. O máximo que aconteceu foi o muro de pedras que rodeava a piscina que caiu. Mas todo o resto está como deixei. Com exceção dos alimentos que ficaram na geladeira e se estragaram por que acabou a energia.

Além da destruição que se inicia já na chegada e se estende por pelo menos sete quilômetros – principalmente na margem do rio – os poucos moradores que ficaram têm que conviver com a falta de eletricidade, de comunicação, de água potável e de mantimentos, conforme foi possível comprovar assim que chegamos à residência do caseiro.

- Meus filhos não dormem em casa, eles foram todos para o emprego da minha mulher, em outro sítio. Não dava para eles ficarem aqui nessas condições, sem falar que minha filha de 15 anos não quer nem saber de voltar aqui, ela ficou muito assombrada com tudo o que aconteceu e com o que ela viu no dia seguinte.

Os que ficaram são quase todos pertencentes a famílias de caseiros, que, pelas condições simples, não têm outro lugar para se refugiar e nem a quem recorrer. A tragédia transformou a rotina desse grupo que tem que se arriscar diariamente em busca de mantimentos descendo do alto de Santa Rita até o posto de apoio, localizado na rua Antônio de Souza Maia.

Além disso, os acontecimentos deixaram alguns atordoados, conforme afirmou o caseiro, que perdeu a noção do tempo já que poucas vezes conseguem acesso ao noticiário da TV ou mesmo rádio.

- Tem gente que se esqueceu de ir trabalhar porque pensava que era domingo. Isso no meio da semana.

Os animais
A realidade que esse grupo está vivendo é desoladora. Em região ainda mais remota, há relatos de cavalos soterrados pela metade e outros que morreram e estão sendo devorados por insetos e outros animais. As vacas e bois que se encontravam em algumas propriedades nem eram mais vistos por lá. Todos foram literalmente arrastados.

Por todos os lados existem cachorros das mais diversas raças perambulando em busca de alimentos, todos deixados para trás por seus donos assim que o Exército, a Aeronáutica e a Polícia Civil começaram a aparecer com helicópteros e a retirar os moradores que quisessem deixar suas propriedades.

O excesso de folhas, lama, frutas podres, hortaliças, flores e animais mortos também trazem consigo formigas, besouros e dezenas de moscas, que se espalham por todo o percurso.

- Só em uma fazenda morreram 58 cavalos e em outra todas as vacas que produziam 20 litros de leite por dia foram arrastadas. É uma dó ver o que aconteceu com todos os bichos. Tinha cavalo que custava muito caro.

Caseiro relata drama
De acordo com o caseiro, na madrugada de terça-feira (11), choveu duas horas consecutivas, em quantidade e força que ele nunca tinha visto, nem ouvido. Por volta de 1h da manhã, José Eduardo acordou toda a família e deixou todos de “plantão”.

- Eu ouvia os gritos de socorro, eu ouvia as pessoas pedindo ajuda e não podia fazer nada. Achei que nem fosse conseguir salvar minha família. A água passou e destruiu todas as casas na margem do rio, outras foram soterradas pelos deslizamentos. As que ficaram foi porque Deus não quis derrubar, é só você observar, qualquer casa aqui poderia ter sido atingida.

O agricultor Francisco de Assis (que perdeu sua casa e as plantaçõe de azaleia, hortência, esponjinha e outras espécies de plantas e hortaliças) afirmou que o curso do rio foi modificado pela força da água. Segundo a equipe do R7 pôde observar, no lugar do antigo curso agora se encontra uma série de rochas e um morro, razão principal da mudança do trajeto da água.

- Apesar de tudo, vou continuar aqui. Não saberia o que fazer longe daqui. Aos poucos vou limpar tudo isso, vou refazer minha vida e plantar tudo de novo.

Mesmo ficando, o medo é relato comum entre os poucos encontrados.

- Se um bambu quebra, todo mundo corre achando que é tromba d´água. O ruim de lá é que perdi muitos amigos, mais de dez. Perdi a família do meu melhor amigo, de quatro pessoas. Essa é a nossa maior dor – disse o caseiro.
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Na foto é possível observar um carro praticamente todo soterrado | Foto: Sérgio Vieira / R7
Tragédia das chuvas
O forte temporal que atingiu o Estado do Rio de Janeiro na terça (11) deixou centenas de mortos e milhares de sobreviventes desabrigados e desalojados, principalmente na região serrana.

As cidades de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto foram as mais afetadas. Serviços como água, luz e telefone foram interrompidos, estradas foram interditadas, pontes caíram e bairros ficaram isolados. Equipes de resgate ainda enfrentam dificuldades para chegar a alguns locais.
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Na sexta-feira (14), a presidente Dilma Rousseff liberou R$ 100 milhões para ações de socorro e assistência às vítimas. Além disso, o governo federal anunciou a antecipação do Bolsa Família para os 20 mil inscritos no programa nas cidades de Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis.
Empresas públicas e privadas, além de ONGs (Organizações Não Governamentais) e voluntários, também estão ajudando e recebem doações.

Os corpos identificados e liberados pelo IML (Instituto Médico Legal) são enterrados em covas improvisadas. Hospitais continuam com muitos feridos. Médicos apelam por doação de sangue e remédios. Os próximos dias prometem ser de muito trabalho e expectativa pelo resgate de mais sobreviventes e localização de corpos.
Em visita à região de Itaipava, em Petrópolis, o governador Sérgio Cabral (PMDB) disse que ricos e pobres ocupavam irregularmente áreas de risco e que o ambiente foi prejudicado.
- Está provado que houve ocupação irregular, tanto de baixa quanto de alta renda. Está provado, também, que houve dano da natureza. Isso não tem a ver com pobre ou rico.

Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

Muro de condomínio cai com a chuva

Nelson Antoine/Foto Arena/AE

Parte da avenida Roque Petroni Júnior ficou alagada, na noite do domingo (9), devido à forte chuva que atingiu a zona sul



No final da noite do domingo (9), o trecho da avenida Roque Petroni Júnior, próximo à rua Cancioneiro Popular, na região de Santo Amaro, na zona sul da capital paulista, tinha um grande ponto de alagamento causado pela forte chuva que atingiu a região.

No domingo, as zonas sul, oeste e sudeste entraram em estado de atenção devido à chuva e a região do M’Boi Mirim chegou a entrar em estado de alerta por causa do transbordamento de um córrego no morro do S.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a chuva provocou ao menos duas ocorrências em M'Boi Mirim. O muro de um condomínio residencial desabou por volta das 21h30 na estrada de Guarapiranga, zona sul de São Paulo. Uma viatura dos bombeiros foi enviada ao local para realizar vistoria e constatou que não houve vítimas. Já os moradores do condomínio Guarapiranga Park disseram que sentiram fortes tremores no prédio quando a chuva se intensificou na região. Todos os condôminos foram orientados a deixar seus apartamentos.

Outro problema na mesma subprefeitura foi constatado no Jardim Ângela. Os bombeiros foram acionados para atender moradores que estavam com dificuldade de deixar as residências depois que um barranco deslizou e ameaçava arrastar as casa.



Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

Deslizamento de terra arrasta pedra em condomínio de São Paulo



Deslizamento de terra arrasta pedra em condomínio de São Paulo

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A força da chuva arrastou uma grande pedra que acabou derrubando muro em condomínio particular em na capital de São Paulo.



























Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

Condomínios tem 30 dias para criar rampa de acesso

Condomínio tem trinta dias para se adequar

foto
Foto: VALDENIR REZENDE
Fiscalização ocorreu nesta tarde na Capital

Foco na lei de acessibilidade, o primeiro dia de fiscalizações para observar calçadas irregulares na região central de Campo Grande teve um prédio notificado no cruzamento das ruas Barão de Melgaço e José Antônio. O local estava em desconformidade com as normas estabelecidas pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Controle Urbanístico (Semadur). A rampa de acesso estava abaixo da metragem pré-determinada e não havia piso tátil para a passagem de deficientes visuais. As regras indicam que haja além do piso diferenciado, as calçadas precisam manter 4,70 metros de fundo e 2,40 de largura. A passagem de pedestres deve ser preservada, ou seja, não é permitido que carros permaneçam estacionados sobre as calçadas impedindo a passagem das pessoas. O condomínio tem trinta dias para se adequar às exigências ou poderá ser multado em até R$ 4 mil.
Motoristas também foram alertados sobre as infrações
De acordo com o chefe de Divisão de Fiscalização do Departamento Estadal de Trânsito (Detran), Éder Vera Cruz da Silva, os condutores foram apenas alertados sobre a irregularidade. Ainda segundo ele, a partir do momento em que o motorista estacionar o veículo em calçadas, poderá receber multa média de R$ 85,13, que resultará na perda de quatro pontos na carteira.

De acordo com a Chefe de Divisão da Semadur, Ivete Ortiz, a primeira etapa da fiscalização será desde a Rua Padre João Cripa até a 25 de Dezembro. Segundo ela, apenas estabelecimentos de esquina serão notificados nesta parte da fiscalização. A segunda etapa que deve ter início em 30 dias será destinada a estabelecimentos de todo o quarteirão.




Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
Divulgação Emidio Campos:. Consultor de Segurança

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