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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Protesto quer paralisar obras de condomínio

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O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Belém (STICMB-PA) prepara para quinta-feira (23) um protesto no canteiro de obras do condomínio localizado na rodovia Augusto Montenegro, em decorrência da morte de dois operários. Na manhã do último dia 17, quatro trabalhadores foram soterrados enquanto executavam serviço de escavação para passagem de tubulação do sistema de esgoto.

Dois deles, Francisco Cirilo da Silva, 31, e Abraão Teixeira Figueiredo, 18, não resistiram aos ferimentos e morrem logo na chegada ao Hospital Metropolitano. Entre os sobreviventes, Gleuson Cavalcante Montei, escapou ileso ao acidente e recebeu alta no mesmo dia. Já Edílson Ferreira Vieira, 29, permanece internado em estado grave, com traumatismo craniano.

“Nosso objetivo é paralisar totalmente o canteiro de obras. Queremos cobrar a responsabilidade das mortes e exigir melhorias na segurança do local”, afirma Ailson Cunha, secretário geral do STICMB-PA.

A obra de saneamento do complexo estava sendo realizada por uma empresa terceirizada, o Consórcio Construtora Castelo Branco e Fujita (CCB). Ainda sem previsão de entrega, o empreendimento de luxo será composto por três condomínios, cada um com 4 torres de 12 andares, totalizando 273 unidades.

O sindicato argumenta que o serviço que acarretou no acidente era executado sem seguir as medidas de segurança necessárias. De acordo com depoimentos dos trabalhadores, a obra - que consistia na abertura de uma galeria de aproximadamente 4 metros de profundidade para a passagem de uma tubulação de concreto - empregava apenas uma cobertura de plástico recobrindo o solo, na tentativa de facilitar o escoamento da água da chuva e evitar deslizamentos. Iniciada a cerca de um mês, o túnel não resistiu a forte chuva que caia naquela manhã.

“Aquele serviço era para ser executado por máquinas, não por quatro trabalhadores com enxadas. Os operários da obra contam que o túnel era escavado por retroescavadeira e depois ‘acertado’ com enxada. O descaso maior foi não escorar as paredes com um muro de arrimo”, denuncia o secretário geral.

No protesto programado para o dia 23, o sindicato convocou a Delegacia Regional do Trabalho para apurar as condições de trabalho do local. Os manifestantes também exigem uma previa das investigações sobre a causa do deslizamento, que estão sendo conduzidas pelo Instituto Médico Legal e Corpo de Bombeiros. O
Outro lado
DIÁRIO tentou entrar em contato, com as empresas responsáveis pela obra, por telefone, durante a tarde de ontem, mas não obteve sucesso.

Em nota oficial emitida na ocasião do acidente, a CCB informou que está apurando as causas do deslizamento. “Uma equipe técnica responsável estava no local e todos os operários possuíam equipamentos de proteção individual – EPI o que, infelizmente, não foi suficiente para atenuar a gravidade das consequências. Lamentamos profundamente o ocorrido e estamos garantindo total assistência aos familiares das vítimas”.

A Status esclarece através de um comunicado em seu site que “o fato ocorreu no momento em que estava sendo executado pela CCB o serviço de escavação para passagem de tubulação, obra essa situada na área periférica do terreno junto ao muro limite com a obra da Status”. (Diário do Pará)


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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E mail - segurancaprivadasp@gmail.com

Divulgar dívidas ao condomínio não é difamação


Os Juízos Criminais do Porto consideraram que divulgar as dívidas de um morador de um prédio ao respectivo condomínio não constituiu qualquer prática difamatória, contrariando assim o pretendido pelo Ministério Público e admitido pela Relação.


Fonte judicial explicou nesta segunda-feira à Lusa que os Juízos Criminais absolveram, na última semana, um administrador de condomínio do Porto que estava acusado por injúrias e difamação ao ter afixado um cartaz publicitando as dívidas da vizinha do 4.º andar.

O cartaz que deu origem ao processo continha os dizeres “aviso de cobrança” e mencionava débitos da condómina num total de 234,07 euros, referentes aos anos de 2009 e 2010. Não acrescentava quaisquer considerações sobre a devedora.

Um magistrado judicial dos Juízos Criminais tinha rejeitado a acusação particular que tinha sido deduzida e também acompanhada pelo Ministério Público, considerando-a “manifestamente infundada”. No entanto, a Relação do Porto obrigou o tribunal de primeira instância a julgar o caso.

Sem fazer uma “apreciação antecipatória” do que se viria a decidir em julgamento, a 1.ª secção criminal da Relação do Porto, considerou, em Setembro do ano passado, que o “aviso de cobrança” afixado pelo administrador do condomínio expôs o devedor publicamente “numa situação vexatória e de humilhação, desnecessárias à boa cobrança”.

É “susceptível de integrar a prática de um crime de difamação”, acrescentaram os desembargadores, uma consideração que a primeira instância não apoiou.

O arguido sempre argumentou que nunca foi sua intenção “pôr em causa a honra e a consideração” da vizinha mas, tão só, “reaver uma quantia que foi paga com os seus rendimentos”.



Fonte
 http://www.publico.pt/Sociedade/divulgar-dividas-ao-condominio-nao-e-difamacao-1534592

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Foto do homem que rasgou as notas da apuração do Carnaval em São Paulo


Um torcedor da Império da Casa Verde espalhou e rasgou os papéis











Integrantes das escolas que estavam perdendo na apuração dos votos do Carnaval de São Paulo invadiram o setor de apuração, por volta das 17h30 desta terça-feira (21).
Um rapaz, inicialmente identificado como um possível integrante da Império da Casa Verde, roubou o papel em que estavam as notas, o rasgou e saiu correndo do local.



Invasão: torcedor da Império de Casa Verde rasga notas que estavam na mesa



O atraso no início da apuração do Carnaval de São Paulo já previa o que poderia acontecer. E não deu outra. Uma confusão sem tamanho parou a apuração dos votos durante as últimas notas, no quesito comissão de frente. Integrantes de escolas insatisfeitos ficaram revoltados. Um deles, vestido com a camisa da escola Império da Casa Verde, invadiu a bancada onde estavam as notas e rasgou papéis que estavam na mesa.
Quem liderava a disputa pelo título e estava prestes a ser confirmada como campeã era a Mocidade Alegre. O presidente da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, Paulo Sérgio Ferreira, afirmou que o resultado divulgado até o momento será mantido. Ele criticou a revolta: "Não sabem perder. Não é questão de troca, a regra é clara. A escola canta o samba-enredo errado depois quer tirar o julgador. Se não tiver possibilidade de levantar as notas, vai se manter o resultado. Não tem anulação de nota coisa nenhuma", afirmou o presidente.
Ainda não há confirmação se os papéis rasgados eram as notas que faltavam ser lidas. O quadro de baderna continuou. Na sequência, uma alegoria da Pérola Negra foi incendiada. Os bombeiros agiram rapidamente. O clima no Anhembi permanece tenso nos arredores.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Confusão e quebradeira interrompe a apuração do carnaval de São Paulo

Mesa dos jurados antes de ser invadida / Elisa Rodrigues/Futura Press
Mesa dos jurados antes de ser invadida
Um tumulto durante a reta final da leitura das notas das escolas de samba do Carnaval de São Paulo nesta terça-feira (21) interrompeu a apuração do resultado da campeão de 2012. Um homem invadiu a área restrita dos jurados e rasgou os envelopes que continham as notas dos jurados. Depois de terem sido dispersados pela polícia, manifestantes tomaram as pistas da Marginal Tietê.

No momento da confusão, a Mocidade Alegre estava a apenas uma nota 10 do título, enquanto que as escolas Camisa Verde e Pérola Negra seriam rebaixadas. Nenhuma agremaição foi nomeada campeã.

Mais de meia-hora depois do incidente, houve um incêndio nos carros alegóricos da Pérola Negra que estavam no pátio do Sambódromo. Irritado, Edilson Casal, presidente da escola, afirmou ao UOL que faria o mesmo com os carros de outras escolas. "Queimaram o meu, agora vou queimar o dos outros."

Minutos após a confusão, o presidente da Liga das Escolas de Samba de São Paulo (Liga-SP) Paulo Sérgio Ferreira chegou a dizer que a apuração continuaria de onde parou.

Polêmica sobre a escolha dos jurados

A presidente da Mocidade Alegre, Solange Bichara Rezende, disse ao UOL que o tumulto não é com a escola de samba. "Os outros presidentes e diretores das outras escolas me ligaram para parabenizar", disse ela. "A questão é como foi feita a escolha dos jurados este ano."

Em 2012, a seleção para jurados de Carnaval sofreu mudanças. Foi aberto concurso público para o cargo, o que causou a insatisfação de alguns membros de escola de samba.

Antes do início da apuração, houve uma reunião entre os diretores das escolas para discutir a substituição de última hora de um jurado, que teria se sentido mal às vésperas da primeira noite de desfiles, sexta-feira. A mundaça desagradou alguns diretores, mas o consenso ao final da reunião foi de que as notas do jurado substituo não seriam descartados. A apuração começou com cerca de vinte minutos de atraso.

Segundo a Polícia Militar, não há informações sobre prisões ou se alguém foi hospitalizado. Também de acordo com a PM, os torcedores da Gaviões da Fiel foram retirados do local e caminharam para a pista local da marginal Tietê até a quadra da escola, que fica perto do Sambódromo.

A pista já estava interditada pela CET na altura do Anhembi para a apuração. Não há trânsito no local, que está sendo monitorado pela tropa de choque da PM.

No momento do tumulto, a apuração estava em seu último quesito, Comissão de Frente. Se recebesse mais dez pontos, a Mocidade Alegre seria consagrada campeã, sem chances de ser ultrapassada no resultado final.

Rosas de Ouro estava em segundo lugar, seguida pela Vai-Vai. Camisa Verde e Branco e Pérola Negra seriam rebaixadas ao Grupo de Acesso.






Confusão interrompeu apuração do Carnaval de São Paulo





Emidio Campos
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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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