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terça-feira, 5 de abril de 2011

Cuidados com incêndio em condomínio

Esses ‘vilões’ podem provocar incêndios



No dia 1º de março deste ano a encarregada de recepção Elizabeth Batista Lima foi surpreendida com a ligação telefônica de uma amiga, dizendo que ‘o seu prédio estava pegando fogo’. Em seguida foi contatada pelo Corpo de Bombeiros sobre o incêndio. O apartamento, localizado em um condomínio na Vila Nova em Maringá, foi totalmente consumido pelas chamas - a causa do incêndio ainda está sendo investigada.
Além da destruição dos bens materiais, Elizabeth também perdeu uma cachorra que já estava há doze anos com a família. Notícias como essas, infelizmente, não são incomuns, por isso o Corpo de Bombeiros alerta sobre alguns cuidados que podem evitar prejuízos como os ocorridos com Elizabeth.
De acordo com o tenente Nivaldo do Rego, do Corpo de Bombeiros de Maringá, as principais causas de incêndio em residências e condomínios são a utilização de velas nos casos em que a energia acaba; a ligação de dois eletrodomésticos na mesma tomada; panelas esquecidas no fogão ligado; esquecer o ferro de passar roupas ligado; tentativas de crianças de manusearem o fogão, entre outras.
Ainda sem entender o que pode ter acontecido no dia do acidente, Elizabeth, que está morando na casa de um irmão, aguarda respostas da seguradora do prédio onde morava para saber se a empresa poderá restituir o que foi perdido.
Uso do benjamin pode sobrecarregar fiação e
causar incêndio
"É um sentimento de perda muito grande, afinal, tudo o que conquistamos com muito esforço foi destruído", diz Elizabeth. Ela também relatou que o apartamento já estava quitado e que não conseguiu salvar quase nenhum dos móveis.
No dia do incêndio, os bombeiros perguntaram se a dona do apartamento utilizara algum eletrodoméstico antes de sair de casa e ela disse que a única coisa que usou foi o chuveiro. "Eu e minha filha tomamos banho antes de sair de casa. Saímos às 9h15 e os bombeiros chegaram no prédio por volta das 10h45", conta. O quarto de Elizabeth foi o mais atingido.
"No meu quarto tinha uma televisão e um ventilador que estavam ligados na mesma tomada, através de um benjamim", lembra, suspeitando que a conexão possa ser uma possível causa do acidente.
Além dos cuidados já citados, outro grande vilão das causas de incêndio é o chuveiro. Segundo o tenente, as conexões com fitas adesivas não podem ser feitas. "O ideal é solicitar o serviço de um técnico, já que os conectores não podem ficar muito próximos e deve-se observar o dimensionamento dos fios", explica o tenente.
A respeito dos eletrodomésticos ligados na mesma tomada, o que pode causar o incêndio é o superaquecimento da fiação.
Outra situação que pode provocar um incêndio é o corte de fios em razão da nova padronização das tomadas. "Muita gente tenta improvisar para economizar, mas isso também pode prejudicar o funcionamento do eletrodoméstico e causar uma explosão", explica.
O tenente reforça que, ao perceber os indícios do fogo, os moradores devem sair do local imediatamente e acionar o Corpo de Bombeiros.
Treinamento
Nos condomínios, o tenente observa que os moradores devem ser treinados para utilizar de forma correta os extintores e controlarem o fogo no início do acidente. "Existem três tipos de extintores, por isso os moradores só devem manuseá-los com orientação correta".
O diretor de condomínios do Secovi, Junzi Shimauti, afirma que o sindicato oferece cursos gratuitos com profissionais do Corpo de Bombeiros para síndicos e funcionários.
"Os próprios funcionários solicitam o treinamento que é fundamental e pode evitar grandes prejuízos", diz, acrescentando que "os condomínios não associados ao sindicato podem procurar a instituição para ter acesso a esse e outros benefícios".

Tipos de extintor
Existem três tipos de extintores de incêndio:

Classe A - conseguem apagar incêndios de "combustíveis comuns" como madeira, plástico ou papel.
Classe B - conseguem apagar líquidos inflamáveis como gasolina ou graxa.
Classe C - conseguem apagar incêndios elétricos.
Os extintores que forem marcados com A, B e C conseguem apagar todos os tipos.
Classe D - projetados para apagar metais que estejam pegando fogo, são raros.
Se você precisar apagar um incêndio, tente identificar primeiro a origem para escolher o extintor mais indicado. Não se deve usar um extintor com carga de água para apagar um incêndio Classe B, porque ele pode propagar mais o fogo, nem de Classe C, devido aos riscos de curtos-circuitos e choques elétricos.


Emidio Campos Gestor de Segurança
Golden Star Segurança Escolta e Porteiro
http://segurancadecondominio.blogspot.com

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