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sábado, 31 de outubro de 2009

Como evitar os golpes mais comuns em condomínios?

Olho vivo em orçamento começa na assembléia do condomínio

Como evitar os golpes mais comuns em condomínios?

O Olho no condomínio começa com a assembléia geral ordinária, realizada geralmente no primeiro trimestre para discutir a aprovação das contas do ano velho e a previsão orçamentária para o novo.

Embora decida o reajuste da mensalidade, o quórum dessa reunião costuma ser baixo na maioria dos prédios.

"Os condôminos presentes costumam aprovar as contas às escuras e, para voltar atrás, só recorrendo à Justiça", afirma Rosely Schwartz, professora do curso de administração de condomínios da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas).

A dica para os condôminos é acompanhar as contas do prédio, comparando os balancetes que costumam vir junto com o boleto da mensalidade.

Assim, pode-se descobrir, por exemplo, se o fundo de reserva -destinado a gastos de emergência- tem sido usado para cobrir saldo negativo do caixa sem que tenha sido feita consulta aos condôminos, o que, segundo Schwartz, é uma prática comum.

"Ciente previamente da contabilidade do prédio, o condômino pode aproveitar a assembléia para esclarecer dúvidas e até sugerir cortes e melhorias", completa o advogado Manoel Maia, vice-presidente do Secovi-RJ (sindicato de administradoras e imobiliárias).

Caso seu prédio não ofereça esses balancetes, peça ao síndico para disponibilizá-los mensalmente por circular ou por e-mail para todos os moradores.

Para facilitar a compreensão dos condôminos, o síndico pode fazer gráficos comparativos dos últimos 12 meses e distribuí-los bem antes da reunião.

Uma boa previsão orçamentária para o ano vigente pode ter impacto positivo também sobre contas futuras.

Poupança

"É importante ressaltar que condomínios com um saldo de caixa positivo e que já recebem remuneração financeira sobre o montante aplicado poderão fazer um reajuste menor", afirma Abdon Gabriel de Souza Filho, da administradora Prop Starter.

É o caso do edifício Vista Monte Alegre, no Jabaquara (zona sul), onde a assembléia geral ordinária foi antecipada para dezembro, e o condomínio de janeiro já foi cobrado com um reajuste de 3% -os valores variam entre R$ 300 e R$ 370.

Segundo o síndico Carlos Teske, o reajuste abaixo da média foi possível devido ao saldo de cerca de R$ 40 mil.

"Esse dinheiro foi acumulado sem comprometer melhorias no prédio", afirma Teske.

Em 2007, foram instalados academia, circuito interno de TV e interfones digitais.

Para saber se a mensalidade no seu condomínio está na média, compare o valor com o de outros prédios --se tiver administradora, solicite uma comparação com outros condomínios de sua carteira.

"É importante que os prédios tenham o mesmo número de unidades e padrão similar", afirma Fernando Fornícola, diretor do Secovi-SP e da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo).

Também pode-se consultar o índice Ipevecon, da Aabic, no site www.aabic.org.br.

Fonte : Folha de S.Paulo

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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FAB intercepta avião que levava drogas

FAB intercepta avião que levava drogas
O avião dos traficantes fez um pouso forçado em uma estrada de terra de uma fazenda de Goiás, após ser atingido pela Força Aérea Brasileira.

A Força Aérea Brasileira interceptou mais um avião que trazia droga para o Brasil. Mas os traficantes conseguiram escapar.

O avião dos traficantes fez um pouso forçado em uma estrada de terra de uma fazenda de Goiás.

Um caça Super Tucano da FAB interceptou o avião próximo à fronteira com a Bolívia, na área entre os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O piloto não tinha autorização de voo e não respondeu a um contato pelo rádio. O caça disparou uma rajada de metralhadora, de alerta. Como o Cessna não aterrissou, o caça atirou novamente, forçando o pouso em Cristalina, a 130 quilômetros de Brasília.

Os pilotos do caça acionaram uma equipe da Polícia Federal em solo. Mas os traficantes tiveram tempo de transferir 124 quilos de cocaína para um carro, que depois foi abandonado. A Polícia Federal também apreendeu munição, mas os traficantes fugiram.

Em 2009, a Força Aérea Brasileira interceptou oito aviões usados por traficantes. Uma lei autoriza a FAB a até abater aviões suspeitos, que se recusem a obedecer à ordem de pousar.

A Polícia Federal investiga se Goiás, onde foram interceptados dois aviões nesse ano, virou uma nova rota internacional de tráfico de drogas.

“Ainda é cedo para afirmar, mas pode indicar uma nova rota de tráfico sim. Isso vai depender do andamento das investigações”, explicou o delegado regional de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, Wesley Almeida.

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Avião da FAB cai na Amazônia e nove sobrevivem



Avião da FAB cai na Amazônia e nove sobrevivem
Dos 11 passageiros, 7 são colaboradores da Funasa e 4, tripulantes do voo da FAB. Eles viajavam para vacinar comunidades indígenas. Duas pessoas ainda estão desaparecidas.

Equipes de salvamento da Força Aérea Brasileira resgataram nove sobreviventes do avião que caiu, na quinta-feira, na Floresta Amazônica. Duas pessoas ainda estão desaparecidas.

Depois do resgate na selva, os nove sobreviventes do acidente foram levados direto para o hospital.

Na última quinta-feira, a aeronave C-98 Caravan saiu às 8h30 de Cruzeiro do Sul, no Acre, com destino a Tabatinga, no Amazonas, e 58 minutos depois, emitiu um sinal de emergência para a força aérea.

Sete aeronaves da FAB e uma do Exército começaram as buscas, mas o avião só foi encontrado nesta sexta-feira de manhã por índios da tribo Matis, às margens do Rio Ituí, na Floresta Amazônica. A maior parte da aeronave está debaixo d’água.

Equipes de busca estão a caminho do local do acidente. O técnico em enfermagem João de Abreu Filho e o mecânico do avião, suboficial Marcelo dos Santos Dias, ainda não foram encontrados. Mergulhadores e índios da região vão ajudar nas buscas aos dois desaparecidos.

Dos 11 passageiros, 7 são colaboradores da Funasa, a Fundação Nacional de Saúde, e viajavam para vacinar comunidades indígenas. Os outros quatro, tripulantes do voo da FAB.

Em Natal, parentes do copiloto que sobreviveu ao acidente, passaram horas de muita angústia.

“A gente teve sempre a esperança de que ia dar tudo certo, principalmente porque ele é muito profissional em tudo o que ele faz. Ele me disse que conseguiu salvar nove pessoas”, disse a tia do copiloto, Nadja Pereira.


As causas do acidente vão ser investigadas pela Aeronáutica, mas neste episódio, felizmente, há sobreviventes para contar o que aconteceu.

Em Cruzeiro do Sul, o repórter Jeferson Dourado acompanhou a chegada deles. “Todos os sobreviventes já fizeram exames e passam bem, inclusive a funcionária da Funasa que está grávida.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Natal Sem Fome dos Sonhos: lojas e condomínios podem se inscrever



Natal Sem Fome dos Sonhos: lojas e condomínios podem se inscrever
Começou, nesta quinta-feira, mais uma edição da campanha Natal Sem Fome dos Sonhos, que recolhe livros e brinquedos a cada fim de ano.
No lançamento da campanha, na Cinelândia, as crianças eram as mais animadas. Elas fizeram roda para ouvir histórias, cantar e jogar capoeira.

No palco montado na praça, a música de um sanfoneiro entusiasmou também os adultos. Na hora do almoço, já começavam a aparecer as primeiras doações.

Nos últimos três anos em que a campanha passou a recolher livros, o resultado da solidariedade foi além do Natal. As doações abastecem 150 espaços de leitura, que são bibliotecas móveis que circulam por bolsões de pobreza no estado do Rio.

Em 2009, a Ação da Cidadania esta atendendo a mais comunidades e, por isso, precisa superar a marca de 35 mil livros e 220 mil brinquedos arrecadados no Natal de 2009.

A coleta já está funcionando na Rodoviária Novo Rio, em 10 estações do metrô e em 27 empresas. Escolas, lojas e até condomínios que quiserem montar um posto de arrecadação podem se inscrever pela internet.

As doações devem ser feitas até 11 de dezembro, para que a distribuição aconteça antes do Natal. “Toda criança tem direito de brincar e ler. Então, é o direito à infância, ao lúdico e ao sonho. A infância é muito importante. Brincar é muito importante”, ressaltou Valeska Xavier, coordenadora da Ação da Cidadania.

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Salvamento em altura Corpo de Bombeiros



Salvamento em altura

Emidio Campos
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Curso de Salvamentos Especiais



Homenagem aos socorristas do Corpo de Bombeiros

Emidio Campos
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Homenagem Águias - Resgate e Salvamento Especiais!!!



Homenagem aos bravos homens do Corpo de Resgate dos Bombeiros

Emidio Campos
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Bombeiros - Salvamento em Altura



Corpo de Bombeiros, Treinamentos de salvamento em altura

Emidio Campos
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Video Instrutivo Incendio no Edificio Joelma



Emidio Campos
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Rio de Janeiro, Policial mata 2 Assaltantes ao vivo sem cortes




POLICIAL mata 2 Assaltantes ao vivo sem cortes no Rio de Janeiro - Jornal Nacional

Emidio Campos
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Mulher espanca assaltante video do Datena



Cobradora de Lotação, espanca assaltante video do Datena

Emidio Campos
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Quadrilha assalta condominio em Tremembe



Quadrilha assalta condominio em Tremembe

Emidio Campos
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Condominio Assaltado video reportagem



Condominio Assaltado

Emidio Campos
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Reagiu a assalto em loja e matou o ladrão - Video



Reagiu a assalto em loja e matou o ladrão.

Emidio Campos
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Video - Mulheres assaltantes, roubam apartamento em condominio de luxo



Mulheres assaltantes, roubam apartamento em condominio de luxo

Emidio Campos
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Alagoas - Coruripe vai ganhar hotel e condomínio de luxo


Coruripe vai ganhar hotel e condomínio de luxo

Investimentos giram em torno de R$ 100 milhões e deverão gerar 1,3 mil empregos diretos

Gazetaweb - com Janaína Ribeiro e Porllanne Santos

Apresentação do projeto do hotel Duas Barras que foi projetado pelo brasileiro Oscar Niemeyer (Foto: Porllanne Santos)
O município de Coruripe, situado no Litoral Sul de Alagoas, vai ganhar dois grandes empreendimentos de luxo no ano de 2012. As obras, orçadas em R$ 100 milhões, deverão começar até setembro do ano que vem e o Grupo Itacap Um Incorporações e Participações LTDA espera gerar mais de 1,3 mil empregos diretos durante o período de construção e depois das edificações prontas. O anúncio foi feito na tarde desta terça-feira (27), no Palácio República dos Palmares e contou com as presenças de representantes da empresa, do governador Teotonio Vilela e do prefeito de Coruripe, Max Beltrão.

‘Duas Barras’ é o nome do projeto que comporta a construção de um hotel 5 estrelas, com 40 quartos e de um condomínio de luxo e todos os aposentos ficarão voltados para o mar do Pontal do Coruripe.



Pedro Miranda alega que encontrou em Coruripe o local perfeito para a concretização do projeto (Foto: Porllanne Santos)
O empreendimento será construído num terreno, com cerca de 200 hectares, onde existia uma antiga plantação de cana-de-açúcar e as obras devem começar até o final de 2010. “Desde 2005 percorríamos todo o litoral brasileiro a fim de encontrar uma cidade que tivesse tudo o que procurávamos: belezas naturais, qualidade geográfica e, claro, incentivos fiscais. Encontramos tudo isso aqui em Alagoas, na cidade de Coruripe”, garantiu Pedro Miranda, sócio-gerente do grupo Itacap Um Incorporações e Participações LTDA.

Para o governador do estado, Teotônio Vilella Filho, Alagoas só deve comemorar 'a fase de grandes investimentos'. "Nós estamos crescendo e trazemos, com esse projeto, exatamente o que procuramos: um tipo de turismo que não degrada o meio ambiente, que se enquadra nas belezas naturais do nosso estado sem agredí-las. O projeto está de parabéns e Alagoas o recebe de braços abertos" - disse o governador.

Investimentos

De acordo com o Pedro Miranda, já foram investidos R$ 30 milhões na compra do terreno e na contratação do projeto arquitetônico, que tem a assinatura do renomeado arquiteto Oscar Niemeyer.

“Já o plano de desenvolvimento do nosso projeto está sendo coordenado por um escritório norte-americano, de Nova York, que é conhecido mundialmente. Estamos felizes por termos dado o pontapé inicial e agora vamos trabalhar para levantar o hotel e o condomínio. Ainda falta investirmos mais R$ 70 milhões”, detalhou o sócio-gerente, acrescentando que o Grupo já possui três licenças legais para começar as construções.

Incentivos



Governador do estado recebe o projeto de braços abertos (Foto: Porllanne Santos)
O prefeito de Coruripe, Max Beltrão, explicou que o município administrado por ele foi o primeiro de Alagoas a sancionar lei prevendo incentivos fiscais para o setor turístico. “Por exemplo, o Grupo terá 10 anos de isenção de IPTU. Além disso, os investidores levaram em consideração o fato de termos água encanada em 100% das casas e de 50% da cidade está saneada. Até o final do ano que vem teremos esgotamento sanitário em todo o município”, explicou Beltrão.

Em troca dos incentivos, Max Beltrão informou que grande parte da mão de obra que será utilizada nas obras e depois que o hotel e o condomínio estiverem prontos, será da própria região.

E pelas contas do Itacap Um Incorporações e Participações LTDA, cerca de 1,3 mil empregos deverá ser gerado diretamente. “Serão entre 700 e 900 na fase das obras e entre 300 e 400 para o trabalho de hotelaria. Isso sem levarmos em conta os indiretos, como táxis, restaurantes, guias turísticos etc”, disse Pedro Miranda.

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Antologia em condomínio de jovens poetas e escritores



Jovens poetas e escritores lançam antologia em condomínio

O Grupo Literário Infanto-Juvenil Condomínio Pedras do Atlântico, do bairro de Cruz das Almas, acaba de produzir a antologia “Pensamentos literários de crianças e jovens”, contendo textos e poemas produzidos por eles próprios, sob a supervisão da senhora. Miriam Rodrigues Almeida e o apoio do síndico geral Valtenor Leôncio.

O grupo surgiu em julho de 2006 com a participação inicial de Ailton Monteiro de Carvalho Neto, Raquel Brandão Leal, Roberto César Granja de Carvalho e Stefan Rodrigo Lopes Tenório. A partir de então, novos nomes foram agregados e agora os atuais 56 participantes resolveram mostrar seus trabalhos através da publicação de um livro que será lançado no próximo dia 30, no salão de festas do próprio Condomínio.

Alguns dos fundadores já estão hoje na universidade e outros a caminho do ensino superior. A maioria, entretanto, ainda permanece nos bancos escolares. “O que o torna centro de atenção é a espontaneidade com a qual fluem as estórias, poemas e escritos e a forma como os grupos cresceram. O estilo dos escritos é peculiar à fase escolar de cada escritor”, diz a coordenadora do grupo, Miriam Rodrigues Na realidade, hoje são dois segmentos o Grupo Antigo e o Grupo Novo, mas o entusiasmo é tão grande que a maioria dos membros chega a participar das reuniões dos dois grupos.

O síndico geral Valtenor Leôncio, um grande incentivador do grupo literário, afirma que “os temas dos escritos surgem de forma natural, fruto da observação dos próprios autores sobre o que se discute no momento, tais como a defesa do meio ambiente, os problemas relativos aos preconceitos sociais, cidadania e outros”.

Valtenor recomenda aos outros síndicos: “Esta é uma iniciativa que deve ser adotada em outros condomínios, estimulando o gosto dos jovens pela leitura e pela escrita, afastando-os um pouco dos computadores e dos jogos eletrônicos, levando-os também ao saudável exercício da convivência humana”.

É importante saber que o Grupo Literário tem se firmado continuamente com apoio dos familiares e de todos que formam o Condomínio Pedras do Atlântico, que desse modo participam do crescimento do grupo dando apoio nas reuniões constando de coordenadores, assessores, escritores e poetas. Estas acontecem no Salão do Clube do Condomínio construído no espaço interno do nosso Condomínio Pedras do Atlântico.

Outro fator muito importante na construção deste Livro e deste Grupo Literário Infanto-Juvenil é que os participantes adultos se sentem fortalecidos pelo fato de estarem contribuindo para a preservação do habito de ler e de escrever desta geração.

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Seguem buscas ao avião da FAB aérea que desapareceu na Amazônia

Seguem buscas ao avião da FAB aérea que desapareceu na Amazônia
Quatro tripulantes da FAB e sete pessoas do Ministério da Saúde estavam a bordo, numa missão para vacinar índios.


A Aeronáutica procura um avião da Força Aérea Brasileira que desapareceu, nesta quinta-feira, no interior do Amazonas.

Cinco aviões e três helicópteros passaram a noite procurando na provável rota do monomotor de transporte Caravan. Mais de cem militares participam da operação.

Quatro tripulantes da FAB e sete pessoas do Ministério da Saúde estavam a bordo, numa missão para vacinar índios.

O avião desaparecido é do modelo C-98, que significa cargueiro, não estava lotado. Ele decolou às 8h30 de ontem da cidade de Cruzeiro do Sul, no Acre. Cinquenta e oito minutos depois, um sinal de emergência foi emitido e ele não foi mais localizado.

Era esperado em Tabatinga, interior do Amazonas, fronteira com o Peru, às 10h15.

Ontem, próximo de Brasília, um tucano da FAB interceptou um avião pequeno que não se identificou quando captado pelos radares do Cindacta. Com a suspeita de tráfico, o caça , deu duas rajadas de aviso, obrigando o pequeno avião a um pouso de emergência no município de Cristalina, Goiás.

O piloto da Força Aérea passou as coordenadas do pouso, mas quando a Polícia Federal chegou ao local, só encontrou o avião, com 150 quilos de cocaína. A polícia imagina que os tripulantes fugiram a pé, com a droga que puderam carregar e organizou um cerco.

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Assaltos em série levam medo ao pacato litoral de São Paulo



Assaltos em série levam medo ao pacato litoral de São Paulo
Iguape é um pequeno município no sul do estado. Já tem gente voltando a morar em São Paulo para tentar se sentir mais seguro.


Uma quadrilha especializada em assaltos a residências está levando pânico aos moradores de uma cidadezinha.

Muitos moradores procuraram a cidade exatamente para fugir da correria, do estresse e da violência da capital. Iguape é um pequeno município, muito pacato no sul do estado. Ou era, porque os casos de violência têm se sucedido. Já tem gente voltando a morar em São Paulo para tentar se sentir mais seguro.

O canto dos pássaros ao amanhecer até pouco tempo era uma espécie de trilha sonora para a paisagem rural de Iguape, no litoral sul de São Paulo. Até pouco tempo, porque de uns meses para cá, o sossego dos moradores foi trocado pelo sobressalto: uma quadrilha de bandidos escolheu como alvo os sítios do município. Moradores e funcionários de uma casa passaram oito horas nas mãos de assaltantes.

"Com a arma apontada para você, girando ali, engatilhando, puxando o gatilho. É lógico que tem momentos que você fala: agora eu vou morrer”, diz o lavrador Anilson Oliveira Silva.

"Não tem mais sossego para a gente. Nem para dormir tem mais sossego. Entraram duas vezes dentro de três meses na minha casa”, conta o agricultor Toshinataka Miyamoto.

Os donos de outra casa reforçaram a segurança das portas, mas nem assim conseguiram impedir a segunda invasão em menos de 15 dias.

"Roubaram celular e a máquina de roçar a gasolina. Nem no sítio você pode ficar mais sossegado”, reclama o trabalhador rural Kleiton dos Santos.

Em uma das últimas invasões, a quadrilha cortou os cabelos da vítima. “O pessoal está apavorado porque aconteceu tanta coisa que nunca aconteceu. O lugar é tão calmo e, por isso, que a gente está com medo”, diz a dona de casa Marilsa Martins.

A polícia acredita que os assaltos sejam praticados por uma única quadrilha. O bando conhece bem a região e as rotas de fugas. Além desses fatores, a grande extensão da área dificulta a ação dos policiais.

"Temos desenvolvido diversas ações, operações com a patrulha rural, com o apoio da Polícia Ambiental e Polícia Rodoviária Estadual. Temos planejado junto com a própria Polícia Civil uma ação mais incisiva para conter a atuação desses indivíduos”, afirma o comandante da PM de Iguape Marco Antônio Cândido.

A secretaria de segurança pública não tem números específicos sobre roubos a casas e condomínios. Esses casos são registrados nas estatísticas de crimes contra o patrimônio. No segundo trimestre deste ano foram 137.290 casos, cinco mil a mais do que no mesmo período do ano passado.

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Médicos dão dicas para viajar no feriadão em segurança




Médicos dão dicas para viajar no feriadão em segurança
Antes de viajar, procure saber quais são as condições sanitárias do seu destino e quais as doenças frequentes na região.


Passageiros de malas prontas e certos de que cuidaram de tudo antes de viajar.

“Roupa, remédio, documento”, e numera uma passageira

Mas todo mundo se esqueceu da mesma coisa: precaução com a saúde.

“A minha carterinha de vacinação está em ordem. Não sei onde está, mas a saúde está boa”, garante o representante comercial Alexandre Cândido Nascimento.


Os próprios médicos fazem o alerta: na hora de viajar, além de pesquisar hotéis, restaurantes, pontos turísticos, procure saber quais são as condições sanitárias do seu destino e quais as doenças frequentes na região. Se informe, por exemplo, se existe algum surto no lugar. Esse é o primeiro passo para evitar que o descanso vire uma grande dor de cabeça.

Foi o que aconteceu durante uma viagem da estudante Simone Reis para Belém do Pará com a família: “Era mal estar e a gente vomitava muito. Não conseguia comer nada e a gente passou mal. O pessoal do local disse que foi a água”.

Mas essas situações têm remédio. Cuidado com a água: nunca beba diretamente da torneira. Prefira alimentos cozidos e evite comida preparada e vendida na rua. Fuja de aglomerações em lugares com surto de doenças. A vacina da febre amarela é indicada para quem vai viajar para quase todo o país. Mas precisa ser tomada pelo menos dez dias antes da viagem. Se não houver tempo, use um repelente. Mantenha a carteira de vacinação em dia: as vacinas antitetânica e tríplice viral são consideradas básicas.

O assunto é tão importante que existe um ramo da medicina especializado na prevenção de doenças do viajante.

“O que nós pedimos, principalmente se as viagens foram para lugares mais distantes e se tiverem em tempo mais prolongado, é que passem em consulta pelos menos um mês antes da viagem, para evitar inclusive gastos desnecessários, principalmente em viagens ao exterior”, diz o infectologista da Unifesp Gustavo Johanson.

O melhor é se prevenir corretamente.

Porto Seguro registrou oito casos de meningite tipo C.

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Lei do Inquilinato pode mudar regras para fiadores


São promessas de facilidades. Mas as mudanças ainda precisam ser aprovadas pelo Congresso.

A Lei do Inquilinato pode mudar. São promessas de facilidades para proprietários, inquilinos e também para os fiadores. Mas as mudanças ainda precisam ser aprovadas pelo Congresso. Quando entrar em vigor, a nova lei deve mudar bastante a relação entre proprietários e inquilinos.

A experiência de ser fiador deixou traumas financeiros no servidor público Raimundo Nonato Fernandes. Ele foi surpreendido pelo oficial de Justiça com a desconcertante notícia de uma dívida de R$ 5 mil.

“Você tem que pagar um débito de uma coisa que não deve. Não comeu, não bebeu e não tem também, aí tem que parcelar. Financiei R$ 1,5 mil e parcelei o restante. Fui pagando para o proprietário aos poucos para me livrar do negativo do débito do meu nome”, lembra Raimundo Nonato Fernandes.

Se para quem quer alugar é uma dificuldade conseguir um fiador, para quem tem o imóvel disponível no mercado é um problema confiar na garantia. Isso porque a Lei do Inquilinato e o Código Civil não se entendiam sobre a responsabilidade do fiador, o que abria espaço para diferentes interpretações do juiz, deixando proprietários inseguros na hora de fechar negócio.

As mudanças aprovadas na Lei do Inquilinato deixam claro em que situações o fiador pode deixar de ser o responsável pelo aluguel na falta de pagamento por parte do inquilino. Se o imóvel estiver locado para um casal que se separou, o fiador tem de ser comunicado da separação no prazo de 30 dias e poderá deixar de ser o garantidor do aluguel. O mesmo acontece se houver renovação de contrato por prazo indeterminado.

Nos dois casos, se o fiador não quiser mais ser responsável pelo aluguel, terá que avisar o proprietário, mas só depois de quatro meses estará livre da obrigação.

“O locador deverá enviar uma carta, uma notificação ao locatário para que este indique uma nova garantia para a locação. Se ele não o fizer, se o locatário não apresentar uma nova garantia, corre o risco de ser despejado, inclusive liminarmente”, explica o presidente da Associação de Administradoras de bens, imóveis e condomínios/SP Rubens Carmo Elias Filho.

As alterações na lei também tornam a retomada do imóvel mais rápida no caso de o inquilino não pagar as dívidas. A expectativa de especialistas é que o prazo caia de 14 meses para menos de seis.

“Isso viabilizará a abertura de novas locações, reduzindo inclusive o valor dos aluguéis. Quanto mais oferta, menor o valor do aluguel. Isso traz vantagem para todos”, diz o presidente da Associação de Administradoras de bens, imóveis e condomínios/SP Rubens Carmo Elias Filho.

A Associação dos Administradores de Bens, Imóveis e Condomínios de São Paulo também acredita que a Lei do Inquilinato vai ajudar a reduzir os custos do seguro-fiança, além de contribuir para o aumento da quantidade de imóveis disponíveis para locação.

Já as associações comerciais querem que a lei volte a ser discutida, porque acham que ela pode prejudicar pequenos lojistas, que poderiam ser despejados rapidamente pelos proprietários dos imóveis, como os shoppings.

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Duvidas em condominios

Sr. Emidio, Sua informação realmente esta sendo de muita utilidade para mim pois estou começando agora na area de liderança em portaria tenho conhecimento e treinamento, porem sei também que, por vezes as pessoas desta area tendem a estacionar e achar que ja sabem de tudo, tenho de manter-me informado e acima de tudo atualizado segue meu e-mail para futuras atualizações.luis.f.dasilva@bol.com.brabraços e sucesso
Anonymousnoreply@blogger.com

Esse termo, utilizado com muita ênfase no final dos anos 1990, entrou no Século XXI como sendo uma “solução” empresarial para a tão buscada redução de custos operacionais. Em um país onde a soma de salários, vantagens e tributos a serem pagos ao empregado e para o estado, custa para o empresário o quanto este pagaria para mais 1,2 funcionários, a terceirização de serviços não destinados à atividade-fim de determinado empreendimento, pode ser – e muitas vezes é – a melhor solução para resolver o problema dos custos. "Varias empresas oferecem essa solução com toda segurança necessária ao contratante" é o que diz o Gestor de Negócios da Conceito Serviços Terceirizados que atua em Minas Gerais(www.conceito-mg.com.br), algumas medidas como buscar saber referencias, situação fiscal, podem ajudar a selar parcerias de sucesso e ter na terceirização a ferramenta gerencial de ótimo custo-benefício.
www.conceitomg.com.br


Tivemos nosso prédio invadido há três meses atrás. Solicitamos que o síndico contrate uma empresa de segurança, porém, por incrível que pareça os interessados em tal abordagem são minoria. Sendo assim, meu marido e eu resolvemos nos mudar, iremos comprar um imóvel em Porto Alegre mesmo, mas desta vez em um prédio com uma gestão mais sensata.
Fernanda Ferreiranoreply@blogger.com


Na realidade pagamos mais de uma vez, para termos apenas a mera sensação de segurança... Compulsoriamente pagamos impostos para ter a segurança do Estado; e para que o crime não ocorra novamente, contratamos iludidos os serviços de segurança particular; e quando o crime NOVAMENTE ocorre, percebemos que estamos pagando impostos + salários de segurança rsrsr + grades, alarmes... fora os prejuízos morais e patrimoniais que temos a cada investida criminosa! Que tal pensar assim? será que comove o Secretário de Segurança Pública, a Polícia Militar, a Polícia Civil...? Dúvido! O prejuízo não sai do bolso deles! O pior é que nessa de contratar segurança, ficamos entre a omissão e o excesso dela, nos arriscando ainda a ter que arcar com indenizações...
Ronaldo B. Pinheiro Rocha


sou morador de um condominio e preciso de uma informação que não está nas regras do meu condominio. Quem tem a preferencia, o carro que entra ou o que sai do condominio? aguardo resposta e agradeço antecipadamente.
lupdj@yahoo.com.br


Prezado Emídio,muito bom o conteúdo acima apresentado. Estou promovendo um programa de capacitação e gostaria da sua opinião. Entre em www.conlep.blogspot.comAbração
Ronaldo Rocha


SEGURANÇA EM CONDOMINIOS ESTÁ LONGE DO ACEITAVÉL.QUALIFICO PESSOAS PARA TRABALHAR EM CONDOMÍNIOS A MUITOS ANOS E FAÇO O SEGUINTE COMENTÁRIO.TEREMOS UMA MUDANÇA MUITO GRANDE EM ATÉ 2 ANOS NESTAS ATIVIDADES.UM PORTEIRO QUE TRABALHA COM JORNADA DE 12h COM ESCALA 5X1 POR EXEMPLO EM QUE DIA ELE VAI SE ATUALIZAR OU CUIDAR DOS ASSUNTOS DE FAMILIA.EM QUALQUER PROFISSÃO É NECESSARIO A RECICLAGEM E ATUALIZAÇÃO, MAS OS PORTEIROS ESTÃO EXCLUIDOS DESTA NECESSIDADE PELOS CONTRATOS ATUAIS.ANTIGAMENTE UM PORTEIRO CUIDAVA DE UM PRÉDIO COM 50 FAMILIAS, HOJE OS CONDOMINIOS TEM VÁRIAS TORRES E PORTANTO AUMENTOU MUITO O ACESSO DE PESSOAS E VEICULOS, COM O SALÁRIOS MENORES E AUMENTO DE TRABALHO, E FALTA DE PREPARO E QUALIFICAÇÃO, O RESULTADO ESTA AI, O CLIENTE RECLAMA, O CONDOMINO RECLAMA,O FUNCIONÁRIO RECLAMA E OS MELIANTES AGRADEÇE A FACILIDADE EXISTENTE.
Paulo Félix.Consultor Condomínial.

domingo, 25 de outubro de 2009

CDHU inicia processo para construção de condomínio


A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) iniciou o processo para a contratação de empresa para construir o primeiro condomínio em Itapeva do Programa Vila Dignidade, desenvolvido pelo Governo do Estado para oferecer moradia e apoio social a idosos de baixa renda. O aviso de licitação será publicado amanhã, 17 de outubro, no Diário Oficial.

O condomínio terá 18 casas e será erguido na Rua Itatiba, bairro Taquari. Segundo a CDHU, os imóveis são Projetados a partir de conceitos do Desenho Universal, com sala conjugada à cozinha, um dormitório, banheiro, área de serviço e uma pequena área externa nos fundos que pode ser utilizada como jardim ou horta.

Vila Dignidade

O Programa Vila Dignidade foi lançado em abril deste ano com pequenas vilas, projetadas com base nos conceitos do Desenho Universal, com casas e infraestrutura urbana adaptadas às necessidades deste segmento da população. Além disso, os moradores são envolvidos em atividades socioculturais e de lazer. Trata-se de uma ação conjunta das secretarias da Habitação, de Assistência e Desenvolvimento Social (Seads), de Economia e Planejamento, da Cultura, da CDHU, do Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo (FUSSESP), em parceria com as prefeituras paulistas.

Além de Itapeva, foram abertas licitações para a construção de condomínios em Caraguatatuba, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e São José dos Campos. Está em estudo também a implantação do programa em Cubatão, Itapetininga, Limeira, Mogi Mirim, Santos e Tupã. O primeiro empreendimento está sendo construído em Avaré, com 22 casas.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Condominio - Economia de Luz use a lampada certa



O horário de verão voltará a entrar em cena nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil aos primeiros segundos do dia 19 de outubro, próxima segunda-feira. Desde o seu surgimento, o motivo sempre foi reduzir o consumo de energia, mas essa medida não é o bastante no que se refere à consciência ambiental.

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), aproximadamente dois mil megawatts são economizados nesta época do ano. Agora, imagine o quanto este número aumentaria se ocorressem outras mudanças de hábitos? Para se ter uma noção, 14% da energia elétrica geral está voltada para o consumo doméstico, ou seja, pequenos detalhes da luz artificial da sua casa podem fazer uma bela diferença no fim do mês.

No mercado, há uma diversidade imensa de lâmpadas, mas é difícil ter certeza de qual escolher para gerar um consumo menor. Leandro de Barros, especialista da Golden, empresa especializada em iluminação residencial, comercial, industrial e pública, orienta o consumidor a tomar uma série de cuidados na hora de fazer uma compra mais sustentável. Veja quais são!

1. Não escolha o produto pelo preço

Você pode acabar economizando na hora da compra, mas seguramente terá o gasto recompensado durante a vida útil do produto.

2. Observe o tipo de tecnologia

Lâmpadas mais antigas não iluminam muito bem, consomem mais energia e duram menos tempo. Lâmpadas fluorescentes compactas proporcionam maior iluminação, economizam 80% de energia e vivem, em média, oito anos. Agora é mais fácil escolher, não?

3. Atente para a potência

Mais potência, mais energia. Consequência? Conta de luz mais alta. Por outro lado, a lâmpada fluorescente com menor potência colabora para o consumo reduzido em cinco vezes, o que significa uma economia mensal de R$2,70 por ponto. Com essa substituição, o investimento feito na loja volta ao seu bolso em três meses. Para provar, substitua uma fluorescente compacta de 15W por uma incandescente de 60W.

4. Analise a durabilidade do produto identificado no rótulo

Como dito anteriormente, as lâmpadas fluorescentes duram aproximadamente oito anos. No caso da incandescente, no mesmo período de tempo, você terá de se preocupar oito vezes em trocar a lâmpada.

5. Conheça o impacto na sua conta de luz

O desempenho de uma lâmpada depende da quantidade de energia elétrica que consome e do tempo. Prestando atenção a esses detalhes, você pode alcançar uma economia de até R$134 durante toda a vida útil de uma iluminada.

Além dessas orientações simples e importantes para economizar energia, ainda é válido ficar atento ao uso do ar condicionado para os próximos meses do ano. Ele pode consumir mais energia do que você espera.

Fonte: IG Casa

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Reajuste salarial dos funcionários de condominios


Por ser um período em que ocorre o reajuste salarial dos funcionários fixos que trabalham em prédios, o mês de outubro pode significar uma fase de aumento no custo de vida de muitos condomínios. O modelo de contratação em questão, apesar de proporcionar um relacionamento mais próximo entre moradores e empregados, gera um alto custo operacional para os cofres da administração do condomínio.

Esses trabalhadores, representados pelo Sindifícios, possuem uma legislação que garante, além do reajuste salarial anual, uma cesta básica mensal no valor de R$ 92 reais e um vale refeição de R$ 9,20 por dia. Mesmo com tais benefícios, os funcionários também têm o direito de receber, a cada dois anos, o chamado "biênio", um aumento salarial de 5% a 15% além do dissídio normal da categoria em outubro.

"Com o passar dos anos, esses valores vão se acumulando e isso gera uma bola de neve, fazendo com que se torne cada vez mais difícil manter ou mesmo demitir este funcionário", argumenta Sérgio Primo da Silva, proprietário da Capta Service, empresa de terceirização de mão de obra. Segundo ele, atualmente, os condomínios preferem terceirizar este serviço para torná-los mais viáveis financeiramente.

Silva explica que terceirizar este tipo de mão de obra gera mais economia para a administração do prédio. "A legislação que rege as empresas terceirizadas, que geralmente é feita por outros sindicatos, no caso da Capta é o Sindeepres, cujo valor do vale refeição cai para R$ 3,42 por dia, já a cesta básica, por exemplo, não é obrigatória, mas no caso da Capta fornece cartão vale refeição no valor de R$ 40 reais para i incentivo de seus colaboradores", conclui.

Existe a tendência, por parte dos condomínios, a terceirizar este serviço. Segundo o empresário, 70% deles estão adotando este modelo de contratação no País. As construtoras e as administradoras atuais costumam propor este modelo antes mesmo de um prédio ser habitado, para assim, garantir uma estimativa de custo cada vez menor do valor do condomínio.

Fonte: DCI

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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DDA, inadimplência de condomínios pode cair


Mais de 1 milhão de correntistas já estão cadastrados no DDA (Débito Direto Autorizado), que entrou em vigor na última segunda-feira (19). E o pagamento eletrônico das contas pode diminuir a inadimplência em condomínios, espera o Secovi-SP (Sindicado da Habitação do Estado de São Paulo).

Isso porque, com o sistema eletrônico, há a garantia de entrega dos boletos, reduzindo a possibilidade de atraso ou inadimplência, uma vez que o condômino que está ausente por qualquer motivo, pode efetuar o pagamento de qualquer lugar.

"Se ele aderir ao sistema, não tem como alegar que não recebeu o boleto", afirmou o vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP, Hubert Gebara.

DDA

O Débito Direto Autorizado possibilita aos consumidores receber os boletos bancários de forma eletrônica, visualizando o título de cobrança no computador ou mesmo no caixa eletrônico. O sistema foi desenvolvido pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e sua adesão não é obrigatória.

Com o sistema, as administradoras poderão emitir o boleto de um banco diferente daquele que o cliente é correntista. Porém, para que recebam a taxa condominial por meio do DDA, os condomínios devem registrar a cobrança no banco.

O DDA permitirá ao cliente ter maior controle das contas a pagar e a ferramenta ainda contribuirá para a preservação do meio ambiente e para a diminuição de fraudes. Porém, para utilizar o sistema, o correntista deve se cadastrar no banco e ficar atento às taxas cobradas pelo serviço.

Fonte: InfoMoney

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Segurança: condomínios investem em tecnologia



Segurança: condomínios investem em tecnologia

Com o aumento da violência nas grandes cidades, cada vez mais condomínios residenciais investem em equipamentos e novas normas de segurança para proteger os moradores.

Mas outras medidas, como oferecer treinamento a porteiros para reconhecer e agir corretamente diante de situações de risco, também podem dificultar a ação de bandidos.

Câmeras espalhadas pelo prédio e vigia 24 horas circulando pela rua. É assim que um edifício no bairro do Itaigara tenta garantir segurança aos moradores. A busca por proteção vai além da tecnologia.

"Limitar o acesso ao condomínio. A gente optou por não permitir o acesso de entregadores ao prédio de pessoas que não residam no prédio", conta o sub-síndico Oto Cardim.

A preocupação com segurança foi fundamental na hora de Verônica comprar o apartamento. Além das 32 câmeras espalhadas por todo o prédio, o edifício mantém um sensor de presença no muro, sistema de radiocomunicação com outros prédios e até com a polícia, além de uma guarita que mantém o visitante isolado antes de ter a entrada liberada.

"Durante a implantação do condomínio, nós contratamos um administrador experiente no assunto de segurança, que administrava também outros condomínios e que passaria para a gente todas as necessidades para que a gente conseguisse implantar aqui as normas e aparatos necessários para conseguir uma boa segurança", conta Verônica Rodeiro, cirurgiã-dentista.

O diretor do Departamento de Crimes contra o Patrimônio, Mauro Moraes, não tem dados sobre o número de ocorrências relacionadas a assaltos a condomínios. Mas fala que os cuidados começam na hora de contratar uma empresa de segurança, que deve ser cadastrada na Polícia Federal. E dá outras dicas.

"Porteiros para funcionários de segurança não é correto. Buscar orientar esses porteiros com relação à presença de pessoas desconhecidas, a qualquer anormalidade. Não esquecer que esses porteiros deverão ser orientados. Antes de dar o acesso, fazer o contato com o morador do edifício", ensina Mauro Moraes.

Aí é que mora o perigo. Muitos porteiros não recebem treinamento específico. Aprendem na prática, com cada experiência vivida no dia-a-dia. É o caso de Fábio, que há nove anos trabalha em um condomínio no bairro de Stella Maris. Era sapateiro antes e nunca fez um curso para trabalhar numa portaria.

[Se aparece algum suspeito, como é que você age?] "A gente tem que acionar os alarmes. A viatura vem, faz uma inspeção. Quando eles vêem que não é nada, a gente assina uma O.S, aí eles vão embora. [Um curso] seria bem-vindo", admite o porteiro.

A maior segurança está na cerca elétrica ligada o dia inteiro. Mas há quem prefira abrir mão de tudo isso e opte pelo velho e bom cão de guarda. "O sistema eletrônico pode dar uma pane. O cão não vai dar uma pane. O cão vai mostrar a eficácia dele", acredita o vendedor Ébano Cerqueira.


Fonte: Portal IBahia.com

Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Mau hábito de jogar lixo pela janela dos prédios







O péssimo costume de atirar lixo pela janela preocupa os responsáveis pela gestão dos grandes prédios e condomínios de Xangai, em uma metrópole com pelo menos 6 mil arranha-céus com mais de 100 metros de altura.

Este problema "é uma dor de cabeça para a sociedade há muito tempo", admite o subsecretário-geral da associação de gerentes de edifícios residenciais da cidade, Xu Yubiao, segundo publicação na última quinta-feira na imprensa oficial, e acrescenta que "é muito difícil identificar os culpados".

Recentemente o assunto gerou uma polêmica na internet na China. Na semana passada, um morador do distrito de Putuo, de sobrenome Yu, irritou-se com o problema e atirou do terraço, em duas ocasiões, preservativos usados.

O protesto não parou por ai. Yu pendurou no painel de anúncios do condomínio onde mora uma reclamação ao lado dos preservativos, gerando reações entre os vizinhos.

Em apartamentos de classe baixa e média até os das áreas centrais do distrito de Jingan é comum ver voando pelas janelas sacolas, caixas, recipientes de papelão, garrafas de plástico e, inclusive, objetos contundentes.

"É algo perigoso, sempre é possível que algo caia sobre uma pessoa", disse à Agência Efe um operário da construção que trabalha na região de Dong Jiahua, que afirma nunca ter feito o mesmo a partir dos andaimes.

"Se uma pessoa atirar objetos pela janela, talvez algum vizinho até veja, mas a Polícia não consegue estar sempre vigiando. A única solução, portanto, é investir na educação", sugere.

Com a mesma opinião, Zhang Jianfang, funcionária de uma mercearia de um prédio vizinho, afirma já ter visto cair objetos em frente à porta do local onde trabalha.

"É difícil encontrar os responsáveis por atirar objetos pela janela. Se os encontrassem, certamente, não admitiriam", diz Zhang.

"Isso não costuma ocorrer nos edifícios de escritórios, só nas áreas residenciais, o que significa que a maioria das pessoas nunca faria uma coisa assim, só mesmo os mal-educados", acrescenta.

"A televisão de Xangai está com uma campanha para conscientizar os cidadãos sobre o tema. A situação já melhorou, mas os episódios ainda se repetem", afirma.

Uma grande dificuldade é que os responsáveis pela gestão e a segurança dos edifícios não têm capacidade de identificar e punir os culpados.

Nessas condições, "é muito fácil que (os infratores) voltem a infringir outra vez, já que costumam negar as acusações e é quase impossível provar sua culpa", lamenta Xu, em entrevista ao jornal "Shanghai Daily", apesar de estar previsto em lei multa de 200 iuanes (cerca de 20 euros ou US$ 30).

Normalmente, a Polícia só atua se existem feridos ou danos materiais e até o momento só uma pessoa foi punida em Xangai, no ano de 2007. Uma pessoa atirou lixo em duas ocasiões pela janela. Pelas gravações de câmeras de segurança foi possível identificar o infrator que ficou 10 dias na prisão.


Fonte: UOL - Por José Álvarez Díaz

Flagras em elevador de condominio videos



Flagras em elevador de condominio videos

Video Ladrão atrapalhado



Ladrão atrapalhado

Video de Ladrão bunda mole



Ladrão bunda mole

Video de pegadinha em Anúncio de vigilante




Anúncio de vigilante é feito e candidatos aparecem quando.

Video Cachorrinho inteligente alerta a existência de uma cobra cora

Cachorrinho inteligente alerta a existência de uma cobra coral venenosa e perigosa na grama da casa.

Video de acidente em uma brincadeira, um perigosa ..



Video de acidente em uma brincadeira, um perigosa com fogo

Video Shopping Sp Market fachada desaba



Na tarde deste sábado uma parte do Shopping Sp Market que se encontrava fechada para obras desabou ferindo alguns oerários. Confira com Adré Graziano repórter e apresentador da Jovem Pan Online.

Video presos quadrilha de assaltantes



Oito moradores foram mantidos reféns

Video de oito moradores de condominio foram mantidos reféns



Oito moradores foram mantidos reféns, na noite desta segunda-feira em um condomínio na zona oeste de São Paulo. Mesmo com o local cercado por viaturas e helicóptero da polícia, os bandidos conseguiram fugir.

Video de oito pessoas, entre elas, dois policiais militares, foram surpreendidas enquanto arrombavam caixas eletrônicos de um banco.



Oito pessoas, entre elas, dois policiais militares, foram surpreendidas enquanto arrombavam caixas eletrônicos de um banco.

Video de assalto perto da delegacia do bairro




O assalto aconteceu a menos de 500 metros da delegacia do bairro.

Oito moradores foram mantidos reféns, em um condomínio




Oito moradores foram mantidos reféns, na noite desta segunda-feira em um condomínio na zona oeste de São Paulo. Mesmo com o local cercado por viaturas e helicóptero da polícia, os bandidos conseguiram fugir

Ex-namorados que caíram no Rio Tietê querem distância um do outro



Ex-namorados que caíram no Rio Tietê querem distância um do outro
Mulher acusa ex-namorado de ter jogado o carro no rio de propósito.
Ele nega, mas Delegacia da Mulher vai investigar o episódio.

Carro com casal de ex-namorados cai no Rio Tietê. (Foto: Reprodução TV Globo e Folha Imagem)
Eles são vizinhos, já terminaram o relacionamento e reataram, mas agora garantem que o episódio que resultou com os dois resgatados no meio do Rio Tietê foi o último de um romance sem volta.

“Não quero ver mais a cara dele”, diz a balconista Jessica Aparecida Pereira dos Santos, de 19 anos, que acusa o ex-namorado de ter jogado o carro de propósito no rio, na noite desta segunda-feira (12) em São Paulo.

“Eu é que não quero que ela me procure mais. Nem se ela vir coberta de ouro”, rebate o motorista Ivanmar Vasconcelos Salles, de 38 anos, que não tinha seguro do Mazda MX3. “Perdi R$ 20 mil, foi prejuízo total. Por sorte tenho também um Audi”.

Segundo Salles, que trabalha como condutor de ônibus, tudo não passou de um acidente. “Nunca me envolvi em um acidente em 20 anos de carreira, sou motorista profissional. Foi uma fatalidade."



Ele falou que não tinha mais nada a perder, que eu estava fazendo ele de besta e que ia jogar o carro no Rio Tietê"
As versões do casal são contraditórias. Jéssica afirma que já vinha sendo ameaçada pelo ex-namorado há cerca de dois meses, quando terminaram, e que só aceitou encontrá-lo para evitar um “barraco” na rua onde moram, no Jardim Robru, na Zona Leste. Ainda segundo ela, Salles a trancou no carro e foi dirigindo cada vez para mais longe, até que entraram na Marginal Tietê.

“Eu falei que não tinha mais volta, aí ele falou que não tinha mais nada a perder, que eu estava fazendo ele de besta e que ia jogar o carro no Rio Tietê”, conta. Depois disso, ela afirma só se lembrar do carro saindo da pista e dela tentando virar o volante.

O motorista, que acusa Jéssica de ser infiel e de ter interesse nos seus carros, diz que era ela quem o procurava e quem pediu para encontrá-lo na noite de segunda-feira, sem que seus pais soubessem, uma vez que eles não aprovavam o relacionamento.

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Motorista perde controle do carro e cai no Rio Tietê
“Não sei o que aconteceu. Discutimos dentro do carro, mas não teve agressão ou ameaça”, afirma Ivanmar. “Eu estava na pista do meio. Passei mal e de repente não enxerguei mais nada. Quando vi já estava na água”. Ele afirma que estava há dois dias sem dormir, devido a sua jornada de trabalho de 24 h seguidas, e sem comer direito.

“Eu que soltei o cinto de segurança dela e a ajudei subir em cima do teto. Ela nem se molhou, eu que fiquei com a água até o peito”, afirma o motorista. “Se eu quisesse matá-la, teria tirado do carro e ligado para a polícia?”

Os dois foram resgatados sem ferimentos, pouco antes da Ponte da Freguesia do Ó. Os bombeiros usaram um bote inflável para prender uma corda no carro. O veículo foi retirado da água depois de uma hora de trabalho.

Inquérito na Delegacia da Mulher


O caso foi registrado no 28º DP, mas como Jéssica acusa o ex-namorado de ter jogado o carro deliberadamente no rio, o caso foi parar na Delegacia da Mulher, que já abriu inquérito para apurar eventual tentativa de lesão corporal.

“Vamos ouvir as partes e procurar testemunhas, só então poderemos enquadrar o caso como acidente de trânsito ou como lesão corporal dolosa, que tem punições previstas na Lei Maria da Penha”, afirma a delegada Vanderlene Bossan. O depoimento do casal está marcado para o próximo dia 19.

Segundo a delegada, caso seja constatada alguma ameaça à suposta vítima, a polícia poderá solicitar inclusive medidas de proteção, como uma proibição judicial de aproximação do casal.


Arrumar mulher desse jeito? Não sou louco, sou trabalhador"
Jéssica garante que dará prosseguimento a acusação. Ela afirma que está com medo de sair de casa e pensa até mesmo sair do bairro e da cidade por algum tempo. “Agora entendi que ele é capaz de tudo”.

Ivanmar, que mora com a mãe na casa ao lado da família de Jéssica, afirma que continuará no mesmo local, mas que não tem a menor intenção de voltar a se aproximar da ex-namorada ou de outra mulher tão cedo.

“Arrumar mulher desse jeito? Não sou louco, sou trabalhador”, diz.

Imagens mostram tiros contra vigia de supermercado em Osasco

Imagens mostram tiros contra vigia de supermercado em Osasco
Ele foi rendido por assaltantes e não reagiu, mas foi baleado.
Video ajudou a polícia a identificar os três suspeitos.

Três rapazes entram em um supermercado em Osasco, na Grande São Paulo, e matam com três tiros um segurança que nem sequer reagiu ao assalto.

Armado, um dos rapazes segue para os fundos da loja e os outros dois vão para os caixas. O segurança é rendido e entrega a arma para o ladrão, mas segundos depois, mesmo sem reagir, é executado.

Os bandidos fogem sem levar nada. Um deles ainda atira para o alto.
O segurança chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital. Ele tinha 46 anos e era Guarda Civil Metropolitano. Nas folgas trabalhava como vigia no supermercado.

Depois de analisar as imagens do circuito interno, a polícia identificou os três assaltantes. Dois deles foram presos e um está foragido.

Segundo o delegado que cuida do caso, um dos rapazes presos confessou ter matado em abril de 2008 Cláudio Conde da Silva que trabalhava como assessor de um vereador na Câmara Municipal de Osasco.

Suspeito de roubo mergulha no Tietê para fugir da polícia

Suspeito de roubo mergulha no Tietê para fugir da polícia
Homem pulou da ponte Cruzeiro do Sul e foi até o sambódromo.
Pressionado por helicóptero e bote, ele se entregou.

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Carcaças retiradas do Rio Tietê são doadas para cooperativa de reciclagem
Ataque de piranhas deixa 15 feridos em 'prainha' no Rio Tietê
Um homem de 40 anos, suspeito de roubar uma mulher de 19 anos mergulhou no Rio Tietê por volta do meio-dia e nadou da Ponte Cruzeiro do Sul até o sambódromo para escapar da abordagem policial.

"Ele praticou um roubo na Ponte Cruzeiro do Sul e foi surpreendido pela Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas). Ele saiu correndo pela ponte, mas ficou sem saída e pulou. Ele foi nadando até o sambódromo, mas o helicóptero Águia pressionou e do outro lado vinha um bote do Corpo de Bombeiros. Aí ele resolveu se entregar", disse o sargento Edmilson Pereira, do 34º Batalhão da Polícia Militar.

De acordo com o policial, o homem saiu da água em choque, cansado. Ele é suspeito de praticar roubos e furtos a transeuntes que trafegam sobre a ponte. No caso que antecedeu seu mergulho no Tietê, ele teria tentado pegar a bolsa de uma mulher, que resistiu. Segundo o PM, o celular da vítima caiu no chão e ele tentou fugir com o aparelho.
Preso, o homem foi levado ao Pronto-Socorro de Santana e depois foi conduzido ao 2º Distrito Policial, da Vila Mariana.

São Paulo tem 1,5 mil pontos clandestinos de despejo de entulho

SP tem 1,5 mil pontos clandestinos de despejo de entulho
Estimativa é da Prefeitura, que não consegue deter infratores.
Locais servem para descarte até de caixas eletrônicos roubado

A Prefeitura de São Paulo afirma que a cidade tem 1,5 mil pontos clandestinos de despejo de entulho. Ruas da região central e das zonas Sul e Leste estão tomadas por montanhas de lixo. Em alguns casos, os locais servem até para que criminosos descartem caixas eletrônicos que foram alvo de roubo ou furto.


O novo secretário das subprefeituras, Ronaldo Camargo, afirma que o corte de 20% na verba para limpeza não está afetando o serviço e que cada subprefeitura determina prioridades locais. "A questão legal de despejo de entulho, de descarte de entulho é um crime ambiental. Então juntamente com a Polícia Militar e com a Guarda Civil estamos tomando nações."


A chuva desta terça-feira (8) deixou moradores de dois bairros em alerta. O empresário Joao Batista Viola chegou a ficar retido em sua empresa até a madrugad a por causa de enchentes anteriores.

Em uma praça do bairro do Ipiranga, na Zona Sul, o local público foi transformado em depósito clandestino. Ao lado dela, a Rua Cipriano Barata está quase bloqueada, por montanhas com restos de um telhado, pedaços de parede e o que sobrou de uma oficina de costura. Moradores afirmam que têm de andar pelo meio da rua.

No bairro da Mooca, pilhas de entulho de concreto ocupam a avenida Presidente Wilson. "Eles costumam jogar de madrugada, entre as 23h e as 2h, um desrespeito. Jogam até no meio da rua", diz um morador.

Prefeitura recolhe 83 caçambas irregulares na Zona Oeste de SP

Prefeitura recolhe 83 caçambas irregulares na Zona Oeste de SP
Fiscalização foi realizada neste sábado (24).
Equipamentos reduzem vagas e acumulam lixo.


Uma equipe de fiscais recolheu neste sábado (24), de uma só vez, 83 caçambas irregulares na região de Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo.

Veja o site do SPTV

De acordo com a fiscalização, a falta de vagas de estacionamento e de espaço para pedestres na capital é agravada pelo excesso de caçambas.

Os equipamentos ocupam espaço por muito tempo e ainda servem de lata de lixo.

Prefeitura de SP interdita obra em shopping após desabamento

Prefeitura de SP interdita obra em shopping após desabamento
Acidente ocorreu na tarde deste sábado, na Zona Sul de SP.
Perícia da Polícia Civil vai investigar causas do acidente.

O secretário municipal de Controle Urbano de São Paulo, Orlando Almeida, disse neste sábado (24) que pediu interdição da obra no shopping SP Market, na Zona Sul da cidade, onde houve desabamento parcial no início da tarde. Peritos da Polícia Civil avaliaram causas do acidente. A contrutora terá de pedir a liberação da obra à Subprefeitura de Santo Amaro após a conclusão do laudo pericial. Também caberá à construtora a retirada dos escombros.

Almeida disse que o construtor pediu autorização para reforma com aumento de área. O secretário só poderá confirmar na próxima segunda-feira se a prefeitura autorizou a obra. Dois cães farejadores ajudaram os Bombeiros a procurar sobreviventes. As buscas foram encerradas por volta das 17h30. O delegado Fernando Schmidt, da Delegacia de Polícia de Proteção ao Cidadão, disse que vai instaurar inquérito para investigar o caso como acidente de trabalho.


O major Átila Gregório Ribeiro, que coordena as operações no local do desabamento, disse que quatro pessoas ficaram feridas: as vítimas foram encaminhadas aos prontos socorros Santo Amaro, São Paulo e do Hospital Regional Sul.

O major afirmou que 30 operários trabalhavam no local quando, às 13h24, a laje cedeu lentamente. O Corpo de Bombeiros enviou 16 carros e 45 homens para atender à ocorrência. O major afirmou que o acidente poderia ter sido mais grave. Para ele, o local ainda oferece risco e deve ser isolado.

O acidente ocorreu quando desabou uma estrutura de ferro, de aproximamente 400 metros quadrados, segundo a Globo News.

O trabalho de resgate se encerrou pouco mais de uma hora depois do acidente, informou o Corpo de Bombeiros.

Mesmo após o acidente, as telefonistas do SP Market informaram que o movimento no shopping era normal na tarde deste sábado.

O agente de viagens Anderson Diniz, que trabalha no SP Market, disse que escutou um barulho forte de “tábuas e ferros” caindo. Logo depois, segundo ele, houve uma “correria de seguranças”. “Foi um estrondo, mas agora está tranquilo. O movimento é normal”, contou.

O gerente de um supermercado que fica ao lado das obras disse que, após o acidente, a loja continuou funcionando normalmente. Segundo ele, o supermercado teve somente de fechar uma das saídas, que dá acesso ao local do acidente.

“Deu para ouvir bastante [o desabamento]. A impressão é que era uma implosão. Todo mundo correu para olhar, mas logo os bombeiros pediram para a gente sair”, disse o funcionário, que não quis se identificar.

Condomínios arrecadam mais que cidade de SP


Condomínios arrecadam mais que cidade de SP
São pagos anualmente R$ 10,5 bilhões em taxas de condomínio na cidade.
Valor arrecadado em impostos municipais foi de R$ 8,9 bilhões.

Para viver bem e com segurança nos 22 mil prédios residenciais de São Paulo, os cerca de 4,6 milhões de paulistanos que moram em apartamentos pagam anualmente R$ 10,5 bilhões em taxas de condomínio, valor que já ultrapassa o arrecadado pela cidade em impostos municipais - R$ 8,9 bilhões no ano passado. Segundo estudo da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios (AABIC-SP), o valor médio da taxa condominial paga em São Paulo em junho deste ano foi de R$ 665, variando de R$ 243 para apartamentos com um dormitório a R$ 1.401 para apartamentos de quatro quartos.

Isso significa uma receita mensal de R$ 878 milhões para 1,32 milhão de apartamentos na cidade - estimados pelo Sindicato da Habitação (Secovi-SP). Comparado aos gastos do paulistano de R$ 2,9 bilhões com o Imposto Territorial Predial e Urbano (IPTU), o total com a taxa condominial é 3,6 vezes maior anualmente.

Com essa verba, os edifícios empregam diretamente 132 mil funcionários, sem contar os serviços das cerca de 400 administradoras de condomínio que ajudam cerca de 90% dos síndicos na tarefa de gerir essa verba bilionária. "É difícil. Condomínios hoje são regulados por leis tão complexas como as de empresas, o que engessa a administração. A diferença é que são lugares onde as pessoas vivem, o que deixa os síndicos sob intensa pressão", afirma Angélica Arbex, gerente de Marketing da Lello Condomínios, que administra 1.350 empreendimentos em São Paulo.

Com o boom imobiliário, nos próximos dois anos, o Secovi estima que sejam lançados mais de 1,3 mil edifícios na cidade. É como se uma nova cidade de 273 mil pessoas se mudasse para apartamentos. Trata-se de uma alteração veloz na estrutura social da cidade, que vem mudando aceleradamente nos últimos 30 anos. Segundo a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), entre 1977 e o ano passado foram lançados 10.006 edifícios residenciais na cidade.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

DuPont realiza Seminário sobre Higiene Ocupacional em São Paulo

18/9/2009 - DuPont realiza Seminário sobre Higiene Ocupacional em São Paulo
Entre 19 e 21 de outubro, a divisão DuPont Safety Resources realizará em São Paulo a quarta edição do seminário de Estratégia de Amostragem de Agentes Ambientais com o objetivo de atender uma demanda específica de profissionais da área de Segurança, Meio Ambiente e Saúde e higienistas ocupacionais. O evento acontecerá no Hotel Staybridge Suítes, no Itaim Bibi, em São Paulo (SP). O curso contará com o expertise de dois renomados profissionais da DuPont: Mario L. Fantazzini, consultor especialista sênior da DuPont Safety Resources – Engenheiro Mecânico e de Segurança e Higienista Ocupacional certificado, que atua na especialidade há 34 anos, e Anis Saliba, gerente de Desenvolvimento da DuPont Safety Resources – Engenheiro Eletrônico e de Segurança do Trabalho, com atuação em Higiene Industrial e Análise de Riscos há 20 anos.

Luta contra acidentes é lembrada

Luta contra acidentes é lembrada no dia 28/04/2008


Estimativa é que no Brasil ocorram 1,3 milhão de acidentes todos os anos. No mundo são 270 milhões de casos, com 2 milhões de mortes. Vítimas serão lembradas em missa na Catedral de Brasília

Brasília, 23/04/2008 - Uma explosão numa mina de Farmington, nos EUA, levou à morte 78 trabalhadores no dia 28 de abril de 1969 e o ocorrido tornou-se símbolo da luta contra acidentes de trabalho. Por isso, a data - que este ano cai na próxima segunda-feira - foi instituída como o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes de Trabalho. Para destacar a importância do cumprimento das normas trabalhistas para prevenção de acidentes, a Fundação Jorge Duprat de Figueiredo (Fundacentro), órgão de pesquisa vinculado ao MTE, vai realizar neste dia vários atos de alerta para trabalhadores e empregadores. Em Brasília, uma missa será celebrada na Catedral, às 12h15, com a participação de várias autoridades e representantes da sociedade civil.

Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que adotou a partir de 2003 a data como Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, são 270 milhões de acidentes de trabalho em todo o mundo, dois milhões deles com vítimas, e 160 milhões de novos casos de doenças relacionadas ao trabalho ocorrendo anualmente no planeta. No Brasil, são 1,3 milhão de casos tendo como principal motivo o descumprimento de normas básicas de proteção dos trabalhadores e pelas más condições nos ambientes e processos de trabalho.

O estudo da OIT revela ainda que três vidas são perdidas a cada minuto no mundo e 6 mil mortes acontecem ao dia pelo mesmo motivo, número que representa quase o dobro de vítimas de guerra. No Distrito Federal, o número de acidentes de trabalhos registrados durante os últimos 16 anos, abrangendo um número médio de 702.406 trabalhadores, é de em média 3.552 acidentes, sendo 2.697 de acidentes típicos, 549 de acidentes de trajeto e 307 doenças decorrentes do trabalho.

A OIT salienta que segurança e a saúde no trabalho devem ser motivo de preocupação para todos, sejam governos, empregadores ou trabalhadores. Embora alguns setores industriais sejam, por natureza, mais perigosos do que outros, alguns trabalhadores correm mais riscos de sofrer acidentes de trabalho e padecer de doenças profissionais que outros, devido a fatores sócio-econômicos que favorecem sua submissão a condições degradantes de trabalho.

Ranking mundial - No estudo da OIT, o Brasil ocupa o 4º lugar em relação ao número de mortes, com 2.503 óbitos, perdendo apenas para a China (14.924), Estados Unidos (5.764) e Rússia (3.090). A evolução de casos de acidentes no trabalho no Brasil mostra que na década de 70, tínhamos uma média de 3.604 óbitos para 12.428.826 trabalhadores. Ná década seguinte, o número de trabalhadores aumentou para 21.077.804 e junto aumentou também o número de óbitos: 4.672. Já na década de 90, há uma considerável diminuição, 3.925 óbitos para um total de 23.648.341 trabalhadores.

Dados dos Ministérios do Trabalho e Emprego e Previdência Social de 2005 dão conta que as áreas com maior número de óbitos são a do Transporte, Armazenagem e Comunicações, com sete óbitos entre 3.855 trabalhadores; a área da Indústria da Construção, com seis óbitos entre 6.908 trabalhadores; e o Comércio e Veículos, com 5 óbitos entre 24.782 trabalhadores.

Alto custo - Acidentes no ambiente de trabalho geram conseqüências e custos, ao empregador e ao empregado, além das famílias e a sociedade. Para a empresa, os custos envolvem salário dos quinze primeiros dias após o acidente; transporte e assistência médica de urgência; paralisação de setor, máquinas e equipamentos; comoção coletiva ou do grupo de trabalho; interrupção da produção; prejuízos ao conceito e à imagem da empresa; embargo ou interdição fiscal; responsabilização civil e criminal; entre outras conseqüências. Os trabalhadores que sobrevivem a esses infortúnios são também atingidos por danos que se materializam em sofrimento físico e mental; cirurgias e remédios; próteses e assistência médica; fisioterapia e assistência psicológica; dependência de terceiros para acompanhamento e locomoção; diminuição do poder aquisitivo; desemprego; marginalização; depressão e traumas, entre diversas outras conseqüências, muitas delas irreversíveis.


Fonte: Ministério do Trabalho

Instalada a CEE de Segurança e Saúde Ocupacional

Instalada a CEE de Segurança e Saúde Ocupacional


Em reunião realizada em São Paulo, no dia 12 de março, a Associação Brasileira de Normas Técnicas instalou a Comissão de Estudo Especial de Segurança e Saúde Ocupacional (ABNT/CEE-00:001.50). Os participantes indicaram o engenheiro de segurança Leonídio Ribeiro Filho para coordenar a Comissão, que começará trabalhando em dois projetos de normas: 00:001.50-001 (Sistema de gestão da segurança e da saúde ocupacional) - Requisitos; e 00:001.50-002 (Sistema de gestão da segurança e da saúde ocupacional) - Diretrizes para implementação. O diretor de Normalização da ABNT, Eugenio Guilherme Tolstoy De Simone, fez a abertura da reunião, lembrando da importância de se contar com Normas Brasileiras sobre o assunto, já que até agora as organizações têm adotado documentos estrangeiros, a exemplo da OHSAS 18001 (Occupational Health and Safety Assessment Series). “Vamos trabalhar junto com fabricantes de todos os tipos de equipamentos, seguindo as boas práticas de normalização e observando todos os aspectos técnicos”, anunciou De Simone. O coordenador da nova CEE, engenheiro Leonídio Ribeiro Filho, entusiasmado com a indicação, afirmou que a Comissão da ABNT “constitui a realização de um sonho dos reais prevencionistas e, em particular. dos profissionais que atuam nessa tão importante área, que inegavelmente torna a empresa mais competitiva, em um mercado globalizado, porque valoriza o seu bem maior que é o trabalhador, aumentando sua capacitação e produtividade”. A CEE deverá se reunir em São Paulo e no Rio de Janeiro e os trabalhos começaram efetivamente no mês de abril.

Fonte: CIPA

Proibição do uso de Amianto recebe o apoio da Assembléia Legislativa SP

Proibição do uso de Amianto recebe o apoio da Assembléia Legislativa SP


Considerado pela indústria um produto de grande importância, devido às suas propriedades, como o isolamento térmico, a durabilidade e a flexibilidade, além de ser de difícil combustão e, principalmente, de baixo custo, o amianto ainda é largamente utilizado no Brasil. Essas características, no entanto, escondem o fato de que o uso da crisotila (mineral que lhe dá origem) é capaz de provocar diversas doenças respiratórias graves, podendo chegar ao câncer e à morte.

Pela gravidade dos males que causa, como já ocorreu em outros estados brasileiros, a Assembléia Legislativa do Estado (Alesp), em meados de 2007, aprovou a Lei nº 12.648, de autoria do deputado Marcos Martins (PT), que proibe o uso do amianto em São Paulo. A lei foi finalmente sancionada pelo governador José Serra, mas uma ação liminar impetrada pela Federação das Indústrias do Estado (Fiesp) e concedida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu sua efetividade.

À luz desses conflitos, centenas de representantes se reuniram no dia 13 de setembro de 2007, em Audiência Pública, no plenário Franco Montoro, da Alesp, com o objetivo de reafirmar e aprofundar as críticas à utilização do amianto. Promovida pelo propositor da Lei, a audiência teve a participação de outros parlamentares, especialistas, sindicatos, federações, entidades e familiares de trabalhadores vítimas da contaminação por amianto.

Durante o evento, uma crítica contundente veio do deputado estadual Adriano Diogo (PT). Segundo o parlamentar, a liminar concedida pelo TJ-SP à Fiesp, para suspender a efetividade da Lei, “foi um arranjo entre os setores que defendem a utilização do amianto”.

O deputado Adriano Diogo assentou sua denúncia na informação de que o ex-governador Geraldo Alckmin já havia vetado a mesma Lei, mas como o veto foi derrubado pelo plenário da Assembléia estadual, o atual governador não poderia vetá-la novamente. “Por isto, a Fiesp entrou com o pedido de liminar de efeito suspensivo e o Governo Estadual ainda não contestou a concessão do Tribunal”, denunciou Diogo.

O Desemprego como justificativa

Contundente também foi o pronunciamento da Auditora Fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego, Fernanda Giannasi. A auditora representava a Delegacia Regional do MTE em SP e afirmou que ainda há um núcleo de empresas resistentes em banir o amianto, bem como substituí-lo por produtos de melhor qualidade, sob a justificativa de que isto poderá gerar o desemprego e o caos.

Estima-se que no Brasil, o quarto maior produtor mundial de materiais com amianto, a produção anual chegue a 250 mil toneladas. Entretanto, o trabalhador, principal vítima exposta ao produto, desconhece os riscos de seu uso.

Segundo Giannasi, atualmente, existem cerca de 4 mil acordos extra-judiciais que vêm sendo aplicados por essas empresas. “Por isso, temos que derrubar a liminar [obtida pela Fiesp] e fazer valer as leis federal, estadual e municipal”, enfatizou Fernanda.

Mas, para o presidente da Associação dos Juízes Federais, Ricardo do Nascimento, os juízes do Brasil estão cansados de condenar as indústrias pelo uso do amianto. Para reverter este triste quadro, Nascimento considera que somente com a mobilização da sociedade será possível se chegar a uma decisão definitiva.

Já o ex-diretor da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e especialista em saúde pública e ocupacional, o médico René Mendes, afirmou que as indústrias deveriam ter um posicionamento associado à saúde do trabalhador. “Os argumentos apresentados são de ordem comercial, pois o problema deixou de ser médico e passou para a esfera política e econômica”, criticou René.

As análises médicas

O amianto, também conhecido como asbesto, é reconhecido internacionalmente como uma substância cancerígena. Proibido pela Convenção 162 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), há registros desde a década de 80 dos primeiros trabalhadores adoecidos por exposição ao cancerígeno. Quando inalado, deglutido ou ingerido, causa câncer de pulmão e outras doenças associadas ao tecido pulmonar.

Outra doença provocada pelo uso do amianto é conhecida por especialistas como Mesotelioma de Pleura – que é o tecido que reveste o pulmão –, um tumor maligno que mata em até dois anos após a confirmação do diagnóstico.

De acordo com o médico e pesquisador da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), Eduardo Algranti, vem aumentando o registro de incidência do Mesotelioma de Pleura em trabalhadores desde 2003 e tem crescido o número de casos na cidade de São Paulo.

“Nos próximos 15 anos iremos nos deparar com o aumento da doença com mais frequência”, ressaltou Algranti em sua fala na audiência pública na Alesp.

No ambiente de trabalho, o amianto pode ser encontrado na fabricação de telhas, revestimentos de pisos, tintas especiais, isolantes térmicos, metalúrgicas, na indústria automobilística – na fabricação de freios, juntas e revestimentos de embreagens, entre outros.

Vítimas do amianto

De acordo com o Presidente da Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto (Abrea), Eliezer João de Souza, são centenas de óbitos, mas que não aparecem nas estatísticas oficiais de doenças e mortes no trabalho. “Isto se deve à pressão exercida pelas indústrias que defendem o uso do amianto”, afirmou o presidente da Abrea.

Eliezer também é vítima da doença provocada pela utilização do amianto e desde 1997 é aposentado por invalidez, tendo trabalhado 13 anos no acabamento de corte do amianto. “Lá na empresa todo mundo trabalhava no meio da poeira, respirando o amianto e nunca ninguém alertou que aquela substância provocava câncer”, denunciou.

Ainda segundo o presidente da Abrea, em pesquisa realizada por uma empresa líder no mercado de telhas e caixas d´água, mais da metade, entre 1200 trabalhadores das cidades de São Caetano do Sul e Osasco, na Grande São Paulo, apresentam algum problema em decorrência da utilização do amianto.

“A própria empresa reconhece os malefícios que o amianto pode causar. Nessas grandes cidades industriais de São Paulo, 53 por cento dos trabalhadores que, de alguma forma, utilisam o amianto têm algum tipo de doença provocada por esse material”, afirmou Eliezer.

Outros exemplos de adoecimento

Os aposentados Ivo dos Santos e João Batista Mome, que trabalhavam na marcenaria da mesma empresa que realizou a pesquisa, no setor que lixava e polia peças de amianto, também são portadores de Asbestose – doença em que as fibras do amianto alojam-se nos alvéolos e dificultam a respiração.

Segundo João Batista Mome, de 78 anos, após a sua aposentadoria, em 1977, o exame de raio-x feito em um laboratório não constatou nenhuma irregularidade. O aposentado descobriu a doença somente depois de dezoito anos, quando realizou exame na Fundacentro. “Não queria ter esta doença, pois sinto muita falta de ar e dores de cabeça e, de anos para cá, os sintomas vêm piorando”, relatou João Batista.

O mesmo aconteceu com Ivo dos Santos, de 71 anos, que entrou no mesmo setor da empresa seis anos depois que João Batista e se aposentou em 1986. Também descobriu que tinha a doença dez anos depois. “Nunca fomos alertados que era um veneno e até hoje dizem que o amianto é um pó de arroz que não faz mal”, comentou Ivo.

Construção de casas da CDHU

Segundo Estella Maris Belemjian, arquiteta, que na audiência pública representou a Superintendência de Projetos da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), empresa do Governo Estadual, vinculada à Secretaria da Habitação, que produz moradias populares destinadas à população de baixa renda, nas construções de casas da CDHU não é utlizado qualquer material que contenha amianto.

A CDHU, desde o ano de 2001, com a existência da Lei 13.113 que proibe a utilização do amianto, especificou que os componentes que continham amianto, como telhas e reservatórios para água, deveriam ser substituídos por fibra vegetal.

“Se for constatado em alguma obra da empresa a utilização do amianto, isto deve ser denunciado por que estaria em desacordo com o projeto da companhia”, finalizou Estella.

Agrotóxicos: profissionais são treinados para monitorar populações expostas

Agrotóxicos: profissionais são treinados para monitorar populações expostas


O Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) de Porto Alegre (RS) realizou de 25 a 28 de setembro um curso para capacitar a Saúde do Trabalhador, o Programa Saúde da Família e os serviços de emergência para o monitoramento de populações expostas a agrotóxicos.

Reunindo mais de 80 profissionais da rede do Sistema Único de Saúde dos 50 municípios da região de abrangência do Cerest, o evento mapeou riscos a que os trabalhadores de diferentes regiões do estado estão expostos, bem como debateu conceitos e princípios da toxicologia ambiental e ocupacional e da vigilância em saúde ambiental e saúde do trabalhador.

A capacitação está em sintonia com a Portaria GM/MS nº 777 de 28 de abril de 2004, que torna compulsória a notificação de 11 acidentes e doenças relacionados ao trabalho, incluindo a intoxicação aguda e crônica por agrotóxicos, derivada da aplicação indiscriminada dos insumos.

O baixo custo e acesso irrestrito garantem ao Brasil o segundo lugar no ranking mundial de consumo de agrotóxicos no mundo. Seu uso indiscriminado contamina os trabalhadores que manejam os insumos agrícolas, além do solo, da água e de alimentos como carne, leite, verduras e cereais.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), cerca de 3% dos trabalhadores rurais brasileiros são anualmente contaminados com os agrotóxicos usados nas lavouras. Das mortes por câncer, estima-se que 1% estejam relacionadas à exposição por agrotóxicos.

503 mil acidentes de trabalho e 2,7 mil mortes em 2006

503 mil acidentes de trabalho e 2,7 mil mortes em 2006


O Instituto Nacional de Seguridade Social registrou 503.890 acidentes e 2.717 mortes relacionados ao trabalho no ano de 2006. Na comparação com 2005, o número de acidentes de trabalho totalizou 491.711 casos, enquanto os óbitos somaram 2.708 ocorrências.

Os dados referem-se somente à parcela dos trabalhadores cujo vínculo empregatício é a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), que corresponde a aproximadamente 30% da População Economicamente Ativa (PEA) do país. Divulgadas semana passada pelo Ministério da Previdência Social, as informações estão disponíveis para consulta na 15ª edição do Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho.

No período, considerando o total de acidentes de trabalho, 80% foram típicos (decorrentes da atividade profissional desempenhada), 14,7% de trajeto (ocorridos no trajeto entre a residência e o local de trabalho) e 5,3% doenças do trabalho (acidentes de trabalho ocasionados por qualquer tipo de doença profissional peculiar a determinado ramo de atividade).

Importante destacar que houve queda nas concessões de benefícios previdenciários decorrentes de doenças relacionadas ao trabalho. Em 2006, totalizaram 26.645, ante 30.334 contabilizados no ano anterior.

As estatísticas indicam que os homens são as principais vítimas de acidentes de trabalho: somam 79,9% nos acidentes típicos, 67,1% nos de trajeto e 53,8% nas doenças do trabalho. Além disso, 39,1% das ocorrências foram registradas entre homens e mulheres na faixa de 20 a 29 anos.

A análise por setor de atividade econômica revela que o setor agrícola participou com 6,9% do total de acidentes registrados, seguido pelo setor de indústrias (47,4%) e pelo setor de serviços (45,7%).

Nos acidentes típicos, os subsetores com maior participação nos acidentes foram produtos alimentares e bebidas (10,6%) e saúde e serviços sociais (8,3%). Nos acidentes de trajeto, as maiores participações foram do comércio varejista (12,4%) e dos serviços prestados principalmente a empresas (11,9%). Nas doenças de trabalho, foram os subsetores intermediários financeiros (10%) e o comércio varejista (8,6%).

No período, considerando os 50 códigos de Classificação Internacional de Doenças (CID) com maior incidência nos acidentes de trabalho registrados, os de maior participação foram ferimento do punho e da mão (13,6%), fratura ao nível do punho ou da mão (6,9%) e traumatismo superficial do punho e da mão (5,7%). Nas doenças do trabalho, os CID mais incidentes foram sinovite e tenossinovite (21%), lesões no ombro (16,2%) e dorsalgia (7,1%).

Além disso, o número de acidentes de trabalho liquidados (corresponde ao número de acidentes cujos processos foram encerrados administrativamente pelo INSS, depois de completado o tratamento e indenizadas as seqüelas) atingiu 537,5 mil, o que correspondeu a um decréscimo de 1,5% em relação a 2005.

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