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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Psicóloga é obrigada a realizar assalto após ser sequestrada

Dois homens, ainda não identificados pela polícia, sequestraram a psicóloga Cristiane Batalha e a obrigaram a assaltar um mercadinho na Zona Centro Oeste


  • Psicóloga foi obrigada a assaltar mercadinho S. Nozawa no Kíssia
    FOTO: ANTONIO MENEZES
  • Carro de psicóloga usado durante o assalto
    FOTO: Antonio Menezes
Dois homens armados renderam a psicóloga Cristiane Maria Gomes Batalha, 39, manhã desta terça-feira (26), na avenida Constantino Nery, Zona Centro Sul.
Os assaltantes revistaram o carro da psicóloga que não possuía cartões de crédito e outros objetos de valor. Segundo as informações da Polícia Civil, a dupla pediu para ser levada à casa de Cristiane que mora em um condomínio fechado, em bairro não divulgado. A vítima teria comunicado aos bandidos que seria impossível entrar devido a forte segurança do condomínio. Os assaltantes pediram então que Cristiane os levasse à casa de um parente próximo.
Cristiane levava os assaltantes à casa de uma tia localizado no conjunto Kíssia, Zona Centro Oeste. No meio do caminho, a dupla parou o carro da vítima para assaltar o mercadinho S. Nozawa obrigando Cristiane a realizar o assalto deixando-a no local após a ação.
No total, a dupla levou R$450 e bijuterias. O carro da vítima, usado durante a fuga, foi encontrado por policiais militares próximo a Escola Estadual Senador Petrônio Portela, no bairro Dom Pedro, Zona Centro Oeste, minutos após ao sequestro relâmpago.
O caso foi registrado no 10º Distrito Integrado de Polícia, localizado no Dom Pedro.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

Moradores de rua invadem praça e terreno no conjunto José Tenório

Moradores de rua invadem praça e terreno no conjunto José Tenório
Entre os invasores, há gente que tem casa, mas insiste em viver no local; Uma mulher deu à luz na praça
  Gazetaweb - Lázaro Calheiros
A praça Santa Terezinha localizada ao lado do posto de saúde municipal Dr. Luiz Rocha Cerqueira, no conjunto José Tenório, em Maceió, foi invadida por 13 moradores de rua que estão morando na praça há quatro anos. Além da praça, os comerciantes do conjunto denunciaram que há mais quatro famílias morando próximo a igreja, no terreno ao lado dos apartamentos. Em entrevista com os invasores, a Gazetaweb descobruiu que alguns deles tinham residência fixa, mas que insistiam em viver na praça.


Segundo os moradores de rua, quem invadiu a praça é porque não tem para onde ir e eles ainda cobram do prefeito moradias porque, de acordo com o grupo, alguns chegaram a morar em casas alugadas pela prefeitura no conjunto Benedito Bentes 2. Os moradores de rua denunciaram que foram despejados das casas porque a prefeitura não pagou o aluguel.


Entre os “novos” moradores da praça Santa Terezinha, há quem tenha residência fixa, mas que insiste em morar no local. Um dos moradores, José Wellington Raimundo, de 25 anos, disse que tem uma casa na Grota do Rafael, no Jacintinho, onde mora com a mãe e as duas filhas e que trabalha na praça reciclando lixo de segunda-feira à sexta-feira.


“Eu trabalho aqui durante a semana e final de semana vou para casa levar o dinheiro para a minha família. Eu consigo ganhar entre 30 e 40 reais por semana reciclando lixo aqui, se eu tivesse em casa eu não ia ganhar nada porque lá não tem o quê fazer. A gente está nessa vida porque falta casa e trabalho”, explica José Wellington.


José Wellington fala que as famílias que invadiram o terreno ao lado dos apartamentos têm casas no conjunto Cidade Sorriso, no Benedito Bentes 2.


Uma das mulheres que invadiu, Marcela Oliveira de Souza, 28, detalha que um dos seus filhos nasceu na praça. Outra, identificada como Claudinei D. S., de 40 anos, reforça que nasceu no município de Ouricuri, em Pernambuco, e que antes morava na Favela Sururu de Capote, orla lagunar de Maceió, bairro do Vergel.


De acordo com um dos comerciantes, Odilon Gomes, a presença das famílias na praça traz insegurança e muito lixo para a praça que está servindo como depósito de lixo. Odilon destacou que equipes da Polícia Militar, o Conselho Tutelar e a Superintendência Municipal de Controle do Convivio Urbano (SMCCU) já retiraram as famílias uma vez, mas eles voltaram.


O educador de fiscalização do posto de saúde Dr. Luiz Rocha Cerqueira, Oligario Filho, observa que os moradores de rua entram no posto de saúde para pegar água e que no final de semana eles chegam a pular o muro. “Antes, eles estavam em um quiosque da prefeitura construído para atividades físicas, mas como a cobertura desabou, aí eles vieram para a praça”, lembra Oligario.


Segundo Oligario Filho, a praça foi reformada há pouco tempo e ainda nem foi reinaugurada.




Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

Ser um mau condômino pode pesar no bolso

Multas aplicadas a moradores que não seguem regras de boa convivência podem chegar a dez vezes o valor do condomínio





Uso irregular da garagem, ruídos que ultrapassam o horário de silêncio, crianças que fazem do corredor uma extensão do playground, obras, brigas constantes entre casais, cachorros que latem o dia inteiro. Essas são apenas algumas das situações que geram conflitos diários em condomínios e que são cada vez mais freqüentes com o aumento do número de pessoas vivendo em apartamentos pela primeira vez. Mas, ser um mau vizinho pode trazer outros aborrecimentos além de registros de queixas no livro do condomínio.

Foto: Greg Salibian/iG
Síndica do mesmo prédio há 21 anos, Lurdes criou um kit para facilitar a adaptação dos novos moradores
Advogado especializado em direito imobiliário, Frederico Damato observa o aumento não só da quantidade de multas aplicadas, mas também de processos judiciais motivados por conflitos entre condôminos. “Muitos moradores não dão atenção à convenção do condomínio e isso gera muitos problemas. Toda pessoa, ao se mudar para um apartamento, deveria conhecer as leis e regras estabelecidas para organizar a convivência harmônica entre os condôminos”, diz.
De acordo com Damato, o comportamento antissocial pode levar o morador a ser multado em até 10 vezes o valor do condomínio. “Em casos extremos, quando há prejuízos para o condomínio, pode haver ainda um processo de indenização por perdas e danos e até mesmo a expulsão do prédio”, afirma o advogado. Para a aplicação de multas, basta que a maioria absoluta dos moradores (50% + 1) vote a favor da punição.
Segundo levantamento da Lello, empresa que administra condomínios, a divisão das despesas e o sistema de utilização das vagas de garagens são dois dos temas que mais geram conflitos entre os novos moradores de condomínios na cidade de São Paulo. “Os questionamentos estão mais intensos, já que a cada ano mais pessoas se mudam de casas para apartamentos, o que torna a vida em condomínio algo totalmente novo e diferente”, afirma Angélica Arbex, gerente da Lello. Segundo projeções da empresa, até o final de 2012 cerca de 30 mil pessoas, somente em São Paulo, irão morar pela primeira vez em condomínios residenciais.
Síndica do mesmo prédio há 21 anos, a advogada Lurdes Affonso também passou pela experiência de ter que se adaptar às regras de convívio em um prédio, depois de ter morado por muitos anos em casa. De acordo com ela, é natural que a pessoa que acaba de se mudar para um apartamento tenha dificuldade em se adaptar num primeiro momento.
“Para minimizar esses problemas, criamos um kit de boas-vindas para o novo morador que traz informações importantes e uma cópia da convenção do condomínio. Isso nos ajudou muito a reduzir os conflitos no prédio, porque a pessoa não pode mais alegar que desconhecia as regras”, afirma.
Apesar do aumento do número de reclamações, o vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Sindicato da Habitação (Secovi), Hubert Gebara, observa que as pessoas estão mais conscientes de seus direitos e deveres como moradores de prédios. “Já não conheço tantos casos de condôminos que desrespeitam a autoridade dos síndicos ou que tratam os funcionários do prédio como seus empregados particulares”, diz. 
  


- Leia sempre a convenção do condomínio. É nesse documento que se encontram as principais regras que regem a administração do prédio. Esteja sempre atento para não descumprir as orientações da convenção.
- Participe das assembléias e dê sua opinião sobre a administração do prédio sempre que julgar necessário. É durante esses encontros que ocorrem votações para definir questões importantes, como obras, despesas extraordinárias e alterações nas regras do condomínio.

Foto: Divulgação
Moradores devem respeitar regras para uso de áreas comuns
- O corredor, o salão de festas, a piscina e todas as demais áreas comuns não são extensões do seu apartamento. São espaços de convivência, que servem a todos os moradores. Tenha bom senso ao fazer uso dessas áreas.
- Pagar o condomínio em dia é uma obrigação de todos os moradores. Quem não paga a taxa prejudica os outros condôminos, que precisam ratear os custos, e corre o risco de ter o apartamento levado a leilão para pagamento da dívida.
- Não se esqueça de que você é proprietário apenas de seu apartamento e não do prédio. Por isso, respeite o direito de outros moradores e siga as regras do condomínio.
- Não use sua amizade com o síndico para obter vantagens pessoais e burlar a convenção do prédio. Os direitos e deveres valem para todos os moradores. A regra é a mesma para síndicos e conselheiros do condomínio, que não podem se beneficiar do cargo para fazer o que quiserem.
- Caso tenha problemas com o comportamento de algum vizinho, tente primeiro resolver a situação de maneira amigável. Caso não haja oportunidade para falar diretamente com a pessoa, converse com o síndico ou com empresa responsável pela administração e peça auxílio. Faça uma comunicação formal pedindo que o vizinho cumpra as regras do prédio. Guarde cópias do documento.
- Se o vizinho não está disposto a rever seu comportamento e é impossível tolerar a situação, apresente o problema durante a próxima assembleia de moradores e, se for o caso, sugira a aplicação de multa.
- Caso a situação persista, estude a possibilidade de mover um processo judicial contra o vizinho. Mas, lembre-se: essa deve ser a última alternativa. O processo pode se estender por anos. Muitas vezes, uma notificação extrajudicial pode ser suficiente para que o outro morador se conscientize de que sua atitude é inadequada e inconveniente.
Matéria do IG




Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

terça-feira, 26 de julho de 2011

Equipamentos e Porteiros bem treinados são essenciais em condomínios



Para intensificar a segurança  em condomínios e contribuir para a inibição de crimes, mais que a implantação de recursos eletrônicos, a capacitação de porteiros e o uso de equipamentos tecnológicos adequados, corretos para cada ambiente, são itens decisivos para a eficiência de ações, evitando o desperdício de investimentos e ampliando a tranquilidade entre moradores.
Por apresentar maior fluxo de pessoas, os condomínios, sejam horizontais ou verticais, devem ter preocupações além do sistema de monitoramento por câmeras, investindo também em recursos de segurança com foco no portão principal de entrada e saída de veículos e pessoas. É o que destaca o encarregado de segurança do Grupo PoliService, Jorge Fernandes.
“Para a entrada e saída de veículos, é importante utilizar um sistema de eclusa, fazendo com que o morador acesse dois portões ao chegar. O primeiro de acesso direto, podendo ser feito através de fechadura eletrônica. Já o segundo, seria aberto pelo porteiro, após visualização ampla de quantas pessoas estão nocarro e identificação do veículo. O mesmo pode ser aplicado para pessoas a pé, envolvendo sistemas de circuito eletrônico para o local de entrada. O ideal é o condomínio reservar um espaço para que as pessoas entrem individualmente e possam ser observadas pela portaria”, orienta.  
O profissional alerta que de nada adianta todos estes cuidados, se o porteiro não receber o treinamento qualificado, pois em muitos casos, é uma ação pontual do responsável pela portaria que evita consequências mais graves. Por isso, os treinamentos devem ser feitos por meio de empresas especializadas, podendo ser estendidos aos moradores também, o que é aconselhável. Na capacitação para porteiros, informações e medidas preventivas são repassadas com intuito de orientar profissionais para que fiquem atentos a ações envolvendo segurança.  “É importante que os moradores também colaborem, informando com antecedência quando receberão visitas, encomendas, fornecedores de serviços, etc”, ressalta.
Ainda segundo Fernandes, um bom planejamento voltado à segurança de condomínios utiliza a tecnologia a favor do maior controle de quem circula pelas áreas comuns e investe em barreiras perimetrais eficientes, como é o caso de muros e sensores conectados com o monitoramento 24h realizado por empresas especializadas.


Segurança nos bairros de Curitiba


O aumento da criminalidade tem feito com que moradores se unam para investir em conjunto em ações de combate a furtos e assaltos. Com isso, a demanda por planos de segurança em condomínios através da implantação de sistemas eletrônicos e de vigilância tem aumentado. De acordo com levantamento do Grupo PoliService, bairros como Batel, Portão, Água Verde, Jardim das Américas e Tarumã são exemplos de localidades que já adotam essas medidas.  


Emidio Campos
Gestor de Segurança http://segurancadecondominio.blogspot.com

Incêndio em condomínio de Jacarecica

 
  • Moradora fica em desespero ao ver tudo destruído


Jacarecica, em Maceió, mobilizou várias unidades do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBM), na manhã desta terça-feira, 26.
De acordo com as primeiras informações passada pela assessoria do CBM, o apartamento, localizado no andar térreo do bloco 24, estava vazio quando o incêndio começou. As moradoras, duas mulheres e uma criança, já tinham saído de casa.
Vizinhos perceberam a fumaça e acionaram o Corpo de Bombeiros, que enviou várias viaturas ao local.
Os moradores dos apartamentos próximos tiveram que sair de casa, pois havia risco de que as chamas se espalhassem. Alguns minutos depois, os bombeiros conseguiram debelar o fogo, que teve início em um os quartos.
Ainda não se sabe as causas do incêndio.



Emidio Campos 
Gestor de Segurança 
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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Roubado o condomínio do zagueiro do Corinthians Chicão



O zagueiro do Corinthians Anderson Sebastião Cardoso, o Chicão, teve o seu apartamento furtado na quinta-feira, no Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Aos policiais do 30º DP, onde registrou a ocorrência, o jogador disse que 26 relógios foram levados, em um valor estimado em R$ 40 mil.
De acordo com o boletim de ocorrência, Chicão percebeu que o apartamento havia sido invadido ao chegar à residência, por volta das 18h de quinta-feira, após voltar do Rio de Janeiro, onde jogou no dia anterior contra o Botafogo, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro. O local estava "bagunçado", com móveis revirados e roupas espalhadas pelo chão.
O jogador afirmou ainda que a administração do condomínio não relatou qualquer movimentação estranha em seu apartamento. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) não soube informar se o condomínio contava com câmeras de vigilância, nem se a polícia pretende solicitar as imagens do circuito de segurança para investigar o crime.
Logo após registrar a ocorrência, o atleta comentou o ocorrido em sua página no Twitter. "Nem dentro de casa temos mais segurança", desabafou o jogador, que agradeceu o carinho dos fãs e acrescentou que ele está bem.

Emidio Campos 
Gestor de Segurança 
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Doméstica morre em condomínio de luxo



O repórter Fabrícuis Bariani foi em busca de respostas da polícia para o intrigante caso da doméstica Rosana de Oliveira Lima Ramos, cujo corpo foi encontrado na noite desta quarta feira, em um condomínio de luxo na região central de Porto Velho. A mulher teria caído do segundo andar do prédio, a uma altura de mais ou menos dez metros, após supostamente ter sido surpreendida dentro de um apartamento, onde um armário contendo um cofre teria sido arrombado.
 
Para o delegado titular da delegacia de homicídios de Porto Velho, Herivelto Leal, à frente das investigações, está descartada a hipótese de suicídio como causa da morte, mas também é cedo para afirmar se houve um acidente ou um homicídio. Herivelto informou ainda que vai aguardar os resultados das investigações periciais, ouvir todos envolvidos, testemunhas, família da vítima, pedir cópias das filmagens de segurança interna o prédio entre outros quesitos que entender como importantes para desvendar o caso.
 
Outra morte
 
A repórter Juliana Martins acompanhou o drama de uma família na zona Sul de Porto Velho, onde um jovem de 25 anos foi encontrado morto dentro de um dos cômodos da casa onde morava. Policiais que atenderam a ocorrência foram informados de que a vítima poderia ter cometido suicídio. Também receberam informações dando conta que momentos antes do corpo ser encontrado, o jovem supostamente teria consumido drogas na companhia de um de seus irmãos. Ele seria dependente químico e já tinha pedido ajuda para se livrar das drogas.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
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Condomínio da Biodiversidade


Conta, Clóvis Borges, diretor executivo da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) de Curitiba/PR, sobre uma visita que recebeu no seu escritório, em 1999. Incomum por trazer uma demanda diferente.

Uma pessoa que adquiriu uma área próxima da cidade o procurou em busca de ajuda. “Eu sou um dentista”, dizia. “Não entendo nada de conservação, e preciso de orientação adequada para saber o que fazer na minha nova propriedade. Vocês podem me orientar?”.

A visita levou a uma longa conversa e depois, uma visita à propriedade seguida de relatório com recomendações básicas para que a área recebesse as intervenções adequadas para  sua conservação.

Outras solicitações semelhantes indicaram uma demanda mal atendida. Pessoas, das mais diversas condições, estavam interessadas na conservação de suas propriedades e não tinham onde buscar orientação. 

Em pouco tempo, surgiu à ideia de reuni-las para trocar experiências sobre formas de sistematizar procedimentos relativos às técnicas de conservação em propriedades urbanas.

Assim, na primavera de 2000, surgiu o Condomínio da Biodiversidade com o objetivo de mudar a realidade nos jardins curitibanos, concebidos, a maioria, sob as normas do paisagismo convencional e distantes dos preceitos de conservação da biodiversidade.

Segundo Clóvis, não é possível afirmar que mudanças de comportamento estão gerando alterações em escala, entretanto considera que nunca foi tão oportuno aproveitar a disposição das pessoas em relação à agenda de conservação da biodiversidade.

Os efeitos das mudanças climáticas vêm influenciando a opinião pública sobre a importância do tema. Percebe-se cada vez mais a dependência aos serviços ambientais prestados pelas áreas naturais, entre eles o equilíbrio climático.

Ele ensina que os biomas são formados pela diversidade biológica dos ambientes, das espécies e da variação genética entre elas. Quando em bom estado de conservação, funcionam a partir de processos ecológicos, proporcionando serviços ambientais imprescindíveis para a Humanidade. Ao se comprometer a biodiversidade, colocam-se em risco esses processos ecológicos e como consequência desaparecem os serviços ambientais.

O meio urbano é parte do desafio da conservação. Demandam recursos naturais e influenciam os mais diversos tipos de pressões sobre o ambiente. Portanto, o futuro da conservação tem a ver com as decisões de como as cidades enfrentarão esse desafio gerando desenvolvimento econômico com menos impacto.

Destaca-se o fato de que no Brasil a conservação parece ser responsabilidade exclusiva dos órgãos governamentais e, infelizmente, é assumida com pouca relevância política. Por outro lado, a pouca importância dada às questões ambientais também é consequência da omissão e desinteresse de grande parte da sociedade brasileira.

A SPVS, amparada nos resultados obtidos em 10 anos de experiência prática com o Condomínio da Biodiversidade, organizou e editou o livro “Cultura e Biodiversidade nos Jardins de Curitiba”, com o objetivo de expandir o movimento e atender demandas de pessoas que vivem nas cidades e percebem a necessidade da busca de conhecimentos para melhor conservação das suas propriedades.

Independente de se tratar de cidade grande como Curitiba, pequena como Itapoá, das dimensões de cada jardim, se é publico ou privado, está localizado no centro ou nas imediações, cada proprietário ou morador tem a oportunidade de prestar sua colaboração de cidadania adotando um novo e entusiasmante hobby ao fazer a conservação do seu espaço com as próprias mãos.

Ideal seria que em cada município, o poder público estimulasse a criação dos condomínios como uma efetiva política local para a conservação do meio ambiente e sua biodiversidade.

Por essa razão, a leitura do livro da SPVS é oportuna a todos que, de uma ou outra forma, preocupam-se com o desenvolvimento ambientalmente adequado da sua cidade.

Para saber mais podem ser consultados os seguintes sites:
www.spvs.org.br 
www.condomíniodabiodiversidade.org.br 
www.maternatura.org.br
www.curitiba.pr.gov.br 


Emidio Campos
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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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