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terça-feira, 25 de março de 2014

Bitcoin como funciona

Homem que supostamente teria criado o Bitcoin, Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)Homem que supostamente teria criado o Bitcoin,
Satoshi Nakamoto, é fotografado ao sair de
casa na Califórnia (Foto: David McNew/Reuters)

Dorian Nakamoto, identificado pela revista "Newsweek" como criador da moeda virtual Bitcoin, fez uma negação formal, por meio de um advogado, dizendo que não tinha conhecimento da moeda antes da reportagem da publicação. Enquanto isso, o irmão dele, Arthur, está interagindo com a comunidade no site Reddit , acusando a reportagem da Newsweek de ter publicado mentiras e citações fora de texto.

A reportagem da Newsweek, escrita por Leah McGrath Goodman em conjunto com investigadores, baseia-se principalmente em um perfil traçado por entrevistas com os próprios familiares. Outras evidências apresentadas pela reportagem, como semelhanças na forma de escrita, foram criticadas por pessoas que leram textos ou interagiram com "Satoshi Nakamoto" criador do Bitcoin. Segundo eles, não há semelhança alguma.

"Como essa Leah se atreve a humilhar e a violar o conforto de um velho homem de saúde debilitada que mal tem dinheiro para se alimentar e cuida gentilmente da nossa mãe de 93 em uma casa modesta?", escreveu Arthur, referindo-se ao irmão, que já sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) e se recupera de uma cirurgia na próstata. Dorian não tem um emprego fixo desde 2001.
Usuários da moeda Bitcoin abriram um fundo de doação para Dorian Nakamoto que deve ser finalizado no final de março e entregue a ele. O fundo, caso Dorian seja mesmo o criador da moeda, é um agradecimento. Caso não seja, é um pedido de desculpas por todos os problemas que a atenção indesejada tem causado ao homem de 64 anos.

Dorian, por sua vez, acusou a reportagem da "Newsweek" de "falsa". "A reportagem falsa da 'Newsweek' tem sido a causa de muito estresse e confusão para mim, para minha mãe de 93 anos, para meus irmãos e para suas famílias", escreveu Dorian em sua negação oficial publicada com auxílio de um advogado. "Essa será nossa última declaração pública sobre esse assunto. Eu peço agora que respeitem nossa privacidade", finaliza a carta, que também agredece o apoio de pessoas "nos Estados Unidos e ao redor do mundo".

Goodman defende sua reportagem, informando que tem outras evidências não publicadas. A "Newsweek", porém, não sinalizou que faria uma nova publicação. A reportagem que declarou Dorian como o criador do Bitcoin foi a primeira capa da revista de 81 anos na volta à publicação impressa.

O jornalista Joe Mullin, escrevendo para o site de tecnologia "Ars Technica", acusou a "Newsweek" de ter uma "arrogância colossal" em sua reportagem. Mullin afirmou que é hora da "Newsweek" apresentar qualquer outra evidência que possui ou admitir que estava errada em uma retratação. Mullin afirma que a pressão sobre a repórter deve ter sido grande depois de dois meses trabalhando na investigação, o que pode ter contribuído para ela se convencer de que achou a pessoa certa para não admitir que todo o trabalho tinha sido em vão.

Mullin ainda acusa a repórter de ter baseado seu "achado" em estereótipos e que muitas outras pessoas poderiam se encaixar no perfil, especialmente se pessoas com outros nomes forem consideradas. Não há prova de que Satoshi Nakamoto, criador do Bitcoin, tenha realmente esse nome. "O problema da história da Newsweek é que ela parece não ser verdade", escreveu ele
Bitcoin arte VALE ESTE (Foto: Editoria de arte/G1)
O que está por trás de uma operação que envolve bitcoins não é exatamente um caminho muito simples. Além do infográfico acima, que apresenta o caminho de uma transação, há detalhes mais técnicos de como o bitcoin é usado. 
Carteiras e endereços
A "carteira" do Bitcoin é o arquivo que guarda o par de chaves públicas (que toda a comunidade pode verificar) e privadas usadas na autorização das transações. O endereço de Bitcoin é formado a partir de uma codificação da chave pública, para representá-la de uma forma mais compacta.
O sistema de chave pública e privada não é exclusivo do bitcoin – ele é base de muitos sistemas de confiança e criptografia digitais, inclusive parte do "cadeado" que aparece em sites seguros da web e os certificados digitais brasileiros (como o e-CPF). Funciona da seguinte forma: a chave pública pode ser usada para verificar se uma assinatura digital foi gerada pela chave privada, bem como codificar dados que somente a chave privada poderá abrir. Ou seja, a chave pública é para o uso dos outros, enquanto a chave privada é usada por você.
Uma transação de bitcoins inclui a chave pública do(s) destinatário(s). Quando essa transação for referenciada como origem do dinheiro, apenas a chave privada, que somente o destinatário possui, será capaz de gerar o código autorizador (assinatura digital) que será aceito. Caso alguém roube sua "carteira", que contém a chave privada, essa pessoa poderá gerar as assinaturas e gastar seu dinheiro. Tudo no bitcoin é um contrato que exige sua assinatura.
Bloco e corrente de blocos
Todas as transações de bitcoin são reunidas em blocos. Um bloco é "ligado" ao bloco anterior informando qual foi o "hash" (um código que é calculado e aceito pela rede de bitcoins), formando a "corrente de blocos" até o primeiro bloco do bitcoin. Ou seja, ao ler todos os blocos é possível ver todas as transações já realizadas com a moeda.
O hash é um número que representa uma informação, gerado a partir de uma fórmula preestabelecida. Mínimas alterações nos dados geram um hash completamente diferente e imprevisível. Dessa forma, alterar os blocos do bitcoin mantendo os hashes já computados é extremamente difícil, o que protege a corrente contra manipulação do seu "passado". O hash, por ser um número muito grande, costuma ser representado em hexadecimal, ou seja, com números de 0 a 9 e letras de A a F.
Mineradores
Mineradores montam os blocos do bitcoin. Primeiro, eles agrupam as transações que estão sendo propagadas na rede, mas que ainda não foram inclusas em um bloco já ligado com a corrente. Uma vez com o bloco montado, o minerador calcula o "hash" para o bloco. Mas o bitcoin não aceita qualquer hash.
Calcular o hash dos mesmos dados sempre terá o mesmo resultado. Existe, portanto, um dado dentro do bloco que o minerador pode manipular. Esse dado é apenas um número, chamado de "nonce". O minerador então começa a calcular repetidos hashes do bloco, alterando apenas o número nonce a cada tentativa.
Como o "hash" é apenas um número, o bitcoin estabelece um valor máximo para o hash. O bitcoin trabalha com números extremamente grandes, mas, para fins de exemplo, vamos supor que o hash não pode ser maior do que 8. Quando o minerador encontrar um "nonce" que faz o bloco ter um hash 6, por exemplo, ele propaga isso para a rede. O bloco está resolvido e pode integrar a corrente de blocos.
Blocos de bitcoins devem levar, em média, 10 minutos para terem seu "nonce" encontrado. Caso os mineradores estejam encontrando o "nonce" muito rapidamente, o valor máximo (8, no exemplo) é diminuído, para dificultar o trabalho. Caso os mineradores estejam muito lentos, o valor máximo é aumentando, facilitando o trabalho, pois o número de hashes válidos aumenta. Esse ajuste é proporcional e é calculado pela rede periodicamente, baseando-se na velocidade média de geração de cada bloco.
Pelo seu trabalho, os mineradores ganham uma quantidade de bitcoins. Atualmente, esse valor é de 25, mas ele será diminuído pela metade quando a rede atingir determinado número de blocos, até que moedas não sejam mais geradas. O minerador também fica com o "troco" de todas as transações do bloco, caso esse troco não tenha sido "devolvido" ao pagador na transação.
Blocos órfãos
Caso dois mineradores encontrem um "nonce" juntos ou quase juntos, a rede terá dois blocos válidos em circulação. Eventualmente, um novo bloco será gerado, mas ele referenciará apenas o hash de um dos blocos anteriores. O bloco que sobrou, chamado de "bloco órfão", é descartado. Se a transação foi incluída apenas no bloco órfão, ele terá que ser novamente incluída em um bloco futuro, o que pode fazer com que uma transação leve mais de 30 minutos até ser oficialmente parte do histórico do bitcoin.
Não há 'saldo'
Quando se fala que o bitcoin é uma "moeda criptográfica", supõe-se que ele funcione como o papel-moeda, e que as "carteiras" de bitcoins guardam seu dinheiro até você transferir para outra pessoa. Esse, porém, não é o caso. Carteiras de bitcoin não guardam dinheiro algum, e você não tem necessariamente um "saldo".
Em vez disso, todas as bitcoins ficam nas transações. As moedas que você recebe não ficam em sua carteira e não são gastas dizendo o equivalente "vou usar agora 5 BTC da minha carteira". Para usar as bitcoins, o software gerenciador precisa apontar uma transação específica de onde as moedas foram recebidas.
Por exemplo, se você recebeu três moedas de bitcoin (BTC) de uma pessoa A, e mais duas moedas de bitcoin de uma pessoa B, e quer usar quatro moedas, o software do bitcoin iniciará uma transação que identifica como "origem" essas duas transações anteriores, que somam 5 BTC. A moeda bitcoin que sobra é o troco e ele também é enviado – de volta para você mesmo. Quando você quiser usar essa moeda, o software terá de referenciar essa mesma transação, dizendo, de certa forma, "quero usar esse 1 BTC que ficou de troco para mim".
Detalhe: o envio desse "troco" não é automático. O software é que gerencia isso. Essa "transação", portanto, tinha dois destinatários: 4 BTC para uma pessoa, 1 BTC de volta para você. Caso essa segunda transação do "troco" não fosse informada, a moeda que sobra ficaria com o minerador que incluiu a transação no bloco que foi incluído na corrente de blocos do bitcoin (entenda o que são mineradores e a corrente de blocos, acima).
O bitcoin funciona assim por dois motivos. Um deles é que calcular o "saldo" de uma carteira levaria muito tempo. O banco de dados completo do bitcoin, somando todos os blocos da corrente, tem aproximadamente 13 GB hoje, mas aumentará muito mais. Para calcular o saldo de uma carteira, seria preciso processar esse banco de dados inteiro e chegar ao balanço. Especificar a origem das moedas permite que a verificação seja mais simples: basta procurar as transações em que aquela mesma moeda foi gasta. Se houver uma transação mais nova do que a especificada, e que não dá o direito de uso da moeda para quem a está usando, então ela já foi gasta e não pode ser usada.
Outro motivo é que as transações permitem a configuração de autorizações programadas. Ou seja, o bitcoin não funciona apenas dizendo que A quer autorizar ou enviar moedas para B. O bitcoin permite muito mais que isso. As autorizações de uso da moeda são uma sequência de regras. Em linguagem técnica, é um "script".
Transações futuras
É possível, por exemplo, enviar dinheiro para duas pessoas ao mesmo tempo, exigindo que as duas forneçam uma autorização para que aquela moeda seja gasta no futuro – as moedas pertencem a ambas, mas nenhuma tem o direito de usá-las sozinho. Com isso, é possível criar um fundo de doação, no qual alguns ou todos os doadores podem reter o controle do dinheiro e autorizá-lo somente quando uma compra foi acertada entre todas as partes.
Também é possível criar um "depósito garantido", no qual um valor é depositado, mas retornado, em todo ou em parte, após uma data combinada (as transações de bitcoin são todas datadas). Outras possibilidades levantadas são a de distribuição automática de heranças e criação de loterias.
Essas possibilidades ainda nem começaram a ser exploradas e são, em grande parte, hipotéticas. Mas atestam o poder do bitcoin como não apenas uma moeda de "troca", mas um poderoso protocolo de autorizações programadas, contratos e registros virtuais.

Emidio Campos
 Instrutor de Segurança 
http://segurancadecondominio.blogspot.com
 E mail - segurancaprivadasp@gmail.com

segunda-feira, 24 de março de 2014

Veículos são arrombados em condomínio fechado

Seis carros foram arrombados dentro de um condomínio São Paulo na rua Asteca do bairro Dirceu, zona Sudeste de Teresina. O fato aconteceu na madrugada desta sexta-feira(21) na mesma rua onde o policial foi baleado em um restaurante na tarde de ontem.


Os moradores assustados registraram um boletim de ocorrência e dizem que o clima de insegurança tomou conta do local. “As pessoas estavam saindo para o trabalho quando tomou um susto. É um prejuízo não financeiro, mas um verdadeiro trauma”, afirmou Adriana de Carvalho Rios, moradora do condomínio. 

Os veículos tiveram as portas entortadas, vidros quebrados e um som foi levado de um dos carros. 


Para Amaury Costa, corretor de seguros, o prejuízo passa dos R$ 600,00. “Qualquer um pode entrar. Há uma certa vulnerabilidade já que não temos segurança, deveria haver um policiamento ostensivo. A gente se sente desprotegido”, declara o morador. 

Os bandidos esqueceram um óculos, dentro de um dos veículos arrombados. 


De acordo com o comandante do 8º BPM, major Costa Lima, uma equipe será destacada para intensificar a segurança nas ruas do bairro, mas ele alerta para os cuidados que a empresa administradora do condomínio deveria ter tomado. 


“Nós vamos intensificar a segurança, mas o condomínio tinha que contratar alguém. O local é um pouco isolado e surpreende por ser um condomínio fechado que deveria ser seguro e está nessa situação”, destacou o major Costa Lima. 


Os moradores que pagam todas as taxas da administradora, registraram um boletim de ocorrência e fizeram um abaixo assinado para cobrar medidas de segurança à administradora e a Caixa Econômica Federal, já que os apartamentos são do Programa de Arrendamento Residencial (PAR). 

  


Emidio Campos 
Instrutor de Segurança 
http://segurancadecondominio.blogspot.com 
E mail - segurancaprivadasp@gmail.com

quinta-feira, 6 de março de 2014

Leone Serviços



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Emidio Campos
Instrutor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com
E mail - segurancaprivadasp@gmail.com

sábado, 1 de março de 2014

Arrastão na estrada no carnaval de São Paulo




Vítimas de roubos alertaram outros motoristas na Rodovia dos Imigrantes (Foto: Reprodução / TV Tribuna)


Os turistas que foram assaltados nesta sexta-feira (28), após um grupo de menores promover um arrastão na Rodovia dos Imigrantes, próximo ao município de Guarujá, no litoral de São Paulo, relataram os momentos de tensão vividos durante o primeiro dia de carnaval. De acordo com alguns deles os suspeitos abriram as portas dos carros e puxaram até crianças para fora dos veículos.


De acordo com testemunhas a ação foi realizada por um grupo de menores que se aproveitou do congestionamento, devido ao excesso de veículos na rodovia, e começou a abordar os carros e assaltar os ocupantes. “É um absurdo, dez moleques abrindo a porta dos carros das pessoas arrancando criança, arrancando bolsa, machucando todo mundo”, diz a advogada Luciane Delicato da Silva.
Algumas das vítimas foram surpreendidas pela ação dos suspeitos que em alguns casos abordavam os motoristas fingindo vender água. “Parei para comprar água, tava com sede, tava trânsito e eles me roubaram, levaram meu celular, em alguns pontos eles estavam até tirando objetos de dentro do carro das pessoas”, explica o professor José Leite.
Após os crimes serem cometidos muitos motoristas pararam no meio da rodovia com receio de seguir em frente, o que resultou em uma fila de veículos com 12 km de extensão. A situação causou indignação em muitos dos motoristas. “É um absurdo, a gente paga imposto, paga pedágio caro e de repente você é sujeito a ser assaltado aí. Em plenas férias, você quer tirar uma folga, porque tem direito e chegamos aqui e ficamos parados não por causa de congestionamento e sim por falta de segurança, isso que é duro”, diz o dentista Marcos Vidal.
Motoristas pararam no meio da estrada e um congestionamento se formou (Foto: Reprodução / TV Tribuna)Motoristas pararam no meio da estrada
O médico Felipe Borgan foi outro motorista que acabou ficando parado no congestionamento após o arrastão. “Nosso objetivo seria descansar um pouco no litoral, mas infelizmente a nossa segurança deixa muito a desejar, o cidadão brasileiro não tem direito a nada, nem a segurança, nem a descanso, nem a nada” explica.
A Polícia Rodoviária diz que os crimes que ocorreram na Rodovia dos Imigrantes não teriam sido um arrastão. “Foi um desencadear de ações. Um primeiro veículo foi vítima de roubo, os outros acabaram se assustando com a situação e alguns deles começaram a voltar pela contramão. A população pode ficar tranquila porque o policiamento está dimensionado para fazer frente à essas demandas”, conclui o Major José Marcelo Macedo Costa.



Emidio Campos 
Instrutor de Segurança
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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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