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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Condomínio de casas assaltada em São Paulo





Um condomínio de casas de luxo no bairro do Panamby, na Zona Sul de São Paulo, foi invadido por homens armados. A Polícia Militar foi acionada, mas quando chegou ao local os bandidos já haviam fugido.

Segundo a Polícia Civil, quatro casas foram assaltadas por um grupo de 15 homens que chegaram em três carros usados na fuga. A ação teria durado uma hora e meia. Segundo o delegado Celso Lahoz Garcia, os moradores foram mantidos reféns durante o assalto. O caso será investigado pelo 89º DP.
  
 De acordo com um morador de 49 anos que pediu para não ser identificado, o porteiro estava fora da guarita quando os criminosos, que usavam terno, chegaram ao local, o renderam e o obrigaram a abrir o portão. Em seguida, os assaltantes ficaram na guarita e iam rendendo os funcionários que chegavam ao local para trabalhar nas casas.
A entrada e a saída no condomínio, que tem 25 casas, são monitoradas pelos porteiros, já que os moradores não tinham controle eletrônico para abrir os portões.



Emidio Campos 
Instrutor de Segurança 
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Quadrilha assalta condomínio no Rio Grande do Sul



Uma quadrilha invadiu um condomínio de luxo em Porto Alegre (RS) e manteve moradores de sete apartamentos reféns por cerca de duas horas na noite de domingo (3). O assalto ocorreu em um edifício na rua Comendador Rheingantz, no bairro Mont’Serrat, na zona nobre da capital gaúcha.

Segundo a Polícia Civil, a quadrilha era composta por dez homens e entrou no prédio por volta das 20h. Um dos criminosos conseguiu render o porteiro para o ingresso dos outros assaltantes.
Os moradores foram levados para o terceiro andar do edifício durante o assalto. A quadrilha levou joias, dinheiro e aparelhos eletrônicos e fugiu no carro das vítimas. A polícia não soube precisar quantos veículos foram roubados.
Após o assalto, a polícia identificou um dos suspeitos em um restaurante na rua Silva Jardim. Ele tentou fugir, mas foi preso. Um dos carros roubados pelo grupo estava em uma das ruas próximas ao local. Dentro, havia um colete de motoboy usado pelo primeiro criminoso para entrar no edifício e parte dos objetos roubados.
Quatro moradores reconheceram o suspeito, que já tinha passagens pela polícia. Os demais integrantes da quadrilha estão foragidos.
A polícia investiga a hipótese de que os assaltantes conheciam ou já vinham observando o prédio, uma vez que o crime ocorreu no horário de troca de turno dos seguranças do edifício.



Emidio Campos 
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Preso em Limeira suspeito de roubo a condomínio


Polícia prende suspeito de roubos em condomínio (Foto: Reprodução EPTV)

Um jovem de 22 anos foi preso pela Polícia Militar,no condomínio onde mora com os pais, em Limeira (SP). Ele é suspeito de ajudar assaltantes a roubar residências dentro do local. Ele era investigado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) desde março e foi levado para o 2º Distrito Policial (DP).

Segundo informações do Gaeco de Piracicaba (SP), a vítima de um roubo, ocorrido em fevereiro, reconheceu o jovem como vizinho dele e comparsa de um dos assaltantes, este que ainda não foi identificado. Outros dois integrantes da quadrilha já tinham sido presos em flagrante após o assalto. O Gaeco também investiga se os suspeitos estão envolvidos com outros assaltos cometidos no mesmo condomínio.
"Há provas suficientes que indicam que ele facilitou a entrada dos ladrões no condomínio. Se ele participou mesmo, é considerado coautor no roubo", disse o delegado José Aparecido Cortez. Além de cumprir o mandado de prisão preventiva, a PM também apreendeu na residência do jovem uma porção de maconha, um celular e várias fotos de Éverton Cabrini Guedes. Segundo a polícia, Guedes era assaltante e morreu em uma troca de tiros com a polícia em agosto de 2009.
 Investigação do Gaeco
A suspeita de que o jovem se envolveu com os criminosos ficou evidente após uma investigação feita pelo Gaeco de Piracicaba. Segundo os promotores, o jovem facilitou a entrada de bandidos para praticar um assalto no condomínio no dia 20 de fevereiro, segunda-feira de Carnaval.
A ação foi gravada pelo circuito de segurança do condomínio. O jovem usou o próprio carro, um Gol branco, para entrar com os três homens no residencial. Ele estacionou o veículo de ré na garagem da casa onde mora para evitar que os comparsas fossem vistos. Depois, o jovem andou pelo local com um integrante da quadrilha, que estava de camisa branca, e que ainda não foi identificado.

Segundo os promotores do Gaeco, a intenção da dupla era observar a ronda feita pelos seguranças. Minutos depois, o jovem deixou os bandidos em uma residência, onde o trio anunciou o assalto. De acordo com o Ministério Público (MP), eles usaram um revólver e até uma máquina de choque para ameaçar os moradores. Depois, os ladrões saíram no carro das vítimas.



Emidio Campos 
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Assalto na porta do condomínio





Dois homens numa moto assaltaram, um empresário do ramo de combustíveis. O assalto ocorreu no estacionamento  do condomínio onde a vítima reside, localizado na avenida Senador Virgílio Távora, nas proximidades da avenida Padre Antônio Tomás.
Os bandidos seguiram o empresário desde a saída do posto de gasolina de propriedade dele. Eles entraram no prédio, um dos assaltantes rendeu o porteiro, enquanto o outro  ameaçava a vítima, que estava acompanhada do filho.
Os bandidatos levaram um notebook, Ipod e carteira do empresário. Policias do Ronda do Quarteirão foram ao local após o ocorrido.



Emidio Campos 
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Tentativa de assalto a condomínio deixa um morto




Uma tentativa de assalto a um condomínio de luxo deixou um suspeito morto, na esquina da avenida Giovanni Gronchi com a rua Doutor Francisco Tomáz de Carvalho, na região do Morumbi, zona sul da capital paulista. Segundo informações preliminares da Polícia Militar, o segurança e um criminoso também foram baleados e socorridos. 


Emidio Campos
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Projeto Condomínio Agroenergia





A Mueller, empresa catarinense fabricante de eletrodomésticos de linha branca, deu um passo importante para o desenvolvimento de eletrodomésticos que utilizam fontes de energias renováveis no Brasil. A empresa adaptou um fogão de sua linha de produção para que funcione com biogás e o instalou na casa de um agricultor familiar em Marechal Cândido Rondon (PR), cooperado a Cooperbiogás.
O projeto Condomínio Agroenergia para a Agricultura Familiar instalado na Microbacia do Rio Ajuricaba, em Marechal Cândido Rondon (PR) é uma iniciativa pioneira no país, a qual o desenvolvimento do fogão a biogás está vinculada. A iniciativa tem parceria com a Cooperbiogás – Cooperativa de Produtores de Agroenergia do Paraná, que administra o condomínio. São parceiros do projeto a Itaipu Binacional, o Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás, Prefeitura Municipal de Marechal Cândido Rondon, Embrapa, Emater, entre outros.
As famílias do condomínio tratam sanitariamente 16 mil toneladas por ano de dejetos de suínos e bovinos em pequenos biodigestores de baixa vazão, reduzindo em quase 80% o potencial de poluição orgânica do material. O biogás, fruto da decomposição do dejeto animal, é utilizado nas propriedades para usos gerais e a adaptação do fogão cria mais uma alternativa para sua utilização.
A Mueller pretende viabilizar a utilização dos fogões adaptados por todas as 33 famílias do condomínio. Não há, por enquanto, a intenção de comercializar o novo produto. A Mueller vê o experimento como uma preparação para o futuro. “Ter produtos que funcionem com energias alternativas é essencial para contribuirmos com o meio ambiente e asustentabilidade. A indústria também precisa fazer sua parte” comenta, Robison de Azevedo, Diretor Industrial da linha fogões.
Os fogões disponíveis hoje no mercado funcionam com gás liquefeito de petróleo (GLP) e com gás natural (GN) e não são recomendados para o uso com o biogás. A Mueller converteu um fogão, fazendo ajustes no sistema de combustão e outros componentes. Dessa forma, o fogão passou a produzir chamas contínuas e regulares, possibilitando o uso doméstico de forma segura. 



Emidio Campos 
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Nomes de condomínio carregam histórias e homenagens



"Não existe um padrão para nominar um empreendimento imobiliário, seja condomínio ou loteamento. Em geral, usa-se geografia, arte, personalidades históricas. Tudo é inspiração", afirma o imobiliarista Pedro Granado, da Pedro Granado Imóveis.

Para alguns empreendimentos a ideia, é de bem-estar como em Oásis, Dolce Vita e Tropical Summer. "Os nomes saem da minha mesa com sugestões aos funcionários e aos meus filhos. Nós já usamos nomes de rios brasileiros, artistas e outras homenagens à pessoas como os edifícios Ferracini e Max Eidam", cita.


O carpinteiro aposentado, Izaltino Machado, diante do edifício dele
Aos 86 anos, o carpinteiro aposentado Izaltino Machado se diverte sempre que precisa dar o endereço de casa. O motivo é que o prédio leva o nome dele. Ele chegou à cidade em 1945.

"Eu ajudei a construir Maringá. Ergui as primeiras casas para a Companhia de Terras. O terreno do prédio era meu, então quando o Pedro (Granado) sugeriu a homenagem e contou minha história, o pessoal concordou. Hoje, tenho o nome gravado para sempre", afirma.

Em relação a nomes de pessoas, Cláudio Moraes, da Moraes e Moraes Empreendimentos Imobiliários, declara que toda homenagem deve ser planejada, porque, em alguns casos, podem haver direitos autorais envolvidos. "É o caso do Condomínio Dorival Caymmi. 

A família entrou em contato e explicamos que se trata de uma homenagem, porque Maringá é a Cidade Canção. Aguardamos o parecer deles para confirmar a escolha", destaca.


Inspiração
Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Planejamento, pelo menos 24 edifícios dos 1.185 da cidade têm nome de santos ou santas como Santo Inácio e Santa Rita. Alguns deles se referem a bairros, cidades e praias, mas a inspiração da fé é a razão da escolha da maioria.
João Cláudio Fragoso

Pássaro exótico e multicolorido (no destaque)
inspirou as cores do prédio
Na Construtora e Imobiliária Expansão, os grandes empreendimentos seguem a orientação. "Nós queremos fazer diferença na vida das pessoas.

Por isso, usamos nomes que tenham um significado especial, por exemplo Portal de Elyon, Torre de Elohim e Jardins de Paletiy, que apresentam algumas das formas que o nome de Deus é expresso na Bíblia e pode ser traduzido por Deus Altíssimo, Deus Todo Poderoso e Deus Libertador, respectivamente", afirma o engenheiro civil e diretor da empresa Alexandre Guimarães Nicolau.

O edifício Diamante de Gould, da Construtora Cidade Verde, foi inspirado no pássaro do qual leva o nome, inclusive nas cores. Segundo Luiz Fernando de Lima, responsável pelo Departamento de Marketing da empresa, o nome não determina a compra, mas exerce alguma influência sobre o cliente. 

"As pessoas ficam orgulhosas de morar em um condomínio cujo nome está em harmonia com o projeto. Para o Jardins do Ingá e Mirante do Ingá, a localização fez toda a diferença", ressalta.

Emidio Campos 
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Prefeito demolirá prédio no caminho do monotrilho





O prefeito Gilberto Kassab (PSD) afirmou nesta segunda-feira que o prédio que está no caminho do monotrilho da Linha 17-Ouro, no Morumbi, na zona sul de São Paulo, será desapropriado e demolido. Como revelado pelo Estado  no domingo, o Ministério Público  Estadual (MPE) investiga a mudança na planta do Condomínio Andalus, aprovada após o Metrô ter feito os estudos sobre o traçado. O custo total da desapropriação deverá ser de cerca de R$ 33,3 milhões.

"O monotrilho é um projeto importante para a cidade. O projeto (do prédio) foi aprovado antes de se estabelecer o traçado e agora, evidentemente, essa área vai ter de ser desapropriada", disse Kassab, em evento de comemoração dos 50 anos do bicampeonato da Seleção Brasileira de futebol de 1962. Ainda segundo o prefeito, a aprovação da planta foi feita corretamente e obedecia às exigências da Prefeitura. "É um projeto aprovado dentro de todas as regras existentes."

A Promotoria está investigando de quem é a responsabilidade pela aprovação de uma nova planta do condomínio mesmo sabendo que a área teria de ser desapropriada. A planta original que constava no processo de aprovação e foi usada pelo Metrô para decidir o traçado do monotrilho foi substituída por uma outra no decorrer do processo. Dessa maneira, a área que seria desapropriada - um pequeno jardim interno sem construções - foi ocupada pelo prédio.

O promotor responsável pelo caso, Maurício Ribeiro Lopes, pretende se encontrar com todas as partes envolvidas no caso rapidamente. "Minha intenção é reunir a direção do Metrô e da Cyrela em uma reunião o mais breve possível e ver o que acontece. Estudo se é o caso de chamar a Prefeitura, talvez a Procuradoria-Geral do Município ou a Secretaria de Negócios Jurídicos." Procurada, a construtora Cyrela disse que não vai se pronunciar sobre a declaração do prefeito. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo




Emidio Campos 
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Condomínio dos policiais e bombeiros militares




O projeto de lei criado pelo ex-vereador Cabo Anjos (PDT) no ano de 2011 que garantia residência própria aos praças da Polícia Militar de Porto Velho terá sua pedra fundamental fincada na área do loteamento localizada na Estrada da Areia Branca, no próximo dia 1 de julho de 2012.

O projeto que passou pela Câmara dos Vereadores em meados do ano passado e teve a sanção do prefeito, Roberto Sobrinho no mês de setembro, agora conta com um importante apoio firmado com o governo do estado de Rondônia.
Todo o processo de infra-estrutura será realizado pela poder público estadual que já garantiu através do governador Confúcio Moura as obras de pavimentação, saneamento entre outros serviços de abastecimento de água e eletricidade para o condomínio que irá abrigar aproximadamente 440 residências exclusivas aos policiais e bombeiros militares.
Ainda na manhã de sábado (23) foi realizada uma assembléia extraordinária com os futuros habitantes do empreendimento onde ficou decidida a criação de uma associação de moradores do projeto que futuramente será o condomínio 2 Anjos.
Essa associação conversou com duas construtoras e irá firmar o contrato no dia 1 de julho para finalmente dar inicio às obras. Devido ao processo eleitoral, o ex-vereador Cabo Anjos que estava frente das negociações juntamente com os membros da diretoria irá se retirar das negociações que ficarão por conta do presidente da associação Elielson Mendonça.
Segue abaixo as fotos do modelo da residência que será composto por três quartos, sendo uma suíte, uma cozinha, banheiro e varanda com garagem:
Modelo da residência do condomínio 2 Anjos.




Emidio Campos 
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Trabalhadores sem teto querem condomínio




Trabalhadores sem teto ocuparam a frente do Palácio do Buriti na tarde desta terça-feira (26). De acordo com estimativa dos manifestantes, cerca de 300 pessoas estão no local. Elas protestam pelo direito de morar no condomínio Mestre D'armas Rural II, em Planaltina. As famílias pedem ajuda do governo para continuarem no lote, e prometem ficar em frente ao palácio até que o impasse seja resolvido.

De acordo com Eliseu Araújo Machado, um dos manifestantes, aproximadamente 300 famílias vivem no condomínio localizado às margens da DF-128. Agora o suposto proprietário dos lotes quer expulsá-los do terreno. Os moradores da área não aceitam a expulsão, e argumentam que moram no local há mais de um ano, alguns dizem que estão lá há 20 anos.
Ainda segundo Araújo, neste momento os manifestantes conversam sobre o caso com o secretário de governo, Gustavo 


A assessoria da Secretaria de Comunicação do GDF (Governo do Distrito Federal) informou que grupo não marcou reunião oficial representantes do governo.


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Ladrões fazem arrastão em condomínio




Um condomínio de residências, localizado no bairro Bigorrilho, em Curitiba, foi alvo de um arrastão, na última sexta-feira (22). Três homens armados arrombaram o portão e invadiram o condomínio. A ação demorou cerca de 45 minutos, eles invadiram várias casas, renderam moradores e levaram dinheiro, jóias, celulares e vários eletrônicos. 

Segundo informações do G1, as câmeras de segurança registraram toda a ação. Os suspeitos andam tranquilamente de uma casa para outra, pulam janelas e roubam televisores, computadores, celulares, joias e dinheiro. Eles mantêm os moradores sob constante ameaça. 

Eles só foram embora depois que uma mulher chegou ao condomínio e, ao perceber a ação, conseguiu fugir e chamar por socorro. Os ladrões correram atrás dela, que conseguiu entrar em um táxi e fugir. Eles ainda efetuaram vários disparos contra o táxi, mas ninguém ficou ferido. 

Eles fugiram usando o carro de um morador. O veículo foi abandonado e devolvido ao dono. A investigação do caso está a cargo da Delegacia de Furtos e Roubos de Curitiba.



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Polícia prende traficante escondido em condomínio




A prisão, que ocorreu por volta das 6h30 desta terça-feira em um condomínio residencial na Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus, foi em cumprimento a mandado expedido pela 2ª Vara Especializada em Crimes de Uso e Tráfico de Entorpecentes (2ª Vecute)


Policiais da Força Tarefa da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas prenderam na manhã desta quarta-feira (27), Sebastião de Souza Oliveira, de 41 anos. Ele é apontado pela polícia como um dos traficantes líderes da quadrilha comandada pelo Roberto Fernandes Barbosa, o “Zé Roberto”, que foi capturado em junho de 2010 pela Polícia Federal, e está preso no estado do Pará.
A prisão, que ocorreu por volta das 6h30 desta terça-feira em um condomínio residencial na Ponta Negra, Zona Oeste, foi em cumprimento a mandado expedido pela 2ª Vara Especializada em Crimes de Uso e Tráfico de Entorpecentes (2ª Vecute).
A polícia chegou ao traficante após uma semana de investigação através de uma denúncia anônima de que o acusado estava residindo no condomínio Shalon Tower Park. “Hoje de manhã, por volta das 6h, nós iniciamos os trabalhos de busca e conseguimos capturar o vulgo “Souza” no apartamento, informou um dos policiais.
O traficante foi encaminhado para o 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), no Bairro Compensa, Zona Oeste. Na delegacia foi concluído o mandado de prisão. Ele será encaminhado à cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro de Manaus. Souza responderá pelos crimes de tráfico de drogas e associação ao tráfico.



Emidio Campos 
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Curso de gestão deve atrair 300 síndicos em Ribeirão


Curso grátis de sindico



O síndico tem o mesmo papel que o prefeito em um condomínio. A declaração é do advogado Marcio Rachkorsky, especialista em condomínios que estará em Ribeirão Preto no sábado (30) em um evento que espera por 300 representantes da área.
"Ele responde por todos os assuntos e se responsabiliza legalmente por eles. Ele deve ser o pacificador e o mediador nos conflitos que ocorrem entre os vizinhos", diz o advogado.
Rachkorsky afirma que administrar um condomínio virou uma atividade complexa, porque hoje estes locais viraram praticamente clubes com áreas de lazer, academia de ginástica e até estabelecimentos comerciais. "Uma das maiores preocupações do síndico é a responsabilidade legal, porque ele precisa fazer uma prestação financeira transparente, porque nestes locais circulam muito dinheiro."
O especialista salienta que uma boa administração depende da atuação eficiente do síndico. "Ele tem que se cercar de bons profissionais. Ele precisa ter um bom zelador para cuidar do dia a dia do condomínio e contratar bons prestadores de serviços."
O especialista também alerta os moradores a participarem das reuniões que acontecem nos condomínios. "É preciso fiscalizar, porque se o síndico for irresponsável a conta que ele deixou sobra sempre para os proprietários".
No entanto, ele salienta que o síndico pode responder com o próprio patrimônio por uma administração fraudulenta.
Marcio Rachkorsky estará no Centro de Convenções entre 9 e 14 horas em mais uma etapa do circuito Pró-Síndico. Em pauta: assuntos jurídicos, cobrança, sustentabilidade, administração e convivência, entre outros assuntos.
Trabalho complicado
A cabeleireira Jane Célia Marega mora em um condomínio de apartamentos há 10 anos e diz que o trabalho do síndico não é fácil. "Eu acho que os síndicos não conseguem dar conta porque é difícil agradar todo mundo. Se agrada ao dono do segundo andar, desagrada o do primeiro. É complicado para uma pessoa apenas dar conta de tudo", diz a moradora, que reclama da falta de privacidade em condomínios.
Ela acredita que a vida em condomínios pode melhorar a partir do momento que os moradores se conscientizarem e respeitarem o direito um dos outros. "As pessoas precisam ser mais educadas".
Jane não participa mais das reuniões do condomínio. Ela diz que nestes encontros as pessoas procuram resolver apenas os seus problemas e não do condomínio.



Emidio Campos 
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terça-feira, 26 de junho de 2012

Prédios tortos de Santos são desvalorizados



Apesar de chamar a atenção de turistas durante décadas, moradores dos prédios tortos localizados na orla da praia de Santos, no litoral de São Paulo, sofrem com a desvalorização dos imóveis. Após a divulgação do resultado de uma pesquisa realizada pela Secretaria de Infraestrutura e Edificações, o problema em uma das áreas mais valorizadas da cidade pode estar próximo de uma solução com o realinhamento dos edifícios.
Segundo o levantamento, das 651 edificações, 65 precisam de uma análise mais detalhada por possuir uma inclinação entre 0,5m a 1,8m. Esses prédios, que reúnem 2.832 apartamentos, abrigam 16.590 pessoas, cerca de 3% da população da cidade. Ainda de acordo com a prefeitura, 10 desses prédios, que foram construídos entre 1948 e 1990, estão mais de 1 metro inclinados.
A família do professor Fábio Ungaretti vive em um desses apartamentos na orla santista. Segundo ele, os moradores dos prédios inclinados tem problemas com a desvalorização do imóvel. “Os apartamentos de três quartos, de frente para o mar, estão custando R$ 1,2 milhão, R$ 1,3 milhão quando não são tortos. Já os apartamentos com inclinação, na mesma metragem, custam bem menos. Cerca de R$ 500 mil ou menos, dependendo do caso", conta.
Segundo o delegado do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci) na Baixada Santista, Carlos Ferreira, o metro quadrado de um apartamento em um prédio inclinado na orla da praia chega a ser 38% menor do que um convencional de frente para a praia. “O metro quadrado de um prédio torto é de R$ 3,5 mil a R$ 4 mil, dependendo do estado do apartamento. Como base de comparação, os apartamentos recém-construídos valem de R$ 6 mil a R$ 6,5 mil”, explica.
Embora um apartamento em um edifício com problemas de inclinação tenha um valor menor do que os demais, o delegado do Creci afirma que áreas como a do bairro do Boqueirão e Embaré tiveram uma valorização de 18% em comparação ao ano passado.
Prédio torto em Santos (Foto: Reprodução/TVTribuna)Cerca de 3% da população santista vive em prédios inclinados da orla (Foto: Reprodução/TV Tribuna)
Santos vive nos últimos anos um boom imobiliário, alimentado principalmente pelas possibilidades geradas pelas descobertas de petróleo na área de pré-sal. Segundo um ranking do Ibope divulgado no ano passado, a cidade possui o maior índice de verticalização do país, com 63%. Ou seja, de cada 10 domicílios da cidade, 6 são apartamentos.
Entretanto, vender um imóvel inclinado ainda é uma tarefa difícil para os atuais moradores. “É difícil as pessoas acreditarem que o prédio não corre perigo. Isso dificulta a comercialização de apartamentos”, conta Ungaretti.
O secretário de Infraestrutura e Edificações de Santos, Nilson da Piedade Barreiro, afirma que o problema não coloca em risco moradores e vizinhos. “A inclinação dos prédios acontece há anos. Uma situação de risco de desabamento expõe sinais como rachaduras, trincas e outras evidências. Não se pode dizer que o nível de inclinação define o risco, que envolve outros aspectos, como solo, geometria e evolução da inclinação. Por isso é necessário uma análise mais aprofundada”, explica.
Segundo o engenheiro Pedro Marcão, professor da Faculdade de Engenharia Civil da Universidade Santa Cecília (Unisanta) e mestre em Engenharia de Solos pela Universidade de São Paulo (USP), a inclinação nos prédios da orla da praia santista acontece por conta de rebaixamentos agravados pela proximidade dos edifícios. “Isso acontece também porque estudos demonstram que a altura máxima recomendada para os edifícios em Santos seria de 10 pavimentos quando apoiados em sapatas. Mas existem edifícios que atingiram até 19 andares".
Problemas
Viver em um prédio inclinado gera vários problemas aos moradores. Portas e janelas corrediças precisam de travas para permanecer paradas e mesas precisam de calços para ficar niveladas. “A gente compensa parcialmente nivelando o piso do apartamento. Enche de um lado, descasca do outro. A mesa de jantar da minha sala foi feita sob medida para o apartamento. A base no chão já é adaptada para aquele local. Se eu colocar em um apartamento normal, ela fica torta”, conta Ungaretti.
O problema no prédio foi descoberto há mais de 20 anos, segundo ele, e estava piorando. Por isso, os moradores decidiram investir em uma solução de engenharia para, ao menos, estacionar a inclinação. “Para parar esse processo, foi feito um trabalho em que se congela a água na parte mais baixa do prédio. A água expande quando congelada, e isso fez com que o prédio parasse de inclinar. Com isso, fizeram uma sustentação mais forte neste lado inclinado. Há mais de dez anos que esse declive não aumenta, até houve uma leve melhora”, explica.
Ungaretti conta que os moradores possuem uma atualização regular sobre a infraestrutura do edifício. “A cada bimestre temos um estudo completo do que acontece no prédio. Se aparecer uma rachadura a gente fica sabendo”.
Prédios tortos em Santos (Foto: Reprodução/TV Tribuna)Moradores reclamam da desvalorização dos apartamentos tortos da praia (Foto: Reprodução/TV Tribuna)
Em busca de uma solução
Segundo Ungaretti, a inclinação do prédio é assunto frequente nas reuniões de condomínio. “Arrumar o prédio custa muito caro. Pegamos como exemplo o (edifício) Núncio Malzoni. As pessoas gastaram quase o valor do próprio apartamento para endireitar o prédio”, afirma.
Segundo o secretário de Infraestrutura e Edificações, um plano de engenharia para resolver o problema ainda não foi adotado. “As soluções deverão ser apontadas a partir dos laudos específicos. A prefeitura irá prestar assessoria e fará o acompanhamento do processo”, diz Barreiro.
Uma das soluções apontadas pelo engenheiro Marcão seria o macaqueamento do prédio, quando cilindros hidráulicos trazem o imóvel de volta ao nível original. “Esse procedimento pode ser adotado junto com a execução de um reforço nas fundações por estacas. Não existe risco, mas é recomendável que o prédio seja evacuado. A intervenção pode levar em torno de um ano".
Além dos estudos, a prefeitura estuda estímulos econômicos para realinhar os prédios da orla santista. “A intenção é discutir com a Câmara a criação de incentivos fiscais que estimulem os proprietários a realizarem a recuperação dos prédios e, ainda, conseguir com a Caixa Econômica Federal a abertura de linha de financiamento própria para tais obras”, diz o secretário.
Enquanto isso não acontece, os representantes dos condomínios que sofrem com o problema começam a se mobilizar. “Sempre há uma esperança. Ninguém quer seu prédio desvalorizado, com ninguém querendo morar nele. Às vezes as pessoas não investem no próprio apartamento por causa da desvalorização do imóvel”, diz Ungaretti.
Apesar do boom imobiliário e do crescente número de construções na cidade, os recentes lançamentos não sofrem do problema, segundo o secretário de Infraestrutura e Edificações. “Hoje, a metodologia para as obras de fundação não é a mesma que foi usada na construção dos prédios das décadas de 1950 e 1960, em que aconteceu a maioria dos casos. Para que um prédio seja construído, a prefeitura aprova os projetos de acordo com a lei de uso e ocupação do solo, o código de edificações, e analisa as leis municipais, estaduais e federais em vigor. As empresas fazem sondagens que indicam qual a melhor fundação para cada tipo de edificação", explica.



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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Condomínio esta no caminho do monotrilho de São Paulo





Um prédio com 68 apartamentos entrou no meio do caminho do polêmico monotrilho do Morumbi, na zona sul de São Paulo. Com apartamentos avaliados em R$ 490 mil, em média, o Condomínio Andalus tem uma de suas seis torres exatamente em cima do traçado previsto pelo Metrô para a Linha 17-Ouro. Por causa disso, todo o prédio de seis andares terá de ser desapropriado e demolido, o que deverá custar cerca de R$ 33,3 milhões aos cofres públicos.

O empreendimento recebeu o alvará de execução de nova edificação no dia 14 de novembro de 2009, antes de o traçado ser definido. O Metrô usou essa planta para fazer o projeto do monotrilho, que foi divulgado em 2010. Nesse traçado, apenas uma pequena área de cerca de 13 metros de largura seria desapropriada do terreno do empreendimento. Para não ter de desapropriar o prédio inteiro, o Metrô escolheu exatamente onde estava sendo prevista a construção de uma área verde, como um jardim interno ao edifício.

Mas, durante o andamento do processo referente ao alvará de execução, houve uma mudança nas plantas fornecidas pela Cyrela, a dona do empreendimento. O projeto que acabou aprovado é diferente daquele usado pelo Metrô para fazer o traçado do monotrilho. Na nova versão, a área verde não existe mais e uma das torres ocupa o local. É esse novo plano que está sendo executado no terreno - as obras estão quase prontas e a previsão de término, segundo o site da Cyrela, é o fim deste ano.

Dessa maneira, uma das pistas da Via Perimetral, avenida que vai receber o monotrilho no seu canteiro central, ficaria bem em cima de onde hoje está o prédio. Segundo corretores da Cyrela, todas as unidades já foram vendidas. A construtora nega qualquer irregularidade na obra e na apresentação das plantas.

Responsabilidade

O Ministério Público Estadual (MPE) ainda apura de quem é a responsabilidade por esse prejuízo. Um dos investigados é o setor comandado pelo ex-diretor Hussain Aref Saab, investigado por acumular mais de 125 apartamentos em sete anos, que era responsável por aprovar todos os empreendimentos com mais de 1,5 mil m² na cidade. A Promotoria quer saber por que o órgão aprovou a construção de um prédio onde já estava sendo prevista a passagem do monotrilho.

Uma das hipóteses, segundo o MPE, é que a Cyrela queria forçar uma mudança no traçado do monotrilho. Um croqui desenvolvido pela construtora no primeiro semestre de 2011, em desacordo com parâmetros do edital de construção do monotrilho, mostrava que a desapropriação seria realizada quase que inteiramente sobre o terreno do São Paulo Futebol Clube que fica no outro lado da rua. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



Emidio Campos 
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sábado, 23 de junho de 2012

Protesto de pelados na Rio + 20






Grupo tira a roupa durante manifestação no Centro do Rio durante a Rio+20 (Foto: Pedro Kirilos/Agência O Globo)

O protesto na Avenida Rio Branco, no Centro do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (20), teve a participação de alguns manifestantes desinibidos. Alguns homens e mulheres ficaram totalmente pelados para protestar pela democracia. A única parte do corpo que ficou escondida era o rosto de cada um do grupo.
A manifestação foi realizada em função da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Segundo estimativa da Polícia Militar divulgada às 18h30, cerca de 20 mil pessoas acompanhavam a passeata. Carros de som, bandeiras, faixas, artistas e até uma escola de samba apoiavam as mais variadas causas, em um clima pacífico. Segundo o Centro de Operações Rio, devido aos protestos, a pista lateral da Avenida Presidente Vargas chegou a ter duas faixas interditadas, mas, às 16h35, foi liberada.

Ativistas de meio ambiente, trabalhadores rurais e urbanos, estudantes, professores e índios desfilavam pela avenida separados por espécies de alas, um grupo na frente do outro, lembrando, do alto, os desfiles carnavalescos na Marquês de Sapucaí.

Alguns cantavam em coro (com direito a coreografia), outros apitavam de cara pintada e líderes de movimentos comandavam os seus companheiros de ideais ao microfone.
Protesto na Rio Branco, no Centro (Foto: Rodrigo Gorosito/G1)Protesto toma a Avenida Rio Branco, no Centro do Rio, na tarde desta quarta (Foto: Rodrigo Gorosito/G1)
Durante a interdição, o trânsito foi desviado pela CET-Rio para as ruas Carmo Neto, Benedito Hipólito e Marquês de Pombal.
No sentido oposto, na Praça da Bandeira, o desvio foi pela Avenida Marechal Floriano. A CET-Rio colocou 95 agentes para monitorar o trânsito no local.
A Avenida Rio Branco ficou interditada por mais de quatro horas, na altura da Avenida Presidente Vargas. A retenção chegou até a Avenida Francisco Bicalho e Rua Francisco Eugênio, na Zona Portuária da cidade.
Por volta das 19h, alguns manifestantes tentaram impedir que a Rua do Passeio, esquina com a Avenida Rio Branco, fosse liberada para o trânsito. Eles sentaram no meio da via e começaram a cantar para policiais que faziam o patrulhamento da área. O grupo de manifestantes acabou  isolado na Praça Mahatma Gandhi pelos PMs.
Manisfestantes na Rua do Passeio (Foto: Aline Pollilo/G1)Manisfestantes na Rua do Passeio (Foto: Aline Pollilo/G1)

Mnaifestação na Avenida Rio Branco (Foto: Rodrigo Gorosito/G1)Manifestação deixa o tráfego lento na Avenida Rio Branco, nesta quarta-feira (20) (Foto: Rodrigo Gorosito/G1)
Outro prostesto, que também aconteceu no Centro da cidade nesta tarde, reuniu funcionários em greve da Cedae, concessionária pelo abastecimento de água. A categoria fechou uma faixa da Avenida Presidentes e realizou um "apitaço".



Emidio Campos
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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Moradores de condomínio lançam projeto próprio de segurança


A Associação dos Moradores do Bairro Dunas (AMBD) lançou, na noite de ontem, no La Maison Buffet, o novo plano de segurança a ser implantado na região, chamado Condomínio Virtual, que tem como objetivo diminuir os constantes registros de violência nas ruas do local, trazendo mais tranquilidade e conforto para a comunidade.

Representantes da associação do bairro revelam que, diariamente, são registrados casos de violência no local, e agora, com a implantação do projeto Condomínio Virtual, esperam ver o número reduzido FOTO: NATINHO RODRIGUES

Projeto pioneiro em todo o Ceará, o Condomínio Virtual contará com 43 câmeras profissionais, dentre elas fixas e móveis, que farão imagens com zoom de grande alcance, e em 360 graus, monitorando o bairro em uma central onde as imagens serão analisadas 24 horas por dia. O plano contará com quatro viaturas de segurança privada, que atuarão circulando e atendendo aos chamados.

A implantação completa do plano prevê ainda uma ação nas áreas dos entornos das Avenidas Santos Dumont e Alberto Sá, com escolta para familiares dos associados em horários considerados de maior perigo, uma vez que moradores das Dunas já foram assaltados nessas vias.

Combate
Conforme a vice-presidente da AMBD, Bianca Melo, o Condomínio Virtual é um projeto de ação ostensiva que visa associar forças com a Polícia Militar no combate à criminalidade na região. Segundo ela, antes do surgimento da associação, eram registrados no bairro de três a quatro assaltos por dia, sendo a segurança uma constante preocupação para quem reside no local.

Ela explica que duas pessoas farão a interpretação das imagens transmitidas pelas câmeras, e qualquer movimento suspeito será investigado. "Os moradores, inclusive, poderão cadastrar as placas de seus veículos, e as numerações não identificadas pelo sistema passarão por um acompanhamento. A central acionará o Ronda quando necessário", acrescenta.

A vice presidente da Associação ressalta, ainda, que o condomínio virtual é um modelo de segurança que deve ser seguido por todos os bairros e associações. "Nossa ideia não é nos trancarmos e, sim, abrirmos nosso bairro para Fortaleza, para que as pessoas possam vir à igreja, a nossa praça, ou simplesmente para ver o por do sol, de uma forma segura", afirma.

Segurança Pública
O comandante geral da Policia Militar, coronel Werisleik Pontes Matias, que esteve presente no lançamento, afirmou se tratar de uma iniciativa plausível e viável, que administrada de forma correta e com uma maior integração da comunidade tende a obter sucesso em suas ações. Sobre a situação no bairro, o comandante explica que se trata de uma região que demanda uma atenção especial pela questão econômica de quem reside ali, assim como também a questão social, uma vez que o bairro engloba duas favelas em seus arredores. "Por isso, intensificamos o serviço de inteligência da polícia militar, e três quadrilhas acabaram sendo desarticuladas, a maioria compostas por adolescentes, além de armas terem sido apreendidas", diz.

O coronel ressalta, ainda, que no local fazem o policiamento duas equipes do Ronda do Quarteirão, uma patrulha do Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (Raio), com três motos e quatro policiais circulando no horário de 17 h à 1 h da madrugada, além de três cavaleiros situados na comunidade do Pau Fininho, de 14 h às 2 da manhã. "Segurança pública não significa apenas Polícia Militar e Civil, é educação, saúde, todo o conglomerado de ações onde a polícia se apresenta como mais uma ferramenta para o equilíbrio", acrescenta Werisleik.



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Após assassinato em condomínio jogador pede dispensa do time



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Jogador de 28 anos chegou ao clube no fim de maio
O assassinato de um vizinho e a sensação de insegurança em Salvador levaram o volante Val, do Esporte Clube Bahia, a pedir dispensa do clube, nesta terça-feira (19). O jogador procurou o gestor de futebol, Paulo Angioni, e disse não se sentir seguro em morar na capital baiana.
Segundo ele, após a morte dentro do condomínio onde estava morando, na Praia do Flamengo, sua família, que ainda estava em São Paulo, ficou assustada e desistiu de se mudar para a Bahia. Val assinou a rescisão com o clube ainda na manhã desta terça. No último domingo (17), após o jogo contra o Sport-PE, ele prestou depoimento à polícia como testemunha do crime.
Em nota oficial divulgada no site do Bahia, o clube informou que "agradece pelo profissionalismo do atleta e deseja sucesso na sua carreira".
O volante, de 28 anos, disputou o Campeonato Paulista de 2012 pelo Mogi Mirim-SP e foi contratado pelo tricolor baiano no último dia 28 de maio. Ele deveria ficar pelo menos até o fim do ano. Val não chegou a jogar pelo Bahia nos menos de dois meses de trabalho no clube.



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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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