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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Caiçaras denunciam “milícia” de segurança de condomínio



Segurança privada contratada por milionários de Guarujá, litoral paulista, estaria “apavorando” os caiçaras com a finalidade de “convencê-los” a abandonar ou vender suas moradias, localizadas na Estrada Guarujá-Bertioga, próximas às entradas dos quatro loteamentos de alto padrão. A ordem seria impor obstáculos para que cidadãos comuns não possam acessar as praias mais bonitas de Guarujá. Representantes dos loteamentos negam.


A história começou em 19 último, com a decisão do juiz Gustavo Gonçalves Alvarez, da 3ª Vara 
Cível de Guarujá, que pôs em cheque a desculpa que a preservação ambiental é a responsável pela restrição às praias de Guarujá, cercadas por loteamentos de luxo.

Depois, o DL conseguiu o testemunho de um ex-funcionário do Sítio São Pedro, loteamento que se interliga ao Tijucopava e ao Iporanga, denunciando as artimanhas dos endinheirados para não deixar um cidadão comum pisar na areia e tomar banho de mar nas praias “dominadas” por eles. Agora, uma nova peça entra no tabuleiro: a versão dos caiçaras. A reportagem descobriu que os milionários criaram uma espécie de milícia, formada por policiais, encarregada de intimidar as quase 350 famílias que moram às margens da Estrada Guarujá-Bertioga, entre os quilômetros 11 e 22 – via onde estão as portarias dos condomínios.

Conforme apurado, os policiais não têm o menor escrúpulo e seguem com rigor às ordens dos donos de mansões nos loteamentos da conhecida Pérola do Atlântico, que pisam nas constituições estadual e federal, usando uma lei municipal e influência política para aumentar a distância social entre as classes brasileiras.

Durante o dia e, especialmente, entre às 18 e seis horas da manhã, os milicianos – “seguranças” à paisana (sem fardas) e dirigindo carros com adesivos dos loteamentos – saem dos condomínios e circulam pela estrada intimando pescadores artesanais, trabalhadores, donas-de-casa, estudantes e qualquer morador que ouse estar na rua neste período.

Vale lembrar que os caiçaras chegaram bem antes dos loteamentos e hoje resistem à pressão do poder político-econômico. Os depoimentos a seguir são de gente humilde, que há anos mora de forma simples e cheia de limitações em Guarujá. Por segurança, os moradores preferiram não se identificar.

“Eles (milicianos) usam dois carros – uma S-10 cinza e uma Pampa, com símbolos dos condomínios Iporanga, Itaguaíba e Sítio São Pedro. De dia, eles tiram fotos da comunidade, do movimento dos moradores, enfim. São policiais que ainda estão na ativa. À noite, circulam entre a Balsa de Bertioga e o Perequê. Quando olham alguma coisa que acreditam ser estranha, param e intimam o morador. Isso já aconteceu comigo. Eu moro aqui há 29 anos e tive que dar explicação, na frente de minha casa, que estava chegando do trabalho”, afirma um morador.

O rapaz revela que a intimidação é parte de uma estratégia dos condomínios para enfraquecer os moradores e fazê-los desistir de permanecer no bairro. Ele ainda demonstra a audácia do miliciano, após sua atitude ser questionada. “Quando eu disse que ele não tinha poder de polícia e que estava à paisana, ele rebateu: com a farda eu não posso fazer nada. Sem a farda, muita coisa”.
O morador finaliza, garantindo que os milicianos não fazem questão alguma de esconder que trabalham nos condomínios e que também intimidam comerciantes que possuem estabelecimentos ao longo da estrada. “Na reunião da Agenda 21, os responsáveis pelos condomínios confirmaram que os milicianos são para a segurança dos loteamentos”.

Ricos e os políticos
Outro morador garante que o bairro da Cachoeira é habitado por caiçaras, documentalmente, desde 1876, sempre preservando a natureza e comunidade foi reconhecida pela unicipalidade há cerca de seis anos. 

Porém, desde a década de 80, quando chegaram os loteamentos, a vida dos moradores só colecionou perdas. “Perdemos um posto médico, duas escolas, transporte público e outros equipamentos públicos. Tudo isso arquitetado entre a direção dos condomínios e os políticos de Guarujá, para dificultar a permanência dos moradores. Hoje, pagamos R$ 10,40 de tarifa para chegar ao centro da Cidade. Essa consciência veio à tona nos moradores depois da criação da associação do bairro”, afirma, garantindo que, anos atrás, alguns moradores chegaram a 
ser expulsos de suas casas com uso da força.


Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com
E mail - segurancaprivadasp@gmail.com

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