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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Pegando Morcego




Antes que você comece a ler meu artigo, peço-lhe que pare alguns segundos para pensar o que você fará depois de lê-lo? Agora, responda-me: o que fará mais tarde? O que fará amanhã? O que fará nos próximos dias e meses?

Eu vivi toda minha infância no interior da Paraíba, numa cidade chamada Campina Grande, precisamente, numa rua apelidada de Rua do Fogo. Atrás da minha casa passava um trem todos os dias nos mesmos horários. Algumas vezes, quando eu e meus colegas retornávamos da escola e nos aproximávamos da Estação Ferroviária Velha, víamos o trem de carga vindo em nossa direção e decidíamos correr ao lado dele e nos agarrarmos numa escada lateral de um dos vagões.

Ao nos agarrarmos àquela locomotiva forte e barulhenta, sentíamos o nosso coração bater mais forte, nosso pulmão respirar acelerado, a adrenalina nos músculos, o chão passando rapidamente por baixo de nossos pés. Aqueles dois minutos até minha casa pareciam eternos. Mesmo com mochilas pesadas nas costas, fazíamos peripécias nos pendurando só com um braço e acenando com o outro para os moradores. Os cachorros tentavam pegar nossos pés... Era nossa aventura radical.

Na hora de descer do trem, toda atenção era máxima, pois essa era a parte mais difícil da aventura. Uma vez desci com o pé errado, tomei um tombo e ralei joelhos e braços. Pensam que parei? Nada! Desde esse dia, aprendi a descer de um trem com o pé certo e me graduei como “morcegueiro de trem”. “Pegar morcego em trem” era o termo que usávamos... Nem imagino a origem do termo. E tampouco nossos pais imaginavam que fazíamos isso.

Hoje quando ando de metrô nas grandes cidades percebo o quanto se tornou mais fácil, seguro e confortável, embora pago, viajar sobre trilhos. Você passa pela roleta, entra literalmente num buraco, aguarda seu trem chegar, a porta se abre, você entra e o observa mover-se por um túnel escuro e concretado até que as luzes de uma próxima estação iluminem sua janela. Sempre as mesmas estações, uma após outra, seguindo uma sequência programada.

Voltando às perguntas do primeiro parágrafo... Outro dia, estava sentado num metrô em São Paulo e comecei a fazer essas perguntas a mim mesmo e descobri que minha vida seguia uma programação (programar+ação) familiar e repetitiva tal como a sequência programada daquelas estações. O que eu fazia na tarde de segunda-feira não era tão diferente da segunda-feira passada. O que eu fazia na tarde da terça-feira não era tão diferente da Segunda ou Terça-feira da semana passada. Percebi que as segundas, terças, quartas, quintas e sextas da minha vida se repetiam a cada semana, mês e ano.

Tal como aquele trem, eu seguia por uma linha chamada rotina. A próxima estação sempre conhecida. Essa linha me conduzia pelo mesmo caminho, paradas, paisagens, subidas e descidas... Cada dia era uma mesma viagem com destino à estação cama, onde dormiria para mais uma vez partir no dia seguinte. Sempre a mesma rota! Sempre as mesmas paradas! Sempre a mesma vida!

O problema é que quando fazemos sempre as mesmas coisas temos sempre os mesmos resultados. Somos resultado de nossos atos. Se quisermos ser alguém diferente e melhor, devemos fazer algo diferente e melhor. Algumas vezes é preciso saltar do trem em movimento e pegar outro, ainda que essa seja uma decisão perigosa. Algumas vezes vamos nos machucar ao saltarmos do trem, ou vamos pegar o trem para destinos errados, mas precisamos praticar esse novo hábito de saltar do trem com o pé certo, na direção e hora certa. Precisamos nos arriscar em novas paisagens!

Nós seguimos uma programação mental diariamente e inconscientemente. Algo parecido com o que acontece no metrô. Você sabe a hora que começa cada tarefa (senta no assento) e a hora que termina (chega à próxima estação), mas não sabe ou pensa no que acontece nesse intervalo (o túnel escuro, barulhento, cinzento e concretado). Você não é o maquinista de sua própria locomotiva? Sua locomotiva te levará aonde você quiser, se aprender a guiá-la!

Raramente, paramos para silenciar o túnel de nossa mente, sair da posição em que estamos e nos observarmos de uma posição mais distante. Raramente, observamos nossas sensações, pensamentos, crenças, hábitos e atitudes. Raramente, decidimos reprogramar essa sequência, esse processo interminável chamado rotina. Na maioria das vezes nem fomos nós que a programamos. Fomos jogados nesse trem e não conseguimos sair dele.

A boa notícia é que você pode sim reprogramar sua vida, ou seja, reprogramar seus Sentimentos, Pensamentos e Ações (SPA), acessando essa maravilhosa máquina formada de 86 bilhões de neurônios, chamada mente. Você pode, sim, decidir quais novas estações deseja para sua vida. Você tem todos os recursos de que precisa para construir novos trilhos e empreender essa transformação. Muitas vezes você está usando o recurso certo no contexto errado.

A própria palavra sucesso advém do latim SUCCEDERE, “vir depois, chegar perto de”, formado por SUB- (depois, seguinte) + CEDERE (ir, mover-se, deslocar-se). Daí a razão das perguntas do primeiro parágrafo. Volte lá novamente e responda: o que fará DE DIFERENTE mais tarde? O que fará DE DIFERENTE amanhã? O que fará DE DIFERENTE nos próximos dias e meses? Enfim, O QUE VEM DEPOIS MEU AMIGO? Essa pergunta determinará sua próxima realização!

Comecei esse ano a levar uma mensagem de transformação numa palestra inédita chamada SPA DO SUCESSO, com o propósito de ensinar as pessoas a criar SENTIMENTOS, PENSAMENTOS E AÇÕES DIFERENTES E ORIENTADAS AO SUCESSO, pois essa é a estação da REALIZAÇÃO FELIZ. Tá a fim de “pegar morcego” em trens mais felizes? Suba nesse trem chamado SPA DO SUCESSO... Ele está passando agora. Eu já me agarrei nele.



Recebi este artigo do colega Marcos e achei muito interessante

Parabéns Marcos!
Marcos Antonio de Sousa, graduado em Engenharia Eletrônica e MBA em Administração de Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Especialista em vários cursos nacionais e internacionais de vendas. Trainer e Practitioner em Programação NeuroLinguística (PNL). Palestrante, Conferencista e Especialista em Vendas, Motivação e PNL. Consultor de Marketing, Vendas e Estratégia Empresarial para as empresas do ramo de segurança. Consultor da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE). Membro da Associação Brasileira de Profissionais de Segurança (ABSEG). Palestrante nos principais congressos, simpósios e eventos de segurança privada do país. Articulista em diversos jornais, portais e revistas do país. Autor dos livros: Vendendo Segurança com SEGURANÇA CONFIDENCIAL – Coletânea de Artigos Sobre Segurança. 




Emidio Campos
Gestor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com
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