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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Armas não letais gera polêmica na segurança










Uso de armas não letais gera polêmica na segurança
12/02/2009 - Assunto pulsante no setor de segurança privada e pública, as armas não letais oferecem a possibilidade de conter situações de exaltação sem o risco de morte ou ferimentos graves. Entre as principais armas não letais estão a bala de borracha, gás lacrimogênio, spray de pimenta, Taser e Bastão de Choque.

No Brasil, o uso de armas não letais arranca opiniões divergentes com relação à eficácia do equipamento e a real necessidade da utilização. Irenaldo Pereira Lima, diretor do Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Sistemas de Segurança Eletrônica, Cursos de Formação e Transporte de Valores no Distrito Federal (Sindesp/DF), diz que a implantação desse tipo de arma deveria ter sido feita há muito mais tempo. Ele cita como argumento o caso do torcedor são-paulino Nilton César de Jesus, baleado em abordagem policial no estádio Bezerrão, na cidade satélite do Gama, em 7 de dezembro.

“Sou a favor das armas não letais. Em São Paulo, a guarda metropolitana dispõe de equipamentos como gás de pimenta e Tontha, os famosos cassetetes de policial, na mediação das operações, o que permite algemar e dominar os infratores sem haver morte ou ferimentos graves”, conta o diretor do sindicato. Irenaldo Lima defende o treinamento adequado para o manuseio dos equipamentos. “Para todo tipo de equipamento não letal, deve-se ter um treinamento.

Nas empresas de segurança privada, nem todos os equipamentos não letais podem auxiliar no exercício da atividade. Por se tratar de segurança patrimonial e o tratamento desse segmento possuir suas especificidades, não são todas as armas não letais que se adequam a função do vigilante. Equipamentos como o gás lacrimogênio ainda podem ser usados, mas não como único recurso.

“Na segurança patrimonial, vejo as armas não letais de forma diferente, com um grau de importância menor. O assaltante não vai roubar munido de faca ou de um pedaço de pau e essa característica, na minha opinião, impede a maior utilização desse tipo de armamento na vigilância patrimonial”,

Emidio Campos
Consultor de Segurança
http://segurancadecondominio.blogspot.com

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POR QUE DOAR?A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.Saiba mais no Site:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/transplante-de-orgaos/doacao-de-orgaos.php
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