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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Cidades em situação de emergência no Sul do país



O número de cidades em situação de emergência no Sul do país, por conta dos temporais, chuvas de granizo e ventanias que atingiram a região nos últimos dias, subiu para 55 nos Estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Ao menos 136.857 pessoas sofreram algum tipo de dano por conta das intempéries, segundo dados das defesas civis estaduais.

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A Defesa Civil de Santa Catarina confirmou a morte um homem de 30 anos. Clóvis Roberto Belin, 30, atravessava uma ponte alagada com seu carro e foi arrastado pela correnteza nessa segunda-feira (28), em Campo Belo do Sul. Bombeiros de Lages foram acionados, mas localizaram Belin já sem vida.

Com esta morte, já são dois óbitos confirmados na região Sul nos últimos dias. No domingo, na serra gaúcha, um homem morreu dentro de seu carro quando o mesmo foi arrastado pelas águas num acesso secundário à cascata do Caracol, em Canela.

Dois homens que foram arrastados pela correnteza da barragem do Salto, que transbordou, continuam desaparecidos. Eles sumiram no domingo (27) depois que se refugiaram sobre a cabine do caminhão em que trafegavam no limite entre as cidades de Canela e São Francisco de Paula.

Em Santa Catarina há 1.704 desabrigados (abrigados em locais públicos) e 4.249 desalojados (alojados em casas de amigos e parentes). Foi decretada situação de emergência em 27 municípios.

No total, 88.057 pessoas foram direitamente prejudicadas pelas chuvas, ventos e granizos e 7.384casas destruídas, entre residências particulares, comércios e prédios públicos. As regiões mais atingidas são o oeste e o litoral sul do Estado.

O Centro de Informações Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram) analisa se o fenômeno que atingiu o litoral sul do Estado foi um tornado. "Não há como confirmar se foi um tornado. O que ocorreu foi uma frente fria que trouxe ventos fortes e granizo. Isso é comum na primavera em Santa Catarina", diz o meteorologista Daniel Calearo, do Ciram.

Previsão do tempo
A chuva forte dá uma trégua para o Estado entre esta terça-feira (29) e parte da quarta-feira (30), mas a nebulosidade e a condição de chuva fraca permanecem presentes na maioria das regiões, o que mantém o solo úmido. Entre a noite de quarta e a quinta-feira (1º), a instabilidade se intensifica e volta a ocorrer chuva moderada a forte com trovoadas no Estado, permanecendo o tempo instável até a manhã de sexta-feira (2).

Segundo o Ciram, a chuva forte dará uma trégua entre hoje e amanhã durante o dia. A partir da noite de quarta-feira (30), a instabilidade se intensifica e pode ocorrer chuva moderada a forte. O tempo começa a firmar na tarde de sexta-feira, mas no domingo a previsão é de chuva forte - que pode superar a média do mês em alguns municípios -, com possibilidade de granizo e vendavais, no período da noite, entre o norte do RS e o sul de SC.

Rio Grande do Sul
Após a chuva dos últimos dias, o Rio Grande do Sul ainda registra 4.800 desabrigados ou desalojados. Na madrugada desta terça-feira (29), a temperatura despencou no Estado - algumas regiões, como a Campanha e a Serra, registraram frio próximo a zero grau.

A queda acentuada na temperatura manteve em alerta o serviço de Defesa Civil do Estado, que computou um total de 45 mil pessoas afetadas pela chuva do final de semana. Segundo balanço da Defesa Civil, 7.800 casas foram danificadas e 166 totalmente destruídas pela ocorrência de granizo. Vinte e cinco cidades foram atingidas.

A Defesa Civil começou a distribuir cobertores e lonas plásticas para amenizar a situação dos desabrigados, que estão alojados em casas de família ou em ginásios municipais. Até a noite de segunda-feira, 19 municípios haviam decretado situação de emergência no Estado em função das cheias de rios e barragens.

A situação mais grave foi registrada em Constantina, região norte do Estado, onde mais de mil casas sofreram danos com o granizo e com o vento forte. O hospital da cidade teve o telhado destruído, o que obrigou a transferência dos 15 pacientes internados para casas de saúde da região. Em outros municípios, como Venâncio Aires, os danos atingiram cerca de 700 casas.

Nesta manhã, o nível dos rios das regiões mais afetadas começou a baixar desde que a chuva deu uma trégua. Nas cidades de Igrejinha, Três Coroas e Taquara, algumas famílias começaram a retornar para suas casas com a vazão menor do rio Paranhana. O rio dos Sinos, na região metropolitana de Porto Alegre, também começou a baixar.

A chuva provocou danos também em estradas gaúchas. Na serra, a Rota do Sol (RS-486) foi interditada mais uma vez em função de queda de barreiras. O trecho bloqueado fica entre Tainhas e Terra de Areia, na localidade da serra do Pinto. A BR-116 também segue com tráfego interrompido no quilômetro 178, na cidade de Nova Petrópolis. Em São Vendelino, a RS-122 também está interrompida em meia pista devido à erosão.

A meteorologia prevê frio mais intenso para a madrugada de quarta-feira (30). As mínimas devem ficar abaixo dos 5ºC nas principais regiões, especialmente na serra e no sul do Estado. Em Porto Alegre, a temperatura pela manhã deve ficar abaixo dos 4ºC. No norte e no oeste, a previsão é de mais chuva. Na quinta-feira (1º), o mau tempo deve se espalhar por todo o Rio Grande do Sul com possibilidade de chuva forte em áreas isoladas.

Paraná
Os temporais afetaram diretamente 3.170 pessoas em 25 municípios paranaenses. Há no Estado 247 desalojados e 20 desabrigados. Ao menos 328 casas sofreram algum tipo de dano.

Segundo a Defesa Civil do Paraná, estão em situação de emergência os municípios de Bituruna, General Carneiro, Marmeleiro, Pinhal de São Bento, Pranchita, Prudentópolis, Renascença, Santo Antonio do Sudoeste e Umuarama.

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